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   SUZANO

Papel e celulose: Conpacel, novas fábricas, energia renovável e biotecnologia compõem plano para 2024

 

Stella Fontes | De São Paulo - 23/12/2010

 

 

SUZANO TRAÇA PLATAFORMA DE MAIS DE R$ 11 BI

 

Com mais de R$ 11 bilhões em investimentos e aquisições anunciados apenas em 2010, a Suzano Papel e Celulosedeu mostra significativa de seu apetite por crescimento e do rumo escolhido para os negócios do grupo controlado pela família Feffer, após a venda da operação petroquímica, em 2007, para a Petrobras. Com o anúncio de compra da participação da Fibriano Conpacel, consórcio que reuniu os ativos da antiga Ripasa, por R$ 1,45 bilhão - com a distribuidora KSR, o negócio sobe a R$ 1,5 bilhão -, consolidou-se na posição de maior fabricante integrada de papel e celulose da América Latina e fez importante avanço na direção do que será a companhia em 2024, ano em que comemora seu centenário.

Anos antes do aniversário, contudo, a Suzano já terá mais que dobrado o tamanho de suas operações, entrado no mercado de energia renovável e firmado a marca, internacionalmente, no segmento de biotecnologia. Tudo isso na esteira de negócios que vieram à baila neste ano e, segundo o presidente da empresa, Antonio Maciel Neto, sem ultrapassar o limite de endividamento de 3,5 vezes medido pela relação entre dívida líquida e Lajida (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização).

Conforme Maciel, as operações anunciadas neste ano colocaram "parte importante" do plano Suzano 2024 em andamento: compra da britânica FuturaGene, de biotecnologia, por US$ 82 milhões; confirmação de aporte de US$ 4,6 bilhões em duas fábricas de celulose que serão erguidas no Maranhão e Piauí (sem contar os investimentos em florestas); lançamento da Suzano Energia Renovável, com aplicação de US$ 1,3 bilhão até 2019; e, no encerramento do ano, a esperada aquisição do Conpacel, no qual era sócia da Fibria.

Haverá mais pela frente, afirma Maciel, porém a estrutura do negócio, agora de base florestal e não apenas voltado à produção de celulose e papel, está dada. O plano, traçado ao longo de dois anos, foi desenvolvido pela companhia junto a várias consultorias, e levou a marca de um dos maiores projetos já desenvolvidos pela McKinsey & Company . "No que se refere a papel, a aquisição da fatia no Conpacel estava prevista e, com isso, uma primeira etapa do plano já foi encerrada", conta o executivo.

Segundo Maciel, a Suzano vai usar o caixa para pagar o negócio, cuja liquidação está prevista para o fim de janeiro, e não terá de recorrer, ao menos no curto prazo, a operações no mercado financeiro para evitar pressão sobre o nível de alavancagem. "O pico da alavancagem deve ocorrer em 2013, com os investimentos no Maranhão. Mas, naquele ano, já teremos um bom Lajida do Conpacel, o que deve compensar", afirma. Naquele ano, a relação entre dívida líquida e Lajida poderá subir a 3,7 ou 3,8 vezes em algum momento, segundo o executivo, e recuar para abaixo da meta rapidamente. "Agora, se as condições econômicas não forem boas e tivermos, eventualmente de ir a mercado, vamos fazer isso e corrigir a situação", admitiu, em teleconferência com analistas para comentar o negócio.

Embora exista preocupação entre profissionais do mercado financeiro quanto aos níveis de endividamento da Suzano, a operação envolvendo o Conpacel foi bem recebida pelos analistas, que não chegaram a consenso sobre os múltiplos da operação uma vez que os dados financeiros da parcela da Fibria no Conpacel não são conhecidos. A Suzano informou que espera Lajida de R$ 240 milhões em 2010 referente apenas à sua metade no consórcio. De um lado, apontaram os profissionais, a Suzano, cuja proposta foi calculada com base apenas nos números relativos à sua parcela no consórcio, absorverá sinergias de R$ 300 milhões, sem contar outros ganhos decorrentes da otimização de sua operação de papel. De outro, a vendedora Fibria, que vem de um longo período de rígida gestão de dívida por conta das perdas bilionárias com derivativos da antiga Aracruz e dos custos para fusão dessa empresa com a Votorantim Celulose e Papel (VCP), fica em posição ainda mais tranquila para retomar seu projeto de crescimento.

Na área da ex-sócia, de celulose branqueada de eucalipto, a Suzano também tem planos ousados. Em 2013 e em 2014 pretende inaugurar uma fábrica com capacidade para até 1,5 milhão de toneladas anuais no Maranhão e outra no Piauí, respectivamente. Os prazos estão mantidos, conforme Maciel. O plano até 2024 prevê uma terceira nova fábrica e a expansão da unidade de Mucuri (BA), porém essas são pautas para o futuro. Para o projeto que será erguido em Imperatriz (MA), a Suzano já contratou empréstimo de R$ 2,7 bilhões junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e aprovou a emissão de R$ 1,2 bilhão em debêntures mandatoriamente conversíveis, um instrumento ainda não utilizado no país para o financiamento dos chamados projetos "greenfield".

Os controladores da Suzano, que detém 52% do capital total da companhia, já comprometeram a subscrever parcela proporcional dos títulos e o próprio banco, via BNDESPar, deu garantia firme de subscrição de até R$ 564 milhões. O banco de fomento tem, hoje, cerca de 4% de participação na Suzano e pode elevar essa fatia para perto de 10% caso fique com totalidade das debêntures e minoritários não acompanhem os demais acionistas na operação. Conforme Maciel, a definição do financiamento com o BNDES foi fundamental para que a companhia se liberasse para apresentar a proposta pelo Conpacel. "As operações não estão relacionadas mas, antes de mais nada, queríamos ter certa a estrutura de capital para o Maranhão."

Nessa linha, a Suzano deve definir até fim de março a composição acionária da Suzano Energia Renovável. É certo que a companhia terá sócios, porém a estrutura ainda não está detalhada. Para o Conpacel, vai utilizar exclusivamente recursos do caixa. "Temos liquidez para isso", diz Maciel. Recentemente, a companhia voltou, após 15 anos, ao mercado internacional de dívida e levantou US$ 650 milhões em notas, embora tenha encontrado demanda para US$ 3 bilhões.

Suzano traça plataforma de mais de R$ 11 bi

 



Escrito por SALSFI às 13h06
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   EDITORIAL

BOAS FESTAS BRASIL 2011: VEM AÍ UM NOVO GOVERNO.

Salvador Sícoli Filho - 24/12/10

Boas Festas, caros amigos!

Mais um ano de correrias, de tensões, de lutas, de acertos muitos e de desencontros, somente alguns.

Mas Véspera de Natal remete também a reflexões e ao desejo sempre presente de reencontro com os amigos, de reconciliar com os desafetos ocasionais, de cultuar as pessoas amadas, todos os componentes que urdiram conosco a incrível ópera de nossas vidas articuladas, interconectadas pelas estripulias cada vez mais velozes das comunicações informáticas e, às vezes, até lunáticas.

Dos orelhões de anteontem aos smartphones de hoje que a mim exigem consultoria filial para extrair toda a parafernália de funções inacessíveis, ao crédito que me cultua com pontos indecifráveis, a não ser pela avidez esperta das facilidades bancárias que formatam a mais colossal bolha "jamais vista neste paiz" - Ah não tenham dúvidas que o mercado imobiliário de amanhã entre nós é o da Espanha de hoje - que Buñuellos não se ofenda comigo, pois detonarei sua Agre, PDG Realty para se juntarem ao Rubens Menin com a sua piramidal MRV donde extraiu seu futuro e o das próximas gerações.

O país, que a mídia endividada e regada a crédito sem fundo do BNDES propagandeou, como de crescimento excepcional - dizem os economistas chapas brancas que atingirá 7,5% neste ano, mas o que não dizem e nem os jornalistas econômicos é que viemos de base depreciada  - 0,6% em 2009 e que o crescimento médio nosso nesta década ficou em míseros 4,5% a.a, abaixo dos portentosos 7,5% dos hermancitos, dos 8,5%    da Índia e dos estupendos 12,5% da China.

Nosso IDH perde de vizinhos menos trombeteadores como Colômbia, Chile, Peru e a Argentina da Cristina que mesmo malversando os índices de inflação, não ficou brincando de valorizar a moeda, tratou de deixar o peso frágil favorecendo suas exportações inclusive de manzanas e de Malbecs para o Brasil e, além disso, recebe nossas exportadoras para dali fazer novas bases de operação para vendas externas. Sem contar os turistas que, como eu que se embevecem com o câmbio oportuno para passeios pelas calles e incursões pelo novo Tango do Bajo Fondo e de Carlos Libedinski.

É claro por outro lado que não pode esquecer-se da nossa ex-pujante Petrobras que implodida pela caótica administração financeira e de  negócios têm a repulsa total dos investidores estrangeiros que lhe detonam com justiça as cotações. O espectro de maus negócios da Petrobrás espanta pela quantidade e, sobretudo, pela falta de crítica de políticos e dos analistas, e parte da imprensa. Os maus negócios e a falta de divulgação deles foi não o fato relevante do ano mas o mais decepcionante. Aonde aportou a Petrobrás resultados ruins foram produzidos. Nos USA, no México, na Argentina. Internamente a Petrobras destruiu o setor de distribuição. Afastou Ipiranga, Shell, Texaco, Esso, até a Repsol foi expurgada em negócios todos eles nebulosos, de nenhuma transparência. No setor petroquímico a Petrobras se assenhoreou da Unipar  e a doou para sua amiga Odebrecht que mesmo com endividamento astronômico, recebeu recursos do Estado, do BNDES e da Petrobrás apoio e participação para reinar solitária como líder latina do setor de petroquímicos através da Braskem. As entradas em condições extremamente desfavoráveis para a empresa no setor de etanol com participações minoritárias pagas a peso de ouro para apoiar e até salvar de encrencas o grupo francês Tereos, dono da Açúcar Guarani, o lance na São Martinho e na Cosan, o preço pago pela Repsol tudo cheira destoante assim como os sucessivos empréstimos do BNDES a grandes empresas que tinham o mercado internacional como fontes recomendáveis de recursos. Lembrar é preciso das exigências de aportes absurdos do Tesouro para penalizar as gerações futuras com o apoio extraordinário à malsucedida operação de aumento de capital para salvar a Petrobrás da avassaladora diminuição nos últimos exercícios de seu capital circulante sob o manto das inversões necessárias aos decantados campos do pré-sal,

Sem contar a estranha entrada e ressurreição das cinzas da Telebrás, da Refinaria de Petróleo Manguinhos que, quebrada recebeu doação governamental.

O caso da Gamecorp, do filho gênio do presidente e que recebeu US$ 5 milhões da Telemar, foi recompensado pelo presidente que mudou a lei das Telecomunicações para que Andrade Gutierrez e grupo Jeressaiti, donos da operadora citada pudessem comprar a BRT do City Bank e de Daniel Dantas.

Só a alienação mental de Serra e dos seus acovardados acólitos da tese do aborto, não quis enxergar que a demonização da privatização pregada por Lula e suas figurinhas eram apenas um retrato vivo das mensagens e filosofia göbbeliana injetada no operário pela sua elite de trapo. A melhor defesa é o ataque e o resultado lastimável para o país foi à eleição de um personagem de passado pouco destacado e neófito em administrar qualquer coisa substanciosa.

Nunca é demais contrarrechaçar que durante 8 (oito anos)  anos no ministério só no último ano – este 2010 com o espalhafato do PAC eleitoreiro - a senhora ex-ministra conseguiu a duras penas e de maneira perigosa colocar em concorrência e viabilizar a fórceps a implantação das hidrelétricas do Rio Madeira - Jirau e Santo Antônio e a controversa Belo Monte no rio Xingu. 

A desindustrialização ganha força, mas continuamos na estultice governamental a fazer política monetária de uma nota só - o que vimos pregando até o final em artigos na antiga Gazeta Mercantil desde 2001 contra o sistema neozelandês de metas de inflação isolado de outras políticas e cultuado por Armínio Fraga  - e as contra vozes são fracas como a do vice que sempre gritou baixinho até entrar em definitivo para o coma que precede a desenlace final. Mantega insiste em fingir que é do contra, mas como genovês exportado às pressas para o PT, faz parte do mais ridículo quadro de ministros da História deste país.

E pelo andar trôpego da carruagem a senhora nova Presidente vai fazer tudo para pactuar e fermentar a plenitude do caos. São portanto infinitas, as possibilidades para a perpetuação da mediocridade na administração ao  Deus Dará do país. Enquanto a China conseguir amparar o mundo, a imprensa chapa branca continuará a acobertar o engodo. E as pesquisas, naturalmente.

Sem ministros de primeira linha, principalmente na Fazenda, no Planejamento, do Ministério do Desenvolvimento, da Educação, da Cultura, da Justiça e sem reduzir os inacreditáveis 37 – vejam no Google se é esse mesmo o número pois, dói-me a consciência - ministérios criados pelo transtorno mental do atual mandatário do país, há muito pouco para se regozijar. Mas há empresários, principalmente no setor bancário, que devem soltar mesmo foguetes pela preservação de suas sinecuras, como a taxa de juros agiótica sob o blefe sem gosto e protetor do sistema de metas de inflação.

Outro feudo absurdo é aquele dos preguiçosos e espertos que se abrigam no Congresso e que deveriam ser reduzidos à quinta parte para que pudessem ter do que se ocupar.

Os ministros escolhidos a "dedos apontados" são a mais rara coleção de sumidades da antítese do notório e desejado saber constituído. Ilustres desconhecidos juntados com ineptos diplomados pelo aparelhamento interesseiro de partidos voltados para o achacamento do Estado tecem uma sinistra teia de impossibilidades para se a ter esperança em que o país, prestes a enfrentar as vicissitudes da segunda perna descendente do enorme W da economia mundial, possa desta vez escapar ileso.

Cresceu o déficit em transações correntes, a máquina inchou explosivamente, a poupança interna é absolutamente insuficiente para minorar a falta de recursos coberta pela loucura da manutenção das altas taxas de juros para seduzir aplicadores internacionais e para sustentar a farra de crédito às classes C e D, enquanto o dólar despenca ladeira do mundo abaixo e dizima a competitividade das nossas exportações.

O governo que sai urdiu a mais estonteante herança maldita, demonizou as privatizações e não teve competência para fazer as execuções financeiras dos investimentos que garganteou.

Enquanto a Infraero dispunha de R$ 76 bi para gastar com aeroportos em 2010, só gastou 15% disto este ano. Os aeroportos depauperados operam sob o impacto do crescimento de mais de 20% do número de usuários do setor.

Cidades prósperas como Vitória não conseguem desatar o nó do Tribunal de Contas por absoluta falta de saber buscar consultores especialistas em custos de obras para dialogar com os sábios de toga e a incompetência dos apadrinhados lotados na Infraero e adjacências. São mais de cinco anos de desdita kafkiana em Vitória sem que o imbróglio seja desfeito.

Aeronautas insatisfeitos apelam para o Natal à revelia dos usuários para chantagear seus patrões e o governo negligente. A população se revolta e precavido porém revoltado viajo de ônibus em estradas ruins com um dia de antecedência para o Juízo Final. Afinal se mineiro não perde o trem por que haveria eu de deixar de fazer esta mensagem de cidadão à beira de um ataque de nervos ainda com trauma dos aeroportos do tempo do Waldir Pires e com tanta incompetência grassando pelo país?

E todos acham uma maravilha o país seduzido pela mídia e até ajudaram a construir uma candidatura e uma diplomada destinada por incapacidade administrativa a imensas possibilidades de um frustrante período.

Com uma equipe de despreparados que consegue ser pior do que a do governo anterior que colou nas provas e ainda se arvorou como gestor das boas idéias e ações de seus antecessores roubando-lhe cinicamente os louros, o Brasil tem todos os componentes para tecer uma partitura de réquiem para um soluço longo da sua economia.



Escrito por SALSFI às 12h56
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No entanto como é Natal, é importante que, com os sinos dobrando e os anjos da imprensa tecendo loas desbragadas a ineptos funcionais, decupliquem também as nossas orações para não faltem recursos monetários, mentais e físicos para darmos conta de tanto empreendimento arquitetado com a sapiência dos megalomaníacos. Caso específico das Olimpíadas e da Copa.

Cabe lembrar a fala do nosso grande herói das competições aquáticas, César Cielo: mesmo não dispondo de uma única piscina ao nível de competições internacionais para ser habitat de nosso contingente de astros da natação, vamos ter que empreender obras monumentais e com gastos faraônicos. Todo esse conjunto será erigido num país sem infraestrutura ajustada seja viária, seja hoteleira, seja de bons costumes e com segurança total para receber as duas maiores competições da terra.

Faça de conta que é um desafio.

Faça de conta que é possível. 

Faça de conta de que não é da minha conta e nem da do Tribunal de Contas.

Os cidadãos penam. Os aproveitadores e os espertos, à custa daqueles, haverão de se locupletar.

Nunca haverá na história deste país tantos novos empreiteiros oriundos do aparelho do Estado e de seu partidão para nascer, lucrar e morrer com estas obras.

Temos US$ 285 bi em reservas internacionais.

“Nunca antes na história deste paiz” tivemos reservas tão sólidas numa moeda tão volátil como  a fabricada diariamente pelo Tesouro americano. É incrível. Mas estamos aplicando latu sensu, em pó. O ouro registra a maior marca da história. Mas queremos aplicar pela argúcia de nossos áulicos em dólar. Se no metal tivéssemos aplicado teríamos o dobro.

A Vale ganha rios de dinheiro com montanhas de empreendimentos em minério de ferro, cobre, níquel e fertilizantes, seu mais recente nicho após a compra da Fosfértil.  O minério e o cobre estão em altas históricas superiores ao limiar de setembro de 2008. O projeto cobre Salobo já entra na sua expansão antes mesma da entrada em operação da planta inicial prevista para agosto de 2011. Há no país empresas que produzem malgrado a desfaçatez de certos aventureiros públicos. Enquanto a Vale, símbolo exitoso, foi privatizada, bem orientada e conduzida representa um exemplo do empreendedorismo com governança e responsabilidade social, a Petrobras, malgrado o seu extraordinário corpo técnico de notável expertise no off-shore, pena com os negócios mal projetados e com a lerdeza de sua administração financeira que destroça suas cotações contrariando até a regra de ouro de acompanhar as cotações do barril do Texas e do Brent no mercado internacional que subiram muito com o frio na Europa agora em dezembro. Nada faz suas ações subirem depois do aumento forjado e lento de capital. Nem o marketing ilusório do pré-sal  e nem citrato de sildenafila.

Se amanhã o dólar esfumaçar e virar pó como já deveria ter acontecido e o euro sucumbir malgrado o desespero em sustentá-lo da Alemanha - sozinha e contra todos, frise-se - o país terá condições de confirmar a eterna marca de país do futuro.

Por enquanto, malgrado a mídia econômica, somos apenas candidatos a ser o que estamos muito longe de ser: um país de economia sólida, bem assentada em suas políticas monetária, cambial e de equilíbrio nas contas públicas, com impostos palatáveis e justos para a maioria da população e de suas empresas.

O setor público suga. A população pena sem contrapartidas na Saúde, na Educação, nos Transportes e na Segurança.

Perdoem-me.

Não sou pessimista.

É que a maioria dos brasileiros se contenta com pouco e malgrado a longevidade entendemos que precisamos pugnar por muito mais e semear isto sim a esperança para as gerações futuras.

Não quero contemporizar com a omissão, com a inversão de valores e com a propagação da mediocridade dos dirigentes políticos.

Mas é preciso muito mais para que o país se consolide como nação de primeiro mundo.

Malgrado tudo isto: Boas Festas e um ano de 2011 à altura do que você representa:

Um grande e paciente amigo.

Salvador Sícoli Filho

Engenheiro, Consultor de Empresas, Financista, Gerenciador de Projetos



Escrito por SALSFI às 12h54
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