SALSIFI INVESTMENTS
  


OS USA PRECISAM IR AO FMI.

 

Salvador Sícoli Filho – 10/04/09

 

Enquanto a arrogância americana perpetuar a utilização do dólar como padrão monetário, não se diluirão os efeitos causadores de uma recessão longeva e hostil para a maioria dos países.

 

Quase sete meses depois de tornado público o desenlace do sistema financeiro internacional as autoridades das principais economias da terra continuam em busca da fórmula de reversão para a devastação ocorrida no sistema.

Por óbvio, esta pesquisa se tornou insensata na medida em que foi pilotada exatamente pelo país causador ou epicentro do terremoto que varreu para a condição de cinzas todo o arcabouço de paradigmas e conceitos que erigiram o mito de mercados autorreguláveis.

Mercados onde os componentes financeiros sempre imperavam contra os arautos dos outros segmentos que pregavam a prudência e a contenção dos maquiavélicos poderes sem limites das instituições bancárias. Até que produziram a capitulação destes diante da formidável geração de produtos tão sofisticados quando eivados de artefatos de alto poder de contaminação.

Não foi outra a seqüência do jogo ao longo dos últimos dez anos com a admissão ao estranho mundo dos negócios de derivativos de empresas  do setor produtivo de retrospecto imaculado de sucesso nas suas operações normais e que passaram, incentivadas pelos elaboradores e operadores  do sistema, a admitir como comuns operações antes impensáveis para posturas conservadoras de administração de ativos.

Empresas de países como o Brasil também se viram acossadas e alvo de mirabolantes contratos de hedge e de derivativos altamente tóxicos com cláusulas desconexas na paridade e que induziram operações produtivas saudáveis a se contaminarem em instrumentos de duplo pêndulo como os iníquos contratos de câmbio do tipo target - forward que somente aqui entre nós não sofreram contestações judiciais.

Empresas e países atraídos pela possibilidade do hedge de seus ativos enveredaram assim para a especulação através de mecanismos atalhos do caos.

O castelo de areia de bancos se esvaindo em pó, teve um impacto devastador a partir de 15 de setembro passado e o grande erro foi multiplicado pelo despreparo em que se encontrava a comunidade internacional para lidar com  hecatombe de tamanhas proporções. E o primeiro grande erro foi se aceitar o jogo do croupier maior. Aquele que impregnou o sistema de instrumentos tóxicos que se retroalimentavam  na insana perspectiva de produzir uma corrente inesgotável de felicidade.

Assim como Bernard Maddof em seu inusitado mundo de US$ 80 bilhões em desvios, os USA vinham produzindo há anos uma formidável corrente da felicidade. A partir da organização de uma extraordinária economia de mentira afiançada por enormes déficits fiscais, balança comercial devedora, desequilíbrios na previdência e outros,  conseguiram  atrair o mundo para um mercado consumidor monumental e altamente volátil pois que sustentado em quimeras e múltiplos cartões de crédito de ampla rolagem.

Consumidores sendo seduzidos ao longo do tempo até se incorporarem nesta alavancada areia movediça os últimos segmentos não atingidos pela horda de vendedores de ilusão: os consumidores sem renda declarada e que estavam à margem do processo de riqueza sob a égide do moto-contínuo e que originaram a bomba fantástica do sub-prime e suas hipotecas demolidoras.

Com consumidores movidos a crédito fácil e a combustível extremamente barato para sua condição de dependente do resto do mundo, poderiam os USA perpetuar a sua auréola de líder do mundo?

Até agora o poderio militar incomparável americano parece ser o anteparo para o que deveria ser uma reação em cadeia do resto do mundo. Um ultimato centrado na revolução dos cânones ditados pela arrogância emanada das ações governamentais americanas. Como tutores emplacados do mundo, viram-se na adversidade criada por eles mesmos, como fonte fidedigna para solver o mundo de suas burlescas aventuras de consumo e de riqueza.

Por que então se curva o mundo ante a propostas tão insólitas e que não propiciarão alento como aquelas que vinham sendo pregadas por Bush, Greenspan, Bernanke e depois,  por desarvorados e surpresos como Thimothy Geithner e Barak Obama. 

Será mesmo o novo presidente o homem certo no momento errado?!

No momento em que os USA quebraram ao manter déficits monumentais e longe do arbítrio do resto do mundo, nada mais justo do que se antepor ao vigor incólume do dólar e dos treasuries de longo prazo de uma economia prestes a desabar como sói acabou acontecendo.

Porque não se deu tal desenlace?

Por que não se mudaram os padrões e continuaram a arquitetar a insana medida de emitir moeda para injetarem em gigantes conglomerados falidos pela própria imoralidade de suas administrações?

O escândalo dos bônus repassados a administradores de instituições falidas nada mais é do que retrato vivo de mentes arrogantes e padrões comportamentais hipócritas cultivados há longos anos pelo american way of life capitaneado por espertos executivos financeiros.



Escrito por SALSFI às 23h56
[] [envie esta mensagem]


 
  

 

Os USA no seu rompante de líder de um mundo pelo poder das armas de uma ética ultrapassada e de um poderio bélico destroçado por arremetidas cada vez mais deslocadas em razões subsidiárias como a guerra do Iraque, conseguem ainda apoio do Reino Unido, em nítida contrafação econômica, junto com uma Itália cambaleante há uma década. Mas não convencem e nem seduzem com seu contorcionismo, líderes mais pragmáticos como Nicolas Sarkozis e sobretudo a austeridade econômica emanada de Ângela Merkel.

Assim como países em convulsão ao se repararem em défault recorreram ao IMF, por que os líderes ultrapassados do mundo ao verem no espelho as mazelas acumuladas por anos de imprudência não recorrem ao único instrumento válido para falidos ou inadimplentes?

Ao emitir bilhões de dólares para injetar em bancos tornados cada vez mais monumentais pelo insidioso equívoco de engolirem outros bancos igualmente grandiosos em suas falências, os USA estarão somente fornecendo arsênico para as gerações futuras. Não resolverão o problema atual, criarão mastodontes inúteis pois a azia de gigantes, ao invés de propiciar a saúde, produzirão uma devastadora  e letal indigestão.

Assim fica uma estupefata sensação de que os dirigentes mundiais estão somente adiando e empurrando com a barriga problemas sobre os quais não visualizaram  ainda a solução.

A injeção de recursos em bancos em dificuldades não resolverá o problema da inexorável quebra de confiança dos cidadãos depositantes e aplicadores nestas mega instituições. Então por que mantê-las às custas de novas contribuições dos contribuintes? - Cálculos recentes indicam uma emissão de US$ 3 trilhões para um necessidade de aporte eivada de suspeições pois elaboradas por integrantes do sistema recém dinamitado. Isto conduz a um coeficiente simples de contribuição compulsória de cerca de US$ 42mil por cidadão!

Melhor não seria a nacionalização? Ou como foi feito no Brasil nas quebras de instituições financeiras postas em regime de liquidação extrajudicial com seus acionistas controladores tendo seus bens colocados em indisponibilidade e tudo perdendo seus acionistas sedimentados e minoritários?!

É certo que, com o deflagrar oficial da crise, os pequenos acionistas americanos trataram de vender suas ações a que preço fossem. Restaram assim no circuito praticamente os grande especuladores. Exatamente aqueles que são os grandes responsáveis pela tragédia universal. Conduzi-los ao pó na atual conjuntura parece ser menos injusto do que atribuir à sociedade como um todo o prejuízo pela irracionalidade de administradores financeiros sem escrúpulos.

Em recente passado países pobres recorreram ao IMF e padeceram anos sob os rigorosos ritos de seu receituário. Obrigados à contenção de seu déficit público, a manter sobre controle rigoroso o seu endividamento e barrando o débito fiscal, deveriam agora os novos pobres também se submeter aos cáusticos princípios necessários para se restabelecer os padrões mínimos aceitáveis para se reinstalar a credibilidade.

É certo que padecerão as trocas comerciais mundiais com a retirada de parcela considerável de relações com o outrora principal país do mundo, mas sentencia-se que, deve o mesmo arcar agora com as conseqüências da irresponsabilidade com que conduziu práticas inafiançáveis de sustentação do crescimento de seu produto interno.

Haverão danos ao fluxo das relações internacionais mas não se pode subestimar os efeitos ainda mais nocivos do que a revascularização do sistema ancorada na impressão de dinheiro fraco na origem e mantido artificialmente forte para preservar um status quo que respira por aparelhos.

Melhor fazer já a cirurgia. Em todo o caso a economia padecerá por longos anos dos efeitos perniciosas das ações deletérias do extenuado e exaurido gigante dos pés de barro.

Não há que se fugir desta realidade queira o devaneio americano, quer não.

Ao seguir o receituário repaginado de um novo IMF,  o governo americano verá o dólar se deslocar para seu verdadeiro valor, muito aquém da realidade atual. E terá noção exata de como lhe será útil tal desconforto no apoio a suas atividades de exportação, na contenção de compras de quinquilharias a automóveis de gala da Ásia e quem sabe assim, libertos do seu incrível déficit comercial poderão finalmente reerguer suas finanças combalidas e seu destruído arsenal industrial.

Livre das amarras de um sistema financeiro falido e com a reinserção de bancos pequenos e regionais estes sim subsidiados ao início pela ação de um novo FED e de um revitalizado Tesouro, poderão os americanos se reencontrar como nação e quem sabe ainda competir com a China desfalcada de grande parte de suas reservas estocadas puerilmente em dólar.

Afinal não é justo que a sociedade mundial, criada pela globalização, venha a ser penalizada pela ação intempestiva do sistema financeiro com a produção deste fenomenal terremoto financeiro cujo epicentro foi gerado em Wall Street e suas coligadas adjacências.

O crime não pode permanecer eternamente impune. Há responsáveis e não há como se postergar a penalização sem a qual a falta de confiabilidade do sistema perpetuará as suas agruras.

Ao IMF deveria caber o papel de administrar o espólio estadunidense. E também dentro da nova característica de exercer um papel exponencial de agente regulador das operações financeiras.

A comunidade financeira internacional deveria então redimensionar imediatamente  as ações do IMF proporcionando recursos em teor suficiente para recepcionar o USA com toda a pompa e circunstância que a imensa e exaurida arrogância americana requer. E é lógico que US $ 750 milhões e mais US$ 250 milhões em DES não são suficientes para essa recepção. Talvez três vezes mais. Mas tudo acertado e dirigido por este organismo que ressurge das cinzas como entidade maior para as penúrias latentes nos quatro cantos do mundo após as ondas de liquidez que o relegaram ao esquecimento.

Mas não há outro caminho.

E sem fanfarronices como a do Brasil e seu oportunista dirigente a espocar foguetes como emprestador de  recursos a quem já lhe foi carrasco por ofício.

Afinal lá na frente e não muito longe poderemos vir  a ter novamente de recorrer ao fundo.

 



Escrito por SALSFI às 23h48
[] [envie esta mensagem]


 
  

Want to End Crisis?

Seize Banks and Chop Them Up

Posted Apr 21, 2009 12:10pm EDT by Henry Blodget

in Investing, Recession, Banking

The Obama administration wants to fix the banks the same way the Bush administration did: by handing them hundreds of billions of dollars of taxpayer money and hoping they eventually nurse themselves back to health.

Dozens of economists have blasted this policy, arguing that it is both ineffective and unfair. The banks will only acknowledge their losses a little bit at a time under this plan, their argument goes, so the taxpayer's commitment is bottomless. Also, because the banks have every incentive to try to work their way through the crisis (on the taxpayer's dime), the resolution will take years.

There's a better way, says Simon Johnson, a senior fellow at the Peterson Institute for International Economics:

Seize the banks, write down the value of their assets, and then re-privatize the core operations.

The Obama administration refuses to consider this option, arguing that it will be too expensive. This is bunk, says Johnson. The real reason is that the Wall Street firms have too much influence in Washington. See earlier:



Escrito por SALSFI às 23h39
[] [envie esta mensagem]


 
   Our Comment to Wall Street Journal

ABOUT IMF

A vision from Brazil.

Salvador Sícoli Filho – April 21, 2009. 6:05

I´m sorry!
It seems to me that the question is: What really could be done by the new IMF!
He was in forced vacation and suddenly appeared a new tsunami. This big one has one only origin: the fatidic blow-up of the irresponsible storm of derivatives descends from primary scandal of sub-prime. At first Americans banks followed by big European banks including the unsuspected Swiss banks. What kind of trouble brought this big enticement for the whole world?
The great mistake of Mr. Obama e youthful secretary Geithner is single consideration that by the issue of a lot of money they will bring back the solvency of American banks and consequently the same thing it will occur in the rest of the world.
The main and crucial role of the IMF must be serving as a central bank of the world and change the ridiculous paper exerted by American banks, I’m so sorry. It’s the only reason to the IMF`s revival.

The IMF must contribute not as simple loaner but as guardian of toxic paper of world. The role of a Central Bank of World he will received all the types of toxic bond , fix their prices and submit to a preliminary valuation, and give to the interest SRC - Special Rights of Coin. That the main role of IMF.

And the principal, USA must use and follow their rules.
There’s no other chance.

For one simple reason: the survival of the new generation.
Think about you sons. What kind of magic wants Obama going to do?
The apparatus employed by USA should be in vain. There’s no money to fill the unexpected hole of banks “across the universe”.

That’s a long and terrible way. But it’s just the only one. Issues and issues will bring just only quiet appearance. The trust in the system is in necrosis. And it´s means a real signal of a future tragedy.
There´s no banks too big to fail.
The important is protect and the people.

I’ll see you in my site in Brazil for another comments and where you can see my articles about the big tragedy that dirty the economical world.
Once again: I´m so sorry and please stop to buy Brazil. The prices are too high to buy. Take a look and stop. Only energy companies must be purchased.
I’ll see you later.


S
alvador Sícoli - Enterprises Consultant - Industrial Engineer - Economical Writer –

 



Escrito por SALSFI às 23h34
[] [envie esta mensagem]


 
   Artigo de Bob Davis and David Enrich em WSJ

IMF: Banks Need $875 Billion in Equity


WASHINGTON -- U.S. and European banks need to raise $875 billion in equity by next year to recapitalize banks to a level similar to the pre-crisis years -- and twice that amount to match the level of the mid-1990s, the International Monetary Fund estimated.

The steep funding requirements reflect a financial crisis that the IMF said continues to deepen along with the global recession. The banking sector's woes have spread from the housing sector to commercial real estate loans and emerging-market debt. Overall, the IMF estimates that the U.S., European and Japanese financial sectors face losses of about $4.1 trillion between 2007 and 2010. Of that amount, banks are confronting $2.5 trillion in losses, insurers $300 billion and other financial institutions $1.3 trillion.

The banking sector has already written down $1 trillion of those losses, said the IMF, which didn't estimate how much other financial firms such as insurance companies and hedge funds, have written down thus far.

"Without a thorough cleansing of banks' balance sheets of impaired assets, accompanies by restructuring and, where needed, recapitalization, risks remain that banks' problems will continue to exert downward pressure on economic activity," said the IMF's Global Financial Stability Report, its twice-yearly review of the world's financial sector.

While problems in the U.S. mortgage sector are generally blamed for the global financial crisis, the IMF report, showed there other regions played a big role too. About $2.7 trillion of the losses from 2007 to 2010 were attributable to the U.S. market, the IMF reported, while about $1.2 trillion came from bad loans and security losses in Europe.

U.S. banks have written down roughly half their anticipated $1.06 trillion in estimated losses from 2007 to 2010, the IMF said, while euro-zone banks have written down just 17% of their $900 billion in losses. British banks have written down about one-third of their $310 billion in anticipated losses.

"The Europeans haven't appreciated just how bad their situation is," said Adam Posen, deputy director of the Peterson Institute for International Economics, a Washington D.C, think tank.

In certain areas, the IMF has a bleaker outlook than some prominent Wall Street bears.

For example, the fund is projecting that 7.9% of U.S. loans will have gone bad by next year. In a recent research report, Calyon Securities analyst Mike Mayo predicted that losses will crest to 3.5%, a level that he said would slightly eclipse the peak rate during the Great Depression. Mr. Mayo estimated that U.S. banks are only about one-third of the way through losses on credit cards and other non-mortgage consumer loans, while losses on business loans "seem in the early stages."

The IMF's conclusion that the banking industry's misery is far from over is likely to cast a further cloud over the industry, even as several big banks recently have reported quarterly profits. (The latest came Monday, with Bank of America Corp. announcing that it earned $4.2 billion in the first quarter.)

Many banks' profits, however, have stemmed from a combination of unsustainably high trading revenue and a variety of one-time gains. Bank executives, investors and analysts are bracing for losses to continue accelerating as economies around the world remain mired in recession, leading more individuals and businesses to default on their loans.

On Monday, those fears led investors to flee the banking sector. Shares of many top financial institutions, including Bank of America and Citigroup Inc., suffered double-digit losses, and the KBW Bank Stock index tumbled 15%.

The IMF urged governments to "take bolder steps" in injecting capital through common shares "even if it means taking majority, or even complete, complete control of institutions." Government ownership may be necessary, the IMF said, to restructure institutions.

The U.S. government has tried to avoid outright nationalization. But Washington could go a long way to meeting the IMF's estimate of the $275 billion in equity that U.S. banks will need by 2010 by converting into common shares the approximately $200 billion in preferred shares the government owns in more than 500 U.S. financial institutions.

Federal banking regulators this month are wrapping up "stress tests" of the nation's 19 largest banks, and industry experts believe the results will uncover capital holes in the balance sheets of at least several big banks. But private investors remain reluctant to pump money into the industry until it's clear that losses have peaked.

Write to Bob Davis at bob.davis@wsj.com and David Enrich at david.enrich@wsj.com

 



Escrito por SALSFI às 23h22
[] [envie esta mensagem]


 
  

 

IMF: Banks Need $875 Billion in Equity

Want to End Crisis? Seize Banks

and Chop Them Up



Escrito por SALSFI às 23h13
[] [envie esta mensagem]


 
  [ ver mensagens anteriores ]  
 
 
HISTÓRICO
 11/09/2016 a 17/09/2016
 06/09/2015 a 12/09/2015
 18/01/2015 a 24/01/2015
 09/11/2014 a 15/11/2014
 26/10/2014 a 01/11/2014
 15/06/2014 a 21/06/2014
 06/04/2014 a 12/04/2014
 02/02/2014 a 08/02/2014
 13/10/2013 a 19/10/2013
 12/05/2013 a 18/05/2013
 21/04/2013 a 27/04/2013
 10/03/2013 a 16/03/2013
 10/02/2013 a 16/02/2013
 25/11/2012 a 01/12/2012
 29/07/2012 a 04/08/2012
 22/07/2012 a 28/07/2012
 08/04/2012 a 14/04/2012
 29/01/2012 a 04/02/2012
 11/09/2011 a 17/09/2011
 04/09/2011 a 10/09/2011
 28/08/2011 a 03/09/2011
 24/07/2011 a 30/07/2011
 10/07/2011 a 16/07/2011
 03/07/2011 a 09/07/2011
 29/05/2011 a 04/06/2011
 08/05/2011 a 14/05/2011
 17/04/2011 a 23/04/2011
 03/04/2011 a 09/04/2011
 27/03/2011 a 02/04/2011
 13/03/2011 a 19/03/2011
 06/03/2011 a 12/03/2011
 20/02/2011 a 26/02/2011
 06/02/2011 a 12/02/2011
 19/12/2010 a 25/12/2010
 05/12/2010 a 11/12/2010
 31/10/2010 a 06/11/2010
 12/09/2010 a 18/09/2010
 22/08/2010 a 28/08/2010
 01/08/2010 a 07/08/2010
 04/07/2010 a 10/07/2010
 27/06/2010 a 03/07/2010
 09/05/2010 a 15/05/2010
 02/05/2010 a 08/05/2010
 18/04/2010 a 24/04/2010
 11/04/2010 a 17/04/2010
 04/04/2010 a 10/04/2010
 28/03/2010 a 03/04/2010
 21/03/2010 a 27/03/2010
 14/03/2010 a 20/03/2010
 31/01/2010 a 06/02/2010
 24/01/2010 a 30/01/2010
 22/11/2009 a 28/11/2009
 25/10/2009 a 31/10/2009
 11/10/2009 a 17/10/2009
 06/09/2009 a 12/09/2009
 30/08/2009 a 05/09/2009
 23/08/2009 a 29/08/2009
 16/08/2009 a 22/08/2009
 02/08/2009 a 08/08/2009
 26/07/2009 a 01/08/2009
 07/06/2009 a 13/06/2009
 24/05/2009 a 30/05/2009
 10/05/2009 a 16/05/2009
 03/05/2009 a 09/05/2009
 19/04/2009 a 25/04/2009
 22/03/2009 a 28/03/2009
 15/03/2009 a 21/03/2009
 08/03/2009 a 14/03/2009
 01/03/2009 a 07/03/2009
 22/02/2009 a 28/02/2009
 01/02/2009 a 07/02/2009
 18/01/2009 a 24/01/2009
 11/01/2009 a 17/01/2009
 28/12/2008 a 03/01/2009
 21/12/2008 a 27/12/2008
 14/12/2008 a 20/12/2008
 07/12/2008 a 13/12/2008
 16/11/2008 a 22/11/2008
 09/11/2008 a 15/11/2008
 02/11/2008 a 08/11/2008
 26/10/2008 a 01/11/2008
 19/10/2008 a 25/10/2008
 12/10/2008 a 18/10/2008
 05/10/2008 a 11/10/2008
 28/09/2008 a 04/10/2008
 21/09/2008 a 27/09/2008
 14/09/2008 a 20/09/2008
 07/09/2008 a 13/09/2008
 31/08/2008 a 06/09/2008
 24/08/2008 a 30/08/2008
 17/08/2008 a 23/08/2008
 10/08/2008 a 16/08/2008
 03/08/2008 a 09/08/2008
 20/07/2008 a 26/07/2008
 13/07/2008 a 19/07/2008
 06/07/2008 a 12/07/2008
 22/06/2008 a 28/06/2008
 15/06/2008 a 21/06/2008
 08/06/2008 a 14/06/2008
 01/06/2008 a 07/06/2008
 25/05/2008 a 31/05/2008
 20/04/2008 a 26/04/2008
 13/04/2008 a 19/04/2008
 06/04/2008 a 12/04/2008
 30/03/2008 a 05/04/2008
 23/03/2008 a 29/03/2008
 16/03/2008 a 22/03/2008
 09/03/2008 a 15/03/2008
 02/03/2008 a 08/03/2008
 24/02/2008 a 01/03/2008
 17/02/2008 a 23/02/2008
 03/02/2008 a 09/02/2008
 20/01/2008 a 26/01/2008
 13/01/2008 a 19/01/2008
 06/01/2008 a 12/01/2008
 30/12/2007 a 05/01/2008
 23/12/2007 a 29/12/2007
 09/12/2007 a 15/12/2007
 18/11/2007 a 24/11/2007
 11/11/2007 a 17/11/2007
 04/11/2007 a 10/11/2007
 28/10/2007 a 03/11/2007
 21/10/2007 a 27/10/2007
 14/10/2007 a 20/10/2007
 07/10/2007 a 13/10/2007
 19/08/2007 a 25/08/2007
 12/08/2007 a 18/08/2007
 08/07/2007 a 14/07/2007
 24/06/2007 a 30/06/2007
 10/06/2007 a 16/06/2007
 03/06/2007 a 09/06/2007
 13/05/2007 a 19/05/2007
 06/05/2007 a 12/05/2007
 01/04/2007 a 07/04/2007
 25/03/2007 a 31/03/2007
 25/02/2007 a 03/03/2007
 28/01/2007 a 03/02/2007
 31/12/2006 a 06/01/2007
 17/12/2006 a 23/12/2006
 10/12/2006 a 16/12/2006
 19/11/2006 a 25/11/2006
 12/11/2006 a 18/11/2006
 29/10/2006 a 04/11/2006
 22/10/2006 a 28/10/2006
 15/10/2006 a 21/10/2006
 08/10/2006 a 14/10/2006
 01/10/2006 a 07/10/2006
 24/09/2006 a 30/09/2006
 17/09/2006 a 23/09/2006
 10/09/2006 a 16/09/2006
 03/09/2006 a 09/09/2006
 27/08/2006 a 02/09/2006
 20/08/2006 a 26/08/2006
 13/08/2006 a 19/08/2006
 30/07/2006 a 05/08/2006
 16/07/2006 a 22/07/2006
 25/06/2006 a 01/07/2006
 18/06/2006 a 24/06/2006
 11/06/2006 a 17/06/2006
 04/06/2006 a 10/06/2006
 28/05/2006 a 03/06/2006
 14/05/2006 a 20/05/2006
 07/05/2006 a 13/05/2006
 23/04/2006 a 29/04/2006
 09/04/2006 a 15/04/2006
 02/04/2006 a 08/04/2006
 05/03/2006 a 11/03/2006
 19/02/2006 a 25/02/2006
 12/02/2006 a 18/02/2006
 29/01/2006 a 04/02/2006
 01/01/2006 a 07/01/2006
 25/12/2005 a 31/12/2005
 18/12/2005 a 24/12/2005
 11/12/2005 a 17/12/2005
 27/11/2005 a 03/12/2005
 20/11/2005 a 26/11/2005
 13/11/2005 a 19/11/2005
 06/11/2005 a 12/11/2005
 30/10/2005 a 05/11/2005
 23/10/2005 a 29/10/2005
 11/09/2005 a 17/09/2005
 04/09/2005 a 10/09/2005
 28/08/2005 a 03/09/2005
 21/08/2005 a 27/08/2005
 14/08/2005 a 20/08/2005
 07/08/2005 a 13/08/2005
 31/07/2005 a 06/08/2005
 24/07/2005 a 30/07/2005
 17/07/2005 a 23/07/2005
 10/07/2005 a 16/07/2005
 03/07/2005 a 09/07/2005
 26/06/2005 a 02/07/2005
 19/06/2005 a 25/06/2005
 29/05/2005 a 04/06/2005
 24/04/2005 a 30/04/2005
 20/03/2005 a 26/03/2005
 13/03/2005 a 19/03/2005
 06/03/2005 a 12/03/2005
 06/02/2005 a 12/02/2005
 23/01/2005 a 29/01/2005
 16/01/2005 a 22/01/2005
 19/12/2004 a 25/12/2004
 28/11/2004 a 04/12/2004
 21/11/2004 a 27/11/2004
 14/11/2004 a 20/11/2004
 07/11/2004 a 13/11/2004
 31/10/2004 a 06/11/2004
 17/10/2004 a 23/10/2004
 10/10/2004 a 16/10/2004



OUTROS SITES
 UOL - O melhor conteúdo
 BOL - E-mail grátis
 ARTIGOS ECONÔMICOS
 CRÔNICAS E ARTIGOS


VOTAÇÃO
 Dê uma nota para meu blog!