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DESEMPENHO DA VALE NO 3T14

Rio de Janeiro, 30 de outubro de 2014 - A Vale S.A. (Vale) apresentou um forte desempenho operacional no 3T14, com a produção de minério de ferro alcançando 85,7 Mt – o melhor desempenho da história da Vale em um trimestre – e com a produção de Carajás atingindo 32,2 Mt, um novo recorde absoluto, devido aos ramp-ups bem-sucedidos da Planta 2 e de Serra Leste.
 
As receitas no 3T14 somaram US$ 9,249 bilhões, representando uma queda de US$ 830 milhões em relação ao 2T14. As receitas foram impactadas negativamente pelo menor preço de commodities (-US$ 1,351 bilhão) e positivamente pelos maiores volumes de venda (US$ 521 milhões). Os benefícios deste recorde de produção de minério de ferro não foram totalmente capturados devido ao acúmulo de 9,3 Mt em estoques ao longo da cadeia, parcialmente em consequência da interrupção da ferrovia de Carajás (Estrada de Ferro Carajás, EFC) em setembro. Uma parte dos estoques estrategicamente acumulados no 3T14 foram vendidos em condições comerciais mais favoráveis durante o trimestre atual.
 
No 3T14, a Vale apresentou um EBITDA ajustado de US$ 3,004 bilhões, com US$ 781 milhões – 26% do EBITDA da Vale no 3T14 – provenientes do segmento de metais básicos, em função do recorde de produção de cobre, bem como a melhor produção de níquel para um terceiro trimestre desde 3T08.
Nos primeiros nove meses de 2014 (9M14) a Vale reduziu seus custos e despesas em US$ 520 milhões[1], comparado aos 9M13, com economia de US$ 271 milhões no 3T14 em relação ao 3T13. Comparando os 9M14 com os 9M13, temos o seguinte resultado: despesas com vendas, gerais e administrativas (SG&A[2]) caíram US$ 192 milhões (23,4%); gastos com pesquisa e desenvolvimento (P&D) diminuíram US$ 30 milhões (5,7%); e despesas pré-operacionais e de parada[3] foram reduzidas em US$ 557 milhões (46,2%).
 
Nos 9M14, os investimentos da Vale totalizaram US$ 8,232 bilhões, representando uma queda de US$ 2,161 bilhões em relação aos 9M13. Os investimentos em execução de projetos totalizaram US$ 5,641 bilhões, representando um decréscimo de US$ 1,560 bilhão, ao mesmo tempo em que o capex de manutenção totalizou US$ 2,591 bilhões, apresentando um decréscimo de US$ 600 milhões nos 9M14 em relação aos 9M13.
O prejuízo líquido foi de US$ 1,437 bilhão contra um um lucro líquido de US$ 1,428 bilhão no trimestre passado, refletindo principalmente o impacto não caixa de variações cambiais e perdas monetárias em dívidas e derivativos de US$ 2,683 bilhões devido à depreciação do real frente ao dólar americano.
A Vale manteve um balanço saudável, com baixa alavancagem, ampla cobertura de juros, longo período de maturidade e baixo custo de dívida. A dívida líquida diminuiu em US$ 2,156 bilhões desde 30 de junho de 2014, alcançando US$ 21,034 bilhões. Em 30 de setembro de 2014, a dívida total da Vale foi de US$ 29,366 bilhões com posição de caixa[4] de US$ 8,332 bilhões, suportado pelo recebimento de R$ 2 bilhões em recursos de caixa no 3T14 pela venda de 26,5% de participação na VLI para Brookfield. A segunda parcela dos dividendos em 2014, no valor de US$ 2,1 bilhões, será paga em 31 de outubro de 2014.
 
Robusta performance operacional apesar da queda nos preços de commodities no segmento de minerais ferrosos

·         O EBITDA ajustado de minério de ferro no 3T14 foi de US$ 1,528 bilhão, representando uma diminuição de US$ 1,151 bilhão dos US$ 2,679 bilhões registrados no 2T14, principalmente devido à redução de US$ 1,031 bilhão nos preços de venda;
·         A produção de minério de ferro alcançou um recorde de 85,7 Mt[5] no 3T14, principalmente devido aos ramp-ups da Planta 2  e de Conceição Itabiritos, enquanto o minério de ferro comprado de terceiros alcançou 2,9 Mt;
·         O volume de vendas de minério de ferro e pelotas foi de 78,1 Mt no 3T14, ficando 1,5% maior do  que no 2T14;
·         Os estoques de minério de ferro cresceram 9,3 Mt no trimestre, parcialmente como resultado da interdição da ferrovia de Carajás (Estrada de Ferro Carajás, EFC);
·        O preço médio realizado de finos de minério de ferro (ex-ROM) caiu para US$ 68/wmt, impactado negativamente por um ajuste de US$ 1,4/t em preços provisionados no final do 2T14 e por um delta de US$ 3,8/t entre os US$ 77,8/t provisionalmente precificados para 30,7% das vendas no final do 3T14 e a média do Platt's IODEX 62% CFR China de US$ 90,2/dmt;
·       Os custos operacionais aumentaram para US$ 24,7/t[6] contra US$ 23,2/t no trimestre passado, principalmente devido aos custos não recorrentes com manutenção em preparação para o aumento de produção e ao pagamento de faturas pendentes em razão do start-up do sistema de ERP.
·       A taxa de câmbio média no trimestre foi de R$ 2,27 / US$, apesar de uma taxa de câmbio no final do 3T14 de R$ 2,45 / US$. Os benefícios no custo de um BRL mais depreciado serão capturados no trimestre seguinte, caso a taxa de câmbio se estabilize nos níveis do final do 3T14.
 
Colhendo os frutos do segmento de metais básicos
 
·         O EBITDA ajustado alcançou US$ 781 milhões no 3T14, totalizando US$ 1,939 bilhão nos 9M14;
·         A produção de níquel alcançou 72.100 t no 3T14, ficando 16,9% acima do 2T14;
·         A produção de cobre chegou ao nível recorde de 104.800 t, ficando 29,3% e 10,8% acima do 2T14 e 3T13, respectivamente;
·         A receita de vendas totalizou US$ 2,129 bilhões, ficando 12,7% acima do 2T14 devido a melhores preços e volume de venda;
·         Os custos[7] foram reduzidos em US$ 103 milhões e as despesas[8] em US$ 334 milhões nos 9M14, representando uma redução de custos e despesas de US$ 437 milhões em relação aos 9M13.

Construindo as bases para lucratividade futura dos segmentos de carvão e fertilizantes

·         A mina de Isaac Plains foi colocada em care and maintenance devido à sua não viabilidade econômica nos níveis de preço esperados no curto e médio prazo;
·         Moatize II alcançou 70% de progresso físico no 3T14 com investimento de capital no valor de US$ 179 milhões no trimestre;
·         As seções greenfield do Corredor Nacala alcançaram 92% de progresso físico enquanto o Porto de Nacala atingiu 85% de progresso físico;
·         EBITDA ajustado para o segmento de fertilizantes aumentou para US$ 96 milhões no 3T14 comparado a US$ 72 milhões no 2T14. Alcançou-se um EBITDA ajustado de US$ 203 milhões nos 9M14 contra US$ 51 milhões nos 9M13.
 
Permanecemos focados na geração de fluxo de caixa, continuando a explorar oportunidades de desinvestimento e reforçando iniciativas que visem à redução de custos e capex para corroborar o fluxo de caixa livre.



Escrito por SALSFI às 22h52
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Definição sobre reajuste do preço da gasolina é adiada para a próxima terça-feira

Fernanda Nunes e Antonio Pita - O Estado de S. Paulo

31 Outubro 2014 | 17h 43

Neste dia, o conselho de administração da Petrobrás voltará a se encontrar para dar continuidade à reunião realizada nesta sexta-feira pela manhã, mas interrompida ainda no primeiro ponto da pauta, sem que o aumento dos preços fosse debatido

 

 

A definição sobre o reajuste dos combustíveis foi adiada para a próxima terça-feira, dia 4. Neste dia, o conselho de administração da Petrobrás voltará a se encontrar para dar continuidade à reunião realizada nesta sexta-feira pela manhã, mas interrompida ainda no primeiro ponto da pauta, sem que o aumento dos preços da gasolina e do óleo diesel fosse debatido. 

 

 

A pauta foi interrompida em meio a discussões sobre a exigência da PwC, auditora das finanças da empresa, de que a estatal contrate duas auditorias externas independentes para investigar denúncias de corrupção envolvendo a petroleira. A PwC se negou a validar os números do terceiro trimestre, enquanto a Petrobras não contratasse as empresas.  

 

Na segunda-feira, a Petrobrás anunciou a contratação de dois escritórios de advocacia para investigar o esquema de corrupção denunciados pelo ex-diretor da empresa Paulo Roberto Costa. São eles o americano Gibson, Dunn & Crutcher LLP e o brasileiro Trench, Rossi e Watanabe Advogados.

 

Fonte ouvida pelo Broadcast - serviço de informações em tempo real da Agência Estado - contou que a expectativa dos conselheiros é decidir sobre o reajuste na terça. Já o resultado financeiro da empresa relativo ao terceiro trimestre deste ano não chegou a entrar na pauta da reunião desta sexta-feira e também não entrará no próximo encontro. 

 

 



Escrito por SALSFI às 22h45
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Petrobrás descarta rever projetos se óleo cair até US$ 60

Fernanda Nunes,Antonio Pita,Vinicius Neder - O Estado de S. Paulo

17 Outubro 2014 | 22h 20

Estatal usa duas cotações para balizar seu plano de investimentos; exploração do pré-sal seria ameaçada com barril abaixo de US$ 45

 

 

Marcos de Paula/EstadãoPlataforma da Petrobras na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro

 

 

 

 

 

Duas cotações do barril do petróleo balizam os investimentos da Petrobrás e vão nortear seu Plano de Negócios de 2015 a 2019, aguardado ainda para este ano. Segundo fontes do alto escalão do governo, enquanto estiver acima de US$ 60 não haverá necessidade de rever projetos e reduzir recursos para áreas menos estratégicas que exploração e produção de óleo e gás. Só se o preço despencar até US$ 45 o barril, hipótese descartada pelo governo, o desenvolvimento do pré-sal não seria viável.

 

Os valores são o limite para cobrir o custo médio do capital. “Cada dólar a mais (em relação aos US$ 45) é lucro para a empresa, porque supera o custo do capital. A empresa está muito bem protegida”, diz uma fonte.

 

A visão diverge das avaliações do mercado. Na última semana, o valor do barril de petróleo tipo Brent oscilou de US$ 80 a US$ 85, depois de, por quase três anos, ter se mantido na faixa de US$ 100, chamando a atenção de analistas, que divulgaram relatórios traçando cenários difíceis para a Petrobrás.

 

No governo, a análise é que a queda apenas reforça o caixa da Petrobrás num primeiro momento. A estatal comemora a redução dos gastos com importação e o fim da defasagem com os preços internos, que esteve em média 17,3% abaixo dos valores internacionais. Além disso, comemora a redução no pagamento de impostos, que considera a cotação no mercado externo. No médio prazo, a perspectiva é de retração dos custos de produtos e serviços, que costumam acompanhar o preço do Brent. “A questão é quanto tempo durará essa fase de redução do preço do petróleo. Em seis meses, se sustenta. Em um ano, é mais difícil. Em dois ou três anos, mais ainda”, diz a fonte.

 

Estrutural. Se o governo não aposta nesse cenário, analistas de mercado já simulam impactos de uma queda mais acentuada e duradoura, embora sem consenso. Para o consultor John Forman, ex-diretor da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), as mudanças nas cotações são estruturais, por causa da oferta de gás e petróleo de folhelho (xisto) nos EUA.

 

“A tecnologia está transformando os EUA em exportador. É um impacto danado”, explica Forman. A agência de classificação de risco Moody’s estima que a cotação chegará a US$ 70, em razão também da conjuntura política no mundo árabe. “A demanda continua forte, e há excesso de oferta mesmo com o baixo crescimento global”, diz a analista Nymia Almeida. “Abaixo disso, alguns projetos ficariam inviáveis”, completa.

 

Países como o Canadá, produtores de um óleo de pior qualidade e custo alto, não conseguiriam produzir com uma cotação a níveis muito baixos. Assim, a oferta cairia, levando a um novo aumento de preços.

 

O momento requer corte de custos entre as empresas. O baixo custo de extração no pré-sal sustenta a rentabilidade mesmo no cenário ruim, embora com retorno mais demorado. O custo médio é de US$ 14,80 por barril. As fontes do governo reiteram a “tranquilidade” de que o pré-sal e os investimentos da Petrobrás estão garantidos. 

 

Nesse ponto, o mercado alerta para a metade vazia do copo. Relatório do Citibank calcula que, com o barril a US$ 90, o fluxo de caixa operacional ficaria pressionado e a Petrobrás poderia ter dificuldades para alcançar a meta atual de investimentos. A previsão apenas na área de exploração e produção é de US$ 35 bilhões anuais até 2020.

 

 



Escrito por SALSFI às 22h36
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