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Vale terá papéis listados na bolsa de Hong Kong a partir do dia 8

Ana Luísa Westphalen | De São Paulo - 03/12/2010

A Vale informou que as negociações de seus papéis na Hong Kong Stock Exchange (HKEx) terão início no pregão da próxima quarta-feira, dia 8. A companhia divulgou ontem documento referente à listagem secundária de suas ações ordinárias (ON, com voto) e preferenciais (PN, sem voto) Classe A, sob a forma de certificados de depósito de Hong Kong (HDRs).

A operação envolve ações já em circulação, ou seja, não haverá emissão de novos papéis. A listagem irá incluir até 259.242.052 certificados de depósitos ordinários e até 393.470.993 certificados de depósitos preferenciais, cada um deles denominados em dólares de Hong Kong.

Os acionistas interessados em converter em HDRs suas ações ordinárias ou preferenciais Classe A listadas na BM&FBovespa ou negociadas na Bolsa de Valores de Madri devem encaminhar uma solicitação ao agente custodiante, neste caso, o Bradesco. Os detentores de ADRs (recibos de ações) listados na Bolsa de Valores de Nova York (Nyse, na sigla em inglês) ou negociados na Euronext Paris da Nyse devem procurar o agente depositário, o JP Morgan Chase.

Será respeitada a proporção de um certificado de depósito ordinário para uma ação ON e um certificado de depósito preferencial Classe A para uma ação PN Classe A. A taxa máxima de emissão e cancelamento será de até 0,4 dólar de Hong Kong por HDR.



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MP do Rio denuncia ThyssenKrupp e dois diretores por crimes ambientais

Vera Saavedra Durão | Do Rio - 03/12/2010

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou por crimes ambientais a empresa ThyssenKrupp CSA (Companhia Siderúrgica do Atlântico) , o diretor de projetos da companhia, Friedrich-Wilhelm Schaefer, e o gerente ambiental Álvaro Francisco Barata Boechat. Segundo nota do MP, as penas podem ultrapassar 19 anos de reclusão para cada um dos dirigentes.

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), que entrou com a ação, acusa a empresa de gerar, desde junho, poluição atmosférica em níveis capazes de provocar dano à saúde humana, afetando principalmente a comunidade vizinha da usina, em Santa Cruz.

"Uma usina siderúrgica do porte da CSA, construída em pleno ano de 2010, não pode deixar de adotar tecnologia de controle adequada, capaz de prever e captar emissão de poluentes atmosféricos ou hídricos. O referencial precisa ser outro e pautado no respeito à legalidade e às determinações do órgão ambiental", disse Daniel Lima Ribeiro, coordenador do Gate-Ambiental.

Comunicado divulgado pela CSA informa que a empresa não tomou conhecimento oficial de qualquer denúncia oferecida pelo MP contra ela e esclarece que, desde o início das operações, em julho de 2010, suas emissões encontram-se dentro dos limites estabelecidos pela legislação ambiental. "A empresa refuta qualquer afirmação de que tenha desrespeitado o meio ambiente e assegura que em momento algum expôs a saúde da população de Santa Cruz a riscos."

A siderúrgica, controlada pela empresa alemã ThyssenKrupp e pela Vale, já havia sido multada pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea) em R$ 1,8 milhão por conta da emissão de partículas na atmosfera, quando o alto-forno entrou em operação, em julho. O departamento jurídico da empresa decidiu recorrer da multa.

Procurado pelo Valor, Ribeiro, explicou que a CSA ainda não foi comunicada da denúncia, porque a ação penal foi oferecida à 2ª Vara Criminal do Fórum Regional de Santa Cruz. "O próximo passo é o juiz decidir se recebe ou não a denúncia. Se o juiz receber a denuncia, o réu citado a participar do processo e a empresa será notificada", disse.

Caso condenada, a empresa pode ser punida com multa, suspensão total ou parcial de atividades e interdição temporária de direitos, como receber incentivos fiscais e participar de licitações.



Escrito por SALSFI às 01h42
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Vale começa a produzir cobre no Chile

Eduardo Laguna | Valor - 02/12/2010 14:22

SALAMANCA - A Vale inaugura nesta tarde sua primeira operação no Chile: uma usina com capacidade de produzir 18,5 mil toneladas em catodos de cobre por ano.

A unidade, que recebeu investimentos da ordem de US$ 140 milhões, está situada na região de Coquimbo, a 316 quilômetros ao norte de Santiago, capital chilena.

Considerando-se apenas os investimentos na área de cobre, esse é o primeiro projeto do tipo greenfield (que parte do zero) executado pela mineradora no exterior.

A investida faz parte dos planos do grupo brasileiro de alcançar a produção anual de 1 milhão de toneladas de cobre nos próximos cinco anos, como comentou hoje o diretor do grupo responsável pela área de metais base, Tito Martins.

Como já havia informado a companhia no fim de outubro, a meta é registrar um volume de 332 mil toneladas já em 2011. Só entre janeiro e setembro deste ano, foram produzidas 131 mil toneladas desse produto.

Na região chilena, a Vale conta com uma mina a céu aberto (Don Gabriel) e outra subterrânea (Papomono). A ideia é destinar a maior parte da produção aos mercados do Brasil, da América do Norte e da Ásia.

A companhia diz que pretende aplicar os recursos gerados pela nova operação na exploração de novos depósitos na região andina chilena.

Hoje, a Vale tem unidades produtoras de cobre em Sossêgo – na região de Carajás (sudeste paraense), e no Canadá, onde produz o insumo em associação com as operações de niquel.

Os trabalhos de exploração que culminaram no descobrimento das duas jazidas chilenas começaram em 2005 e no fim de 2009 a mineradora obteve a licença ambiental para tocar o projeto.

Como parte dos planos de crescimento na área de cobre, a Vale concentra atualmente seus principais investimentos em Carajás, onde deverá somar mais 100 mil toneladas dessa matéria-prima a partir da inauguração da mina de Salobo, prevista para o segundo semestre de 2011.

Na sequência, a companhia planeja expandir a produção em Salobo para 200 mil toneladas anuais até a segunda metade de 2013. Em suas duas fases, Salobo receberá investimentos de US$ 2,833 bilhões. Uma terceira fase de desenvolvimento dessa jazida – para agregar mais 80 mil toneladas – está sendo considerada.

Outros US$ 200 milhões serão investidos pela mineradora em uma mina subterrânea no cinturão de cobre da Zâmbia, no âmbito de um joint venture na África com a ARM – cada parte tem 50% na parceria. Com o início da produção previsto para 2013, o projeto africano terá capacidade de produção de 45 mil toneladas anuais de cobre contido em concentrado.

Além disso, a Vale planeja iniciar já no ano que vem o desenvolvimento de Cristalino, outro projeto em Carajás, com a expectativa de produzir 95 mil toneladas de cobre a partir do segundo semestre de 2014. Segundo o plano de investimentos da Vale, Cristalino deverá receber aporte de US$ 267 milhões no ano que vem, mas o projeto ainda terá que ser apreciado pelo conselho de administração.



Escrito por SALSFI às 01h38
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Metais: Ao inaugurar mina de Tres Valles, no Chile, companhia disse que quer ser quarta do mundo em cinco anos

 

Vale tem plano ambicioso na área de cobre

Eduardo Laguna | De Salamanca (Chile) - 03/12/2010

 

 

Maior produtora de minério de ferro do mundo, com a aspiração de ser a terceira no suprimento global de fertilizantes, a Vale tambem quer ter uma uma posição relevante entre os principais grupos na exploracao de cobre. A mineradora traçou a meta de atingir producao anual de 1 milhão de toneladas nos próximos cinco anos, volume que, nas contas da empresa, a colocaria entre os quatro maiores produtores dessa matéria-prima.

Durante inauguração de uma unidade de extração de cobre, a de Tres Valles, no norte do Chile, ontem - o primeiro projeto da companhia no pais andino -, Tito Martins, diretor da Vale responsável pelo negócio de metais de base, disse que, somente com os projetos existentes na plataforma de investimentos, a empresa já poderá ficar situar-se na sexta ou quinta posição no mercado de cobre. Atualmente, segundo ele, está em quinto lugar.

Em seu plano de investimento, a Vale anunciou no fim de outubro a meta de alcançar a producao de 691 mil toneladas anuais de cobre até o fim de 2015, mas Martins disse que a companhia tem acelerado a exploracao e pesquisas minerais para adicionar novos projetos ao portfólio de investimentos. "No próximo ano vamos ter outra fotografia", comentou ele, sobre a possibilidade de novos investimentos nessa area.

Apenas em 2011, US$ 681 milhões serão destinados ao financiamento da exploracao mineral, com prioridade para projetos relacionados a exploracao de cobre.

No Chile, maior produtor do metal no mundo, a Vale já tem um grupo dedicado a exploracao de novas reservas. Também estão no foco exploratório da companhia Peru, Congo, Indonésia e Filipinas, além do Norte brasileiro e o Canada, onde a Vale já tem operações de cobre.

Nos nove primeiros meses deste ano, a Vale produziu 131 mil toneladas de cobre. Esse volume, no entanto, foi afetado por greves nas minas canadenses. Em 2011, a expectativa é produzir 332 mil toneladas, já contanto com a retomada das operações no Canadá e o inicio de novas minas. Segundo Martins, só os projetos em execução no Brasil poderão elevar a capacidade de oferta mundial da companhia para além de 700 mil toneladas em dois ano

A mina chilena Tres Valles tem capacidade para produzir 18,5 mil toneladas em catodos de cobre por ano. A empresa investiu US$ 140 milhões no empreendimento, situado na região de Coquimbo, 316 km ao norte da capital chilena Santiago. No negócio de cobre, é seu primeiro projeto do tipo greenfield (que parte do zero) executado no exterior.

Na região chilena, a Vale conta com uma mina a céu aberto (Don Gabriel) e outra subterrânea (Papomono). A ideia é destinar a maior parte da produção aos mercados do Brasil, da América do Norte e da Ásia. A companhia informa que pretende aplicar os recursos gerados pela nova operação na exploração de novos depósitos na região andina chilena.

Atualmente, a Vale tem unidades produtoras de cobre em Sossêgo - na região de Carajás (sudeste paraense), e no Canadá, onde produz o metal em associação com as operações de níquel.

Os trabalhos de exploração que culminaram no descobrimento das duas jazidas chilenas começaram em 2005. No fim de 2009 a mineradora obteve a licença ambiental para desenvolver o projeto.

Como parte de seu plano de expansão no cobre, a Vale destina atualmente seus principais investimentos em Carajás, onde deverá somar mais 100 mil toneladas do produto a partir da operação da mina de Salobo, prevista para o segundo semestre de 2011. Na sequência, a planeja duplicar essa mina até meados de 2013. O investimento total nas duas fases está orçado em US$ 2,83 bilhões. Uma terceira fase, para mais 80 mil toneladas, está sendo considerada.

Mais US$ 200 milhões serão investidos em uma mina subterrânea na Zâmbia, em joint venture com a africana ARM. A produção deve iniciar-se em 2013, com capacidade de 45 mil toneladas anuais de cobre contido em concentrado. Além disso, pretende iniciar no ano que vem o desenvolvimento de Cristalino, outro projeto em Carajás, desenhado para 95 mil toneladas e entrando em operação no segundo semestre de 2014.



Escrito por SALSFI às 01h26
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Mineração: Representante da Previ entra no lugar deixado por Sergio Rosa, que cumpriu quase quatro mandatos.

 

Ricardo Flores assume presidência do conselho da Vale

Por Vera Saavedra Durão | Do Rio - 02/12/2010

 

 

 

Ricardo Flores pediu à diretoria dados sobre governança e projetos de investimentos da mineradora

Foi uma reunião diferente. Ricardo Flores, presidente da Previ (fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil), assumiu em 25/11/10 na quarta-feira da semana passada a presidência do conselho da Vale mostrando-se muito à vontade no novo cargo.

Flores comandou a reunião do começo ao fim e solicitou à diretoria administrativa que acrescentasse à agenda da próxima reunião do conselho três apresentações sobre o funcionamento da companhia.

A primeira é uma exposição sobre a governança da mineradora; a segunda, uma apresentação sobre a área de controle compartilhado que envolve tudo que é compra e controle contábil da empresa, a cargo da diretora-executiva Carla Grasso; e a terceira, sobre o acompanhamento dos projetos de investimento. São temas delicados nos últimos tempos para a companhia, como foi mostrado por Valor na edição do dia 5 de novembro sobre os bastidores da mineradora.

A posse de Flores no cargo antes ocupado por Sergio Rosa representou uma mudança na relação entre os acionistas e a diretoria-executiva da companhia. Pela primeira vez em anos, toda a diretoria, sob o comando do presidente-executivo Roger Agnelli, compareceu à reunião do conselho de administração.

Após um discurso formal próprio para essas ocasiões, em que Flores disse ser "uma honra" assumir o comando do conselho da mineradora, da qual a Previ é a maior acionista, Sergio Rosa se manifestou em comunicação viva-voz agradecendo aos conselheiros e diretores que estiveram com ele durante seus quase quatro mandatos, de dois anos cada um. Rosa assumiu o cargo em 2003 e antecipou sua saída em cinco meses. Por essa razão, Flores assume o conselho num mandato tampão que vai até abril de 2011. Sua manutenção na presidência do conselho vai depender de decisão de uma assembleia de acionistas da Vale.

Depois de ouvir Flores e Rosa, Agnelli apresentou os resultados da empresa e foram aprovados dois grandes projetos de mineração, de Simandhou, na Guiné, e de Serra Sul, em Carajás.

Após a reunião, Ricardo Flores foi homenageado com um almoço na sede da companhia, ao qual compareceram acionistas, diretores-executivos e diretores de segundo escalão, muitos dos quais tiveram pela primeira vez contato direto com os representantes dos acionistas.

O clima descontraído foi interpretado como um bom começo no convívio entre o novo presidente do conselho e a direção da gigante da mineração.

 



Escrito por SALSFI às 00h47
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