SALSIFI INVESTMENTS
   Sobre a queda dos juros

Queda das Juros agora corrige aumentos indevidos anteriores.

 

Salvador Sícoli Filho - 1º/08/11

 

A choradeira do mercado financeiro, surpreso, com a queda de 0,5 ponto ontem pelo COPOM,nada mais é do que lamento de quem perde aposta certa.

O que o COPOM fez na realidade foi corrigir a intempestividade dos aumentos anteriores ao longo do ano quando, qualquer observador atento vislumbrava no cenário internacional a terrível ameaça à economia mundial com o esfacelamento da região do euro, o tsunami que varreu o Japão e a coragem de uma agência de risco de retratar ao mundo o verdadeiro embuste da desmesurada emissão impune de dólares pelo Tesouro americano.

A se ressaltar no caso a mensagem da presidente aos contumazes defensores do sistema financeiro instalados no COPOM até então sempre ao lado das falácias e falsas nuvens de inflação no horizonte para infflar os juros ao patamar da irrealidade.

Que continue a queda e que deixemos de ser um país de rentistas e passemos a salvar o nosso destroçado parque exportador hoje limitado a insumos básicos.



Escrito por SALSFI às 07h53
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   Juros começam a cair

 

Copom cita cenário internacional e reduz Selic a 12%

Por Mônica Izaguirre e Paula Cleto | Valor

BRASÍLIA - O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu reduzir a taxa de juros básica Selic em 0,5 ponto percentual, para 12% ao ano. A decisão, porém, não foi unânime. Cinco integrantes votaram pela opção ganhadora, enquanto dois queriam a manutenção da taxa em 12,5% anuais.

A visão preponderante foi de que a crise nos países desenvolvidos terá efeitos sobre a economia brasileira: por um lado, de moderar o crescimento e, por outro, de conter a inflação. Assim, haveria abertura para o juro baixar.


A decisão foi elogiada pela indústria, que acredita que a redução vai contribuir no combate à crise e pelo comércio, que acredita que o BC pesou a desaceleração em sua decisão.

O mercado estava dividido sobre suas apostas para a reunião de hoje. Parte acreditava na estabilidade e outra falava em diminuição dos juros. De qualquer forma, não deixou de ser uma surpresa, pois o consenso dos analistas que esperavam uma queda apontava na direção de um corte menos expressivo, de apenas 0,25%.

A redução ocorre após cinco altas consecutivas e é a primeira no governo da presidente Dilma Rousseff - que ontem disse haver condições para a queda dos juros no país. A decisão veio depois de 4 horas e 15 minutos de reunião (das 16h15 às 20h30) e foi acompanhada de um comunicado atipicamente longo. A íntegra da nota do BC é a seguinte:

O Copom decidiu reduzir a taxa Selic para 12,00% a.a., sem viés, por cinco votos a favor e dois votos pela manutenção da taxa Selic em 12,50% a.a. Reavaliando o cenário internacional, o Copom considera que houve substancial deterioração, consubstanciada, por exemplo, em reduções generalizadas e de grande magnitude nas projeções de crescimento para os principais blocos econômicos. O Comitê entende que aumentaram as chances de que restrições às quais hoje estão expostas diversas economias maduras se prolonguem por um período de tempo maior do que o antecipado. Nota ainda que, nessas economias, parece limitado o espaço para utilização de política monetária e prevalece um cenário de restrição fiscal. Dessa forma, o Comitê avalia que o cenário internacional manifesta viés desinflacionário no horizonte relevante.

"Para o Copom, a transmissão dos desenvolvimentos externos para a economia brasileira pode se materializar por intermédio de diversos canais, entre outros, redução da corrente de comércio, moderação do fluxo de investimentos, condições de crédito mais restritivas e piora no sentimento de consumidores e empresários. O Comitê entende que a complexidade que cerca o ambiente internacional contribuirá para intensificar e acelerar o processo em curso de moderação da atividade doméstica, que já se manifesta, por exemplo, no recuo das projeções para o crescimento da economia brasileira. Dessa forma, no horizonte relevante, o balanço de riscos para a inflação se torna mais favorável. A propósito, também aponta nessa direção a revisão do cenário para a política fiscal.

Nesse contexto, o Copom entende que, ao tempestivamente mitigar os efeitos vindos de um ambiente global mais restritivo, um ajuste moderado no nível da taxa básica é consistente com o cenário de convergência da inflação para a meta em 2012.

O Comitê irá monitorar atentamente a evolução do ambiente macroeconômico e os desdobramentos do cenário internacional para então definir os próximos passos na sua estratégia de política monetária."

(Mônica Izaguirre e Paula Cleto | Valor)

 



Escrito por SALSFI às 07h26
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Oji Paper deve comprar unidade da Fibria, em Piracicaba

A expectativa é que a empresa japonesa pague cerca de US$ 313 milhões pela operação

11/08/2011 - A Fibria informou nesta quinta-feira (11/08)  que firmou acordo com Oji Paper. A transação envolve a aquisição da Unidade Piracicaba da companhia brasileira de celulose e papel. Caso a operação seja concluída, o valor estimado é de US$ 313 milhões. A Oji Paper terá exclusividade no negócio até setembro deste ano. O valor da aquisição ainda está sujeito à conclusão satisfatória de auditoria pela Oji.

No final de julho, a Fibria informou ter recebido propostas de compra da fábrica em Piracicaba, mas não havia revelado detalhes sobre valores. A fábrica de Piracicaba produz cerca de 160 mil toneladas anuais de papeis térmicos, autocopiativos e couché.

"Espera-se que aconclusão da alienação objeto do termo ocorra até 29 de setembro de 2011, mediante a assinatura dos contratos definitivos e o pagamento do preço à vista", disse o diretor de relações com investidores, João Adalberto Elek Junior, em nota. o comunicado também garantiu que a companhia manterá seus acionistas e o mercado informados acerca do desenvolvimento da operação.

O investimento da Oji Paper na fábrica de Piracicaba da Fibria incrementa as apostas da empresa no Brasil. A companhia já participa da Japan Brazil Paper and Pulp Resorces Development (JBP), que controla a terceira maior produtora de celulose do País, a Cenibra.

Fonte: Brasil Econômico/Adaptado por CeluloseOnline



Escrito por SALSFI às 07h23
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Suzano vai cortar custos, após ter queda no lucro

Empresa terá operação para controlar despesas. O motivo segundo o Ceo da Suzano e a turbulência econômica mundial

Da Redação
 

11/08/2011 – A Suzano Papel e Celulose anunciou nesta quarta-feira (10/8) que vai ter que gerenciar uma fase de controle de custos. A empresa vai ter pulso mais firme quanto ao que sai do seu caixa e segundo o presidente, Antonio Maciel Neto, o principal motivo desta operação é a turbulência que ronda a economia mundial. "Estamos fazendo agora ainda mais do que estávamos fazendo por conta da situação", afirmou. A empresa já tem na manga o que vai cortar de despesas. Viagens e o trabalho com consultorias serão os primeiros da lista.  

O executivo esclareceu que outros fatores de ordem econômica também preocupam a empresa, como a elevação de custos. Ele ponderou que itens como madeira, salários e os dissídios pesam no orçamento, além do que avaliou que todas as contas que a companhia negociou em dólar estão muito caras.

A companhia também divulgou que seu custo caixa de produção de celulose  saltou de R$ 469 por tonelada no primeiro trimestre para R$ 598 por tonelada no segundo trimestre deste ano, uma variação de 27,4%. Em relação ao primeiro trimestre do ano passado (R$ 464 por tonelada), a elevação foi ainda maior, de 29%. "Imaginamos que o resultado (custo caixa) do terceiro trimestre ficará entre o primeiro e o segundo trimestres", projetou Maciel. 

O impacto do câmbio na receita e da queda dos preços da celulose em julho e agosto também afetam a companhia. "Os preços do terceiro trimestre serão menores do que o segundo trimestre", ressaltou.  

A expectativa para o quarto trimestre é mais positiva, entretanto o executivo alegou que a companhia espera uma recuperação de preços no quarto trimestre. Tudo vai depender do cenário econômico, garantiu ele.



Escrito por SALSFI às 07h21
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   Implantação da Eldorado sob greve

Greve de trabalhadores em Três Lagoas (MS) continua

Cerca de dois mil trabalhadores se recusam a fazer atividades na construção da Eldorado Brasil

Da Redação

18/08/2011 - A greve dos operários da construção civil, que trabalham nas obras da fábrica de papel e celulose Eldorado Brasil S/A, na cidade de Três Lagos, no Mato Grosso do Sul, ganhou a adesão de 100% dos mais de 2 mil trabalhadores e entra na segunda semana de paralisação total das atividades.

Nesta quarta-feira (17/8), a Andritz Brasil, companhia contratada para produzir a construção de parte da fábrica, soltou um comunicado à imprensa, sobre a paralização. Segundo nota, os trabalhadores envolvidos no movimento grevista não pertencem ao seu quadro de funcionários, por isso não estão  participando das negociações com os sindicatos envolvidos e representantes dos grevistas. A companhia ressaltou que está acompanhando a greve com apreensão e aguarda o desenrolar do movimento junto às suas empresas subcontratadas.

"Considerando a negociação e conclusão do Acordo Coletivo de Trabalho 2011/2013, negociado entre os Sindicatos e as empresas subcontratadas e lotadas no canteiro de obras em abril deste ano, onde os reajustes dos pisos salariais foram muito acima da média nacional, a Andritz espera que o Acordo Coletivo de Trabalho negociado e acordado prevaleça e seja cumprido em todas as suas cláusulas", destacou comunicado.

Ainda segundo a nota, apenas parte dos trabalhadores mobilizados para a construção da Fábrica da Eldorado são funcionários de suas subcontratadas,sendo que  "o número expressivo trata-se de trabalhadores de subcontratadas de outras empresas, que são responsáveis pela construção de outras partes da fábrica, ou de empresas contratadas diretamente pela Eldorado".

A assessoria de imprensa da Eldorado Brasil foi procurada pela redação do Portal CeluloseOnline na tarde desta quarta-feira (17), mas a assessoria informou  que a  empresa prefere não se pronunciar a respeito dos fatos, neste momento.

CeluloseOnline



Escrito por SALSFI às 07h17
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   Entrevista a Valor pelo Presidente da Vale

Murilo toca seu 'plano de distensão' na Vale

Por Vera Saavedra Durão | De Rio
Aline Massuca/Valor/Aline Massuca/ValorMurilo Ferreira, presidente da Vale: início de gestão recheado com viagens, almoços e encontros internacionais
O presidente da Vale, Murilo Ferreira, desde que assumiu o comando da companhia há três meses, tem dedicado a maior parte do seu tempo a resolver pendências importantes na agenda da mineradora, no Brasil e no exterior. Ferreira vem promovendo distensão e tem compartilhado negócios que não evoluiram na gestão de seu antecessor. Por exemplo, com o empresário Eike Batista, controlador da EBX, que tentou adquirir uma fatia da Vale em 2007. Recebeu o prefeito de Parauapebas (PA), Darci José Lermen (PT), que acusou a empresa de não pagar royalties do minério de ferro às prefeituras e decretou a caducidade da província mineral de ferro de Carajás.
No momento, Ferreira trabalha para solucionar o impasse entre Vale e Petrobras. Trata-se da negociação com a estatal para renovar o contrato de arrendamento da jazida de carnalita, minério do qual se extrai o cloreto de potássio, localizada em Sergipe. As conversas entre as duas empresas, retomadas em julho, num encontro com a presidente Dilma, podem terminar em acordo na próxima semana, apurou oValor. Essa jazida é crucial para a Vale viabilizar um megaprojeto de produção de fertilizantes no Nordeste, avaliado em US$ 4 bilhões.
Para mostrar que não tem nenhuma restrição a fazer negócios com Eike Batista, Ferreira recebeu o empresário e seu pai, Eliezer Batista, ex-presidente da Vale - do qual é muito amigo - para almoçar com ele na sede da companhia, quarta-feira. O motivo do encontro foi comemorar a parceria firmada entre LLX Logística, da EBX, e a Ferrovia Centro Atlântica (FCA), da Vale, para viabilizar o transporte de minério de ferro até o superporto do Açú. LLX e FCA assinaram um memorando de entendimentos nesse dia.
Antes de Batista, Lermen, prefeito de Parauapebas, já tinha sido recebido no gabinete de Ferreira. O prefeito, que manteve uma queda de braço com o ex-presidente da Vale Roger Agnelli por causa do decreto de caducidade de Carajás, estava acompanhado da ex-governadora do Pará Júlia Canepa e deputados. Ferreira recebeu o prefeito, segundo amigos próximos, em nome de uma política de distensão na mineradora.
Como parte desse modelo de gestão, o presidente da Vale instituiu reuniões mensais com os funcionários para "degelar" o relacionamento. Já ocorreram três.
Também estão na pauta de Ferreira as disputas com o governo pelo pagamento de tributos envolvendo a Receita Federal e o Departamento Nacional de Produção Mineral DNPM). No fim de julho, a Vale pagou R$ 5,8 bilhões à Receita Federal relativos a Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL), ganhos oriundos de receita de exportação que vinham sendo questionados na Justiça.
A decisão de quitar o tributo foi tomada porque a Vale perdeu liminar no Tribunal Regional Federal (TRF) da 2ª Região e se viu frente a duas alternativas: ou pagar ou depositar em juízo. Se optasse pelo depósito judicial, corria o risco de ter de pagar multa de 75% sobre o valor devido e juros, caso perdesse a ação, que continua na Justiça.
Outra querela jurídica herdada por Ferreira tem preocupado o presidente. O DNPM cobra da Vale cerca de R$ 4 bilhões de pagamento de royalties do minério de ferro devidos a municípios, Estados e União. A empresa, quando cobrada, não concordou com o pagamento desse valor. A queda de braço com o DNPM foi mais uma gota d'água na desgastada relação de Agnelli com o governo.
Ferreira tem buscado se entender com o DNPM via o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. Ele propôs retornar ao tema em uma "discussão técnica". O DNPM acatou a proposta e constituiu um Grupo de Trabalho (GT) com especialistas em royalties e a Procuradoria Federal. A Vale formou uma equipe para avaliar pendências. Até início de novembro, o assunto pode ter uma solução.
Fora do Brasil, o executivo busca entendimentos com diversos parceiros. Recebeu carta de Leo Gerard, presidente do United Steel Workers (USW) da América do Norte, sindicato dos funcionários da Vale no Canadá. Ele pretende se encontrar com Gerard na próxima ida ao país, pois a greve de um ano deteriorou muito a relação com os empregados.
Com 90 dias no cargo, Murilo tem viajado muito. Na Guiné Bissau, onde a Vale desenvolve dois projetos gigantes de minério de ferro - Zogota e Simandou -, encontrou-se com Condé, presidente eleito do país. Na ocasião, reviram o acordo anterior. Condé quer que a Vale faça uma ferrovia para escoar minério pela Guiné e não atravessando a Libéria, como foi acertado antes.
Outro nó praticamente resolvido é o do projeto de potássio do Rio Colorado, na Argentina. Em junho, as autoridades de Mendoza, acusaram a Vale de não cumprir acordo de empregar pessoal local e priorizar os fornecedores da região. A Vale escalou o engenheiro Sergio Leite para tocar o projeto.



Escrito por SALSFI às 07h15
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