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16/06/2014 às 05h00

Vale enfrenta dificuldade para venda de ativos

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Por Francisco Góes | De Moatize (Moçambique)

Francisco Góes/Valor / Francisco Góes/ValorEmpresa estuda a entrada de sócios com fatias minoritárias na produção de carvão, área em que tem minas em Moçambique e Austrália, e no corredor ferroviário

As negociações conduzidas pela Vale para venda de uma parte dos ativos da empresa em Moçambique tendem a ficar mais difíceis com a conjuntura existente no país africano para a produção de carvão, na avaliação de especialistas ouvidos pelo Valor. A Vale questiona os altos custos para se produzir carvão em Moçambique, país novo nessa indústria extrativa, no momento em que os preços da commodity estão no patamar mais baixo dos últimos sete anos. "O valor a ser capturado pela Vale [nas negociações] fica mais difícil na situação atual", disse um analista.

A Vale quer vender metade de sua participação no Corredor Nacala, formado por ferrovia de 912 quilômetros e por um porto, ambos em construção. A empresa estuda ainda a entrada de sócios com fatias minoritárias na produção de carvão, segmento em que tem minas em Moçambique e na Austrália. A mineradora vinha trabalhando para fechar as vendas no corredor e no negócio de carvão até o fim deste mês. Mas a venda dessas participações deve demorar mais um pouco. A expectativa é que as transações possam ser fechadas em julho ou agosto, embora não haja garantia de que isso vá ocorrer até essa data. No mercado, a aposta é que entre os potenciais parceiros da Vale estão investidores asiáticos, sobretudo japoneses e chineses, e fundos soberanos.

O interesse dos investidores nos dois ativos (minas e corredor), negociados separadamente, é diferente. A atratividade de cada ativo também é distinta. O investidor que resolver associar-se à Vale na produção de carvão correrá um risco maior. Mas terá a possibilidade de obter ganhos também maiores caso o preço do carvão se recupere. O preço do carvão metalúrgico, usado pelas siderúrgicas, situava-se, na sexta, na faixa de US$ 120 por tonelada tendo por base contratos trimestrais na Austrália, a principal referência do mercado. É uma queda de cerca de 60% em relação aos preços de 2011, que superaram US$ 300 por tonelada.

Ter a garantia de uma participação na produção de carvão interessa, sobretudo, a países que precisam assegurar acesso a recursos naturais, como os asiáticos. No Corredor Nacala, o risco para o investidor é menor, assim como o retorno sobre o investimento também deve ser mais baixo. O atrativo neste caso está no fato de que o corredor terá retorno mínimo garantido por contrato firme de transporte com a mina da Vale em Moatize, no norte do país.

Esse contrato envolve a Vale Moçambique, detentora da concessão de Moatize, e as quatro concessionárias do Corredor Nacala, cada uma responsável por um trecho da ferrovia. A mineradora detém 95% da Vale Moçambique e o governo local os outros 5%. O contrato entre a Vale Moçambique e as quatro concessionárias começará a valer em 2015 e os volumes vão crescer até atingir a capacidade de 18 milhões de toneladas de carvão por ano. Haverá ainda capacidade adicional no corredor para carga geral, grãos e passageiros.

Quando a mina de Moatize estiver duplicada no fim de 2015, terá capacidade de produzir 22 milhões de toneladas de carvão por ano, sendo 55% do tipo metalúrgico e 45% térmico, para geração de energia elétrica. Para escoar essa produção, a Vale pretende utilizar o Corredor Nacala e continuar valendo-se da ferrovia Linha do Sena até o porto da Beira, no centro do país. Nesse trecho, a Vale também tem contrato firme de transporte com a estatal Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) válido até 2017 com capacidade para movimentar 4,5 milhões de toneladas de carvão por ano. Em 2014, a Vale vai produzir acima de 6 milhões de toneladas de carvão em Moatize, mas poderá embarcar somente até 4,5 milhões de toneladas, que é a capacidade no terminal portuário da Beira.

Os novos sócios da Vale no carvão deverão entrar diretamente na holding Vale Emirates, dos Emirados Árabes, holding que consolida as participações da Vale no carvão em Moçambique e também as ações que a mineradora tem nas quatro concessionárias do Corredor Nacala. Na soma das quatro concessionárias, considerando o valor investido em cada trecho, a Vale tem uma participação de 70% no corredor logístico. Os outros 30% pertencem à CFM. Após a venda, os investidores devem ficar com 35% do Corredor Nacala, a Vale com 35% e a CFM com 30%.

 

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http://www.valor.com.br/empresas/3584606/vale-enfrenta-dificuldade-para-venda-de-ativos#ixzz34x4QpNKV

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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16/06/2014 às 05h00

Vale tenta reduzir custos e vender ativos na África

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·         Por Francisco Góes | De Moatize (Moçambique)

Perto de concluir a implantação de projeto integrado por mina, ferrovia e porto, em Moçambique, a Vale passou a questionar com autoridades locais e fornecedores a posição competitiva do país africano na indústria de carvão. A discussão foi motivada pela queda dos preços da commodity, cujas cotações estão nos menores níveis em sete anos. E também pelos custos de produção em relação à Austrália, concorrente e maior exportador mundial de carvão.

A Vale assinou em 2007 os contratos de concessão das minas de Moatize, na província de Tete, e já investiu US$ 4,5 bilhões. Os recursos foram aplicados na produção de carvão, hoje em fase de duplicação, e na construção de uma ferrovia de 912 quilômetros - o chamado Corredor Nacala - e de um porto de águas profundas em Nacala-à-Velha, província de Nampula. Quando a expansão de Moatize for concluída, em 2015, e o corredor logístico estiver pronto, a Vale e seus parceiros terão desembolsado, no total, US$ 8,3 bilhões.

ASSUNTOSRELACIONADOS

1.       Vale coloca projeto de carvão de Moçambique em xeque

A empresa já havia anunciado a intenção de vender parte do corredor logístico em Moçambique e, também, uma fatia minoritária do negócio de carvão, segmento em que tem minas no país africano e na Austrália. Mas, na avaliação de especialistas, a situação do mercado e a conjuntura para produção de carvão em Moçambique tornam mais difíceis as negociações conduzidas para venda de uma parte dos ativos.

A mineradora vinha trabalhando para fechar as vendas no corredor e no negócio de carvão até o fim deste mês. Mas o processo deve demorar mais um pouco. A aposta é que, entre os potenciais parceiros da Vale, estão investidores asiáticos, sobretudo japoneses e chineses, e fundos soberanos.

"Moçambique não reúne as melhores condições para a produção de carvão, em função dos custos dos insumos e da localização logística no atual cenário de preços", disse Pedro Gutemberg, diretor global de carvão da Vale. Há dois meses na África, ele se envolveu em uma cruzada pela redução de custos, essencial para viabilizar o negócio no longo prazo. O executivo tem se reunido com ministros, fornecedores e parceiros, como a CFM, uma estatal de Moçambique. Ele surpreendeu os moçambicanos ao questionar a capacidade competitiva do país no carvão.

 

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16/06/2014 às 05h00

Vale tenta reduzir custos e vender ativos na África

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Por Francisco Góes | De Moatize (Moçambique)

Perto de concluir a implantação de projeto integrado por mina, ferrovia e porto, em Moçambique, a Vale passou a questionar com autoridades locais e fornecedores a posição competitiva do país africano na indústria de carvão. A discussão foi motivada pela queda dos preços da commodity, cujas cotações estão nos menores níveis em sete anos. E também pelos custos de produção em relação à Austrália, concorrente e maior exportador mundial de carvão.

A Vale assinou em 2007 os contratos de concessão das minas de Moatize, na província de Tete, e já investiu US$ 4,5 bilhões. Os recursos foram aplicados na produção de carvão, hoje em fase de duplicação, e na construção de uma ferrovia de 912 quilômetros - o chamado Corredor Nacala - e de um porto de águas profundas em Nacala-à-Velha, província de Nampula. Quando a expansão de Moatize for concluída, em 2015, e o corredor logístico estiver pronto, a Vale e seus parceiros terão desembolsado, no total, US$ 8,3 bilhões.

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A empresa já havia anunciado a intenção de vender parte do corredor logístico em Moçambique e, também, uma fatia minoritária do negócio de carvão, segmento em que tem minas no país africano e na Austrália. Mas, na avaliação de especialistas, a situação do mercado e a conjuntura para produção de carvão em Moçambique tornam mais difíceis as negociações conduzidas para venda de uma parte dos ativos.

A mineradora vinha trabalhando para fechar as vendas no corredor e no negócio de carvão até o fim deste mês. Mas o processo deve demorar mais um pouco. A aposta é que, entre os potenciais parceiros da Vale, estão investidores asiáticos, sobretudo japoneses e chineses, e fundos soberanos.

"Moçambique não reúne as melhores condições para a produção de carvão, em função dos custos dos insumos e da localização logística no atual cenário de preços", disse Pedro Gutemberg, diretor global de carvão da Vale. Há dois meses na África, ele se envolveu em uma cruzada pela redução de custos, essencial para viabilizar o negócio no longo prazo. O executivo tem se reunido com ministros, fornecedores e parceiros, como a CFM, uma estatal de Moçambique. Ele surpreendeu os moçambicanos ao questionar a capacidade competitiva do país no carvão.

 

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