SALSIFI INVESTMENTS
  

Commodities devem manter queda em 2009
     

24/01/2009 - Os investidores do mercado de commodities anseiam por uma recuperação dos preços desde sua recente queda substancial. Porém, isso não é uma coisa para se esperar de 2009, aponta análise da BMO Capital Markets.

O BMO Capital Markets Commodity Price Index, que mede o desempenho das cotações das matérias-primas, amargou um novo recuo de dois dígitos em dezembro, fechando o mês com 12,9% de desvalorização.

Novamente, conforme apontam os analistas, a queda foi liderada pelo desempenho dos preços do petróleo e gás, contando também com a participação de outros segmentos, como metais, papel & celulose e commodities agrícolas.

A deterioração do cenário econômico mundial tem sido a principal vilã dos mercados durante os últimos meses. Investidores preocupados com a queda dos níveis de produção, exportação de economias como Estados Unidos e China, continuam a se livrar de ativos de maior risco.

Mercado de papel & celulose sob pressão
Apesar de todos os esforços da indústria de papel & celulose para impedir uma maior deterioração dos preços, as medidas não foram suficientes para segurar a queda de US$ 145 nos contratos durante o mês de agosto. Os estoques da matéria atingiram 51 dias de capacidade de fornecimento, bem acima da média de 32,6 dias.

Na mesma direção, as exportações para a Ásia devem continuar a declinar, acompanhando a desaceleração da economia da China. Dessa forma, a BMO projeta um preço médio para a tonelada da matéria na casa dos US$ 663 neste ano, quase 23% a menos do que aquele registrado no ano anterior, e de US$ 678 para 2010.


Fonte: Yahoo. Adaptado por Celulose Online.



Escrito por SALSFI às 18h06
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Para analistas, VCP pagou caro por Aracruz - voltar
     

22/01/2009 - A Votorantim Celulose & Papel (VCP) está pagando um preço excessivamente alto pelas ações com direito a voto da concorrente Aracruz. E a aquisição vai prejudicar os acionistas minoritários de ambas as empresas, de acordo com analistas de mercado. As ações preferenciais da VCP caíram mais de 11 % ontem, para R$ 13,83. Já as ações preferenciais da Aracruz recuaram 12, 76%, para 2,54, ampliando para 25% a queda dos papéis da companhia, que já dura quatro dias.

A VCP disse não aceitar promover uma operação de salvamento de R$ 2,71 bilhões (US$ 1,15 bilhão) da Aracruz, retomando uma tentativa de compra frustrada no ano passado, depois que ambas as empresas registraram prejuízos decorrentes de apostas malsucedidas na moeda brasileira. A Aracruz concordou no início da semana em renegociar sua dívida vinculada a essas operações de derivativos.

A transação é negativa para os acionistas minoritários de papéis PN tanto da Aracruz quanto da VCP, escreveu Felipe Reis, analista do Banco Santander, em nota aos investidores. Os prováveis beneficiários do negócio são os grupos Lorentzen e Safra, que vão receber, em dinheiro, um preço por ação fixado seis meses atrás antes dos problemas com derivativos enfrentados pela Aracruz e antes da crise financeira mundial, prevê.

Marcelo de Brisac, analista da Itaú Corretora, disse que a VCP está pagando uma soma absurda de dinheiro pelas ações ordinárias da Aracruz. Ele reduziu sua recomendação para as ações da VCP para de desempenho inferior à média do mercado. A operação também repercutiu negativamente em outros bancos de investimento e corretoras. Marcos Assumpção, analista da Merrill Lynch, baixou sua indicação para os papéis da VCP de comprar para neutra.

Fonte:
Gazeta Mercantil - Bloomberg News / Adaptado por Celulose Online



Escrito por SALSFI às 18h00
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Valor pago à Aracruz pela VCP surpreende
     

21/01/2009 - A aquisição de mais 127.506.457 de ações ordinárias da Aracruz Celulose, que representam 28,03% do capital social votante, pela Votorantim Celulose e Papel (VCP) era esperada, mas não por esse valor, devido aos últimos acontecimentos. A oferta anunciada ontem não sofreu alteração, mesmo após a Aracruz registrar as perdas com operações de derivativos. Essa é a avaliação de Jayme Alves, analista de investimentos da Corretora Spinelli.

O negócio é estimado em R$ 2,710 bilhões. A aquisição será liquidada amanhã e o valor será pago em 6 parcelas, sem correção ou acréscimo, sendo R$ 500 milhões em dinheiro.

Segundo Alves, a transação é positiva para ambas as empresas. O analista explica ainda que a aquisição vem em linha com a estratégia da VCP: focar nos negócios de celulose. "A VCP terá mais força de negociação e se tornará líder no mercado brasileiro de celulose", afirma.

No início de novembro, a Aracruz registrou uma perda total de aproximadamente US$ 2,13 bilhões (fair value) com operações de derivativos.

O anúncio repercutiu diretamente nas negociações das ações ordinárias da Aracruz, que instantes atrás apresentavam ganhos de 78,39%, cotadas R$ 9,90. De acordo com Nicholas Barbarisi, sócio e diretor de operações da Hera Investment, as operações dessas ações dispararam porque têm direito a voto, mas é "um comportamento de momento".

Fonte: InvestNews. Adaptado por Celulose Online.



Escrito por SALSFI às 17h54
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VCP oficializa aquisição de 28% da Aracruz - voltar
     

20/01/2009 - Após meses de negociação, a VCP (Votorantim Celulose e Papel) firmou a compra de 28,03% da concorrente Aracruz por R$ 2,71 bilhões. O montante representa 127,5 milhões de ações ordinárias.

Por meio de um comunicado oficial enviando na manhã desta terça-feira (20), a empresa de papel e celulose confirmou a aquisição, que será liquidada na quarta-feira (21).

O montante deve ser pago em seis parcelas. A primeira é avaliada em R$ 500 milhões e as demais ficam divididas proporcionalmente ao longo do acordo firmado, sendo a última para julho de 2011.

Fatia pode chegar a 56%
A fatia adquirida pela VCP corresponde aos integrantes das famílias Lorentzen, Moreira Salles e Almeida Braga. Porém, ainda há possibilidade de adquirir a parcela da Arainvest, holding financeira controlada pelo Grupo Safra.

Caso a VCP venha a adquirir a parcela da Arainvest, terá, no conjunto, 56,06% de participação na Aracruz, fato que levaria à realização de uma OPA (Oferta Pública de Ações) para firmar a compra das ações ordinárias da Aracruz.

Aumento de capital
Em até cinco dias, a VCP pode convocar uma AGE (Assembléia Geral Extraordinária) para deliberar aumento de seu capital social, no montante de R$ 4,25 bilhões, com a emissão de até 223,94 milhões de novas ações, das quais 62,1 milhões ordinárias e até 161,78 milhões de papéis preferenciais, por subscrição privada, a um preço R$ 19,00. Esse preço implicaria prêmio frente à cotação corrente.

Após todos os processos descritos, podem ser convocadas outras AGEs para deliberar a incorporação de todas as ações de emissão de Aracruz pela VCP, sendo a relação de troca de uma ação de emissão da Aracruz para cada 0,1347 da VCP.

Fonte: InfoMoney. Adaptado por Celulose Online.

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Escrito por SALSFI às 17h48
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   PETROBRAS I

Plano de Negócios 2009 - 2013                                       


 

Rio de Janeiro, 23 de janeiro de 2009 - PETRÓLEO BRASILEIRO S/A - PETROBRAS, [Bovespa: PETR3/PETR4, NYSE: PBR/PBRA, Latibex: XPBR/XPBRA, BCBA: APBR/APBRA], uma companhia brasileira de energia com atuação internacional, comunica que seu Conselho de Administração aprovou, nesta data, o Plano de Negócios 2009-2013.

 

O Plano de Negócios 2009-2013 tomou como premissa o posicionamento estratégico definido no Plano Estratégico 2020. O Plano foi revisto e atualizado, levando-se em consideração mudanças no panorama da indústria quanto às incertezas macroeconômicas, os novos níveis de preços, oferta e demanda de petróleo & derivados, custos, aspectos geopolíticos e recursos críticos.  

 

O Plano de Negócios não incorporou possíveis reduções de custos, no entanto, a companhia reconhece que o cenário é de queda nos preços e vai trabalhar fortemente para reduzir os custos dos bens, produtos e serviços usados em seus investimentos.

 

Mantendo o comprometimento de desenvolvimento sustentável temos como meta a ampliação da atuação nos mercados-alvo de petróleo, derivados, petroquímico, gás e energia, biocombustíveis e distribuição, sendo referência mundial como uma empresa integrada de energia.

 

A Visão da companhia de se tornar uma das cinco maiores empresas integradas de energia do mundo, tendo como pilares desse desenvolvimento a rentabilidade, responsabilidade social e ambiental e crescimento integrado, também foi mantida.

 

O Plano de Negócios 2009-2013 mantém metas agressivas de crescimento para a Companhia e incorpora recursos destinados a exploração e desenvolvimento das descobertas de petróleo na chamada camada pré-sal. 

 

De acordo com o estabelecido no Plano de Negócios 2009-2013 as metas de produção de petróleo no Brasil são as seguintes: 2.680 mil barris de óleo por dia (bpd) em 2013, 3.340 mil bpd em 2015 e 3.920 mil bpd em 2020.

 

Além do Sistema Piloto de Tupi, que iniciará produção em 2010, estão previstos para o período (2009-2013) três sistemas para produzir no pré-sal da Bacia de Santos sendo Tupi 1 e Guará 1 em 2012 e Iara 1 em 2013. A adição de novos projetos de produção fez com que a meta 2015 do PN 2008-2012, de 2.812 mil bpd, se elevasse em 528 mil bpd.

 

Incluindo o gás natural, a produção doméstica alcançará 3.310 mil barris de óleo equivalente por dia (boed) em 2013, 4.140 mil boed em 2015 (685 mil boed a mais do que a meta do PN 2008-2012) e 5.100 mil boed em 2020.  

 

No refino, a carga fresca processada no Brasil em 2013 será de 2.270 mil bpd. Estamos reafirmando nossa estratégia de crescer a capacidade de refino, buscando o equilíbrio com o crescimento da produção de petróleo da Petrobras, atendendo os níveis de qualidade de produtos requeridos pelo mercado. Nesse sentido, em 2011 entra em operação a Refinaria Abreu e Lima (Pernambuco). Em 2012 entra em operação o COMPERJ, em 2013 a refinaria Premium I e em 2014 a Premium II.

   

As metas internacionais também refletem o crescimento integrado da Companhia com estimativas de produção de óleo e gás de 341 mil boed em 2013.

 

A estimativa de produção de óleo e gás da Petrobras no Brasil e no exterior para 2013 é de 3.651 mil boed. 

Metas Corporativas

Indicadores

Realizado 2008

Metas 2013

Previsão 2015

 Previsão 2020

Produção de Óleo e Gás Natural - Brasil (Mil boed)

2.176

3.310

4.140

5.100

Produção de Óleo e Gás Natural - Total (Mil boed)

2.400

3.651

4626

5.732

Carga Fresca Processada - Brasil (Mil bpd)

-

1.859

2.053

3.012



Escrito por SALSFI às 16h38
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   PETROBRÁS III

Considerando, pela primeira vez, as descobertas da camada pré-sal na Bacia de Santos, o plano prevê investimentos de US$ 174,4 bilhões, até 2013, representando uma média de US$ 34,9 bilhões por ano, sendo 90% (US$ 157,3 bilhões) no Brasil e 10% (US$ 16,8 bilhões) no exterior. Este montante representa um aumento de 55% em relação ao Plano anterior.

 

Quando comparado como PN 2008-2012 destaca-se o crescimento dos investimentos nos segmentos de E&P (aumento de 71%) cujo montante deve atingir US$ 92 bilhões, ou 53% dos US$ 174,4 bilhões aprovados para o período 2009-13. O segmento de Abastecimento, com 27% de participação, teve seus investimentos elevados para US$ 46,9 bilhões, representando 46% de aumento na comparação com o plano anterior. Destaca-se também o crescimento dos investimentos em Gás e Energia em 139%, representando 7% do total. Na atividade internacional, os investimentos seguem concentrados na área de Exploração e Produção, com foco na América Latina, Oeste da África e Golfo do México e o segmento de biocombustíveis receberá US$ 2,4 bilhões, por meio da nova subsidiária, Petrobras Biocombustível.  

 

O crescimento dos investimentos deve-se a: US$ 47,9 bilhões referentes a novos projetos, US$ 17 bilhões referentes a aumento de custos devido ao aquecimento do mercado de equipamentos e serviços para o setor, US$ 2,9 bilhões em razão da alteração da premissa cambial e o restante referente a outros fatores tais como mudança no escopo dos projetos, no modelo de negócio, etc.

 

Dos US$ 47,9 bilhões em novos projetos, a área de E&P responde por 76,4% do montante, ou seja, US$ 36,6 bilhões. Pela primeira vez a companhia está empenhando esforços significativos na avaliação, desenvolvimento e produção de descobertas na chamada camada pré-sal das Bacias de Santos e do Espírito Santo. Dos novos projetos, cerca de US$ 28 bilhões relacionam-se com o desenvolvimento do Pré-Sal.

 

Em 2013, a meta de produção de óleo para o pré-sal é de 219 mil bpd. Já em 2015 essa produção atingirá 582 mil bpd e em 2020 1.815 mil bpd. Em 2013 a produção de gás natural do pré-sal disponibilizada para venda deve atingir aproximadamente 7 MMm3/d e em 2020 cerca de 40 MMm3/d



Escrito por SALSFI às 16h35
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   PETROBRAS IIIII

 

Investimentos (US$ bilhões)

Indicadores

Plano

 2008-2012

Plano

2009-2013

Diferença (%)

Exploração & Produção

65,1

104,6

61%

Abastecimento (R T C)

29,6

43,4

47%

Gás & Energia

6,7

11,8

76%

Petroquímica

4,3

5,6

30%

Distribuição

2,6

3,0

15%

Biocombustível

1,5

2,8

87%

Corporativo

2,5

3,2

28%

Total

112,4

174,4

55%

A revisão do plano incorporou o novo cenário econômico e financeiro mundial, incluindo seus efeitos sobre o preço do petróleo, dentre outras variáveis. No entanto, se por um lado as flutuações de preço afetam as expectativas de receita no curto-prazo, o que pode acarretar em necessidades de substanciais captações durante 2009 e 2010, para fazer frente aos volumes de investimento, o consenso de mercado de preço médio do Brent para o período 2009-20013 é significativamente superior ao preço atual da commodity, o que leva o plano a ser consideravelmente `autofinanciável'.

 

Apesar da crise financeira atual, o balanço entre oferta e demanda de petróleo no longo prazo encontra-se apertado. Espera-se para o ano de 2009 uma capacidade excedente de produção em função da queda de demanda, fenômeno não observado desde 2000, no entanto, tal fenômeno não deve perdurar já que, a nível mundial, há esgotamentos dos campos existentes e um grande esforço de investimento está sendo direcionado para compensar o declínio de produção. A Petrobras trabalha com um preço médio do Brent de US$ 42 para analise de financiabilidade, alavancagem e retorno.    

 

A meta de alavancagem financeira média de 25-35% está mantida e a Petrobras continuará buscando financiamento em várias fontes de recursos no Brasil e no exterior, seja no mercado de capitais, bancário, de securitização, agências de fomento, etc.

 

Durante a revisão do Plano, também foram analisadas as premissas quantitativas relacionadas ao crescimento da economia mundial, taxa de câmbio, preços e margens do petróleo e derivados.

 

Para 2009 estão previstos investimentos de US$ 28,6 bilhões. Baseado ao preço médio de US$ 37 para o Brent, há necessidade de captar será de US$ 18,1 bilhões. Hoje já temos assegurado um volume de US$ 11,9 bilhões através do BNDES e mais US$ 5,0 bilhões de outras fontes.

 

 

Atenciosamente,

 

 

Relacionamento com Investidores



Escrito por SALSFI às 16h23
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   PETROBRÁS

 

Prezado(a) Sr/Sra Salvador Sícoli Filho,

PETRÓLEO BRASILEIRO S/A - PETROBRAS, [Bovespa: PETR3/PETR4, NYSE: PBR/PBRA, Latibex: XPBR/XPBRA, BCBA: APBR/APBRA], uma companhia brasileira de energia com atuação internacional, confirmamos sua participação na divulgação do Plano de Negócios 2009-2013, com:


José Sergio Gabrielli de Azevedo
Presidente

Almir Guilherme Barbassa
Diretor Financeiro e de Relações com Investidores

e outros executivos da Companhia

Apresentação para investidores e analistas - Rio de Janeiro

Segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Apresentação/Conferência telefônica/Webcast: 14:00 - 17:00h (Horário de Brasília)
Local: Auditório da Companhia - 1º Andar
Endereço: Av. República do Chile, 65 - Centro - RJ

(o número  e detalhes para conexão serão enviados em breve)

Em caso de dúvida, favor contatar:

Petróleo Brasileiro S.A. - PETROBRAS
Relacionamento com Investidores
E-mail
: petroinvest@petrobras.com.br
           acionistas@petrobras.com.br
Telefone: (55-21) 3224-1510 / 9947


 



Escrito por SALSFI às 16h14
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De:

Para:
"SALVADOR SÍCOLI FILHO"

Vale investe em exploração de gás natural

Rio de Janeiro, 22 de janeiro de 2009 - A Companhia Vale do Rio Doce (Vale) informa que se encontra em negociações com a Woodside Energia Investimentos em Exploração de Petróleo Ltda ("Woodside") para adquirir metade de sua participação nos consórcios BM-S-48 e BM-S-55, na Bacia de Santos, visando à exploração de gás natural.

O consórcio, atualmente formado pela Repsol YPF (40%), Petrobras (35%) e Woodside (25%), abriga o poço exploratório de Panoramix, onde foram encontrados indícios de hidrocarbonetos. A aquisição somente se concretizará com a aprovação da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP)

A exploração de fontes de energia como o gás natural está inserida no objetivo estratégico da Vale de diversificar e otimizar nossa matriz energética visando à redução de custos e a mitigação dos riscos. Desta forma, temos buscado a identificação de depósitos no Brasil através de participações em consórcios para exploração de gás natural nas bacias sedimentares brasileiras.



Escrito por SALSFI às 16h04
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Governo dos EUA garante US$ 400 bilhões em ativos do Citi e BofA


Valor Online 16/01/2009 11:42


Apesar de boa parte dos analistas ter dito recentemente que o risco de quebra de grandes bancos globais já tinha ficado para trás, o governo norte-americano divulgou hoje que vai garantir perdas de mais de US$ 400 bilhões em ativos de dois dos principais conglomerados financeiros dos Estados Unidos: Citigroup e Bank of America (BofA). Em uma versão renovada e mais detalhada do pacote de salvamento anunciado no final de novembro do ano passado, o Citi acordou com o Departamento do Tesouro dos EUA, com o Federal Reserve de Nova York e com a Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC) uma garantia que vai cobrir perdas de um total de US$ 301 bilhões de ativos do banco por um prazo de cinco a dez anos, incluindo hipotecas residenciais, comerciais, financiamentos de automóveis, empréstimos alavancados e outros tipos de operações de crédito. O acerto preliminar de novembro falava em US$ 306 bilhões em ativos, sem entrar em detalhes. Pelos termos do novo acordo, o Citi vai assumir a perda dos primeiros US$ 39,5 bilhões, ante compromisso de US$ 29 bilhões previsto no pacote de salvamento inicial. A partir deste montante, os próximos US$ 16,7 bilhões serão garantidos pelo Tesouro dos EUA e pela FDIC, sendo 10% arcados pelo Citi. Perdas acima deste volume entrarão na conta do Fed de Nova York, que vai dar empréstimos sem a necessidade de devolução, embora com juros. Para ter direito à garantia, o banco vai emitir ações preferenciais no valor de US$ 7,059 bilhões, com juros de 8% ao ano, em favor do Tesouro e da FDIC, além de direitos de subscrição de ações ordinárias a um preço de US$ 10,31. A operação acordada com o Bank of America é semelhante, com garantia para US$ 118 bilhões em ativos, mas conta também com um aporte direto de capital de US$ 20 bilhões com recursos do pacote de US$ 700 bilhões de salvamento aos bancos. Essa parte do dinheiro será alocada por meio da compra de ações preferenciais que renderão ao Tesouro dos EUA um dividendo anual de 8%. Em relação à garantia dada ao BofA, o banco assumirá a perda dos primeiros US$ 10 bilhões, dividindo com o governo prejuízos de mais US$ 10 bilhões. Passando o limite de US$ 20 bilhões, o governo dos EUA passa a arcar com 90% das perdas. Para ter o direito à garantia, o Bank of America vai emitir US$ 4 bilhões em ações preferenciais, com dividendo de 8% ao ano, que serão entregues ao Tesouro norte-americano e à FDIC, além de direitos de subscrição de ações. O anúncio do programa de centenas de bilhões de garantias ocorre no mesmo dia em que o Citi divulgou prejuízo de US$ 8,29 bilhões no quarto trimestre de 2008, acima das expectativas. Já o BofA perdeu US$ 1,79 bilhão no mesmo período, sendo que o recém-adquirido Merrill Lynch teve um rombo de mais de US$ 15,3 bilhões. (Fernando Torres | Valor Online, com agências internacionais)



Escrito por SALSFI às 16h01
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