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Executivos da Europa mais pessimistas sobre recuperação

 

Jeremy Grant, Financial Times, de Londres -10/03/2009


 
Os diretores de finanças de empresas da Europa estão mais pessimistas sobre quanto tempo levará para vermos uma recuperação econômica do que os executivos dos Estados Unidos e Ásia, de acordo com pesquisa divulgada na semana passada.

 

Os europeus acreditam que a recuperação começará em 16 meses, previsão mais pessimista do que a dos diretores financeiros da Ásia (13 meses) e EUA (14 meses).

 

Os resultados da mais recente pesquisa trimestral "Panorama mundial dos diretores de finanças para as empresas", da revista CFO Europe, Tilburg University e Duke University, também revelaram que a maior parte dos diretores de finanças da Europa não está convencida de que os recentes esforços de estímulo econômico governamentais darão frutos.

 

Menos da metade acredita que essas iniciativas estão deixando as economias em melhor situação e uma "minoria considerável" pensa que os estímulos piorarão as economias no longo prazo.

 

Foram consultados 1.275 diretores financeiros de empresas de capital aberto e fechado por todo o mundo, aos quais se perguntou suas expectativas sobre as companhias em que trabalham e as economias locais. A resposta predominante foi que as economias locais não começarão a recuperar-se antes de 2010, ou até depois.

 

Os diretores de finanças também estão "cortando previsões" de lucros, contratações e gastos em bens de capital. Avaliam que a recessão continuará até o fim do ano, com sinais de recuperação aparecendo, na melhor hipótese, no primeiro semestre de 2010.

 

Na Europa, os diretores financeiros consultados preveem quedas anuais de 11% nos lucros, de 8% no nível de contratações e de 16% nos gastos de capital.

 

Nos EUA, os executivos projetam quedas de 20% nos lucros, de 6% nas contratações e de 13% nos investimentos em bens de capital. Na Ásia, excluindo a China, as estimativas apontam alta de 9% nos lucros e recuos de 3% nas contratações e de 9% nos gastos de capital.

 

A pesquisa ressaltou que, embora o otimismo dos diretores continue perto dos piores patamares históricos, o humor deles "melhorou ligeiramente no primeiro trimestre". "Diante disso, pode ser difícil explicar um ligeiro aumento no otimismo e uma aceleração no ritmo de cortes de gastos e empregos", disse Janet Kersnar, editora-chefe da revista CFO Europe.

 

"Pode ser que, embora sejam necessárias ações drásticas para navegar em meio ao mau momento econômico, os diretores de finanças estão tornando-se mais confiantes de que os passos sendo dados acabarão beneficiando suas empresas e economias."


Escrito por SALSFI às 07h08
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FORTUNE Names Alcoa Most Admired Metals Company

Segunda-feira, 9 de Março de 2009 13:24
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FORTUNE Names Alcoa Most Admired Metals Company

NEW YORK--(BUSINESS WIRE)--Alcoa (NYSE:AA) is the world’s most admired metals company according to Fortune magazine’s annual survey of the World’s Most Admired Companies. On newsstands starting Monday, March 9, 2009, Fortune’s Most Admired Ranking is the definitive report card on corporate reputation.

In addition to being the most admired metals company, Alcoa also took top position in innovation, social responsibility, and quality of products and services within the entire industry.

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Escrito por SALSFI às 06h40
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   Press Release recebido da ALCOA

Company

NEW YORK--(BUSINESS WIRE)--Alcoa (NYSE:AA) is the world’s most admired metals company according to Fortune magazine’s annual survey of the World’s Most Admired Companies. On newsstands starting Monday, March 9, 2009, Fortune’s Most Admired Ranking is the definitive report card on corporate reputation.

In addition to being the most admired metals company, Alcoa also took top position in innovation, social responsibility, and quality of products and services within the entire industry.

“Being named by your peers as having the best reputation in the entire metals industry is a tribute to all Alcoans and a reaffirmation of the importance of aluminum as one of the world’s preeminent metals. Alcoa accepts the responsibility of industry leader during these challenging times,” said Alcoa CEO and President Klaus Kleinfeld.

Alcoa has been included in the ranking of the most admired companies for 26 consecutive years.

This year Fortune combined the America’s most admired survey and world’s most admired survey to better represent the competitive landscape faced by companies. More than 4,000 corporate executives, directors and financial analysts were surveyed ranking companies on nine key attributes from investment value to social responsibility.

About Alcoa

Alcoa is the world leader in the production and management of primary aluminum, fabricated aluminum and alumina combined, through its active and growing participation in all major aspects of the industry. Alcoa serves the aerospace, automotive, packaging, building and construction, commercial transportation and industrial markets, bringing design, engineering, production and other capabilities of Alcoa's businesses to customers. In addition to aluminum products and components including flat-rolled products, hard alloy extrusions, and forgings, Alcoa also markets Alcoa® wheels, fastening systems, precision and investment castings, and building systems. The Company has been named one of the top most sustainable corporations in the world at the World Economic Forum in Davos, Switzerland and has been a member of the Dow Jones Sustainability Index for seven consecutive years. More information can be found at www.alcoa.com.



Escrito por SALSFI às 06h35
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SEGUNDA NEGRA E O CARNAVAL NO PAÍS DA MAROLINHA

Monday, monday: the worst is´nt yet to come!

Salvador Sícoli Filho - Alessandro de Almeida Sícoli - 23/02/09

Enquanto nossos políticos, sambistas e garbosos operadores curtiam o Carnaval,  na Bolsa de Nova York aconteceu mais uma segunda-feira negra. Malgrado os esforços de dirigentes europeus com Ângela Merkel à frente no fim de semana para debelar a crise  e achar fórmulas miraculosas de restabelecer o controle e a sanidade do sistema a bolsa fez o mesmo sinal que as suas congêneres: deslisou vigorosamente com a última meia -hora se transformando em pânico puro.

O índice atingiu os menores patamares em 11 anos voltando aos níveis de 1997 da crise asiática. Chamou-nos a atenção a queda exuberante e trágica de Gerdau que caiu 12,76% e as ações ordinárias da Vale que cairam 11,80% e com um volume assustador - mais de 50% acima da sua média dos últimos três meses.

Isto leva a várias reflexões com o que vimos apregoando há muito tempo.

Estão acontecendo várias dèmarches entre dirigentes de empresas e governantes visando a estancar a hemorragia mas tudo o que se fez até agora foi desperdício de munição e as autorIdades estão atônitas e sem rumo.

Causa espanto o embaraço e a falta de vigor do Secretário do Tesouro americano Thimothy Geithner e a desaparição de Obama da gestão da crise.

Enquanto as ações despencam o crime continua sem castigo.

O Brasil, campeão mundial de juros e país conhecido mundialmente pela promiscuidade de seus políticos e a corrupção geral é no entanto mais cuidadoso no trato com entidades financeiras em processo de falência. Decreta-se a intervenção extra-judiciale pronto. Um interventor é nomeado e os bens dos últimos dirigentes da instituição financeira é colocado em indisponibilidade.
Não seria uma receita a ser colocada desde o início pelo antigo Secretário do Tesouro de Bush, Henry Paulson, ele mesmo um ex-dirigente de banco privado?

No país do crédito fácil, e do déficit público impagável os executivos foram pagos a peso de ouro para inventarem mecanismos à prova de controles - os SIVs que nem sequer transitavam em balanços - uma punição se requer imediatamente para  amenizar a quebra de confiança no sistema.

A limitação a US$ 500 mil dos bônus a executivos bancários por Obama foi iníqua e contraproducente. Os que imitaram o diabo dos derivativos redundantes deveriam mesmo é ter passaporte direto para o  inferno que eles mesmos criaram e ter seus bens congelados.

Os banqueiros que originalmente eram agentes de fomento se transformaram ao longo do tempo em criadores de correntes de felicidade com o lançamento impune de instrumentos derivativos em proporções acima da sua incomensurável ganância.

O sistema monetário em xeque e implodindo intermitentemente, para sobreviver deverá passar por um purgatório longo e realmente muito penoso.



Escrito por SALSFI às 07h11
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A EXPLOSÃO DA BASE AMERICANA

Parte 2 - Dos movimentos da China na administração das reservas em dólares dependerá o movimento de contrafação da moeda americana.

 

Alessandro de Almeida Sícoli – Salvador Sícoli Filho - 01/03/09 - rev1.

Quando um país acumula déficit extraordinário e o seu grau de endividamento atinge níveis elevados perante o seu PIB, o que acontece?

Suas contas ficam comprometidas podendo chegar à inviabilidade.

Sob o efeito “tequila” da crise mexicana de 82 e 94 e a quebra russa de 98, o país acuado acabou quebrando e teve de recorrer ao FMI. E a partir daí, submeteu-se a um ritual de prescrições para combater o déficit público, corrigir os desequilíbrios fiscais, aumentar as exportações para gerar excedentes comerciais e produzir saldos nas transações correntes. Nas crises a moeda do país tende a uma desvalorização drástica o que ajuda, no entanto, o esforço exportador.

O mundo mudou desde então e hoje vivemos o incrível espetáculo dos países em desenvolvimento a reboque e de camarote assistindo os poderosos ricos se debatendo com suas agruras num mercado financeiro em chamas.

O FMI, com a fase de exuberância irracional vivenciada até meados de 2007 com a liquidez internacional jorrando risos nos seus limites franzinos, recolheu-se a sua insignificância de ator desprezado no auge da folia dos novos instrumentos inventados pelos artistas dos bancos de investimento internacionais. Afora isto, o FMI precisaria receber uma plástica restauradora com injeções generosas de dinheiro livre de toxinas para voltar a seu papel regenerador dos combalidos países das finanças afoitas. E haja necessitados...

Os USA através de seus novos governantes como Barak Obama, ungido líder da maior democracia mundial, quer salvar a pátria da insolvência devido ao longo tempo acumulado de ações arrogantes perante os ditames clássicos da economia. Produziu déficits monumentais, ignorou a prudência e incentivou o consumidor americano a produzir receitas e PIB através de dívidas incompatíveis. Do desequilíbrio endógeno às estripulias de um mercado financeiro - que se intitulou autorregulável - e de banqueiros arrogantes e gananciosos que não hesitaram em perpetrar fraudes monumentais através do repasse maquiavélico e ad infinitum de derivativos produzidos por alquimistas de proveta, elaboram-se os fundamentos para o caos. Distorções estapafúrdias foram criadas a ponto de uma “ponto.com” valer mais do que casa bancária centenária. E empresas recém criadas atingirem em Bolsa valores para serem amortizados na quinta geração. Convém observar que também no Brasil, fiel seguidor das manias americanas, isto ocorreu sob os olhares distantes da CVM e do nosso BCB com o lançamento a preços absurdos de ações de construtoras, escolas e até corretoras de imóveis. Só podia dar no que deu. Os exemplos estão aí para quem quiser ver.

Evidentemente que os USA nunca estiveram como agora nas mãos nervosas de outros senhores. Com um déficit monumental, que só de setembro passado até o fechamento de fevereiro de 2009, passou de cerca de US$ 700 bilhões para US$ 1.75 trilhões, os USA se tornaram o estopim de uma crise que, - a partir do caos gerado no sub-prime com as hipotecas diluindo como componentes tóxicos – se irradiaram para a Europa e a epidemia de títulos podres contaminou a economia mundial.


Com centenas de bancos quebrados e os “too big to fail”, americanos, europeus e também companhias seguradoras, que estão recebendo a fundo perdido bilhões de dólares emitidos às pressas pelo Tesouro americano, poder-se-ia considerar refúgio seguro colocar a sua poupança em moeda deste país ou seus títulos de longo prazo?

Por que o dólar se mantém como moeda padrão?

Há uma enorme desavença e irracionalidade na tese. Os chineses, que fecharam 2008 com prodigiosas reservas de US 1,95 trilhões e mais de US$ 700 bilhões em Treasuries de longuíssimo prazo perante as atuais condições de temperatura e pressão devem estar chegando à perigosa conclusão de que estão sentados numa pilha de papéis de alta tensão. E o choque só não é iminente porque devem os mesmos, terem descoberto o logro de não terem diversificado suas aplicações e ponderado amarelamente sobre o tamanho da encrenca em que se meteram. Logo eles que há duas décadas prepararam e pavimentaram uma longa estrada para emergir como grande potência econômica mundial. Com um mercado interno incrível a ser desbravado, foram cair na esparrela de banqueiros que avidamente acorreram para lá sonhando usufruir de sua ascensão e fazer negócios da China.

Assim os sinos se reservam e cirurgicamente preparam um anteparo para sua vulnerabilidade. O dólar será preservado num primeiro momento e não desovarão seus estoques de títulos o que provocaria um grande terremoto interno. Com paciência asiática aprenderão a negociar empresas e usarão tais reservas com os quais progressivamente passarão a deter ativos ao redor do mundo. Ativos estratégicos de matérias - primas que lhes faltam, serão a contrapartida e minimização do risco de manutenção de reservas que poderão se volatilizar assim que um toque de racionalidade lembre a Gordon, Obama, Sarkozy e outros menos agraciados que, ao salvarem banqueiros especuladores de grosso calibre estarão também sepultando futuras gerações.

Nunca é demais lembrar sempre que a conta, mais dia menos dia terá de ser paga.

A estratégia de Obama e seu embaraçado secretário do Tesouro Timothy Geithner é simplesmente não ter estratégia e vai-se jogando pelo ralo, trilhões dos contribuintes para estancar a hemorragia causada por gângsteres que fizeram de Wall Street a nova Las Vegas do século XXI. O crime continua sem castigo e os americanos surpreendidos cortam no osso com a sua confiança no sistema erodido e refém da expectativa que talvez um milagre aconteça.

Mas como se diz por aí que Deus é brasileiro, talvez pudéssemos ao menos recomendar-lhes um receituário nacional. A lei das intervenções extrajudiciais em instituições financeiras com a deposição imediata dos seus cargos e indisponibilidade de bens de dirigentes das mesmas que atuaram em pelo menos os últimos 10 anos nestas fábricas de inconsistências. A alavancagem seria reduzida a 3, os derivativos só poderiam reverberar três vezes e deveriam comprovadamente ter atuação de hedge simples.

Não seriam admitidas operações desta natureza fora de escrituração nos balance-sheets. Operações target forward seriam todas desconstituídas e levadas a uma corte arbitral internacional para repactuação por impor cláusulas assimétricas e abusivas do setor bancário ao setor produtivo.


E o FED constituiria um novo banco onde seriam agregados os ativos bons das instituições quebradas. Um novo grande banco nacional e o enterro solene da autorregulação com a promulgação de leis duras e controles rígidos para a atuação das casas bancárias que voltariam a sua atividade precípua de serem agentes de fomento da economia e não cassinos produzindo instrumentos voláteis, tóxicos e fruto de uma incomensurável ganância para ajudar a pagar fringe-benefits descomunais.

Os grandes bancos não são muito grandes para quebrarem.

Deva ser exatamente o contrário: quanto maior a subida, tanto maior cuidado e reservas devam ter para enfrentar a descida.

Os investidores devem pagar pelos riscos em que incorreram. E devem fazê-lo já, pois a solvência de hoje, poderá não persistir amanhã.

Só os diamantes são eternos.

 



Escrito por SALSFI às 14h56
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