SALSIFI INVESTMENTS
  

 

Fux diz que não sabia dos 3 mil vetos


Por Maíra Magro | De Br

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, diz que não sabia dos mais de 3 mil vetos acumulados no Congresso ao determinar sua votação cronológica, em dezembro. A liminar do ministro, que suspendeu a apreciação dos vetos da presidente Dilma Rousseff à lei que redistribuiu os royalties do petróleo, criou um impasse com o Congresso e travou a votação do Orçamento da União deste ano. Ao Valor, Fux afirma que "não imaginava essa confusão toda", insiste que a atividade legislativa "não está interditada" e diz desconhecer as razões da polêmica. Ele defende a atuação da Corte em casos envolvendo o Legislativo.



 

 

 

 



Escrito por SALSFI às 03h41
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Fundos FGTS Petrobras já

perderam 

41%

desde a capitalização da estatal


Por Silvia Rosa | De São Paulo

Os investidores que aplicaram nos Fundos Mútuos de Privatização Petrobras, que investem recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em ações da estatal, estão sofrendo do mais que os cotistas que entraram nas carteiras FGTS com papéis da Vale. Enquanto estas últimas acumulam um retorno médio de 902% desde o lançamento (março de 2002) até 5 de fevereiro, os portfólios com ações da estatal renderam em média 408% desde a criação, em agosto de 2000. O comparativo de desempenho neste ano mostra desvalorização em ambas as carteiras, de 5,17% nas de Vale e de 16,22% nas de Petrobras.

Só a decisão de pagar um dividendo menor para os detentores de ações ordinárias (ON) em relação aos preferencialistas (que têm papéis PN), anunciada pela Petrobras no dia 5, provocou uma perda de 8,25% nos fundos FGTS que aplicam na petrolífera, segundo levantamento feito pela Economatica a pedido do Valor. Os valores dos proventos ficaram em R$ 0,47 por papel ON e R$ 0,96 por PN.

 

A medida provocou uma queda de 8,28% nas ações ordinárias no dia 5 de fevereiro, que atingiram a menor cotação desde janeiro de 2006. A Petrobras, que precisa de recursos para seu ambicioso plano de investimentos, pretende economizar R$ 3,5 bilhões com a medida. O lucro líquido da estatal caiu 36% em 2012 em relação ao ano anterior, para R$ 21,2 bilhões.

Os fundos mútuos de privatização (FMP) foram criados na década de 2000 para aplicar os recursos disponíveis em ações de empresas que estavam sendo privatizadas pelo governo federal na época. O primeiro a nascer foi o FGTS Petrobras, atualmente com um patrimônio de R$ 2,8 bilhões e 77, 8 mil cotistas, em média.

Os investidores destes portfólios que participaram da capitalização da companhia dez anos mais tarde (em setembro de 2010), quando a estatal captou R$ 120,2 bilhões em uma oferta de ações para financiar a exploração no pré-sal, acumulam uma perda de 41,26% desde o aumento de capital da estatal - referente a desvalorização das ações ONs no período. Na época, os cotistas puderam investir, com recursos próprios, o equivalente a 30% do saldo que detinham nos fundos mútuos de privatização da petrolífera.

Alguns bancos constituíram carteiras específicas para aplicar essas alocações, como o caso da Caixa. O fundo lançado pelo banco para abrigar os recursos extras dos cotistas no aumento de capital da Petrobras conta hoje com patrimônio de R$ 25 milhões.

No mesmo período, os fundos de FGTS que aplicam em ações da Vale acumulam uma perda de 12,71%. Estas carteiras têm patrimônio de R$ 3,7 bilhões e reúnem em média 215, 2 mil cotistas.

Uma opção para os investidores dos fundos FMP FGTS Petrobras insatisfeitos com as perdas recentes é migrar para os portfólios FGTS da Vale. Outra é transferir o dinheiro para carteiras mútuas de privatização livre, que têm uma posição menor em ações da estatal.

O fundo FMP-FGTS Carteira Livre da Caixa, o Petrobras Renda Fixa 49, por exemplo, pode alocar até 33% do patrimônio em títulos públicos. "Esta carteira possui um perfil mais conservador, uma vez que tem uma exposição menor às ações da Petrobras e o investidor pode migrar para estes fundos para reduzir o risco", afirma Paulo Francisco de Souza, gerente nacional de fundos de renda variável da Caixa.

Desde o lançamento, em agosto de 2001, o fundo FMP FGTS Carteiras Livre da Caixa, que aplica em ações da Petrobras, acumula um retorno de 273,42%, inferior ao ganho de 430% acumulado no período pelo fundo FGTS Petrobras gerido pela instituição.

A migração não tem efeito fiscal, mas o investidor tem que permanecer pelo menos seis meses nesses fundos, explica Souza.

Para o presidente da BB DTVM, Carlos Takahashi, o investidor tem que olhar o horizonte de investimento. Se está pensando em utilizar os recursos no curto prazo, pode até migrar para os fundos FGTS Vale. Mas, se o objetivo for investir no longo prazo, é interessante ficar nos papéis da estatal. "A Petrobras está investindo para lá na frente distribuir maiores dividendos."

Se o cotista quiser sair desses portfólios, poderá retornar as aplicações para o FGTS "tradicional", que paga uma remuneração dada pela Taxa Referencial (TR), que está zerada atualmente, mais 3% ao ano. Neste caso, não poderá mais retornar para as carteiras de Vale e Petrobras. Takahashi lembra, no entanto, que não é um bom momento para o investidor sair, porque ele terá prejuízo.

Apesar da queda das ações da Petrobras nos últimos dois anos, a BB DTVM e a Caixa dizem não ter registrado grande saída de recursos nestes fundos. Mesmo com os prejuízos, quem aplicou nos fundos FGTS que alocam em ações da estatal desde o início acumulou um retorno superior ao que teria se tivesse deixado os recursos parados no FGTS. Enquanto os portfólios renderam em média 408% desde agosto de 2000, a remuneração paga pelo FGTS ficou em 81%. "No longo prazo, os fundos FGTS Petrobras e Vale tiveram boa performance", diz Marcelo de Jesus, superintendente de gestão de ativos de terceiros da Caixa.



 

 

 



Escrito por SALSFI às 03h12
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   Por Fernando Torres | De São Paulo - Valor

 

A manobra com os dividendos



  1.  

Existem limites técnico-financeiros para que o governo continue fazendo manobras contábeis com dividendos das estatais para garantir a meta fiscal. Desde 2008, esses dividendos passaram a ter um papel relevante nas receitas primárias da União. No ano passado, as empresas estatais federais pagaram R$ 28 bilhões em dividendos ao Tesouro, mais do que o dobro de 2008.

Em 2012, BNDES e Caixa Econômica Federal passaram à União R$ 12,9 bilhões e R$ 7,7 bilhões, respectivamente. A não ser que os dois bancos tenham tido lucros extraordinários no quarto trimestre, os dividendos superarão os ganhos.

Para que uma empresa pague mais de 100% do lucro de um ano em dividendos, precisa ter reserva de lucros dos anos anteriores. E é aí que surge o limite. O BNDES encerrou 2011 com uma reserva de lucros de R$ 9,3 bilhões e deve ter visto essa cifra cair em mais da metade no fim de 2012. Na Caixa, se o lucro do quarto trimestre mantiver o ritmo até setembro, a reserva deve ter fechado perto de R$ 2 bilhões. Assim, o colchão de reservas formado ao longo do tempo caiu de R$ 13,3 bilhões para algo próximo a R$ 5 bilhões ou R$ 6 bilhões em um ano.



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Escrito por SALSFI às 02h58
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   ESTÁTUA DE R$ 13 MILHÕES


ESTÁTUA PARA LULA EM BRASÍLIA?

Sugiro implodi-la no dia da inauguração.

Assim, além da estátua ficaremos livres de um série de vermes da camarilha que nos desgoverna e está preparando o caos para o país
Quem viver verá.

Estão acabando com as melhores empresas de energia. A Petrobras está uma bagunça e sua produção cai a cada dia. Enquanto isto o vadio do Ignacius que vendeu o pré-sal como a salvação da lavoura e roubou de vários novos pequenos acionistas, induzindo-os a comprar as ações a preço de esperteza,  passa ileso no caso da sua amiguinha vadia de São Paulo. O Renan cara de pau é  eleito e a Dilmona, a  sargentona, continua com sua arbitrariedade e intervencionismo afastando os investidores estrangeiros do país. Logo eles que com recursos sobrando vieram para cá iludidos e agora deixam o país que, sem poupança e inversores de fora irá à míngua. e assiste o Chile, o Perú, a Colômbia e até a Bolívia crescerem ma. Para onde está sendo drenado o dinheirão dos empacados programas do PT.

A que saudades da Revolução. Nossos heróis estão mortos enquanto os criminosos e vermes como J Dirceu estão soltos e instigando os  membros do partidão a emparedar o Supremo. É o fim do mundo.

A Bolsa está quebrando. A Petrobras vale menos que uma Brahma.
Eta país de bêbados.

Brasília é uma orgia só: imaginem Henrique Alves, Renan Calheiros, o moribundo do Sarney que não larga o lugar de jeito nenhum, Lobão e Dilma. Todos juntos no mesmo esquemão. E com o Lula se recusando a sair de cena.Tem que entrar em cana.

O ministro da Fazenda é um tonto.
E as mulheres que a presidanta coloca: umas imbecis.
Por que não se pergunta qual é o curriculum da Ministra do Planejamento.
Ao invés de um engenheiro preparado e especialista em planejamento coloca-se a viúva do Celso Daniel no Planejamento desse super país. Com tanta gente preparada põe-se imbecis da comunicação ao ministério da pesca em águas turvas. Que país é este?

Imploda-se esse monumento à aberração.

Olha o Stanislau Ponte Preta ali.

É o festival de besteiras e de asnos que assola e infesta o país.

Que os procuradores de Minas aceitem o pedido do Procurador Geral e enquadrem o Lula na denúncia do Marcos Valério. Força, lobby nos procuradores. Aceitem a denúncia.

Esse bêbado tinha de ter sofrido impeachment e graças à covardia do PSDB na época não sofreu..

Ainda é tempo de enquadrá-lo e de prendê-lo. 

Fora com esses impostores.

 



Escrito por SALSFI às 02h26
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