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Indústria põe cada vez mais celulose no seu queijo


Wall Street Journal

06/05/2011

 

Além do próprio queijo, o que é que muitas vezes se encontra no queijo ralado?

É o pó de celulose: pedaços minúsculos de polpa de madeira e outras fibras de plantas que servem para revestir o queijo e impedir que ele se aglomere, bloqueando a umidade.

Parte de uma variedade de aditivos industriais, a celulose é cada vez mais usada pela indústria de alimentos processados, dizem produtores. Os fabricantes de alimentos o usam para engrossar e estabilizar alimentos, substituir gordura e aumentar o teor de fibras e também para diminuir a necessidade de ingredientes como óleo e farinha, que estão ficando mais caros.

Os produtos, as gomas e as fibras de celulose permitem que um cozinheiro aplique queijo no jantar sem ter que ralá-lo, e também que os fabricantes ofereçam pão branco com alto teor de fibras e sorvete light que mantém a consistência cremosa para o paladar.

Os aditivos de celulose pertencem a uma família de substâncias conhecidas como hidrocolóides, que interagem de várias maneiras com a água, às vezes criando gelatinas, por exemplo.

O alto custo de matérias-primas como farinha, açúcar e petróleo está ajudando a aumentar a popularidade desses aditivos, dizem os produtores desses ingredientes.

A demanda por celulose também está subindo por causa da popularidade crescente dos alimentos processados na China, na Índia e em outros países, e também devido às exigências das pessoas que preferem alimentos com pouca ou sem gordura, mas que mantenham a textura cremosa.

Embora alguns fabricantes de alimentos afirmem que não estão aumentando a porcentagem de celulose em seus produtos, outros estão impulsionando o teor de fibra de seus alimentos graças à celulose e outros ingredientes. As empresas podem economizar com esses aditivos, embora eles custem mais por peso que os ingredientes convencionais. A celulose dá aos alimentos "mais água, mais ar, uma sensação cremosa na boca, mas precisando menos dos outros ingredientes", e também é preciso usar apenas uma pequena quantidade, diz Niels Thestrup, vice-presidente do departamento de hidrocolóides da dinamarquesa Danisco SA. Sediada em Copenhague, a empresa fabrica ingredientes e enzimas para alimentos, produtos de limpeza e outros.

A celulose é especialmente popular porque pode ser usada de muitas maneiras nos alimentos e é relativamente barata, com uma das variedades produzidas pela Danisco custando entre US$ 5,50 e US$ 6,60 por quilo, diz Thestrup. As vendas de hidrocolóides da empresa estavam subindo entre 3% e 5% por ano na última década, mas nos últimos dois anos têm crescido entre 6% e 8%.

Até mesmo os alimentos orgânicos podem conter celulose.

A Organic Valley, empresa americana que tem produtos como laticínios e suco de laranja, usa pó de celulose originado da polpa de madeira em seus queijos ralados. A empresa gostaria de não ter de usar um ingrediente sintético, mas a celulose não tem sabor, é branca e repele a umidade, o que a torna a melhor escolha em vez de produtos como o amido de batata, diz Tripp Hughes, diretor de marketing de produto da Organic Valley.

A celulose vem em várias formas, cada uma com um uso específico. Além da celulose em pó, outras duas formas modificadas são comuns na alimentação. A celulose microcristalina é listada nos rótulos pelo nome em extenso, como MCC (em inglês) e, em alguns casos, como gel de celulose. A carboximetil celulose, ou goma de celulose, outra versão modificada, é listada como tal nos rótulos. Cada uma delas dá aos alimentos uma textura ligeiramente diferente - de gelatinosa a mais líquida - porque capturam volumes variados de água ou ar.

O pó de celulose é produzido pelo cozimento da fibra vegetal crua - geralmente madeira - em vários químicos, para separar a celulose, que depois é purificada. Versões ainda mais modificadas passam por mais processamento, como a adição de ácido para quebrar ainda mais as fibras.

Nutricionistas dizem que a celulose - que serve para dar forma às plantas - é uma fibra inofensiva que muitas vezes pode diminuir as calorias dos alimentos. Fibras insolúveis como a celulose não podem ser digeridas por humanos, portanto aumentam o volume dos alimentos sem os tornar mais calóricos.

A celulose também pode ser uma boa fonte de fibra na dieta de pessoas que não comem frutas, vegetais ou grãos integrais suficientes, diz Slavin.

A Kraft Foods Inc. usa variações da celulose de algodão ou da polpa de madeira em produtos como o queijo ralado e o molho de salada. "A celulose tem propriedades únicas, o que a torna a melhor escolha para desempenhar certas funções, como adensamento, antiaglutinação e substituição de gordura", diz a porta-voz Susan Davison.

A Kraft e a Organic Valley afirmam que a celulose corresponde a menos de 1% de seus queijos ralados. Uma porta-voz da Nestlé SA diz que a empresa usa vários tipos de celulose para melhorar a textura de certos produtos.

A produtora de carne Tyson Foods Inc. usa celulose em alguns produtos pré-cozidos, para ajudar a manter o empanado ou o glacê dos produtos, mas não o usa para aumentar o volume dos alimentos, disse um porta-voz. A Kellogg Co. está usando a celulose e outras fibras, como o psyllium e o farelo de grãos, para aumentar o teor de fibras em seus produtos, disse uma porta-voz.

 

 



Escrito por SALSFI às 21h11
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   Lucro da Vale

O Excepcional 1º Trimestre

No entanto, a redução de vendas foi compensada pelos preços. O ganho alcançado superou em 7% o recorde histórico de R$ 10,55 bilhões obtido no terceiro trimestre de 2010, avançou 12,9% ante os R$ 10 bilhões do último trimestre de 2010 e foi 292,2% maior que os R$ 2,88 bilhões atingidos no mesmo período do ano passado.

A valorização do real em relação ao dólar no trimestre teve um impacto positivo sobre o lucro líquido de R$ 52 milhões. E mesmo excluindo um ganho não recorrente de R$ 2,49 bilhões obtidos com negociações com ativos de alumínio, o desempenho financeiro da companhia foi o melhor para um primeiro trimestre.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) da mineradora somou R$ 15,51 bilhões. Excluindo a venda de ativos, o Ebitda atingiu R$ 13,02 bilhões, 141,9% acima do resultado de 2010 e o maior para um primeiro trimestre.


A receita operacional líquida atingiu R$ 22,98 bilhões, inferior aos R$ 26,49 bilhões alcançados no último trimestre de 2010, mas acima dos R$ 12,58 bilhões do primeiro trimestre de 2010.

Houve um aumento dos custos no primeiro trimestre, que somaram R$ 9,51 bilhões, superando os R$ 6,63 bilhões no primeiro trimestre de 2010, mas ficando abaixo dos R$ 10,38 bilhões do último trimestre do ano passado.

As pressões de custo se manifestam no preço da mão de obra, equipamentos, peças sobressalentes e insumos, já que depois da crise as mineradoras estão operando a plena capacidade.

A receita bruta, de R$ 23,57 bilhões, bateu novo recorde para os três primeiros meses do ano, embora tenha sido 12,6% menor que o patamar atingido no quarto trimestre de 2010. A queda aconteceu, segundo a mineradora, devido ao menor volume de vendas, que teve um impacto negativo de R$ 4,25 bilhões na receita operacional, o que foi parcialmente compensado pela contribuição positiva de R$ 1,05 bilhão devido aos maiores preços de venda dos produtos. O volume vendido foi menor devido a condições climáticas "extremamente adversas" e desastres naturais, que afetaram as operações de mineração e vendas.

As vendas de materiais a granel - minério de ferro, pelotas, minério de manganês, ferro ligas, carvão metalúrgico e térmico - representaram 69,5% da receita no primeiro trimestre, abaixo dos 71,2% observados no quarto trimestre do ano passado.

A participação de metais base - níquel, cobre, metais preciosos, cobalto, alumínio primário, alumina e bauxita - na receita total aumentou para 19,6%, contra 19,2% no trimestre anterior. As vendas de fertilizantes representaram 5,6% da receita, contra 4,8% nos três últimos meses do ano passado, enquanto os serviços de logística contribuíram com 3,1% e outros produtos com 2,3%.

Em termos de vendas por países, a China respondeu por 29,5% da receita, seguida pelo Brasil, com 17,8%; Japão, com 10,7%; Alemanha, com 6,7%; Estados Unidos, com 4,6%; e a Itália, com 3,3%.

No período, a Vale investiu US$ 2,7 bilhões ou 11% dos US$ 24 bilhões previstos para 2011 e gastou US$ 221 milhões com aquisições concentradas em energia (US$ 173,5 milhões) e fertilizantes (US$ 48 milhões). A Vale encerrou o trimestre com um caixa disponível de US$ 11,8 bilhões e com uma dívida líquida de US$ 11,9 bilhões.


 



Escrito por SALSFI às 18h53
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   Mineração e metalurgia: Redução de vendas por causa de chuvas é compensada por preços.

Vale surpreende mercado com ganho recorde de R$ 11,2 bilhões

Vera Saavedra Durão e Rafael Rosas | Do Rio - 06/05/2011

O lucro líquido da Vale no primeiro trimestre de 2011 alcançou R$ 11,29 bilhões, surpreendendo o mercado que projetava ganho menor para a companhia devido às chuvas no Norte do país, que reduziram o volume de vendas de minério de ferro no período.




Escrito por SALSFI às 18h44
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