SALSIFI INVESTMENTS
   ENERGIA

Queda de preços no mercado livre prejudica resultados das elétricas

Josette Goulart, de São Paulo - 08/05/2009
 

A divulgação dos primeiros resultados do ano mostra que as empresas geradoras, que se beneficiaram fortemente no ano passado do risco de falta de energia, vão ter os lucros reduzidos em função da nova realidade dos preços no mercado livre. A EDP Energias do Brasil anunciou ontem queda de quase 30% no lucro líquido. No dia anterior a Tractebel havia divulgado uma redução de 40% nos ganhos.

"No ano passado a energia valia ouro", disse o presidente da EDP, António Pita de Abreu. Ele se refere aos preços no mercado livre, que chegaram a ultrapassar os R$ 500,00 por megawatt hora. O país vivia um momento de forte crescimento e com desequilíbrio entre a oferta e demanda de energia, que fez com que o governo até mesmo tivesse que ordenar o despacho extraordinário das usinas termelétricas. As empresas geradoras venderam energia e com isso tiveram fortes lucros no primeiro trimestre do ano passado. Com aquela base de comparação, os resultados agora despencaram.

O presidente da Tractebel, Manoel Zaroni, explicou que enquanto em 2008 a companhia era vendedora de energia, para aproveitar os preços, agora é compradora. Esse movimento fez inclusive com que a receita líquida da companhia caísse 10%, ficando em R$ 860 milhões.

No caso da EDP, que tem também ativos em distribuição, além da queda dos preços da energia, o início do processo de reestruturação da empresa afetou resultados. Foram demitidas 40 pessoas do alto escalação, que por enquanto geram um custo forte para a empresa, afetando o resultado líquido, que ficou em R$ 117 milhões. Mesmo assim, novamente a empresa conseguiu reduzir os gastos gerenciáveis, pelo quinto período consecutivo. E desta vez a queda foi de 17%. Pita de Abreu explica que a empresa renegociou contratos de telecomunicação e informática.

Nos planos da empresa para este ano estão os leilões de energia do governo federal. A empresa tem dois projetos termelétricos que podem entrar na disputa se houver um acordo com a Petrobras quanto ao preço do gás natural. Além disso, a companhia se prepara para o primeiro leilão de energia eólica, onde já tem projetos no Rio Grande do Norte, Espírito Santo e Rio Grande do Sul.



Escrito por SALSFI às 21h55
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É preciso substituir o consenso anterior, de Washington, que agora é coisa do passado.

A ascensão do Consenso de Pequim

Jonathan Holslag - 08/05/2009
 


 

Esse realismo econômico e diplomático é mais do que uma reversão da postura neoconservadora dos anos Bush

As primeiras aparições do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fora da América do Norte - em Londres, Estrasburgo, Praga e Istambul - conseguiram atrair a atenção mundial. O que as viagens, no entanto, especialmente não conseguiram foi esconder um fato surpreendente: o "Consenso de Washington", sobre como a economia mundial deve ser administrada, agora se tornou coisa do passado. A questão agora é o que deverá substituí-lo.

Embora se diga com frequência que a China carece do chamado "poder suave" (capacidade de influência política por meios culturais ou ideológicos), muitas de suas ideias sobre economia e governança estão em ascensão. De fato, em sua busca pela estabilidade econômica nacional, o governo Obama, claramente, caminha em direção ao tipo de intervenção governamental que a China vem promovendo nos últimos 20 anos.

De acordo com esse modelo, o governo, enquanto continua beneficiando-se do mercado internacional, mantém o poder sobre os "commanding heights" (os setores determinantes de desenvolvimento) da economia. Consegue fazê-lo por meio do controle estrito sobre o setor financeiro, políticas de compras governamentais restritivas, orientação para a pesquisa e desenvolvimento do setor de energia e freios seletivos à importação de bens e serviços. Tais fatores não formam parte apenas do pacote de resgate econômico da China, mas também do plano de estímulo econômico de Obama.

A China está claramente satisfeita em ver que os Estados Unidos agora também se valem de uma forma mais fria de análise como ponta de lança de sua política externa. "Para proporcionar uma vida melhor para as pessoas na prática, é preciso estar mais preocupado com a substância do que com a forma", declarou Obama, em entrevista pouco antes de sua posse. Em vez da obsessão com as eleições, os EUA agora buscam construir alianças pragmáticas para escorar suas necessidades financeiras. A estratégia requer, acima de tudo, amigar-se com a China e os Estados autocráticos do Golfo Pérsico - principais credores do Tesouro dos EUA -, além de trabalhar com Irã e Rússia para limitar os custos das guerras no Afeganistão e Iraque.

À medida que os EUA recuam em seus padrões liberais, flertam com o que pode ser chamado de "Consenso de Pequim", segundo o qual o desenvolvimento econômico é o objetivo supremo de um país e os Estados, ativamente, devem conduzir o crescimento de forma que este seja conveniente para a estabilidade nacional. O que importa nesse conceito geral de mundo não é a natureza de qualquer sistema político, mas até que ponto promove o bem-estar das pessoas. Na esfera diplomática, a implicação é que a cooperação entre países é determinada por interesses nacionais e não normas universais.

Esse realismo econômico e diplomático é mais do que uma reversão da postura neoconservadora e de exibição de força dos anos de George W. Bush. É uma potência em declínio tentando usar suas capacidades, que ficaram diminuídas, de uma forma mais econômica.

Por exemplo, em tempos de crise não é vergonha alguma que um governo seja mercantilista, mas ao comportar-se dessa forma, os EUA perdem a autoridade moral de defensores do livre comércio.

O novo pragmatismo dos EUA também é consequência de um processo de "socialização reversa". Nos últimos 20 anos, os EUA e seus aliados europeus acreditaram que poderiam inculcar no resto do mundo seus princípios econômicos e políticos. Países como a China ficaram presos em uma rede de organizações multilaterais e subjugados a estratégias de engajamento condicional. Agora, o Ocidente não tem a força para impingir essas condições. Além disso, a maioria dos países em desenvolvimento atualmente abraça ativamente as instituições multilaterais como parte de suas estratégias de desenvolvimento.

Enquanto passamos de uma ordem internacional unipolar a uma de múltiplas potências regionais, o realismo deverá permitir-lhes disputar maior poder de influência e manter seus custos o mais baixo que puderem. O resultado será uma nova harmonia de poderes, atrelados pela ideia fixa de crescimento econômico nacional e pelo objetivo de desencorajar que outros provoquem alguma instabilidade que traga o risco de intervenção.

Em vez de encarregar os EUA da árdua tarefa de proteger a instabilidade internacional, os BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China) assumirão um papel mais proeminente na vigilância de seus próprios quintais. A Rússia poderia ficar com seu Cáucaso e se os generais em Myanmar perderem a cabeça será problema para China e Índia resolverem.

A mudança de política dos EUA minará inevitavelmente o eixo liberal ocidental. Os EUA têm a flexibilidade, capacidade e liderança para adaptar-se às novas formas de se fazer diplomacia, mas a Europa, simplesmente, não as tem. Sua relevância estratégica, mesmo na aliança transatlântica, está destinada a enfraquecer-se ainda mais.

O realismo dará aos EUA mais capacidade de manobra no curto prazo, mas para isso terá de sacrificar parte de seu poder suave. Se os EUA conseguirão fortalecer sua influência mundial no futuro, isso dependerá não tanto de sua respeitabilidade moral, mas de até que ponto consiga remodelar sua economia e criar novas alianças com sucesso. O mesmo valerá para as outras potências.

O crescimento do "Consenso de Pequim", contudo, não traz garantias de estabilidade. Um acordo entre potências será tão forte quanto seu pilar mais fraco e exigirá uma grande dose de autodisciplina e moderação. Ainda estamos por ver como a população dos EUA reagirá a sua mudança nacional de sentido. O espaço para barganhas pragmáticas ficará reduzido se algum dos principais envolvidos recair no nacionalismo ou em turbulências econômicas. A sobreposição de esferas de influência e "conflitos congelados" poderiam voltar a provocar algum grande conflito. E, se a China sair da crise como grande vencedor e continuar a ampliar seu poder, o raciocínio da "soma zero" (a noção de que quando alguém ganha, algum outro perde) em breve substituirá o da cooperação com "ganho mútuo".

Jonathan Holslag é chefe de investigações no Brussels Institute of Contemporary China Studies. © Project Syndicate/Europe´s World, 2009. www.project-syndicate.org



Escrito por SALSFI às 18h03
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   GERDAU - Resultado do 1° trimestre cai 97%

Siderurgia: Atingida pela crise global, a empresa já vê sinais de recuperação "lenta e gradual" no setor e eleva as vendas em março na comparação com dezembro.

Gerdau tem queda de 97% no lucro e suspende dividendo

 Sérgio Bueno, de Porto Alegre - 08/05/2009

A crise econômica global bateu com força no desempenho da siderúrgica Gerdau no primeiro trimestre. Na comparação com o mesmo intervalo de 2008, a receita líquida consolidada caiu 22%, para R$ 7,0 bilhões, as vendas de produtos siderúrgicos recuaram 39% e fecharam em 3,1 milhões de toneladas e o lucro líquido despencou 97%, para R$ 35 milhões, o pior na história recente da companhia. E não fosse o uso de um crédito fiscal, o balanço ficaria no vermelho: o resultado antes dos impostos foi um prejuízo de R$ 53,3 milhões.

O resultado levou o grupo a suspender o pagamento de dividendos e a adiar para o segundo semestre a retomada da operação do alto-forno responsável por dois terços da produção de 4,5 milhões de toneladas anuais da Açominas, que foi paralisado para reformas em 15 de dezembro e deveria ser reativado em 15 de março.

Conforme o vice-presidente executivo de finanças, Osvaldo Schirmer, a decisão de não antecipar os dividendos foi tomada porque o montante seria pequeno apesar da prática do grupo de distribuir 30% do lucro ajustado das duas empresas de capital aberto no país, a Gerdau S.A. e a Metalúrgica Gerdau. De acordo com ele, a política de antecipações trimestrais não foi abandonada. O objetivo da medida foi "preservar o caixa" e a posição será "reanalisada" nos próximos meses.

Segundo o diretor-presidente do grupo, André Gerdau Johannpeter, a companhia foi atingida pela crise "como a grande maioria das empresas no mundo", mas já há sinais de recuperação "lenta e gradual" no setor siderúrgico. Em março, o volume de vendas consolidadas superou em 21% os números de dezembro. Desde o fim de 2008 a situação vem melhorando mês a mês, reforçou Schirmer.

No início de abril voltou a funcionar a usina de Araçariguama, em São Paulo, que tem capacidade de 900 mil toneladas por ano e havia parado em meados de março.

No Brasil, onde as vendas caíram 39% sobre o primeiro trimestre de 2008, para 721 mil toneladas, o volume mensal cresceu 12% na comparação entre março e dezembro. Na América do Norte, onde houve retração de 51% no acumulado dos três meses, para 1,1 milhão de toneladas, o desempenho de março foi 10% melhor que o do fim do ano passado. No segmento de aços especiais, que inclui as usinas Piratini e Villares no Brasil, Macsteel nos EUA e Sidenor na Espanha, a alta na mesma base de comparação foi de 10%. No primeiro trimestre, essas unidades venderam 26% a menos do que de janeiro a março de 2008, ou 398 mil toneladas.

O executivo explicou que a produção de aço bruto no trimestre caiu 50%, para 2,5 milhões de toneladas, abaixo do volume de vendas, para ajustar os estoques. Segundo ele, a venda de estoques de 2008, produzidos com custos mais altos, a redução média de 15% nos preços internacionais e de 5% nas cotações nacionais em relação ao último trimestre de 2008 e ainda a necessidade de conceder descontos em função da queda da demanda reduziram o lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização para R$ 599 milhões. O resultado foi 70% inferior ao do mesmo período de 2008.

Segundo Johannpeter, no primeiro trimestre a Gerdau promoveu cortes de custos de R$ 1,8 bilhão, em itens como aquisição de matérias-primas e despesas administrativas (com a suspensão de contratos de trabalho de parte dos funcionários no Rio Grande do Sul, Minas Gerais e São Paulo por cinco meses a partir de janeiro e fevereiro). A companhia aumentou o caixa em R$ 340 milhões, para R$ 5,8 bilhões. O grupo também está prospectando novos negócios no segmento de aços especiais, nas áreas de energia, naval e infraestrutura, como o desenvolvimento, com a Petrobras, de aços para exploração de petróleo no pré-sal.

O diretor-presidente espera ainda um impacto positivo do pacote de estímulo à construção de casas populares pelo governo brasileiro, que, de acordo com ele, deve demandar 1 milhão de toneladas de aço no período de três a cinco anos. Conforme Johannpeter, o programa de investimentos da Gerdau, de US$ 3,6 bilhões nos próximos cinco anos, sendo US$ 550 milhões em 2009, está mantido. O montante chegava a US$ 6,4 bilhões em projetos de expansão e modernização de 2008 a 2010, mas foi revisto em fevereiro para US$ 5 bilhões em 2013.



Escrito por SALSFI às 17h39
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