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Governança: Modelo que deve ser usado evita análise de minoritários sobre preço do petróleo.

Capitalização da Petrobras segue polêmica



Por Graziella Valenti e Ana Paula Ragazzi, de São Paulo - 03/09/2009

O mercado ainda não conhece os detalhes da capitalização da Petrobras, mesmo depois de três dias em que a estatal só fala sobre o modelo de exploração do pré-sal. Ontem, em teleconferência com analistas, Sérgio Gabrielli, presidente da companhia, elucidou dois dados importantes.

O primeiro é que a capitalização e a aquisição dos direitos de exploração dos até cinco bilhões de barris do pré-sal ocorrerão simultaneamente. Esse é o desejável e o objetivo, segundo ele. O segundo dado é que a fatia da União no aumento de capital - que será paga com títulos públicos - deve corresponder à avaliação dos direitos adquiridos. Ou seja, os cinco bilhões de barris serão iguais a 32,2% do aumento de capital - equivalente à fatia da União na estatal.

Com isso, a entrada dos títulos públicos que serão utilizados pela União para pagar sua parte no aumento de capital será quase "virtual". Os papéis entram na empresa como pagamento da União pelas novas ações do aumento de capital, e a empresa devolve os papéis ao governo em seguida para pagar os direitos de exploração.

Pela Lei das Sociedades por Ações, é possível comprar as ações de um aumento de capital com bens. Para isso, os demais acionistas, que terão que pagar em dinheiro a sua fatia, precisam aprovar a avaliação desse ativo - ou seja, o valor atribuído a ele. Não há nenhuma necessidade de mudança da legislação para isso.

"Não fere a lei", diz o jurista Modesto Carvalhosa, um dos consultores contratados pela Petrobras para a operação. A única modificação na Lei das S.A. envolvida nesse processo, de acordo com Modesto, é a permissão para que um acionista pague as ações do aumento de capital com um título de dívida próprio, como é o caso da União com o título público.

Porém, ao usar os títulos públicos como intermediários, a Petrobras evitou que os acionistas - e, neste caso, os minoritários - precisem avaliar o preço atribuído aos 5 bilhões de barris. Isso porque o ativo usado na capitalização não será o petróleo diretamente, e sim os papéis do governo. "Os acionistas não votam essa questão [barril], porque é um contrato comercial. Teriam que votar o assunto se fosse a troca dos direitos pelas ações", admitiu Gabrielli na teleconferência.

A Associação de Investidores no Mercado de Capitais (Amec) defende que qualquer que seja o bem precisará passar pelo crivo dos minoritários - inclusive o título público. Edison Garcia, superintendente da associação, explica que não há polêmica nisso. "Está no artigo 115 da Lei. É ponto pacífico."

Entretanto, a grande questão dessa operação está na avaliação dos direitos de exploração. Ao transformar isso num contrato comercial, uma aquisição de direitos, a Petrobras ganha a liberdade de aprovar o negócio apenas com a decisão do conselho de administração. Isso porque o bem usado na operação - e passível de análise - serão títulos públicos, e não os barris de petróleo.

Mauro Cunha, presidente do conselho de administração do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), defende que a Petrobras submeta o contrato com a União aos demais acionistas, sem o voto do controlador. "Estamos falando, provavelmente, do maior contrato com parte relacionada da história."

Ele lembra que os acordos dentro de um mesmo grupo ou envolvendo uma empresa e seu sócio - como é caso - representam um conflito em potencial. Nesse caso, dada a proporção do negócio, apenas um laudo e uma certificação não resolvem. Seria muito saudável para o mercado que a Petrobras desse um exemplo de boas práticas e fosse além do que pede a lei. "Não é qualquer empresa, é a maior do mercado brasileiro."

Tudo na operação do pré-sal e na Petrobras é em proporções gigantes. Ainda não sabe o valor do aumento de capital. Mais uma vez, Gabrielli disse que não é possível fornecer nenhuma indicação sobre isso neste momento.

A falta de clareza sobre essa etapa societária é o que mais tem incomodado o mercado. Houve até mesmo informações truncadas.

Na apresentação utilizada pelo governo na segunda-feira, a página 35 informa que o dinheiro aportado pelos minoritários no aumento de capital ficaria com a União. Nesse caso, seria o equivalente a dizer que a capitalização teria valor igual ou próximo ao dos direitos de exploração.

Contudo, há dois dias, a companhia sustenta publicamente que o valor dos barris deve ser igual ou próximo apenas à fatia da União na Petrobras, para que os recursos dos minoritários fiquem no caixa da empresa. Um gráfico informando isso consta, inclusive, do material utilizado na coletiva de imprensa de terça-feira.

De qualquer maneira, o valor da capitalização será de dezenas de bilhões - com potencial de alcançar a casa da centena. É desse volume que vem a crença de que ao fim do processo a União ampliará sua participação na Petrobras. O mercado não teria liquidez suficiente para absorver a transação.

O preço de emissão das novas ações será determinante na decisão dos minoritários de acompanhar a operação. A Lei das S.A. prevê que esse valor seja fixado sem causar diluição injustificada. Isso quer dizer nem tão alto que não guarde relação com a realidade e nem muito baixo. Vale lembrar que quanto menor o preço maior a quantidade de ações emitidas.

Os valores estimados para a capitalização variam significativamente, de US$ 31 bilhões a mais de US$ 120 bilhões, ou seja, quase dobrar a capitalização da estatal.



Escrito por SALSFI às 01h21
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   A união entre a VCP e a Aracruz

Fibria estuda redução de grau de alavancagem

André Vieira 02/09/09

A Fibria, resultado da união da Votorantim Celulose e Papel (VCP) e Aracruz, estuda um leque de alternativas para

acelerar a redução do grau de alavancagem financeira. Desta forma, a maior produtora mundial de celulose de mercado espera estar livre o mais breve possível das amarras financeiras para tomar a decisão de voltar a investir em projetos de novas fábricas.

A empresa, controlada pelo grupo Votorantim, foi apresentada ontem oficialmente a investidores, analistas e imprensa. A Fibria nasce com dívida líquida de R$ 13,4 bilhões; geração de caixa, medida pelo Ebitda, de R$ 1,842 bilhão; e receita líquida de R$ 5,89 bilhões. A fabricante terá capacidade de produzir 5,8 milhões de toneladas de celulose por ano, podendo acrescentar 6,7 milhões de toneladas nos próximos anos com projetos de cinco novas fábricas que estão na "fila de espera", como classificou o presidente da empresa, Carlos Aguiar, aguardando uma melhora na situação da empresa e do mercado.

Sem dar pistas sobre os caminhos para diminuir sua dívida, o diretor de tesouraria e de relações com investidores da Fibria, Marcos Grodetsky, afirmou que a empresa já poderia ter aproveitado a oportunidade do mercado de capitais que está aberto para alongar o perfil da dívida, cujo prazo médio de vencimento é hoje de 44 meses. "Esticar o prazo não reduz a alavancagem, mas permite levar a empresa onde ela quer."

O executivo esclareceu, no entanto, que a empresa aguarda um melhor momento para fazer uma operação mais estruturada na medida em que espera que a recuperação econômica continue, descartando a piora da conjuntura internacional. Segundo ele, a empresa terá uma "enorme" capacidade de gerar caixa.

Citando projeções de analistas, conforme esclareceu posteriormente, Grodetsky disse que a relação entre dívida líquida e geração de caixa, medida pelo Ebitda, deve ficar em 7,7 vezes neste ano, reduzindo-se para 5,2 vezes ao fim de 2010. "Os modelos mostram que a alavancagem cai no próximo ano."

Ainda sem prazo, a intenção dos executivos é que a companhia atinja o grau de investimento, nota que as duas empresas originárias tinham antes do estouro da crise. Segundo Grodetsky, o critério das agências de classificação de risco para conceder o rating esperado é quando a relação entre dívida e Ebitda fica próxima a três vezes.

O presidente da Fibria disse que não vê sinais no mercado mundial de celulose para a entrada em operação de um novo projeto para o aumento de capacidade nos próximos dois a três anos. Provavelmente, o plano de ampliação da fábrica de Guaíba (RS), orçado em R$ 5,2 bilhões, que estava em curso e acabou suspenso em razão da crise, será o primeiro dos cinco projetos programados pela empresa a sair do papel.

Na apresentação do time de executivos, a Fibria fez uma mescla dos profissionais da VCP e Aracruz. Para a presidência do conselho, indicou José Luciano Penido, ex-presidente da VCP. Além de Aguiar e Grodestky, os demais executivos são Francisco Valério (operações industriais e de engenharia), Walter Lídio (operações florestais tecnologia), Marcelo Castelli (negócio papel, estratégia e suprimentos), Evandro Coura (controle e gestão de riscos), João Felipe Carsalade (comercial e logística internacional) e Miguel Pinto Caldas (RH e organizacional).



Escrito por SALSFI às 06h17
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Cenário externo: Recentes quedas nas bolsas asiáticas sugerem que uma retração está a caminho e podem espalhar seus efeitos para outros países.

Correção no mercado chinês ameaça outros emergentes


    Por Alex Frangos, do The Wall Street Journal
    02/09/2009

Uma correção no mercado acionário chinês pode influenciar outros mercados emergentes, que já fazem uma pausa na escalada deste ano.

Recentes declínios nas bolsas de valores asiáticas, as quais levantaram os mercados mundiais nos últimos seis meses, sugerem que uma retração está a caminho, depois de uma recuperação recorde a partir dos baixos níveis a que chegaram durante a crise econômica do ano passado. O fluxo de caixa para fundos de investimento voltados a mercados emergentes começou a enfraquecer.

 
 
A+

O sinal mais destacado da tendência está na China, onde o mercado, de modo geral, é fechado a investidores internacionais, mas cujos movimentos bruscos mesmo assim podem influenciar o sentimento dos investidores em outros países. Depois de mais de dobrar desde novembro, o Índice Composto da Bolsa de e Xangai perdeu 23% do valor desde o início do mês de agosto.

Ontem, o índice teve pequena alta, de 0,6%, para 2.683,72 pontos, depois de cair 6,7% na segunda-feira, por causa de temores sobre dificuldades do mercado de crédito e excesso de novas emissões de ações de empresas.

No cômputo geral, o índice Morgan Stanley Capital International (MSCI) de Mercados Emergentes caiu 0,5% em agosto devido sobretudo a uma perda de 3% na Ásia. O Leste Europeu subiu 3,6% e a América Latina, 1,9%. Os mercados de países desenvolvidos da Europa e dos Estados Unidos continuaram a se recuperar.

Os temores de que uma recuperação da economia chinesa alimentada pelo crédito talvez não dure muito estão vazando para outros mercados emergentes. Um enorme aumento no crédito bancário fez subir o mercado relativamente fechado de ações domésticas da China.

Mas isso também ajudou a China a comprar grandes quantidades de commodities como petróleo e minério de ferro, elevando o preço das matérias-primas. A alta das commodities ajudou a levantar mercados emergentes como Brasil e Rússia, grandes fornecedores de recursos naturais.

Quando os mercados mundiais começaram a se recuperar, no primeiro semestre, administradores de fundos em geral despejaram toneladas de dinheiro em ações de mercados emergentes, na esperança de aproveitar as grandes altas e baixas que ocorrem em economias emergentes e não são tão comuns em países desenvolvidos.

Em consequência, os índices que acompanham países em desenvolvimento registraram aumentos que estão entre os maiores e mais rápidos em vários anos. Na Indonésia as bolsas subiram 89% este ano até ontem, segundo o MSCI. A Rússia subiu 58% e o Brasil deu um salto de 71%, ambos dados computados até segunda-feira.

Mas, no mês passado, o fluxo de fundos estrangeiros para esses mercados caiu de cerca de US$ 3,6 bilhões por mês de abril a julho aplicados em fundos mútuos asiáticos para US$ 203 milhões em agosto, segundo a firma de pesquisa de mercado EPFR Global. No curto prazo, uma queda na Bolsa de Xangai pode assustar os investidores que consideram a China uma âncora da economia mundial.

"É possível que, pelas próximas semanas, vejamos em toda a região efeitos da queda na China", disse Michael Spencer, economista-chefe do alemão Deutsche Bank para os mercados da Ásia e a Oceania. Mas ele calcula que esse movimento será temporário.

Até mesmo uma recuperação lenta nos Estados Unidos e Europa poderá ter um efeito muito maior na economia mundial do que uma recuperação na China, e aumentará os lucros empresariais a curto prazo, disse Spencer.

Apesar do recuo no mercado acionário chinês, duas pesquisas feitas com gerentes de compras locais divulgadas ontem mostram novos sinais do crescimento da China.

Um índice da Federação Chinesa de Logística e Compras subiu para 54 pontos em agosto, seu nível mais alto em 16 meses, ante 53,3 em julho - seu sexto mês consecutivo acima de 50, o patamar que indica expansão econômica. Em separado, o índice HSBC China Manufacturing PMI, que mede a atividade industrial do país, antes conhecido como CLSA China PMI, subiu para 55,1 em agosto, ante os 52,8 pontos em julho.

Para os que acreditam que a recuperação econômica da Ásia é real, e não uma miragem alimentada pelo crédito, as pequenas quedas sinalizam que é hora de comprar. "Ainda estamos na fase positiva do ciclo de investimentos", disse Khiem Do, administrador de fundos da Baring Asset Management em Hong Kong. Ele cita um fluxo constante de ajustes para cima nas previsões de crescimento econômico e nos lucros empresariais, assim como a escassez de sinais de inflação. "Os mercados ainda são uma oportunidade de compra na fraqueza", disse o executivo da Baring Asset.

O recuo do mercado acionário doméstico da China foi drástico, mas essas bolsas não têm muita relação com a economia. Esses mercados tendem a ser impulsionados por investidores especulativos de curto prazo, e muitas vezes fazem movimentos bruscos de alta e baixa.

Há uma falta de investidores institucionais com horizontes de longo prazo, que reduzem a volatilidade nos mercados mais abertos. O índice Hang Seng, de Hong Kong, por exemplo, caiu 4,1% em agosto, ante 22% na China.

"A correção nas cotações das ações faz sentido porque os valores estavam altos demais. O mercado subiu demais em um curto período de tempo", diz Guang Yang, administrador de fundos da americana Franklin Templeton Investments.

Yang acredita que os mercados podem cair mais ainda, mas não chegarão perto dos níveis mais baixos em que se viram no ápice da crise econômica. "Tal como qualquer mercado emergente, os preços tendem a ser exagerados em ambos os lados."



Escrito por SALSFI às 01h10
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   ARACRUZ MAIS VCP IGUAL A FIBRIA

 


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Escrito por SALSFI às 01h05
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   CARTAS ÀS EDITORAS DE VALOR ECONÔMICO

Caras Editoras,
 
Não, não morri.
Nem desisti.
 
A mediocridade campeia solta.
Temos a pior safra de políticos.
Até o supremo foi aparelhado.
 
Como a querida e maravilhosa Carmen Lúcia consegue conviver com tanta poder medíocre com Mendes, Eros. figuras exóticas e vinculadas.
 
Só o grande engenheiro Itamar, Razinza porém lúcido poderia descobrir uma pessoa tão inteligente e ponderada.
 
Está faltando engenheiro para organizar esta bagunça.
 
Vocês acham que passamos a crise?
 
Igualmente de maneira medíocre.
 
O Brasil tem muito mais potencial que China e Índia e no entanto a mediocridade, a falta de sabedoria e o gosto pela vantagens desonestas e a sede de poder inaudito nos torpedeiam.
 
Vou voltar a lhes mandar artigos.
 
Se pensarem que assino e não temo fariam um favor a seus filhos.
 
O país atingiu mais uma semans de barbáries.
 
Entronizamos crápulas numa casta de privilégios.
 
O mau exemplo está num gigantesca e inadiministrável avalanche.
 
No dia 26 de maio escrevi para a Gazeta Mercantil um artigo  a Petrobras que o grande Klaus Kebler teve a ousadia e grandeza de publicar. No dia 29 de maio a Gazeta Mercantil, precursora deste grande Valor foi fechada. Abriram um site " Fatos e Dados" para bloquear as vergonhas do aparelhamento e negócios mal feitos. Agem ao sabor dos lobbies.
Se a Odebrecht é incomparável nesta expertise ainda conseguem acertar a Suzano e destroem a Unipar um dos mais tradicionais e sérios grupos do país e introdutor da petroquímica onde os baianos por força do Lobby e  argúcia conseguiram entrar e dominar.
 
Enquanto a inteligência ou a intuição como os puxas-sacos inclusive alguns jornalistas conseguem enxergar no parlapatão que  fazer petroquímicas e refinarias com Chávez e emprestar dinheiro para cocaleros.
 
Que país é este em que o Senado e a Câmara não produzem há meses e ficam tricotando e fofocando sem uma palavra ou um editorial duro, enérgico responsável, tocando o dedo na ferida.
 
Por favor Maria,Inês, Claudia, Vera, toquem o dedo na ferida ou abram um espaço.
 
Aos 65 anos,  engenheiro industrial, especialista em direito societário, aposentado salário mínimo mas ainda lúcido e prestando serviços como consultor em projetos industriais de mineração, papel e delulose , siderurgia, e atuando como parecerista em litígios de  engenharia de montagem e especialista em PMO - Project Management Office e estudos de maturidade de projeto, me julgo abençoado por estar lúcido e saber discernir embora com contundência as coisas.
 
A pior coisa na vida de uma pessoa é o mau exemplo. A coleção de pessoas formam uma família, um país.
 
Estão semeando e fermentando o caos ao aceitarmos e ficarmos contemplativos, complacentes com o status quo.
 
Quem se lembra do Rio de Janeiro  há quarenta anos atrás.
O que a mediocridade e a falta de ação e de pulso firme fizeram com que a Cidade Maravilhosa se tornasse um potencial de riscos e desvirtuação da cidadania.
 
Governantes despreparados devem ser  varridos do mapa.
 
Desculpe-me Maria Inês. Sou um fã do seu trabalho.
Tens o dom da pena, da escrita fácil, penetrante.
 
Mas é preciso mais.
 
Se razões obstaculizam as palavras mais duras, abram o leque.
 
Deixem cidadãos que nada tendo mais a perder exponham as feridas.
 
É para o bem das próximas gerações.
 
Juízes da Suprema Corte vendendo suas consciências é o que de mais grave pode acontecer a um país que se pretende nação e duradoura.
 
O país lamento dizer, e a Praça dos Três Poderes está precisando de um imenso banho de creolina. Creosatada e anti a postura escapista de uma mestra do disfarce e da arrogância. O passado, se não condena, oferece uma amostragem circunstanciada da formação do indívíduo. A plastificação é uma doença extremamente perigosa e quando acoplada à prepotência e à mentira é sinal definitivo do imenso equívoco que não se pode permitir que aconteça.
 
Em convalescença peço desculpas pelo desabafo mas houve mais uma semana perdida no país em matéria de moralidade da res publica. Lamentável.
 
Se puderem publiquem o texto abaixo e outros que enviarei.
 
Se não quiserem ou não puderem gentileza encaminhar ás partes citadas.
 
Salvador Sícoli Filho
 
 
 
 
PS.: Este artigo contém também um desagravo ao brilhante presidente da Vale acossado pelo parlapatório inconsequente do senhor ocupante da presidência do país e que fazendo .turismo esquece de administrar como devia um país com o potencial do Brasil


Escrito por SALSFI às 00h55
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O IMPROVÁVEL  É O QUE ACONTECE

 

Salvador Sícoli Filho -30/08/09

 

No Brasil em verdade, os improváveis contestam a teoria de Nassim Taleb. Os cisnes negros taciturnos, camaleônicos, têm estranha maioria, habitam o congresso, comem churrasco com o presidente e seduzem uma mídia desatenta, com raros analistas com acuidade e isenção,  no intenso paradoxo entre o carisma de proveta e o cataclismo inverso e boquirroto do repertório de profeta da mistificação.

A crise mundial é longa e entrecortada  de lampejos de ilusão. 

Ventos  bravos fustigam agora de novo o leste europeu. No Japão e Europa, malgrado a postura diferente de Merkel que reergue a Alemanha - ah as mulheres de verdade como são fortes e não se plastificam -  as perspectivas não alavancam quimeras.

Talvez 2011.

Há contas há pagar. Bancos que teimam em voltar às práticas não punidas. Não existe milagre.

Os investidores estão escaldados.

Um país como os USA que emite trilhões para salvar bancos e financiar a fundo perdido empresas falidas, não pode ter longa duração como detentor  de padrão monetário.

O Brasil precisa deixar de forjar candidatos sem lastro por  escrutínio individual  de bafejados pelo acaso.

Precisa perder as amarras que faz prender seus principais dirigentes ao lobby dos banqueiros.

Precisa saber que as reservas que vem juntando ás custas do setor produtivo e beneficiando os bancos estão sendo alavancadas por estes para potencializar a extorsão das empresas pelos contratos de gaveta dos derivativos.

Reservas formadas de moeda e títulos em processo de perda de valor e que deveriam ser usados imediatamente para financiar nossos grandes conglomerados internacionais na compra de ativos em liquidação de boas empresas pelo mundo e não o inverso.

Assim ao invés de vermos doravante incursões estrangeiras sobre a Vale e a Petrobrás, via bolsa e ofertas hostis, estaríamos vendo estas a buscar em boas condições de preço empresas estrangeiras para reforçar sua presença no mundo.

Ao invés de abrir espaço para o chinês no mundo vasto das empresas nacionais, o nosso loquaz repertório de ventríloquo brasileiro, deveria usar as reservas para preservar a independência  e o mercado de nossas grandes corporações.

Ao invés de enterrar dinheiro recém saído da Casa da Moeda como a estratégia americana  de aplicar em empresas e bancos falidos, deveria pegar seus dólares  das reservas antes que virem pó e aplicar na compra de empresas no mundo, no aumento de participação e funding de empresas sadias.

Maus negócios como o que milagrosamente não fez a Vale há dezoito meses quando quase comprou a Xstrata por US$86 bilhões o que a inviabilizaria, hoje custariam 80% menos mas continuariam não sendo um bom negócio. Mas uma Alcoa que também vale cerca de 70% menos, além de estratégia defensiva, neutralizando os chineses da Chinalco, certamente agregaria um extraordinário valor a nossa maior mineradora com menos dispersão de produtos e de países de produção.(vide relatório de Salsifi Consulting)

O presidente da República deveria referenciar o Sr. Roger Agnelli pelo seu descortínio e visão e não incluí-lo em seu parlapatório de desconexões que induzem a montar uma petroquímica com Chávez enquanto um grupo tradicional como a Unipar se afunda na crise do setor. Limites a seus acordos com coronéis do atraso por dívidas passadas geradas pela forma pouco ortodoxa de fazer negócios de seu partido.

O nosso presidente tão loquaz, precisa parar de fazer discurso fora do carro de som – sua especialidade –  e se divorciar , afastar de sua proximidade seus orientadores de negócios. Sua política externa é paupérrima e contempla beócios aparelhados e treinados em negociações de sindicatos. Precisa aprender antes tarde do que nunca a pensar negócios para o país e o futuro de seus cidadãos. Não para si próprio e seus amestradores de zoológico.

Extorquir a patuleia com discursos fora de moda diante da crise monumental e querer tornar uma guerrilheira em ventríloqua à sua imagem e semelhança, é mais um embuste em seu currículo pobre.

É uma abusada insistência em menosprezar a inteligência do cidadão que pensa.

Se o congresso não fosse uma casa de tolerância máxima, após o mensalão e a decapitação de todos os envolvidos, sequer precisaríamos da CPI da Petrobrás.

Há uma montanha de resíduos tóxicos nas entranhas da administração petista da nossa maior empresa. Pena que uma oposição covarde e comprometida não se interesse realmente pela obtenção e depuramento dos desvios.

No Brasil, com a classe política que impera e infesta com sua mediocridade os sombrios corredores de Brasília, e muitos empresários complacentes com o baixo nível da administração pública que explora a todos com uma carga tributária impudente, torna-se extremamente difícil  acreditar e transformar esta crise numa promissora e grande oportunidade.

Ao nível da grandeza do país, suas potencialidades muito maiores do China e Índia que continuam nos fazendo inveja com crescimentos do PIB muito maiores.

Vamos parar de nos contentar com o pouco que os medíocres da pior safra de políticos nunca dantes vista neste país buscam nos impin



Escrito por SALSFI às 00h47
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Siderurgia: Maior projeto do grupo alemão ThyssenKrupp no mundo vai custar 5 bilhões de euros

CSA vence sucessivos problemas e deve entrar em operação em 2010



Vera Saavedra Durão, do Rio - 31/08/2009

O enorme complexo siderúrgico em construção pelo grupo alemão ThyssenKrupp, no distrito industrial de Santa Cruz, no Rio - cuja área de 9 milhões de m2 equivale duas vezes os bairros de Ipanema e Leblon juntos -, está em plena atividade. Planejado para produzir 5 milhões de toneladas de placas de aço por ano, o empreendimento tem nova data para começar a operar. A primeira placa de aço deve sair da usina em meados de 2010 com atraso de mais de seis meses em relação ao último cronograma fixado pela empresa.

Desde o lançamento da pedra fundamental da Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSAThyssenKrupp), nome oficial da nova empresa, o projeto enfrentou diversas dificuldades que adiaram por três vezes a arrancada do negócio. Entre elas, dificuldades nas obras de fundação, já que o terreno é alagadiço, questões ambientais e atrasos na montagem dos altos-fornos. Também houve problemas na estrutura da coqueria e discussões com os empreiteiros encarregados de instalar a termelétrica que vai gerar energia elétrica para a usina. Todos esses obstáculos se somaram à crise econômica que derrubou a demanda mundial de aço, o que contribuiu para a revisão dos prazos da usina.

Para enfrentar o desafio de conduzir a fase final do projeto da CSA, a ThyssenKrupp, controladora do projeto em parceria com a Vale, indicou o executivo alemão Axel Wippermann. O executivo assumiu o posto de gerente-geral do empreendimento há duas semanas. Engenheiro de quase 70 anos, Wippermann fala bem português, mora no Rio e tem larga experiência no setor industrial ligado à fabricação de aço. Entre 1988 a 1991, presidiu a fabricante de tubos Mannesmann (atual V&M Tubes), em Minas Gerais.

Em 1991, depois de deixar a siderúrgica de tubos, foi comandar a Demag, uma fabricante de equipamentos, na Alemanha. Algum tempo depois trabalhou na também alemã Ferrostaal, companhia provedora de serviços industriais que foi adquirida pelo grupo MAN. A missão de Wippermann é colocar a siderúrgica para rodar dentro do novo prazo fixado pelos alemães. Ele dispõe de quase um ano para dar conta do serviço.

Desde o lançamento do projeto, em 2006, a CSA viu o seu orçamento quase dobrar. Dos € 3 bilhões estimados para o negócio em setembro de 2006, o valor saltou atualmente para € 4,5 bilhões. A cifra chega a € 5 bilhões se somados os € 500 milhões com despesas operacionais para a entrada em operação do projeto. Recentemente, combalida pelos efeitos da crise econômica mundial que afetou a demanda de aço, principalmente na Europa, a ThyssenKrupp - posicionada entre os 20 maiores fabricantes de aço do mundo - recorreu à Vale, sua parceira no empreendimento, para poder concluí-lo.

As conversas entre os sócios levaram à assinatura de um memorando de entendimento em julho no qual a Vale se dispôs a ampliar de 10% para 26,85% sua participação na CSA através de uma injeção de capital no negócio de € 965 milhões. Em setembro, a questão será submetida a aprovação dos conselhos duas empresas. Além do impacto da crise financeira seguida de recessão, o projeto da CSA foi afetado pela perda de seu presidente , Erich W. Heine, 42, engenheiro mecânico sul africano, que substituiu Aristides Corbellini em maio de 2008. Quando completava um ano à frente da CSA, Heine morreu no desastre aéreo da Air France.

Atualmente está em curso um processo de reestruturação da gestão da CSA conduzido pela ThyssenKrupp AG, holding do grupo, na Alemanha, para substituir Heine. A indicação de Axel Wippermann como gerente-geral do projeto faz parte das mudanças. Niclas Müller, membro da diretoria executiva da ThyssenKruppServices, foi indicado para suceder interinamente a Heine na presidência do conselho de administração da CSA. Müller ainda não tomou posse no cargo porque aguarda a liberação do visto de trabalho pelo governo brasileiro.

Ao ficar pronta, a CSA terá sua produção destinada a duas unidades de laminação: uma em Disbürg, na Alemanha, e outra em Mobile, Alabama, nos Estados Unidos. Essas instalações vão transformar placas em material acabado de alta qualidade para o mercado de aço destinado principalmente à indústria automobilística. A unidade de laminação da usina americana entrará em operação também em meados do primeiro semestre de 2010, coincidindo com a entrada em atividade da CSA.

Após faturar € 53 bilhões no ano fiscal 2007/2008, a ThyssenKrupp acaba de divulgar o resultado do balanço do terceiro trimestre do ano fiscal 2008/2009 (o ano fiscal do grupo alemão vai de outubro de um ano a setembro do outro). Nos últimos nove meses - entre outubro de 2008 a junho de 2009 -, a receita do grupo alemão somou € 30,7 bilhões, caindo 23% ante os € 39,7 bilhões obtidos em igual período do ano fiscal 2007/2008. A crise derrubou as vendas e os preços dos produtos e serviços da ThyssenKrupp em suas unidades de aço, tecnologia, serviços e elevadores. (Colaborou Ivo Ribeiro, de São Paulo)

 



Escrito por SALSFI às 00h36
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