SALSIFI INVESTMENTS
  

Um pré-sal de dúvidas é o que afunda Petrobras
Alessandra Bellotto - 20/08/2010

Petrobras PN cai 3,25% com risco de adiamento de capitalização e preço do barril do pré-sal acima do esperado. Ibovespa recua 1,11%, a 66.887 pontos


Texto: A-

A bolsa ontem foi contaminada pelo mau humor externo - o Ibovespa cedeu 1,11%, a 66.887 pontos -, mas o choque veio mesmo da Petrobras. Um pré-sal de dúvidas, conforme bem definiu um gestor de fundos, continua pesando sobre as ações da companhia. As preferenciais (PN, sem voto) perderam 3,25%, cotadas a R$ 26,78, e as ordinárias (ON, com voto), menos 3,65%, a R$ 30,36.

A possibilidade de novo adiamento da capitalização para 2011 e o risco de o preço do barril de petróleo do pré-sal ficar muito acima dos US$ 5 a US$ 6 esperados pelo mercado afastaram os investidores. Tanto que as PNs de Petrobras lideraram o giro financeiro ontem, com R$ 712,5 milhões. As ONs movimentaram mais R$ 178,6 milhões. O volume total da bolsa foi de R$ 5,304 bilhões.

Segundo reportagem do jornal "O Estado de S. Paulo", a certificadora contratada pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) teria avaliado o barril entre US$ 10 e US$ 12. Esse preço, na visão do gestor da Victoire Brasil Investimentos, André Caminada, está acima da expectativa do mercado e é considerado alto para os riscos que cercam a extração do óleo no pré-sal. "Mas, minha percepção é que o preço de US$ 5 a US$ 6 ficou barato demais."

Caminada diz que o barril na casa dos US$ 8 é razoável. Segundo um gestor que pediu não ser identificado, para o estrangeiro, o preço de US$ 7 a US$ 8 o barril já "desce quadrado", US$ 6 seria um preço justo, mas o barril pode acabar saindo em torno de US$ 9.

Quanto maior o valor do barril, maior a chance de o minoritário ser diluído. Isso porque muita gente vai ficar de fora, ou seja, não vai acompanhar o aumento de capital, por achar que o preço não vale o risco ou pelo tamanho do aporte. "O preço do barril é a isca para fisgar o acionista minoritário", diz Caminada. Se ele for alto demais, pode sobrar ação e aí a empresa teria duas opções: abrir mão de parte da capitalização ou baixar o preço das ações na oferta. "Nos dois casos, seria muito ruim."

Na visão de um gestor que pediu para não ser identificado, a diluição não é problema para o governo, já que ele quer ter fatia maior, e, portanto, a capitalização vai sair independente do preço. Só não pode haver uma diferença grande entre as avaliações para evitar questionamento jurídico. "Mas, como a Petrobras precisa do dinheiro do acionista, o ajuste vai acontecer no preço das ações na oferta." Para esse gestor, com o desconto, as ações PNs podem sair por R$ 24,00 ou até abaixo disso.

A Petrobras, segundo ele, tem um "furo" de caixa de R$ 10 bilhões por trimestre. E, como não há sinais de diminuição nos investimentos, o adiamento da capitalização por dois, três trimestres traz risco de a empresa ter a nota de crédito rebaixada.

Não há sentido algum em comprar o papel hoje, afirma esse gestor. E, quanto maior a pressão sobre ele, menor tende a ser seu preço na oferta. Mas vale um alerta: a Petrobras depois da capitalização será completamente diferente. O lucro a ser capturado com a exploração do pré-sal só vai aparecer em quatro a cinco anos, se tudo der certo. "A empresa será negociada com múltiplos mais altos até conseguir obter retorno dos investimentos no pré-sal", diz.

Caminada acrescenta: a história de Petrobras passou a ser de longo prazo, já que ficou mais difícil avaliar a empresa por conta da subjetividade de mensurar custos e receitas potenciais. "O investidor que colocar dinheiro agora vai ter de esperar cinco anos para ter lucro", diz. Mas ele é categórico em afirmar que Petrobras tem valor, especialmente no médio e longo prazo, além de estar barata. "A experiência e a capacidade de extração de petróleo da Petrobras a um custo competitivo valem muito", diz Caminada.

 



Escrito por SALSFI às 16h05
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Petrobras entrega avaliação de cessão onerosa

Téo Takar | Valor - 20/08/2010 14:06

Texto: A- te
SÃO PAULO - A Petrobras confirmou há pouco que entregou ao governo federal a avaliação preliminar feita pela DeGolyer and MacNaughton, sobre as reservas de petróleo da União no pré-sal que poderão ser incluídas na cessão onerosa de 5 bilhões de barris para a estatal.

O documento elaborado pela certificadora independente foi apresentado à Casa Civil da Presidência da República e aos Ministérios da Fazenda e de Minas e Energia.

O encaminhamento das avaliações marca o início das negociações para definição do preço do barril na Cessão Onerosa. O preço final terá como referência as avaliações independentes contratadas pela Petrobras e pela Agência Nacional do Petróleo (ANP).

"As avaliações independentes são apresentadas de forma preliminar devido ao grande número de variáveis envolvidas, que comportam interpretações técnicas diferentes decorrentes de aspectos geológicos, de engenharia de petróleo e econômicas que precisam ser discutidas por todos os técnicos envolvidos", diz a Petrobras em nota.

Segundo a empresa, os termos finais do contrato de cessão onerosa serão submetidos aos órgãos decisórios da companhia, incluindo o Comitê dos Minoritários.

O comunicado não estabelece prazos para a definição do valor da cessão onerosa. No início desta semana, o ministro Márcio Zimmermann havia dito que o governo deveria decidir o preço do barril até a próxima segunda-feira. Membros do governo e a própria Petrobras também reiteraram nesta semana os planos de realizar a oferta pública de ações em setembro.


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Escrito por SALSFI às 15h51
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Vale passa a líder em valor de mercado



De São Paulo, Brasília e do Rio - 20/08/2010

O cálculo considera todas as ações emitidas, incluindo aquelas mantidas em tesouraria

As incertezas sobre a capitalização provocaram nova baixa das ações da Petrobras na bolsa ontem, o que levou a estatal a perder o posto de empresa de maior valor de mercado do país para a Vale. Antes disso, apenas durante três dias, entre setembro e outubro de 2007, a mineradora tinha registrado valor superior ao da empresa de petróleo. O cálculo considera todas as ações emitidas, incluindo aquelas mantidas em tesouraria.

Desde que o aumento de capital bilionário foi anunciado, no fim de agosto de 2009, as ações da Petrobras patinam e a companhia já perdeu R$ 66,7 bilhões em valor de mercado, fechando ontem a R$ 253,1 bilhões. Em igual período, a Vale teve valorização de R$ 60,7 bilhões, atingindo capitalização de R$ 254,9 bilhões.

Os investidores reagiram mal às notícias de que a oferta de ações da Petrobras pode ser adiada para 2011 e também às indicações de que o laudo contratado pela Agência Nacional de Petróleo (ANP) teria apontado faixa de preço de US$ 10 a US$ 12 por barril a ser vendido à estatal.

Por enquanto, pessoas que participam da estruturação da operação seguem trabalhando com o cronograma para realizar a oferta até 30 de setembro. Se o prazo for perdido, a estatal considera que não será possível fazer a oferta neste ano.

Os dirigentes da estatal e os envolvidos na oferta sabem que o aumento substancial do barril afeta a viabilidade da operação, pois agiganta ainda mais a transação - cuja absorção pelo mercado nas proporções programadas já é desafiadora.

Como em qualquer negócio de compra e venda, o interesse da Petrobras é pagar menos e o do governo, receber mais. Até então, os investidores trabalhavam com a hipótese de que os 5 bilhões de barris sairiam entre US$ 5 e US$ 6 cada, embora admitissem que pudesse chegar à casa dos US$ 8.

A questão é que a conta do tamanho da capitalização é feita de trás para frente. O valor dos barris será equivalente ao que a União terá de aportar para manter sua fatia na empresa, que é de 32% do capital. Isso significa que a oferta total deve ter o tamanho de três vezes o valor a ser colocado pelo governo. E cada US$ 1 a mais no preço do barril representa um aumento de US$ 5 bilhões no volume da oferta.

Ao preço de US$ 12, por exemplo, a operação atingiria US$ 187,5 bilhões, sendo US$ 60 bilhões em barris e US$ 127 bilhões em dinheiro. Em moeda local, isso representa R$ 328 bilhões. É mais do que foi captado desde 2004 no Brasil em ofertas de ações e supera o limite do aumento de capital autorizado pela assembleia da Petrobras, de R$ 150 bilhões. O barril acima de US$ 8 já faz esse limite ser ultrapassado.

Uma alternativa para a companhia seria comprar menos de 5 bilhões de barris. Se a opção for convocar nova assembleia, o prazo de 30 de setembro certamente será ultrapassado.

 



Escrito por SALSFI às 15h43
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   América do Sul: Techint e Clarín mantêm relação tensa com o governo

Argentina acua dois de seus maiores grupos privados

Daniel Rittner, de Buenos Aires  - 20/08/2010

Em meio a um crescimento da economia que pode superar 8% neste ano, segundo novas projeções de bancos e consultorias, a Argentina viveu ontem um dia de acusações e ataques a dois de seus maiores grupos privados.

A fabricante de aço Siderar, maior siderúrgica do país e que pertence ao grupo Techint, foi alvo de piquetes pelo terceiro dia seguido, que impediram a entrada de insumos e a saída de produtos acabados de cinco das suas unidades industriais. A manifestação tem sido liderada pelo secretário-geral da Confederação Geral de Trabalhadores (CGT), Hugo Moyano, principal sindicalista argentino e importante aliado da presidente Cristina Kirchner.

Moyano acusa a Techint de descumprir o piso salarial de caminhoneiros e trabalhadores do setor de transportes. Ele ameaçou ontem "aprofundar" os protestos e estendê-los a outras fábricas da Siderar. Para a empresa, a medida é "ilegítima" porque os funcionários em questão são terceirizados.

A Siderar informou que a produção ainda não foi prejudicada, graças ao estoque de matéria-prima, mas será "gradualmente afetada" se os bloqueios continuarem. Montadoras de automóveis, fabricantes de autopeças e de eletrodomésticos, além da construção civil, podem enfrentar desabastecimento de produtos siderúrgicos.

A tensão nos meios empresariais subiu com o anúncio pelo ministro do Planejamento, Julio de Vido, de que estava "caducada" a permissão dada ao Grupo Clarín para oferecer serviços de banda larga. Por meio da empresa Fibertel, o grupo de comunicação tem cerca de 1 milhão de clientes, concentrados na região metropolitana de Buenos Aires.

O governo, em briga com o Clarín há dois anos, considerou que a Fibertel vem operando "ilegalmente" desde a sua fusão com a operadora de TV a cabo Cablevisión, em 2002. Foi dado um prazo de 90 dias para a migração de todos os assinantes para outras empresas. De Vido justificou a medida dizendo que visava proteger a "segurança jurídica" dos usuários.

A Cablevisión/Fibertel afirmou, em comunicado, que tomará "todas as ações administrativas e judiciais" para "velar pela continuidade dos seus serviços". Se a resolução do governo prosperar, a Telefónica e a Telecom Argentina (controlada pela Telecom Italia) serão as principais beneficiadas pela migração forçada de clientes.

Os presidentes dos grupos Clarín e Techint fazem parte da cúpula da Associação Empresarial Argentina (AEA), entidade do setor privado que está em choque com a Casa Rosada. Em maio, houve pressão do governo para que grandes empresas saíssem da AEA. A Loma Negra, da Camargo Corrêa, e a Petrobras se desfiliaram, mas foram acompanhadas por poucas companhias. Isso levou a especulações de que o bloqueio às fábricas da Siderar teria também um fundo político.

Para completar o dia de más notícias, a consultoria Orlando Ferreres & Associados divulgou seus próprios indicadores de produção industrial, apontando queda de 3,7% de junho para julho, devido às restrições na oferta de gás natural. Em relação a julho do ano passado, a alta teria sido de 6,1%. Apesar disso, economistas continuam apostando no forte crescimento da Argentina em 2010. O Morgan Stanley revisou sua estimativa e prevê aumento de 9,7% do PIB.



Escrito por SALSFI às 15h37
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A preocupação com preço do barril e diluição de minoritários prejudica ações da Petrobras



Por Graziella Valenti e Fernando Torres, de São Paulo
20/08/2010

 

 

O temor dos efeitos de uma diluição exagerada dos acionistas minoritários é um dos fatores que afetam negativamente as ações da Petrobras desde o anúncio da capitalização, há um ano, tendo sido um dos motivos para que a estatal perdesse o posto de empresa brasileira de maior valor de mercado para a mineradora Vale.

Qualquer aumento de capital já costuma afetar negativamente as ações de uma empresa. No jargão do mercado, os investidores "batem" no papel para poder comprá-lo por um preço mais favorável na oferta de ações. No caso da Petrobras, isso ganha proporções enormes, diante do gigantismo da transação planejada, que pode ser a maior já realizada no mundo.

Quando notícias indicam que o preço dos 5 bilhões de barris que serão vendidos pela União à estatal será maior do que o previsto, o tamanho estimado da operação, que já era grande, cresce em proporções significativas, para volumes considerados inviáveis pelo mercado.

Tendo em conta um cenário de barril a US$ 12, por exemplo, isso significaria uma pretensão de se buscar até R$ 223 bilhões em recursos dos não controladores. Desde a revitalização do mercado de capitais, em 2004, a soma de recursos levantados pelas empresas com ofertas de ações no Brasil foi de R$ 226 bilhões.

Especialistas de mercado e até fontes da estatal e do governo trabalhavam com a hipótese de que os minoritários teriam condições de entrar com até US$ 25 bilhões na operação, ou R$ 43,75 bilhões.

Questiona-se também se há apetite no mercado por uma operação tendo como base um valor acima de US$ 10 para o barril. Em outras palavras, existem dúvidas se seria um bom negócio para a empresa comprar o petróleo a esse preço, dadas as incertezas que ainda envolvem a exploração do óleo na camada pré-sal.

Caso as condições da operação não sejam atraentes para os minoritários, o governo aumentará sua fatia no capital da companhia, o que é um desejo declarado desde o anúncio da operação.

Por outro lado, a estatal pode ficar sem o dinheiro que precisa para tocar seu plano de investimento, orçado em US$ 224 bilhões para os próximos cinco anos. Desse total, a companhia diz que terá que captar US$ 58 bilhões via emissão de ações ou dívida no mercado. O restante será financiado com geração própria de caixa.

Se recebesse apenas os barris - sem dinheiro novo -, o patrimônio líquido da companhia aumentaria, o que reduziria o nível de endividamento e permitira que ela tomasse mais empréstimos no mercado. A folga, entretanto, seria momentânea, obrigando a empresa a buscar mais capital ainda durante 2011.

A presidente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Maria Helena Santana, afirmou que a autarquia vai avaliar o contrato de cessão onerosa dos barris de petróleo do pré-sal à estatal. A operação assim intitulada é, na verdade, a venda dos barris detidos pelo governo à Petrobras, com o pagamento feito em ações.

"Isso nada mais é do que uma grande operação com parte relacionada e um dos temas prioritários de análise da autarquia", disse ela. Esse tipo de negócio é considerado delicado, uma vez que existe um conflito de interesse evidente na transação.

Contudo, ela explicou que essa avaliação ocorrerá, como de praxe, após a concretização da operação. Além disso, a discussão se concentrará nos procedimentos utilizados para a transação, e não no mérito do preço do barril. "O máximo que podemos fazer é verificar se os deveres fiduciários dos administradores da companhia foram cumpridos."

A respeito das incertezas que as discussões em torno da capitalização estão causando no mercado há cerca de um ano, ela afirmou que não há praticamente nada que a autarquia possa fazer. "Acredito que qualquer país que tenha uma empresa com a predominância que tem a Petrobras está sujeito a esse tipo de situação", afirmou Maria Helena.

Na época da Telebrás, por exemplo, a concentração no mercado secundário já foi muito maior. Agora, no caso de Petrobras, como se trata de uma operação primária, não há muito como ser diferente, na opinião de Maria Helena.

Na opinião de Marcelo Giufrida, presidente da Associação das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), é muito ruim para o mercado essa indefinição em torno da capitalização da Petrobras, pois paralisa as atividades de emissão de ações. "Tem muita gente aguardando essa operação."

Para ele, o melhor seria se a oferta fosse realizada dentro do cronograma original, até o fim de setembro, pois, além de grande, a transação é bastante "emblemática" para o mercado brasileiro, por se tratar da Petrobras.

Entretanto, Giufrida destacou que não se pode colocar toda a responsabilidade do reduzido apetite dos investidores pelo lançamento de ações de outras empresas na expectativa em torno da capitalização da estatal. "Existem outros fatores deixando o mercado arisco, como as preocupações em torno da economia internacional", disse o presidente da Anbima, em seminário organizado ontem pela entidade em São Paulo.



Escrito por SALSFI às 15h02
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   PETROBRAS

 

    MANTEGA: CAPITALIZAÇÃO SAI EM SETEMBRO

 

 

 

Juliana Ennes | Valor -  20/08/2010 11:41

 

 

 

RIO - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, confirmou hoje que o prazo para a capitalização da Petrobras está mantido em 30 de setembro, às vésperas da eleição presidencial. O governo recebeu ontem os laudos das empresas certificadoras, que tiveram 45 dias para realizar uma análise sobre o preço ideal para o barril de petróleo que será cedido pela União à Petrobras no processo de capitalização.

O ministro disse que ainda vai pedir explicações às empresas sobre o que levou ao estabelecimento dos preços. "Não sei quem falou em discrepância de preços. Ninguém está autorizado a falar sobre isso e ainda vamos pedir mais explicações", afirmou o ministro.

Mantega garantiu, no entanto, que, por presidir o Conselho de Administração da estatal e, ao mesmo tempo, fazer parte do governo, ainda assim não tem "dubiedades" em sua posição. "Temos que nos basear em critérios objetivos e transparentes. A capitalização será feita com uma retaguarda técnica, não é quem vai ganhar ou perder. Não vou puxar para nenhum lado", disse.




Escrito por SALSFI às 14h57
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