SALSIFI INVESTMENTS
  

O que segura a Bolsa nos 72.000 pontos?

 

Mais que a tragédia grega e os PIIGS, as incertezas e indefinições do governo em quanto a suas estatais de energia e petróleo inibe o vôo livre para seguir o céu da recuperação.

 

Salvador Sícoli Filho *– 12/04/10

 

As commodities apresentaram recuperação espetacular e as principais matérias primas da nossa maior empresa privada, a Vale, como o minério e o níquel mostram preços encorajadores para novas altas nas ações. Com minério acima de US 100 e níquel resvalando em US$ 26.000 por ton/métrica o que você espera?

O crédito imobiliário farto move o círculo das construtoras e dos fornecedores de materiais.

O setor agrícola se recupera e é finalmente esperada uma nova safra recorde para o período 2010/2011. O setor de fertilizantes sai das agruras e ainda recebe um ator importante, a Vale.

Se o petróleo se recupera e passeia  agora na faixa dos US$ 80 a 90 o barril depois do auge de setembro de 2008 quando bateu US$ 145 e da baixa caótica de US$ 50 em março de 2009 que ameaçava mandar para o vinagre todo o nosso pré-sal e a ansiedade produtora da Petrobrás e das cartas de autorização da OGX, o que terá havido com as nossa maior empresa que trava o índice da Bolsa, enquanto até o índice Dow Jones ricocheteia no nível psicológico dos 11.000 pontos, coisa impensável há meses atrás?

São as nossas estatais, - e não a tragédia grega, a portuguesa, a irlandesa, a italiana, a espanhola -, as responsáveis diretas com certeza pelas nossas angústias de invadir o espaço dos 75.000 pontos e cortar a fita da travessia de mais uma barreira.

São as nossas empresas de energia e petróleo acossadas pelas indefinições de um governo que parece em fim de festa e remete para o futuro algumas definições importantes.

Nossas principais estatais de energia morrem de inveja da saúde das distribuidoras estrangeiras. Na semana passada o grupo Neoenergia recebeu o triplo AAA de agência de rating através de duas de suas principais distribuidoras, a Coelba e Cosern. Está fazendo distribuição generosa de juros e dividendos. E com caixa gordo e bala na agulha vai participar de um consórcio e disputar a polêmica hidrelétrica Belo Monte no rio Xingu com capacidade de 13.200 MW no que vem a ser a terceira maior usina do continente.

 

De outro lado, duas das maiores geradoras do país, a Eletrobrás e a Cemig, mesmo pagando bons dividendos – lembrar que a primeira pagou quase R$ 11,00 líquidos para as “on” pondo fim a anos de espera – não conseguem deslanchar suas cotações e travam o índice junto com CPFL, Tractebel, Light, Energias e outras.  A Eletrobrás está a menos da metade do valor patrimonial, teve lucro marginal e muito aquém da expectativa.  E mesmo com as promessas de melhoria em sua governança não obteve até aqui a confiança do mercado para estabelecer preço justo para tão importante portfólio.

A Cemig, que vem fazendo uma corrida exemplar para ser a segunda maior empresa do setor e que vem aumentando sua participação no mercado através de compras de parcelas importantes de outras empresas, patina como outras nas indefinições sobre suas concessões a findar em 2015.

O governa posterga decisão crucial e com isto embarga e faz barragem de um pulo grande nas cotações das elétricas e, no caso da mineira, para representar a atual grandeza de seus ativos aditivados pelas aquisições da Terna e da Light.

Como podem Cemig, CSN, Usiminas e outros potentados valer menos que a oitava maior empresa em valor de mercado que é a OGX?  Sutilezas e façanhas de um mercado ávido por crescer e gerar novos investimentos.



Escrito por SALSFI às 07h37
[] [envie esta mensagem]


 
   A CAPITALIZAÇÃO DA PETROBRAS

O caso da Petrobrás, no entanto, é patológico e deveria merecer um melhor tratamento de seu majoritário o  Governo. Não há como não considerar distorcida a visão de querer inventar a roda e uma nova empresa para abrigar e gerar empregos.

Se temos a ANP para que criar a Petrosauro?!

Se a empresa precisa de recursos por que a sofisticação de futurologia interiorana de transformar reservas ainda não comprovadas em moeda de troca para fundear investimentos?

A capitalização da empresa é vital para funding de seus investimentos. Então que não se retarde essa capitalização.

O mercado de capitais é mola mestra para empresas angariarem recursos para alavancar seus investimentos. Se o mecanismo é agente multiplicador para empresas comuns e de menor porte, porque não seria para nossa maior empresa?

Por que desperdiçar tempo com firulas e penduricalhos?

O tempo está passando e a Petrobrás com seu circulante minguando e tendo de recorrer até ao BNDES para violenta sugada de recursos esquece seu melhor trunfo.

Que vá imediatamente ao mercado buscar estes recursos. As ações da Petrobrás em particular as “on” são mais negociadas em Nova York do que entre nós. Talvez seja o caso de se arquitetar uma emissão preferencial como o grupo Suzano. Só que este não tem uma única “on” no mercado.

Que estipule um preço até maior que o que vigora hoje e estabeleça o montante para fazer face ao seu formidável nível de investimentos. Mas que o faça logo.

Ela não precisa fazer a chamada no valor total do investimento. Mas precisa fazê-lo logo sem titubeios para não deixar transparecer  inação ou a falta de segurança de que obterá os recursos.

Se precisar de US$20 bilhões ou US$ 50 bilhões que vá ao mercado. Lembre-se do Santander. Da OGX que conseguiu quase US$ 7 bi.

Os chineses lhe emprestaram US$ 10 bilhões no início do ano.

Isto nos parece mais assustador do que ir a mercado. Endividar-se e evitar o mercado só poderá lhe trazer dissabor. Esqueça as reservas do pré-sal. Reserve-as para momento mais oportuno e deixe de fazer marketing promocional com comunicados tão repetidos que podem um dia resvalar para  o descrédito com os mesmos. Trate de tornar seus campos viáveis com discrição e a sabedoria tecnológica que a levou às profundezas recordes de prospecção off-shore no mundo inteiro suplantando ingleses e noruegueses.

Com a Petrobras retomando o leme certamente todo o mercado reagirá e, ao invés de águas profundas, escalaremos o almejado céu sem limites de brigadeiro.

Salvador Sícoli Filho

Engenheiro, Consultor de Empresas, Pequeno Minoritário

SALSIFI Consulting Ltda.



Escrito por SALSFI às 07h36
[] [envie esta mensagem]


 
  

Central de projetos: uma boa ideia ou mais um equívoco?



Por João Alberto Viol - 09/04/2010

 

Em todo o Brasil existem mais de 18 mil firmas com experiência e alto nível técnico para projetos de infraestrutura

O governo federal, por intermédio do ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, anunciou no final de fevereiro que enviará ao Congresso, entre 30 a 40 dias, um projeto de lei que cria o que está sendo denominado de Central de Projetos, uma nova entidade ou órgão federal especializado na elaboração de projetos de obras, sobretudo de infraestrutura. De acordo com o ministro, esse projeto de lei atende ao solicitado pelo presidente Lula e será algo "semelhante ao Geipot, porém mais abrangente". O Geipot foi criado pelo governo militar em 1965 e extinto em 2002, com a criação do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit).

Essa proposta, ainda bastante indefinida, guarda certa semelhança com a perspectiva oferecida por um copo com água até a metade. Pode ser vista de dois ângulos: o primeiro deles, muito positivo, é a demonstração inequívoca da importância atribuída hoje pelo governo à necessidade de ter projetos para conseguir desenvolver as obras no prazo adequado, algo já ressaltado diversas vezes pela ministra Dilma Rousseff desde o anúncio do lançamento do PAC, em 2007. A outra forma de examinar essa proposta está relacionada ao seu conteúdo e à possibilidade de o governo incorrer em mais um grave erro, na questão dos projetos. Isso porque, ao contrário do que muitos imaginam, ter bons projetos, na época adequada, exige fundamentalmente planejamento e gestão e esses quesitos independem da existência de um órgão específico - são fruto de um trabalho de pensar antes as obras necessárias, sistematizar e organizar um cronograma no qual a contratação de estudos e projetos é seu marco zero.

Aqui cabe um parêntesis. A contratação de projetos deve privilegiar a proposta que oferece a melhor solução técnico-econômica, ou seja, com relação custo/benefício mais favorável à sociedade, que em última análise é quem paga a conta. Nunca deve considerar apenas o preço do projeto, sob risco de ter problemas sérios na etapa de obras. Para garantir a qualidade e o preço da obra final, o projeto contratado deve ser um projeto executivo, que, numa definição da engenharia, significa "o conjunto de elementos necessários e suficientes para a execução completa da obra". Em outras palavras, deve ser bem detalhado e prever todas as etapas da obra e toda a orçamentação, sem deixar margem para improvisações ou suplementações de preços.

A partir daí, contratados os projetos e estudos, os governos em todos os seus níveis (federal, estaduais e municipais) podem dar início às licitações para a contratação das obras propriamente ditas, tendo pleno controle de seus principais itens (proposta técnica, quantitativos de materiais e serviços, cronograma detalhado e custos especificados).

Quando o ministro do Planejamento e o presidente propõem a criação de uma central de projetos, proposta lançada em final de governo e em ano eleitoral, podem estar focando no alvo correto - a necessidade de ter bons projetos a tempo -, mas com a mira torta: dependendo do formato proposto, esse órgão pode servir apenas para inchar a máquina pública, aumentando gastos sem que o problema seja resolvido. Um bom planejamento das obras e a gestão eficaz, que coloque na prática e em tempo adequado o planejado, podem dar muito melhor resultado do que a criação de um "banco de projetos" governamental. O setor de empresas de projetos de arquitetura e engenharia brasileiras, composto por mais de 18 mil firmas dos mais diversos portes e distribuídas por todo o país, detém experiência e conhecimentos técnicos de alto nível. Essas empresas podem, se houver bom planejamento e gestão eficiente por parte dos governos, suprir as necessidades de desenvolvimento de projetos para todos os segmentos da infraestrutura brasileira e atender às obras públicas e privadas com qualidade. E, melhor ainda, oferecendo o know-how e o conhecimento de profissionais com formação sólida, muitos deles com mestrado e doutorado, para produzir projetos com prazos e custos pré-determinados por licitação, portanto sem acrescentar gastos permanentes, e em geral mal-empregados, ao erário público.

O melhor exemplo das consequências da falta de planejamento foi dado pelo PAC, nas suas diversas fases. Somente na área de saneamento, uma das mais importantes para a sociedade em custo/benefício, estava previsto um investimento global de cerca de R$ 40 bilhões, em quatro anos (2007 a 2010). Em 2009, menos de 10% do conveniado com prefeituras e concessionárias de saneamento traduziram-se em obras realizadas. Esse brutal descompasso deve-se ao fato de que as prefeituras, principalmente, conseguem firmar convênios com base em estudos iniciais, que são apresentados como "projetos básicos", mas que não atendem aos requisitos técnicos mínimos exigidos para realizar uma licitação. Assim, os balanços do PAC ostentam números ambiciosos: de acordo com o último balanço do programa, divulgado em fevereiro de 2010, dos R$ 39,3 bilhões estimados para esse setor, R$ 32,2 bilhões haviam sido contratados, ou seja, quase 82% do total. Mas, pelo que se verificou nos últimos três anos, grande parte dessas contratações terá extrema dificuldade de se traduzir em obras concluídas - o que realmente interessa à sociedade -, por falta de projetos adequados.

Essa dificuldade pode ser vencida sim, com planejamento e gestão, que até pode ser a atribuição fundamental desse eventual novo órgão a ser criado. Ele assim poderia auxiliar no planejamento geral do governo em relação a projetos, identificando e mapeando as necessidades, cobrando as licitações para contratação dos projetos aos diversos organismos governamentais e, em conjunto com as entidades ligadas ao setor de projetos de arquitetura e engenharia, buscar soluções para o gargalo. É importante ressaltar-, conforme o slogan do Sinaenco: "antes de uma boa obra existe um bom projeto" - que, antes de um bom projeto, existe um planejamento eficaz e uma gestão eficiente. É disso que se trata, para que de fato a sociedade brasileira possa ser beneficiada.

João Alberto Viol é engenheiro e presidente do Sindicato da Arquitetura e da Engenharia, que representa as empresas de projeto de arquitetura e engenharia no Brasil.



Escrito por SALSFI às 23h41
[] [envie esta mensagem]


 
  

Os riscos com a expansão do BNDES


Ricardo Balthazar - 09/04/2010

A decisão do governo federal de reforçar os cofres do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para garantir que não faltará dinheiro para investimentos no país alimenta vários riscos. O que mais tem preocupado os analistas é o impacto imediato da decisão nas contas do Tesouro, que aumentou seu endividamento para financiar o banco. O mais difícil de medir é o risco criado pelas escolhas que o BNDES tem feito ao aplicar seus recursos.

 

 

O governo emprestou para o banco R$ 100 bilhões no ano passado e mais R$ 80 bilhões neste ano. As duas operações injetaram no caixa da instituição recursos suficientes para cobrir por um bom tempo seus desembolsos, que alcançaram R$ 136 bilhões no ano passado. A direção do BNDES e o governo estão discutindo a conveniência de fazer outra operação semelhante em breve para ampliar sua capacidade de financiamento.

Como o Tesouro paga juros altos para tomar recursos na praça e o BNDES cobra em seus empréstimos juros inferiores aos praticados pelo mercado, a decisão de fortalecer a instituição tem custos. Uma estimativa do economista Mansueto de Almeida, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), sugere que o custo fiscal anual dos dois empréstimos feitos até aqui poderá se aproximar de R$ 10 bilhões.

Os custos serão certamente muito maiores se os recursos do BNDES forem aplicados em projetos mal-sucedidos. Mas existem poucas informações disponíveis para que a sociedade possa avaliar os riscos que o banco corre. Uma relação com as operações aprovadas pela diretoria da instituição é divulgada na internet e atualizada de tempos em tempos, mas o banco oferece apenas os nomes das empresas, os valores dos empréstimos e descrições sumárias dos projetos financiados.

O último balanço publicado pelo BNDES sugere que não há perigo iminente. Como outras instituições financeiras, o banco é obrigado a classificar suas operações de acordo com os riscos que representam. No fim do ano passado, 80% dos empréstimos na carteira do BNDES foram classificados como AA ou A, ou seja, estavam rigorosamente em dia ou apresentavam baixíssimo risco de inadimplência. Uma comparação com outros dois bancos controlados pelo governo e os maiores bancos privados do país indica que a carteira do BNDES é a que tem menor grau de exposição a riscos no sistema financeiro nacional:

Isso não significa que o BNDES seja mais prudente do que outras instituições. Num caso recente que o banco prefere que seja visto como exceção, o frigorífico Independência quebrou meses depois de receber R$ 250 milhões da BNDESpar, o braço que administra participações do banco em outras empresas. No passado, operações que apresentaram problemas foram renegociadas e levaram o banco a se tornar sócio de companhias de futuro duvidoso para evitar prejuízos maiores. Grandes empresas que fizeram apostas descuidadas com derivativos e sofreram perdas com a crise internacional, como a Votorantim e a Aracruz, contaram com o apoio do BNDES na hora do aperto.

O banco revelou-se um instrumento valioso quando a crise internacional travou o crédito no mundo inteiro e botou os bancos privados na retranca. Pode-se discordar da estratégia adotada pelo governo ao usar o crédito subsidiado da instituição para reorganizar o capitalismo brasileiro em torno de um punhado de grandes grupos empresariais, mas é difícil negar o direito que o governo tem de fazer as escolhas que tem feito.

O que falta ao BNDES é transparência. A expansão da sua carteira de empréstimos alimentaria menos desconfianças se fosse acompanhada de informações que permitissem à sociedade avaliar suas decisões. Instituições como o Banco Mundial e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), com as quais os dirigentes do BNDES estimulam comparações frequentes, divulgam resumos sobre o que se discute nas reuniões de seus conselhos de administração e publicam análises minuciosas para justificar a aprovação dos projetos que financiam e analisar seus riscos. O país só teria a ganhar se o BNDES os imitasse.

Ricardo Balthazar é repórter em São Paulo. A titular da coluna, Claudia Safatle, não escreve hoje excepcionalmente

E-mail: ricardo.balthazar@valor.com.br



Escrito por SALSFI às 23h26
[] [envie esta mensagem]


 
  [ ver mensagens anteriores ]  
 
 
HISTÓRICO
 11/09/2016 a 17/09/2016
 06/09/2015 a 12/09/2015
 18/01/2015 a 24/01/2015
 09/11/2014 a 15/11/2014
 26/10/2014 a 01/11/2014
 15/06/2014 a 21/06/2014
 06/04/2014 a 12/04/2014
 02/02/2014 a 08/02/2014
 13/10/2013 a 19/10/2013
 12/05/2013 a 18/05/2013
 21/04/2013 a 27/04/2013
 10/03/2013 a 16/03/2013
 10/02/2013 a 16/02/2013
 25/11/2012 a 01/12/2012
 29/07/2012 a 04/08/2012
 22/07/2012 a 28/07/2012
 08/04/2012 a 14/04/2012
 29/01/2012 a 04/02/2012
 11/09/2011 a 17/09/2011
 04/09/2011 a 10/09/2011
 28/08/2011 a 03/09/2011
 24/07/2011 a 30/07/2011
 10/07/2011 a 16/07/2011
 03/07/2011 a 09/07/2011
 29/05/2011 a 04/06/2011
 08/05/2011 a 14/05/2011
 17/04/2011 a 23/04/2011
 03/04/2011 a 09/04/2011
 27/03/2011 a 02/04/2011
 13/03/2011 a 19/03/2011
 06/03/2011 a 12/03/2011
 20/02/2011 a 26/02/2011
 06/02/2011 a 12/02/2011
 19/12/2010 a 25/12/2010
 05/12/2010 a 11/12/2010
 31/10/2010 a 06/11/2010
 12/09/2010 a 18/09/2010
 22/08/2010 a 28/08/2010
 01/08/2010 a 07/08/2010
 04/07/2010 a 10/07/2010
 27/06/2010 a 03/07/2010
 09/05/2010 a 15/05/2010
 02/05/2010 a 08/05/2010
 18/04/2010 a 24/04/2010
 11/04/2010 a 17/04/2010
 04/04/2010 a 10/04/2010
 28/03/2010 a 03/04/2010
 21/03/2010 a 27/03/2010
 14/03/2010 a 20/03/2010
 31/01/2010 a 06/02/2010
 24/01/2010 a 30/01/2010
 22/11/2009 a 28/11/2009
 25/10/2009 a 31/10/2009
 11/10/2009 a 17/10/2009
 06/09/2009 a 12/09/2009
 30/08/2009 a 05/09/2009
 23/08/2009 a 29/08/2009
 16/08/2009 a 22/08/2009
 02/08/2009 a 08/08/2009
 26/07/2009 a 01/08/2009
 07/06/2009 a 13/06/2009
 24/05/2009 a 30/05/2009
 10/05/2009 a 16/05/2009
 03/05/2009 a 09/05/2009
 19/04/2009 a 25/04/2009
 22/03/2009 a 28/03/2009
 15/03/2009 a 21/03/2009
 08/03/2009 a 14/03/2009
 01/03/2009 a 07/03/2009
 22/02/2009 a 28/02/2009
 01/02/2009 a 07/02/2009
 18/01/2009 a 24/01/2009
 11/01/2009 a 17/01/2009
 28/12/2008 a 03/01/2009
 21/12/2008 a 27/12/2008
 14/12/2008 a 20/12/2008
 07/12/2008 a 13/12/2008
 16/11/2008 a 22/11/2008
 09/11/2008 a 15/11/2008
 02/11/2008 a 08/11/2008
 26/10/2008 a 01/11/2008
 19/10/2008 a 25/10/2008
 12/10/2008 a 18/10/2008
 05/10/2008 a 11/10/2008
 28/09/2008 a 04/10/2008
 21/09/2008 a 27/09/2008
 14/09/2008 a 20/09/2008
 07/09/2008 a 13/09/2008
 31/08/2008 a 06/09/2008
 24/08/2008 a 30/08/2008
 17/08/2008 a 23/08/2008
 10/08/2008 a 16/08/2008
 03/08/2008 a 09/08/2008
 20/07/2008 a 26/07/2008
 13/07/2008 a 19/07/2008
 06/07/2008 a 12/07/2008
 22/06/2008 a 28/06/2008
 15/06/2008 a 21/06/2008
 08/06/2008 a 14/06/2008
 01/06/2008 a 07/06/2008
 25/05/2008 a 31/05/2008
 20/04/2008 a 26/04/2008
 13/04/2008 a 19/04/2008
 06/04/2008 a 12/04/2008
 30/03/2008 a 05/04/2008
 23/03/2008 a 29/03/2008
 16/03/2008 a 22/03/2008
 09/03/2008 a 15/03/2008
 02/03/2008 a 08/03/2008
 24/02/2008 a 01/03/2008
 17/02/2008 a 23/02/2008
 03/02/2008 a 09/02/2008
 20/01/2008 a 26/01/2008
 13/01/2008 a 19/01/2008
 06/01/2008 a 12/01/2008
 30/12/2007 a 05/01/2008
 23/12/2007 a 29/12/2007
 09/12/2007 a 15/12/2007
 18/11/2007 a 24/11/2007
 11/11/2007 a 17/11/2007
 04/11/2007 a 10/11/2007
 28/10/2007 a 03/11/2007
 21/10/2007 a 27/10/2007
 14/10/2007 a 20/10/2007
 07/10/2007 a 13/10/2007
 19/08/2007 a 25/08/2007
 12/08/2007 a 18/08/2007
 08/07/2007 a 14/07/2007
 24/06/2007 a 30/06/2007
 10/06/2007 a 16/06/2007
 03/06/2007 a 09/06/2007
 13/05/2007 a 19/05/2007
 06/05/2007 a 12/05/2007
 01/04/2007 a 07/04/2007
 25/03/2007 a 31/03/2007
 25/02/2007 a 03/03/2007
 28/01/2007 a 03/02/2007
 31/12/2006 a 06/01/2007
 17/12/2006 a 23/12/2006
 10/12/2006 a 16/12/2006
 19/11/2006 a 25/11/2006
 12/11/2006 a 18/11/2006
 29/10/2006 a 04/11/2006
 22/10/2006 a 28/10/2006
 15/10/2006 a 21/10/2006
 08/10/2006 a 14/10/2006
 01/10/2006 a 07/10/2006
 24/09/2006 a 30/09/2006
 17/09/2006 a 23/09/2006
 10/09/2006 a 16/09/2006
 03/09/2006 a 09/09/2006
 27/08/2006 a 02/09/2006
 20/08/2006 a 26/08/2006
 13/08/2006 a 19/08/2006
 30/07/2006 a 05/08/2006
 16/07/2006 a 22/07/2006
 25/06/2006 a 01/07/2006
 18/06/2006 a 24/06/2006
 11/06/2006 a 17/06/2006
 04/06/2006 a 10/06/2006
 28/05/2006 a 03/06/2006
 14/05/2006 a 20/05/2006
 07/05/2006 a 13/05/2006
 23/04/2006 a 29/04/2006
 09/04/2006 a 15/04/2006
 02/04/2006 a 08/04/2006
 05/03/2006 a 11/03/2006
 19/02/2006 a 25/02/2006
 12/02/2006 a 18/02/2006
 29/01/2006 a 04/02/2006
 01/01/2006 a 07/01/2006
 25/12/2005 a 31/12/2005
 18/12/2005 a 24/12/2005
 11/12/2005 a 17/12/2005
 27/11/2005 a 03/12/2005
 20/11/2005 a 26/11/2005
 13/11/2005 a 19/11/2005
 06/11/2005 a 12/11/2005
 30/10/2005 a 05/11/2005
 23/10/2005 a 29/10/2005
 11/09/2005 a 17/09/2005
 04/09/2005 a 10/09/2005
 28/08/2005 a 03/09/2005
 21/08/2005 a 27/08/2005
 14/08/2005 a 20/08/2005
 07/08/2005 a 13/08/2005
 31/07/2005 a 06/08/2005
 24/07/2005 a 30/07/2005
 17/07/2005 a 23/07/2005
 10/07/2005 a 16/07/2005
 03/07/2005 a 09/07/2005
 26/06/2005 a 02/07/2005
 19/06/2005 a 25/06/2005
 29/05/2005 a 04/06/2005
 24/04/2005 a 30/04/2005
 20/03/2005 a 26/03/2005
 13/03/2005 a 19/03/2005
 06/03/2005 a 12/03/2005
 06/02/2005 a 12/02/2005
 23/01/2005 a 29/01/2005
 16/01/2005 a 22/01/2005
 19/12/2004 a 25/12/2004
 28/11/2004 a 04/12/2004
 21/11/2004 a 27/11/2004
 14/11/2004 a 20/11/2004
 07/11/2004 a 13/11/2004
 31/10/2004 a 06/11/2004
 17/10/2004 a 23/10/2004
 10/10/2004 a 16/10/2004



OUTROS SITES
 UOL - O melhor conteúdo
 BOL - E-mail grátis
 ARTIGOS ECONÔMICOS
 CRÔNICAS E ARTIGOS


VOTAÇÃO
 Dê uma nota para meu blog!