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   Artigos de Terceiros - Roberto Troster - Valor 21/02/11

A estratégia de comprar mais dólar para fazer seu preço subir não vai funcionar.

Reprovado!

Roberto Luis Troster - 21/02/2011

 

Ian Frantic / Getty Images
Após décadas acompanhando a política econômica, reprovei-me. Acredito no potencial do Brasil, tenho certeza de que é possível crescer a taxas maiores que as atuais, creio nas boas intenções do governo em alcançá-las e que há ações positivas nesse sentido. Entretanto, admito que algumas iniciativas me parecem contraproducentes e reduzem o potencial do país. Não entendo sua racionalidade e não consigo explicá-las. Ilustro.

 

Aprendi que quanto maiores forem os estoques menores serão os preços. Quando há muito tomate na feira, o quilo fica mais barato. Um estoque grande, com custo de armazenamento elevado e sem serventia, deprime o preço. É o caso dos legumes em fim de feira e é o que está acontecendo com as reservas internacionais.

O investimento que interessa é o produtivo, que gera empregos, traz novas tecnologias, abre mercados

O governo compra cada vez mais dólares, e a cotação está cada vez menor. Meu ponto é que a partir de um determinado valor de reservas, o aumento de seu volume tem um efeito perverso que é de dar mais segurança a investidores, atrair mais deles e baratear ainda mais o dólar. A estratégia de comprar mais para fazer seu preço subir, diminuindo a oferta interna de divisas não vai funcionar.

O efeito no preço causado pelos estoques altos e juros elevados prevalece sobre as tentativas de depreciar o câmbio com impostos e outras iniciativas como as aquisições. Há mais dólares no mundo do que é possível ser comprado pela autoridade monetária brasileira. Além do fato que não é a oferta e demanda que determinam seu preço, mas sim a expectativa de fluxo. Essa política só pode dar errado. Não consigo entender como defendem essa linha de ação, além de ser uma estratégia cara, muito cara.

Faltam recursos para ajudar os desabrigados na região Serrana do Rio e em Santa Catarina, abundam os pedidos de doações, todavia, destinam-se R$ 200 milhões por dia na política de reservas. Equivale a 25 mil casas populares por semana, ou a meio salário mínimo todos os meses para cada um dos 13,5 milhões de brasileiros severamente pobres. Está além da minha compreensão esse desperdício. Há estratégias melhores.

O investimento que interessa ao país é o produtivo que gera empregos, traz novas tecnologias, abre mercados no exterior para as exportações e estabelece bases sólidas aqui. O que não convêm é o especulativo que cobra juros e ao primeiro sinal de perigo sai do país. Entretanto, o investimento produtivo é tributado e as aplicações em renda fixa por estrangeiros estão isentas de imposto de renda. Desconheço uma explicação.

É permitido que um brasileiro tenha conta em divisas no exterior. Há bancos brasileiros em outros países em que correntistas do mundo inteiro têm depósitos em moeda estrangeira. Entretanto, um brasileiro, pessoa ou empresa, não pode ter conta em divisas no Brasil. É uma lógica que não faz sentido.

O governo deve gerar um superávit primário para que sobrem mais recursos para o setor privado e baixe o patamar de juros. Sempre achei que o certo seria cortar gastos, todavia, a solução adotada é mudar sua contabilização. Dessa forma, dispêndios deixam de ser despesas e numa manobra brilhante, consegue-se um superávit maior. Como ninguém pensou nisso antes para acabar com o déficit público no Brasil? Mágica para mim! Assumo que supera a minha capacidade de compreensão.

A valorização do real está tirando a competitividade da indústria brasileira no exterior e no país. As exportações de produtos básicos já superaram as de manufaturados e a cada dia que passa, importa-se mais o que pode ser produzido aqui. Parte da solução seria um conjunto de medidas para aumentar a produtividade das fábricas nacionais, entretanto, nada está sendo feito ou anunciado nessa direção. Não sei o porquê.

As médias e micro empresas empregam proporcionalmente mais pessoas que as maiores por unidade de capital. Quer-se mais empregos. Entretanto, aperta-se o crédito para o pequeno tomador, elevando os compulsórios e oferecem-se mais recursos a taxas subsidiadas e fixas para grandes conglomerados com aportes do Tesouro Nacional ao BNDES. É um paradoxo que não consigo decifrar.

Os congressistas acabaram de se aprovar um salário de R$ 26 mil, podem aposentar-se após dois mandatos apenas e têm assistência médica gratuita, além de outras mordomias. Professores ganham menos do que um décimo desse valor, têm que trabalhar até os sessenta anos ou mais para aposentar-se e acessam a rede pública para assistência médica, não têm nenhuma outra regalia. Sempre achei que a educação é a base do futuro de um país. Engano meu, os méritos dos eleitos em construir o porvir são maiores e merecem ter um padrão de vida melhor que os ex-docentes. Não faz sentido para mim.

Há mais coisas em que não acredito. Uma é a manutenção dos preços das commodities nesse patamar. A história mostra que eles oscilam e quando caem problemas acontecem. A crise da borracha e a do café são exemplos do século passado. Se não fosse a alta recorde de alguns produtos no ano passado, o Brasil já teria tido um déficit na balança comercial. Imagino que a reversão das cotações de nossas exportações vai coincidir com a entrada em produção do Pré Sal. Tomara, não conheço detalhes, mas tenho minhas dúvidas.

O país tem a 5ª legislação mais sofisticada para operações em bolsa e a 139ª em custo de burocracia para empresas e não há anúncios para modernizá-la. Não faz sentido para mim que o país da ginga é o que tem mais travas legais. Como é possível crescer num mundo que está mudando, sem modernizar suas instituições? A realidade está se transformando rapidamente em razão de avanços tecnológicos, globalização, dinâmica de outras economias e abundam reclamações dos empresários denunciando um processo de desindustrialização. Todavia, insiste-se em manter o modelo. Qual é a razão? Será que é para dar emprego a dezenas de milhares de despachantes, contadores, fiscais e advogados? Não tenho respostas.

Enfim, o Brasil tem uma economia pujante com potencial e um governo bem intencionado, mas vejo problemas no horizonte. Estou torcendo para ele estar certo e eu reprovado. Dessa forma, teremos um final feliz.

no exterior

Roberto Luis Troster.Doutor em economia pela USP, foi economista chefe da Febraban, da ABBC, do Banco Itamarati e professor da USP, PUC-SP e Mackenzie. robertotroster@uol.com.br



Escrito por SALSFI às 06h58
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Neoenergia lucra R$ 1,777 bilhão em 2010

Téo Takar | Valor - 18/02/2011 19:40

SÃO PAULO – A Neoenergia – holding que controla as distribuidoras estaduais de energia Coelba (Bahia), Celpe (Pernambuco) e Cosern (Rio Grande do Norte) – obteve lucro líquido de R$ 1,777 bilhão no ano passado, resultado 2,9% inferior aos R$ 1,830 bilhão apurados e 2009. O resultado já está de acordo com o padrão contábil internacional (IFRS).

A receita líquida cresceu 8,8%, para R$ 8,950 bilhões. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) somou R$ 2,975 bilhões, 1,8% a menos do que no ano anterior. A margem Ebitda recuou de 36,8% para 33,2% no período.

A companhia informou que a energia distribuída por suas concessionárias totalizou 30.563 GWh em 2010, representando um crescimento 8,1% em relação ao ano anterior.

Os investimentos da Neoenergia somaram R$ 2,16 bilhões no ano. Os recursos foram destinados à ampliação da rede de distribuição de energia elétrica e para a expansão da geração, tendo como destaque o programa Luz Para Todos e os projetos de geração.



Escrito por SALSFI às 12h19
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Novo presidente de Furnas quer governança e transparência

Juliana Ennes | Valor -15/02/2011 13:07

RIO - O novo presidente de Furnas, Flávio Decat, pretende implementar práticas de governança corporativa correta. Em seu discurso de posse, nesta terça-feira, na sede da companhia no Rio de Janeiro, Decat disse que vai dar prioridade à transparência.

“No meu retorno, pretendo implementar mais ainda a prática de uma governança correta, eficiente e, principalmente, uma transparência absoluta. Furnas precisa mostrar à sociedade que atua com correção, que tem processos e governança justos. É necessário que todos saibam”, disse.

A fala do novo presidente foi referência à crise instaurada em torno da empresa, agravada por um suposto dossiê entregue pelo secretário municipal de Habitação do Rio, Jorge Bittar, ao ministro das Relações Institucionais, Luiz Sérgio. Com isso, a presidente Dilma Rousseff decidiu trocar toda a diretoria por nomes técnicos.

Por isso, Decat agradeceu a Dilma. “A presidente Dilma Rousseff, ao escolher um ex-servidor dessa casa para presidi-la demonstra toda a confiança que deposita em Furnas. Quis ela, junto com o ministro Edson Lobão, evidenciar todo o apreço que tem por essa prestigiosa instituição”, disse na abertura de seu discurso.

O secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, disse que, por atender às partes mais ricas do país, Furnas acaba sendo provavelmente a mais cobrada do setor no país, já que “qualquer falha aparece muito”.

Segundo Zimmermann, quando Dilma e o ministro Edson Lobão decidiram pela troca de diretoria e pela indicação de Decat para a presidência, foi com o intuito de levar à empresa alguém com a bagagem necessária do setor elétrico brasileiro.

“Isso tudo é o sinal de valor e importância que o governo de Dilma e Lobão dão para Furnas, quando coloca um dos melhores profissionais que temos hoje no setor elétrico brasileiro dirigindo Furnas”, disse, em elogios a Decat.

Em seu discurso de despedida, o ex-presidente de Furnas, Carlos Nadalutti Filho, disse que a empresa vai investir R$ 1,3 bilhão este ano, acima dos R$ 1,2 bilhão executados no ano passado.

Nadalutti se disse honrado ao transmitir o cargo para Decat. “A nossa casa certamente estará em boas mãos”. Em referência à crise enfrentada na empresa quando esteve à frente dos negócios, o ex-presidente se mostrou confiante na solução das acusações.

“Passamos por situações difíceis, mas com a confiança em Deus e apoio dos amigos, superamos agruras. Estamos vivendo tempo de penitência, mas logo, logo, a verdade permanecerá”, disse.

Em apelo aos funcionários presentes no auditório, pediu que todos contassem a familiares e amigos “tudo o que a empresa tem feito pelo Brasil, para que possamos bater no peito e dizer que somos de Furnas”.



Escrito por SALSFI às 12h14
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Mudanças na Usiminas barram avanço de Steinbruch

Ivo Ribeiro | Valor  -  18/02/2011 8:29

SÃO PAULO - Os acionistas controladores da Usiminas reagiram rápido e decidiram fechar todas as portas de entrada de sócios indesejáveis no bloco controlador  da companhia. Com isso, praticamente jogaram por terra o desejo de Benjamin Steinbruch, dono e presidente da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), de conseguir uma posição no clube que comanda a siderúrgica mineira. Camargo Corrêa, Votorantim, Nippon Steel e outros parceiros japoneses e o Clube dos Empregados da Usiminas (CEU) passaram os últimos dias reunidos e acabam de firmar uma nova redação para seu acordo de acionistas que define novas regras e prazos no bloco controlador da empresa.

A Usiminas é a maior concorrente da CSN no mercado interno de aços planos e não é de hoje que Steinbruch alimenta o desejo de unir as duas empresas ou pelo menos incorporar à sua empresa uma parte dos ativos dela. O empresário, aproveitando-se do preço baixo da ação da Usiminas, fez várias aquisições, por meio da CSN, de papéis ordinários da concorrente, chegando a 5,03%, bem como preferenciais (4,99%). Foi um movimento visto como dúbio pelo mercado, uma vez que se tratava de títulos sem direito a voto e questionou se se tratava de investimento financeiro por estarem os papéis baratos.

Mas, num fato relevante, de 27 de janeiro, a CSN deixou claras suas intenções no último dos três parágrafos. “A Companhia está avaliando alternativas estratégicas com relação a seu investimento na Usiminas, incluindo possíveis aquisições adicionais de ações (...). Eventuais aquisições adicionais poderiam levar a alterações na composição do controle ou na estrutura administrativa da Usiminas”, informou. A avaliação é que seu intuito era, aos poucos, formar uma posição robusta que traria poder de voto no conselho no futuro e só aguardaria o momento certo para fazer uma ofensiva mais ousada. Ao passar de 10% do capital, já poderia reivindicar direito de eleger um conselheiro.

Foi a gota d’água para emergir, de Tóquio e São Paulo, onde ficam as sedes dos três grandes acionistas controladores da Usiminas, uma contundente reação.

O novo acordo de acionistas da Usiminas procurou fechar brechas ao mesmo tempo que amplia seu prazo de validade. O atual vence em 5 de novembro de 2021, mas deixou uma janela aberta: em 2016, ele poderia ser denunciado (ato de resilição antecipada) por alguém integrante do capital interessado em formatar nova composição diretiva. Desfeito, abriria oportunidade para entrada de um sócio que não fosse de consenso dos atuais acionistas. Votorantim, Camargo e os japoneses não demonstram, nesse momento, querer mudanças no modelo atual de sociedade.

A nova redação do acordo amplia seu prazo de validade para 2031 – com a possibilidade de renovações subsequentes a cada cinco anos – e fortalece as amarras entre os sócios do bloco de controle, reforçando direitos de preferência no caso de um deles vier a sair nesse período. Além disso, tira fora do bloco controlador o Clube dos Empregados, que, a partir de 2016, fica livre para se desfazer de suas ações – 10% do capital votante. Um caminho natural seria a venda dessas ações no mercado, ampliando o free float dos papéis ON da siderúrgica, hoje de 25,7%. O CEU tinha intenções de resilir o atual acordo daqui a cinco anos.

O que já se discutia, diante do avanço ainda velado de Steinbruch, era que essa participação do fundo, que está com seu portfólio de investimento totalmente dependente de um único ativo (Usiminas), poderia ser alvo fácil de aquisição por alguém de fora do bloco em 2016, embora houvesse direitos de preferências garantidos aos japoneses e aos dois grupos brasileiros na operação de venda. O receio era que, caso ocorresse num momento de dificuldade, por exemplo, financeira dos demais acionistas, eles não teriam como exercer seu direito de compra. Aí seria tarde demais para impedir que CSN ou um outro grupo adentrasse no bloco de controle e impusesse mudanças para os rumos da companhia mineira.

A composição acionária atual no capital votante engloba o grupo Nippon com 26,7% (correspondente a 43,5% das ações vinculada ao acordo de acionistas, que são 63,9% do capital votante). Votorantim e Camargo, em conjunto, detêm 26% (representando 40,7%) e o CEU, com 10,1%, tem peso de 15,8% nos papéis vinculados. As principais deliberações, como eleição do presidente da companhia, requerem consenso mínimo de aprovação de ao menos 85% dos votos. O Grupo Nippon e o grupo V/C podem, cada um, eleger três membros para o conselho de administração. O CEU tem dois membros e direitos de veto nas decisões.

Pelo acordo atual, tanto Votorantim quanto Camargo tem direito de preferência entre si no caso de uma saída de um deles. Se não demonstrarem interesse, o grupo Nippon pode exercer a aquisição dos papéis. Da mesma forma, os dois grupos brasileiros tem preferência no caso de os japoneses decidirem deixar o negócio, possibilidade considerada remota. Pelo contrário, a Nippon anunciou recentemente o desejo de reforçar operações no exterior. A Usiminas é o primeiro grande investimento fora do Japão  após a Segunda Guerra Mundial. Um consórcio de empresas japonesas, o Nippon Usiminas, participou da criação da siderúrgica em 1958.

O acordo atual, que acaba de ser mudado, assinado em 2006, já buscava fortalecer o bloco controlador da empresa, diante da rápida evolução de fusões e aquisições que ocorriam no setor em todo o mundo. O movimento começou a gerar disparidades desde escala de produção, participações de mercado até tecnologia e acirrou a competição entre os fabricantes de aço. ArcelorMittal e Gerdau, por exemplo, foram dois grandes atores nessa onda. A própria CSN fez incursões nos Estados Unidos e a principal delas, em 2007, na Europa, disputando o controle da Corus com a indiana Tata. Steinbruch não teve sucesso.

Diante disso, os principais acionistas do bloco de controle da Usiminas concluíram “ser essencial ter um compromisso de longo prazo entre os maiores acionistas do Brasil e do Japão para garantir uma administração sólida e uma execução de negócios estratégicos voltados para as oportunidades, assegurando o progresso contínuo da Usiminas”. É o que voltam a fazer, antes do que previam, para fortalecer ainda mais o bloco controlador e afastar movimentos indesejáveis.

Em 2006, o acordo contemplou a entrada direta da Nippon Steel, que até aquele momento era sócia via o consórcio Nippon Usiminas, e da Vale, que veio a sair um ou dois anos depois, passando as ações aos três grandes do bloco. Acionistas menos expressivos e financeiros, como o Bradesco, venderam suas participações a Camargo, Votorantim e Nippon. O CEU também reduziu sua participação, que era de 13,2%.

Para especialistas do setor faria sentido, do ponto de vista de ganho de escala, complementação de portfólio de produtos e sinergias operacionais uma fusão de CSN com Usiminas. Steinbruch tem uma ótima mina de ferro (Casa de Pedra) e a Usiminas entrou nesse setor apenas em 2008. Ambas são acionistas controladoras da ferrovia MRS Logística. A CSN detém um sistema portuário em Itaguaí (RJ), enquanto a Usiminas ainda está buscando construir uma operação semelhante próximo dali.

A questão é que numa operação de união de ativos, caso houvesse consenso de ambas as partes, os acionistas de Usiminas seriam bastante diluídos, pois o peso do valor das duas empresas é bem diferente, favorável à CSN. Outro ponto que dificulta uma aproximação com o dono da CSN são os diferentes estilos de gestão: Steinbruch é considerado agressivo na imposição das suas opiniões; os sócios da Usiminas tomam decisões de forma bem mais conservadora. Para completar, a convivência seria bastante difícil entre o empresário e a Votorantim. Na privatização da Vale, em 1997, Steinbruch deixou o consórcio do grupo dos Ermírio de Moraes e fez o seu, que saiu vencedor. Desde então, as relações ficaram estremecidas.



Escrito por SALSFI às 12h07
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