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   Aumento dos juros é inócuo - 2ª parte -escrito antes da reunião do Copom de 16/04/13

TOMBINI NÃO É O MORDOMO

2ª PARTE

Salvador Sícoli Filho  - 12/04/13

 

O governo conduz em seu terrorismo intervencionista de mercado a que o capital estrangeiro que foi o grande sustentáculo – admire-se - do governo anterior - a se por em retirada, e a economia não deslancha e nem vai deslanchar devido ao fogo fátuo dessas intervenções.

 

Assim, com um governo errático em sua intervenção recalcitrante e um ministro da Fazenda sem credibilidade até para prever o PIB e que tem suas previsões desmentidas pela realidade a cada instante só se deve dizer que nenhuma política monetária pode resistir e servir de goalkeeper de inflação.

O sistema de Metas de Inflação no Brasil é uma falácia

 

Aliás, ao contrário do que apregoam alguns arautos do sistema financeiro o sistema de metas de inflação criado em sua versão tupiniquim pelo discípulo de Soros, sempre foi um simulacro para angariar benesses ao sistema financeiro.

Seria enodoar e achincalhar os fatos a realidade do modelo trazido na Nova Zelândia por Armínio Fraga em 1999 com a imagem grudada no mesmo esquema das reuniões do FED mas com uma distância infinita do seu arcabouço na finalidade precípua de manter calibrada a taxa de inflação.

O sistema de metas - com as reuniões bimensais que logo se tornaram mensais - sempre provocou na sua antevéspera discussões especulativas que beneficiavam metodicamente o sistema financeiro e a cada mexida alargavam o spread bancário para o delírio dos banqueiros.

Com sua entonação monossilábica, o hino e as loas ao sistema de metas tupiniquim na verdade continham uma única finalidade: conter a inflação pela taxa de juros. E assim com a política monetária de uma nota só prosperaram os bancos e as altas de juros mais altas do planeta liquidaram o sistema produtivo. Não podemos retroceder agora.

Que armas teremos ao fracassar a contenção via juros?

É impressionante como queremos remar contra maré. Enquanto o Japão desvaloriza o yene e incentiva a população a consumir para quebrar a deflação de 15 anos e a Irlanda reluta em sair do default aumentando a carga tributária estacionada em 15%, aqui os nossos sábios querem aumentar os juros com a economia patinando, e além de atirar no tomate, culpam também o BC pela falta da atitude no combate a inflação, enquanto temos de nos engalfinhar para sobreviver a uma carga tributária de quase 40%.    

Como se denota atrás o problema não é do Santo Tombini. O problema mora no Planalto e o pior cego é aquele que não quer ver. Temos a pior safra de políticos e com governantes despreparados e dotados de irascível arrogância, cinismo e desfaçatez, está se semeando entre nós a era do caos.

É preciso ver que há uma grande confusão mental em nossos pretensos governantes, verdadeiros aprendizes de feiticeiro que se encantaram com o poder e nele querem se perpetuar.


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Escrito por SALSFI às 14h56
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   Aumento dos juros é inócuo

TOMBINI NÃO É O MORDOMO.


Salvador Sícoli Filho – 13/04/13


É preciso entronizar o Tombini.

Com o governo gastando cada vez mais e de forma desordenada, com o artificialismo de medidas de total ambigüidade como o fechamento das contas públicas de 2012 e a afronta total à segurança jurídica, como no caso das contínuas mudanças no setor elétrico e na doação indiscriminada de benesses a setores privilegiados pelo seu arbítrio, querer que a política monetária estribada numa só variável, os juros, resolva o problema da inflação, é um caso patológico de insanidade.

E o bom Tombini, que teve a coragem de enfrentar o lobby bancário em agosto de 2011, surpreendendo o setor com retumbante e destemida guinada e um corte certíssimo na taxa de juros, não pode recuar.

Mesmo quando estão todos a duvidar de ti Tombini, resista. És um forte.

Mesmo quando quase todos os arautos do sistema financeiro e seus economistas mais argutos pregam o aumento da taxa, Tombini, o destemido não deve recuar.

Não serão os 0,25, 0,50 ou 1,00% que modificarão o rumo da inflação, enquanto o governo perdulário continuar a gastar mal os recursos, o déficit público mudando de sinal, as transações correntes negativadas e criando-se ministérios deletérios para angariar votos de partidos nanicos. E mais ainda quando malversar a lógica do livre mercado intervindo aleatoriamente em setores onde tradicionalmente, sempre atuou mal, como no caso do setor elétrico. As eficientes empresas do setor de repente viraram saco de pancadas com medidas traiçoeiras e mal pensadas. Da matriz hidráulica vamos partir para as térmicas e a energia eólica será um grande dominó de cataventos sem linhas de transmissão para conectá-las, graças à incúria das agências governamentais.

 O governo central e seus dirigentes foram lentos no mandato passado, quando a presidente era Ministra das Minas e Energia e não conseguiu iniciar nenhuma das grandes hidrelétricas. Só no ano passado elas começaram a ser implantadas e ao arrepio da crise da falta de chuvas e com os reservatórios secando - situando-se aproximadamente na metade da reservação do mesmo período de 2012 - promulgou-se uma mágica e eleitoreira baixa violenta nas tarifas revolvendo e misturando variáveis num salseiro que será mais tarde difícil de acomodar. Como vai tornar viáveis as fontes alternativas como a energia eólica? Só pagando mais e aumentando as tarifas. Renovação das concessões? - Só no formato dos áulicos da EPE e da ANEEL.

Mas a carga tributária continua a mesma, beira 40% e deixa absolutamente sem margem de manobra o governo e disto o ministro da Fazenda e a Presidente não tratam. Em contraponto e num átimo todos os áulicos governamentais saem a campo tecendo loas ao uso das caríssimas termelétricas para combater a imprevisão governamental. De repente ficamos sabendo que as térmicas “são para serem usadas” segundo o ilustre prócer sucessor da presidente no citado ministério.

 Mas quem diz isto é o governo que numa canetada e demagogicamente resolver pilhar as grandes concessionárias de energia lhes impingido compulsoriamente uma renovação de contratos danosa. Ou aceita, ou tome pancada. Assalta-se o diálogo e promove-se a arbitrariedade. A Eletrobrás definha na Bolsa e seu presidente se resigna como se resignam todos. E vamos ter megas eventos, superestádios que modernos substituirão o povão nas arquibancadas por cadeiras ecológicas, anatômicas e ergonômicas. E que substituirão com vantagens as aplicações supérfluas em hospitais, saneamento e segurança.

Estamos melhor que em tempos da ditadura. Lá quem assaltavam eram os ricos e os teimosos filhos de papai. Agora são os bandidos e os drogados. Se a inflação está drogada, se falta energia e se aumenta a inflação a culpa não é do Tombini. E nem o Bergoglio dá jeito. 

Assim o que era exceção no passado – usar térmicas cujo valor do megawatt chegou a custar R$ 700 nos leilões do mercado livre, enquanto a decantada presidente e a ANEEL traziam os preços da energia hidráulica de cerca de R$ 90 para R$ 36,00. E os preços de mercado das empresas despencaram.

 

A Eletrobrás definha na Bolsa e seu presidente se resigna como se resignam todos. Cemig, Eletropaulo dão prejuíjo a seus investidores. E vamos ter megas eventos, superestádios modelo FIFA – que superpoderes tem a mesma - que modernos substituirão o povão das gerais para nas arquibancadas servir abonados assentados em cadeiras ecológicas, anatômicas e ergonômicas. E com a gastança substituirão com vantagens as aplicações supérfluas em hospitais, saneamento e segurança.

Estamos melhor que em tempos da ditadura. Lá quem assaltavam eram os ricos e os teimosos filhos de papai. Agora são os bandidos e os drogados. O terrorismo está a solta mas a imprensa noticia com se fosse banalidade. Se a inflação está drogada, se falta energia e se aumenta a inflação a culpa não é do Tombini. E nem o Bergoglio dá jeito. 

 

Num país de dirigentes bêbados, só mesmo a AMBEV poderia passar incólume.

Mas não, espera aí. Não passou.

Na semana passada os áulicos lhe aumentaram o IPI em 2%. Parece irrisório mas é antes pelo contrário, absurdamente desproporcional. E como empresa exemplar que zela pela economia em centavos para compor o custo de cada hectolitro, desmancha-se pelo deboche da turma de Brasília que estoca empresas, que inventa impostos aqui e no exterior para achacar as grandes geradoras de emprego nacional. Se estiver a empresa a ganhar dinheiro, cuidado. O Governo, para isto, tem olhos de lince e manda um aviso e medida provisória da noite para o dia.

E isto, evidentemente a política monetária, usando o aumento de juros não vai mudar. E o Tombini, o nosso Giuseppe Bergoglio nacional não vai mudar.

 

Como não vai mudar o humor do capital estrangeiro colhido com uma monumental perda nas suas aplicações no setor elétrico que chega a perder 70% do valor, na Petrobras outro tanto, na Vale...

Se o estrangeiro sai e míngua o capital como vamos utilizar o mercado acionário para capitalizar as empresas e investir?

Vamos usar as reservas, o fundo Soberano, temos reservas ao redor de US$ 377 bi que não se alteram mais, estamos ressuscitando a conta movimento para dar ao BNDES via Tesouro uma alavancagem tal que suprirá todas as lacunas que os nossos bancos privados não preenchem. No fim do governo FHC em 2002 o BNDES, bem comportado, emprestou R$ 37 bi. Agora, alavancado e com mais de R$ 700 bi espetados no contas a receber, empresta mais de R$ 150 bi. Aonde vai parar esta farra? Não é para se comemorar se as chances de isto dar certo são remotas.

Mas os nossos bancos privados, frise-se, não estão parados e seguem emprestando e aumentando os negócios no Peru, na Colômbia e no Chile mesmo. Alguns descobriram somente agora a fria em que se meteram com a outra dirigente da Casa Rosada.

Aqui ficamos na Avenida Chile de onde saem recursos que catapultaram de R$ 37 bilhões para R$ 170 bilhões os empréstimos do BNDES. Só a Petrobrás, promovida a nossa OGX estatal, pois arruma dinheiro no mercado e gasta, gasta e gasta e a produção fica na mesma.

Isto tudo acima estampado a política monetária também não equaciona.

Então o problema não é do Santo Tombini. Se o câmbio se desvalorizar à medida que  pretensamente se suba a taxa básica, o destroço na já combalida indústria brasileira será fatal. Se não conseguimos ser competitivos e exportar com o câmbio a R$ 2,00 como será a vida aos R$ 1,70?

Com os investidores estrangeiros boquiabertos com a monumental arbitrariedade das mudanças de regras pela belicosa aspirante a novo mandato, o estrago foi estarrecedor.

Ou será porque caíram tanto as ações das elétricas, da Petrobrás, da Vale e de todas as principais empresas negociadas em Bolsa.

Com sua prepotência o Governo atual não está deixando nada de pé. E mesmo assim, há até donos de empresa batendo palmas. O mercado acionário está em alta contínua e bate recordes em Wall Street. Sem alarde de 2008 para cá os americanos redescobriram o gás e o petróleo de xisto e podem até voltar a serem exportadores. Aqui, desconforto geral malgrado a propaganda oficial.


 



Escrito por SALSFI às 14h42
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   Artigo de Márcio Garcia recomendando alta de juros

 

12/04/2013 às 00h00 11

Está na hora de aumentar a Selic

·    

·         Por Marcio Garcia

 

O primeiro Comitê de Política Monetária (Copom) de um governo petista, em janeiro de 2003, elevou a Selic em 0,5 ponto percentual, de 25% para 25,5%. Na reunião seguinte, em fevereiro de 2003, a Selic subiu ainda mais, para 26,5%. Tais movimentos foram essenciais para conter as expectativas de inflação, na esteira da enorme depreciação cambial ocorrida durante a crise de 2002.

A parada súbita de 2002 foi a crise mais séria que o país enfrentou desde o Plano Real. O risco-país, medido pelo EMBI+Brazil, ultrapassou os 24 pontos percentuais. Em um ambiente de intensa fuga de capitais, com o Banco Central (BC) dispondo de reservas bem menores do que um décimo do estoque atual, o dólar chegou a tocar na assustadora marca de R$ 4,00, criando expectativas de que o repasse inflacionário seria muito alto.

O aumento dos juros, logo no início do governo Lula, aliado a outras medidas importantes, como a elevação da meta do superávit primário, permitiu que a escalada inflacionária fosse detida, abrindo caminho para os anos de crescimento que se sucederam, e acabaram proporcionando ao PT duas vitórias adicionais em eleições presidenciais.

O instrumento básico para o controle da inflação é o juro, que tem funcionado bem, mostra a experiência recente

A consolidação do regime de metas para inflação foi uma grande conquista, que muito contribuiu para o sucesso posterior do Brasil. O gráfico ilustra bem como as elevações de juros foram bem-sucedidas em domar as escaladas inflacionárias. É inegável que as taxas de juros brasileiras sempre foram muito elevadas, mas vinham paulatinamente declinando, processo que se acelerou, significativamente, a partir do terceiro quadrimestre de 2011.

Hoje, entretanto, está mais do que claro que a Selic vigente, de 7,25%, não é suficiente para fazer com que a inflação convirja para a meta, 4,5%. A inflação acumulada em 12 meses acaba de superar o limite superior da banda (6,5%) e as próprias projeções do BC (Relatório de Inflação, março de 2013) não preveem convergência para a meta até 2015, mesmo sob o cenário que já embute a alta de juros prevista pelo mercado. É necessário e salutar que o BC inicie a elevação da Selic, como já tem sinalizado em seus documentos e por meio de seus dirigentes.

As dúvidas sobre o grau de autonomia com que contaria o BC para elevar os juros, de forma a recobrar o controle da inflação, são tão somente reflexos da própria ação equivocada do governo. Afinal, várias autoridades governamentais vêm propagandeando, maciçamente, a baixa "irreversível" de juros, como uma conquista do atual governo. Vale lembrar que o BC brasileiro não goza de autonomia formal para a condução da política monetária, podendo seus dirigentes ser demitidos a qualquer momento. Mas a instituição já contou com uma autonomia muito maior no passado.

 

Se o governo quiser verdadeiramente voltar a dar autonomia de facto ao BC, como vinha sendo a bem-sucedida regra desde a vitória sobre a hiperinflação com o Plano Real, o melhor que suas autoridades têm a fazer é se calarem sobre assuntos de política monetária. Só o BC deveria falar sobre juros. Prova disso foi a forte e previsível repercussão negativa da desastrada declaração da presidente Dilma, na África do Sul, em encontro de chefes de Estado dos Brics: "Não acredito em políticas de combate à inflação que olhem (sic) a redução do crescimento econômico" (Valor, 27/3/2013).

O decepcionante crescimento econômico do governo Dilma está ligado a fatores estruturais, há muito identificados, que vinham sendo enfrentados, em alguma medida, até 2005. A partir daí, a política econômica, com raras exceções, se limitou a tentar tirar bom proveito da maré alta proporcionada pelos altos preços de commodities. Enquanto persistir nesse caminho, o crescimento não vai deslanchar. E não é deixando a inflação acelerar que o país conseguirá crescer mais rápido. Elevar a taxa de juros não é agradável, mas é o que precisa ser feito.

Agradeço a Albert Fishlow, Fabio Giambiagi e Rogério Werneck por excelentes comentários. Todos os erros são de minha responsabilidade.

Marcio G. P. Garcia, PhD por Stanford e professor do Departamento de Economia da PUC-Rio. Em 2013, é "visiting scholar" na Sloan School, MIT, e no NBER. Escreve mensalmente às sextas-feiras.

 



Escrito por SALSFI às 14h37
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