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Gerdau enfrenta redução na demanda com agilidade

Para adaptar-se rapidamente à nova realidade do mercado, a empresa aumenta o caixa e melhora a liquidez, reduzindo custos e capital de giro. Apesar da significativa redução da demanda mundial por aço, a Gerdau registra sinais de melhora dos mercados em que atua, com vendas físicas, no mês de março, 20,7% superiores aos volumes comercializados em dezembro de 2008





O desempenho da Gerdau, ao longo do primeiro trimestre de 2009, foi fortemente impactado pela redução da demanda mundial por aço. Na comparação com o quarto trimestre de 2008, as vendas físicas consolidadas, de 3,1 milhões de toneladas, apresentaram 12,7% de redução, e a produção de aço foi de 2,5 milhões de toneladas, 22,2% menor. Entretanto, em março, a empresa verificou sinais de melhora dos mercados, ampliando em 20,7% suas vendas físicas em comparação com dezembro de 2008. Como resultado desse cenário, a Gerdau encerrou o trimestre com faturamento de R$ 7,7 bilhões e lucro líquido de R$ 35 milhões.

“Conseguimos nos adequar rapidamente à nova realidade do mercado, pela flexibilidade de nossas operações e pelo esforço e qualidade de gestão das nossas equipes, em todos os países em que atuamos. Aumentamos o caixa, que somou R$ 5,8 bilhões no final de março, e melhoramos a liquidez, reduzindo capital de giro. Além disso, o custo total de produção foi reduzido em R$ 1,8 bilhão, o que representa 28% a menos em comparação com trimestre anterior. Esse esforço gerencial deverá influenciar positivamente os custos nos próximos trimestres, que não estarão mais impactados pelos elevados estoques produzidos para atender os crescentes níveis de consumo verificados até outubro de 2008”, afirma o diretor-presidente (CEO) da Gerdau, André B. Gerdau Johannpeter.

No Canadá e Estados Unidos (exceto unidades produtoras de aços especiais), a Gerdau Ameristeel apresentou 11,4% de crescimento no volume de produção de aço frente ao quarto trimestre de 2008 e atingiu 1 milhão de toneladas no trimestre. As vendas físicas, no mesmo período, foram de 1,1 milhão de toneladas, apresentando redução de 11,5%. Apesar da redução da demanda verificada no primeiro trimestre, as vendas no mês de março apresentaram crescimento de 10,1% em relação a dezembro de 2008.

Na América Latina (exceto Brasil), a produção de aço das unidades Gerdau atingiu 316 mil toneladas nos três primeiros meses do ano, 41,1% a mais sobre o quarto trimestre de 2008. As vendas físicas, de 487 mil toneladas, também apresentaram expansão, de 9,7%.

No Brasil (exceto as unidades produtoras de aços especiais), houve redução de 41,3% na produção de aço, que resultou em um volume de 879 mil toneladas ao longo do primeiro trimestre. Essa diminuição se deveu principalmente à antecipação da parada para manutenção do alto-forno 1 da Gerdau Açominas (MG). No período, as vendas para o mercado interno tiveram 26,8% de queda e somaram 721 mil toneladas. No entanto, no mês de março, as vendas físicas para o mercado interno brasileiro evoluíram 12,2% em comparação com dezembro de 2008.

Para compensar parcialmente a retração do mercado interno ao longo do primeiro trimestre, a Gerdau ampliou as exportações a partir do país, apesar da baixa rentabilidade obtida nas vendas para o exterior. Alcançou 374,7 mil toneladas embarcadas, um acréscimo de 38,4% em volume. As receitas de exportação chegaram a R$ 397,4 milhões.

No segmento de aços especiais (unidades no Brasil, Estados Unidos e Espanha), a produção foi de 300 mil toneladas de aço, apresentando um decréscimo de 50,5%. No mesmo período, as vendas físicas foram 32% menores, de 398 mil toneladas. Porém, no mês de março, as vendas físicas demonstraram 9,6% de expansão perante dezembro de 2008.


Investimentos foram de US$ 242 milhões no período

De janeiro a março, os investimentos em ativo imobilizado somaram US$ 242 milhões, destinados à continuidade de projetos já iniciados em 2008. Deste total, 57,9% foram aplicados no Brasil (excetuando unidades produtoras de aços especiais) e os demais 42,1% nas demais operações.

Antecipação de dividendos

As empresas Metalúrgica Gerdau S.A. e Gerdau S.A. possuem políticas de distribuição de dividendos claras e alinhadas ao mercado, pagando, no mínimo, 30% do lucro líquido ajustado em cada ano, enquanto a lei vigente no Brasil exige um mínimo de 25%. Em razão do cenário econômico atual e do objetivo de preservar o caixa, não haverá antecipação de dividendos referentes ao 1º trimestre de 2009, posição que será reanalisada nos próximos trimestres, sempre respeitando o dividendo mínimo obrigatório previsto no estatuto das companhias.

Sobre a Gerdau

A Gerdau é líder na produção de aços longos nas Américas e uma das maiores fornecedoras de aços longos especiais no mundo. Possui presença industrial em 14 países, com operações nas Américas, na Europa e na Ásia, as quais somam uma capacidade instalada de mais de 20 milhões de toneladas de aço. É a maior recicladora da América Latina e, no mundo, transforma, por ano, cerca de 16 milhões de toneladas de sucata em aço. Com mais de 140 mil acionistas, as empresas de capital aberto da Gerdau estão listadas nas bolsas de valores de São Paulo (Bovespa: GGBR4, GGBR3, GOAU4, GOAU3 e AVIL3), Nova Iorque (Nyse: GNA, GGB), Toronto (GNA.TO), Madri (Latibex: XGGB) e Lima (BVL: SIDERC1).


Assessoria de Imprensa – (51) 3323-2170
imprensa@gerdau.com.br
www.gerdau.com


Quinta-feira, 7 de maio de 2009



Escrito por SALSFI às 13h24
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Comercializem os DES


Apesar dos atuais problemas, os papéis em dólar continuam a forma dominante de reservas.

Barry Eichengreen - 07/05/2009

 

O FMI precisaria ter poderes, semelhantes aos do Fed, para decidir sobre a emissão de DES

Zhou Xiaochuan, presidente do Banco do Povo da China, o banco central do país, provocou estardalhaço antes da reunião de cúpula do Grupo dos 20 (G-20) ao argumentar que os Direitos Especiais de Saque (DES) do Fundo Monetário Internacional (FMI) deveriam substituir o dólar como moeda de reserva mundial. Suas reflexões despertaram reações opostas por todos os lados.

Os que simpatizaram com a ideia apontaram para as contradições de um sistema em que uma divisa nacional é usada internacionalmente. Os bancos centrais, compreensivelmente, buscam mais reservas à medida que suas economias crescem. Porém, se essas reservas assumem principalmente a forma de dólares, então, esta crescente demanda permite aos Estados Unidos financiar seu déficit externo a um custo artificialmente baixo. Por sua vez, isto permite o surgimento de desequilíbrios insustentáveis, levando a uma crise inevitável. Os eventos recentes ressaltaram este problema - e Zhou Xiaochuan, portanto, esteve certo ao pedir um sistema diferente.

Os céticos, no entanto, questionam se o DES poderia alguma vez substituir o dólar como principal moeda mundial de reserva pela simples razão de que o DES não é uma moeda. É uma unidade composta contábil por meio da qual o FMI emite créditos para seus membros.

Os créditos podem ser convertidos em dólar ou outras moedas no fundo e podem ser usados em transações oficiais entre membros do FMI. Não podem ser usados, contudo, em outras transações em que governos ou bancos centrais se envolvam. Não podem ser usados para intervenções nos mercados de câmbio ou em outras transações com agentes do mercado. Isto significa que o DES não é uma unidade atrativa para reservas soberanas.

Não seria fácil mudar isso. Apesar das vicissitudes enfrentadas pela economia dos EUA, os papéis em dólar continuam a forma dominante de reservas graças à profundidade e alcance dos mercados dos EUA, sem paralelo no mundo. Como resultado, nem mesmo o euro desafiou seriamente o dólar como moeda de reserva dominante. Fazê-lo será ainda mais difícil para o DES.

Difícil, entretanto, não quer dizer impossível. Caso o governo chinês pense seriamente em elevar o DES ao status de moeda de reserva, deverá dar passos para criar um mercado líquido de demanda de DES. Poderia emitir seus próprios bônus denominados em DES. Ainda melhor, poderia encorajar outros países a fazer o mesmo. Teria de pagar um preço, já que os investidores desses bônus de início exigiriam condições melhores em troca de embarcar na inovação. Pagar esse preço seria um investimento em um sistema internacional mais estável.

Claro, houve uma tentativa anterior de criar um mercado comercial denominado em DES. Nos anos 70, houve algumas emissões de volume limitado de dívidas denominadas em DES por bancos comerciais e de bônus em DES por empresas. Esses esforços, porém, acabaram não dando em nada. O dólar, mais líquido e com a vantagem de estar estabelecido, mostrou-se impossível de superar.

Sobrepor-se a essa vantagem agora exigiria alguém que agisse como formador de mercado, um especialista tanto para transações privadas como governamentais e para subsidiar o mercado em sua fase iniciante. Esse "alguém" mais óbvio seria o FMI. O fundo poderia estar de prontidão para comprar e vender DES a todos os interessados, sejam do setor privado ou público, com uma diferença estreita entre preços de compra e venda, competitiva com o spread verificado com o dólar.

O dólar originalmente adquiriu status de moeda internacional nos anos 20, quando o recém-criado Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) começou a comprar e vender papéis em dólar, apoiando o mercado e ampliando sua liquidez. Se a comunidade internacional estiver pensando seriamente no DES

como uma moeda internacional, terá de capacitar o FMI para fazer o mesmo.

Volto a dizer, haveria um custo. O Fundo Monetário Internacional teria de usar recursos reais para subsidiar o mercado até que formadores de mercado privados o vissem como atraente para fornecer esses serviços a custos comparáveis. Os cotistas do FMI teriam de concordar em incorrer nesses custos. Porém, ressalto novamente, o que é isto a não ser um investimento em um sistema monetário mundial mais estável?

Transformar o DES em uma verdadeira moeda internacional exigiria ultrapassar outros obstáculos. O FMI precisaria ter condições de lançar DES adicionais em períodos de escassez, como quando o Fed ofereceu acordos de troca de dólar para assegurar a liquidez da moeda no segundo semestre de 2008. No momento, os países com 85% dos direitos de voto no FMI precisam dar seu aval para a emissão de DES, o que não é exatamente uma receita em prol da liquidez.

A direção do FMI precisaria ter poderes para decidir sobre a emissão de DES, da mesma forma que o Fed pode decidir sobre os acordos de troca cambial. Em outras palavras, para o DES tornar-se uma verdadeira moeda internacional, o FMI teria que se tornar algo mais parecido a um banco central mundial e instituição internacional de crédito de última instância.

Antes da crise, tais ideias teriam sido rejeitadas de imediato. Mesmo agora, não se materializariam da noite para o dia. Essas ideias, no entanto, são as implicações reais das declarações de Zhou.

Barry Eichengreen é professor de economia e ciências políticas na University of Califórnia, em Berkeley (Estados Unidos). © Project Syndicate/Europe´s World, 2009. www.project-syndicate.org



Escrito por SALSFI às 12h13
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