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   PREÇOS DE PETRÓLEO

Petróleo tem mais um dia de baixa

 

Do Valor Online, de São Paulo - 13/01/2009


 
O petróleo acumulou na jornada de ontem a quinta baixa consecutiva dos preços e fechou mais uma vez abaixo de US$ 40 por barril em Nova York. As preocupações com a derrocada da demanda global por energia e combustíveis continua dando o referencial para a cotação do produto.

 

O contrato de WTI negociado para o mês de fevereiro em Nova York fechou a US$ 37,59, com baixa de US$ 3,24. O vencimento para o mês seguinte caiu US$ 2,42, para US$ 43,65. Em Londres, o barril de Brent para o próximo mês declinou US$ 1,51, para US$ 42,91. O contrato para março fechou a US$ 45,52, com desvalorização de US$ 1,72.

 

O aumento dos estoques verificado na semana passada nos Estados Unidos, bem como a forte perda de postos de trabalho no país em dezembro fizeram com que os preços voltassem a tombar. Antes disso, a tensão criada pelo ataque de israelenses à Faixa de Gaza tinha despertado temores em relação aos produtores vizinhos.

 

Nem mesmo os cortes de produção anunciados pela Organização dos Países Produtores de Petróleo (Opep) conseguiu segurar o tombo dos preços futuros do produto. O mercado acredita que esse ajuste de oferta deve levar algum tempo para refletir sobe o preço.

 

Por enquanto, é o pessimismo em relação à economia dos EUA e outros países consumidores que estão norteando o petróleo.

 

Colaborou para a queda da commodity a expectativa de que a Rússia restabeleça até amanhã o fornecimento de gás para a União Européia por meio da Ucrânia. A normalização evitaria o aumento do consumo por outros combustíveis na região. (Com agências internacionais)


Escrito por SALSFI às 02h23
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   ARTIGO DE TERCEIROS - VALOR

Depois da crise financeira

Yoshiaki Nakano - 13/01/2009

O desdobramento da crise financeira global com epicentro nos Estados Unidos vem ganhando abrangência e contornos cada vez mais preocupantes e ameaçadores. As últimas informações sobre queda, sem precedentes, na demanda agregada estão deslocando o diagnóstico de recessão profunda e prolongada para uma possível depressão econômica. A atual crise não pode ser vista como fase de contração de um ciclo econômico e que deverá automaticamente ser seguido da fase de recuperação. A sua natureza não foi ainda desvendada, mas seu poder destrutivo é tal que deverá trazer rupturas nas práticas econômicas e financeiras que podemos falar em fim de um regime econômico que vem regendo a economia global desde os anos 80. Muitos bancos e empresas símbolos já quebraram ou estão sendo socorridos pelo governo, como Citibank, GM e Ford, com medidas que estavam no index do pensamento convencional. A visão de mundo e idéias que fundamentavam o pensamento econômico convencional como mercado eficiente e, que se auto-regulam, ruíram com a crise. Políticas convencionais como a monetária deixam de funcionar e conceitos, como autonomia do Banco Central, perdem sentido diante da gravidade da crise e da urgência de ação coletiva.

 

Krugman vem falando em "Depression Economics". Ele reescreveu, à luz da atual crise, o seu livro de 1999 que se baseava na crise asiática, tendo como pano de fundo a crise japonesa. A revista The Economist já encontrou uma definição do que seria uma depressão econômica, uma contração no PIB de mais de dez pontos percentuais e que se prolongue por quatro anos. Para o meu gosto preferiria uma definição de depressão econômica que tomasse emprestado o significado da psicologia: uma doença em que a economia não reage normalmente aos estímulos convencionais, com a destruição da lógica do crescimento e da geração de novos empregos. É uma doença causada por desequilíbrios mais profundos. Neste estado, a política monetária convencional deixa de funcionar e são necessárias políticas fiscais extremamente agressivas, que tem efeitos colaterais indesejados, para evitar o pior e que, por si só, não são capazes de trazer de volta a saúde econômica e retorno do crescimento.

 

Neste caso para que os Estados Unidos e o resto do mundo comecem a reduzir o desemprego e voltem a crescer, serão necessários grandes ajustes para restabelecer os equilíbrios, desenvolver nova regulação do sistema financeiro e construir uma nova estrutura dinâmica para economia global para recompor a lógica do crescimento capitalista. Isto poderá levar anos.

 

O ponto central é que a atual crise financeira originou-se na crise do financiamento imobiliário "sub-prime" nos Estados Unidos, mas provocou uma contração global no crédito, desalavancagem generalizada e uma gigantesca deflação nos preços dos ativos, num processo global que se auto-alimenta de diversas formas. Esta deflação nos preços dos ativos é que está provocando uma queda, sem precedentes, no consumo e tem efeito destruidor no balanço das empresas. É este processo no qual as familias têm que deixar de consumir para pagar as dívidas, isto é, têm que aumentar a poupança e as empresas devem reduzir o seu passivo em função da deflação de seus ativos para recompor o seu patrimônio liquido, muitas vezes negativo, que rompe a lógica do crescimento. A prioridade passa a ser pagar a dívida acumulada na fase de bonança de crédito. Assim, a crise financeira destrói a lógica capitalista de crescimento na qual as empresas investem incessantemente em busca de lucro, atendendo a demanda de consumo das famílias.

 

Na medida em que a lógica financeira que prevalece passa pela prioridade absoluta das familias e das empresas, pela redução da dívida, isto é, ampliação da poupança das familias e utilização dos lucros pelas empresas para redução do seu passivo ou constituição de reservas, podemos entrar num quadro depressivo com insuficiência crônica de demanda. Com a deflação muitas e muitas empresas passam a ter patrimônio negativo e redução de dívidas passa a ser uma questão de sobrevivência.

 

Assim, a depressão econômica não é causada pela contração no crédito. Esta é a primeira fase da crise financeira que causa uma recessão. Mesmo que este problema tenha sido resolvido com devida recapitalização dos bancos e retirada do mercado dos ativos tóxicos, com retorno da liquidez e do crédito, dependendo dos excessos de endividamento e da magnitude da deflação do valor dos ativos financeiros, numa economia em depressão é a demanda por crédito que cai. Famílias e empresas poupam, mas do outro lado não há mais pessoas nem empresas dispostas a consumir ou investir endividando-se.

 

Neste quadro é que Keynes propunha a necessidade da política fiscal com ampliação de gastos do governo exatamente para captar o excesso de poupança e canalizá-lo para reconstituição da demanda agregada para sustentar a produção e o emprego.

 

Por trás de todo este processo existe um desequilíbrio estrutural e global. Como na fase de "boom" de crédito, as famílias americanas deixaram de poupar e consumir endividando-se até bater no limite - agora começam a aumentar a poupança para pagar as dívidas. Isto é, os americanos consumiram muito mais do que a sua produção permitia, gerando enorme déficit em transações correntes, recorrendo à poupança externa (superávit da China etc) e, desta forma, transmitia demanda e dinamismo aos demais países. Agora, com as famílias reduzindo, numa escala sem precedentes, a demanda por crédito e consumo e, em decorrência, as empresas reduzindo seus investimentos, resta para os EUA duas saídas. A ampliação dos gastos do governo ou aumento das exportações líquidas.

 

De 2001 a 2003, os Estados Unidos já ampliaram seu déficit fiscal provavelmente em mais de US$ 700 bilhões e, este ano, deverá ampliar em pelo menos outro tanto, mas logo baterá num limite. Como financiar um déficit desta magnitude ampliando o nível de endividamento? Assim, inevitavelmente os Estados Unidos deverão recorrer à ampliação das exportações líquidas, isto é, deverão transferir desemprego para os demais países. Para isto, inevitavelmente, o dólar deverá ser depreciado fazendo com que o resto do mundo pague as contas.

 

Yoshiaki Nakano , ex-secretário da Fazenda do governo Mário Covas (SP), professor e diretor da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getulio Vargas - FGV/EESP, escreve mensalmente às terças-feiras.



Escrito por SALSFI às 02h10
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   PREÇOS DE MINÉRIO

Siderúrgicas asiáticas exigem redução de 40%

 

Patti Waldmeir e Javier Blas, do Financial Times, de Xangai e Londres -13/01/2009

 

Siderúrgicas do Japão e China pediram uma redução recorde de 40% nos preços do minério de ferro nas negociações anuais que servem de referência para o valor do produto, proposta que enfrenta resistência pelas mineradoras.

 

A Vale do Rio Doce, Rio Tinto, BHP Billiton, responsáveis por mais de 70% do minério de ferro transportado por mar, admitem, em privado, que os preços provavelmente cairão pela primeira vez em sete anos. Como acreditam que a demanda pelo produto aumentará em poucos meses, tentam atrasar as negociações.

 

Operadores e analistas disseram que as mineradoras esperavam cortes de 20% ou menos, depois de terem obtido aumento recorde de 85% na negociação anual anterior.

 

Shen Wenron, presidente do conselho de administração da Jiangsu Shagang Group, maior siderúrgica chinesa de capital privado, sustentou na semana passada que os preços anuais do minério de ferro cairiam de 40% a 50% em 2009, reverberando a visão atual de consenso entres as produtoras de aço na China.

 

"É certo que haverá queda, mas se os preços não caírem tudo isso, então as três principais empresas de minério de ferro [Vale, Rio Tinto e BHP Billiton] perderão o mercado chinês", afirmou Shen, segundo o influente periódico financeiro chinês "Caijing".

 

As sigilosas negociações sobre o valor do minério de ferro são freqüentemente ásperas, com algum dos lados ameaçando cancelar contratos para melhorar sua posição de barganha. Tais ameaças raramente se materializam.

 

Especialistas acreditam em queda de preço, mas não tão acentuada como exigem as siderúrgicas. "De forma realista, um corte de 30% seria mais viável", observou Du Wei, analista do setor de aço na MySteel. As mineradoras tentarão atrasar um acordo até o segundo trimestre, apostando na recuperação.

 



Escrito por SALSFI às 01h56
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   PROJETOS SUSPENSOS

Rio Tinto suspende projeto em Corumbá

Vera Saavedra Durão, do Rio - 13/01/2009

A falta de demanda por minério de ferro levou a mineradora anglo-australiana Rio Tinto, terceira maior do mundo, a adiar o investimento de R$ 2,15 bilhões em Corumbá, no Mato Grosso do Sul. O projeto, aprovado em julho pelo conselho de administração da mineradora, previa a expansão da mina dos atuais 2 milhões de toneladas para 12,8 milhões de toneladas até 2010, a construção de dois novos portos e a encomenda de 346 novas barcaças para transportar o minério pelo Rio Paraguai. "Mantemos a alternativa de retomar a expansão quando captarmos sinais confiáveis de recuperação do mercado", disse ontem, Gervase Green, porta-voz da Rio Tinto, sediado em Londres.

 

Na semana que vem, terminam as férias coletivas dos cerca de 500 empregados da subsidiária brasileira da Rio Tinto. Até agora não houve demissão na subsidiária da anglo-australiana, cujo programa de demissões contempla 14 mil empregados e vem sendo executado paulatinamente, mas ainda não chegou ao Brasil.

 

Os planos da empresa em Corumbá passam pela retomada de suas operações. Em princípio, a empresa pretende fechar o ano produzindo 2 milhões de toneladas de minério de ferro, para os quais está buscando mercado, informou seu diretor-financeiro e de recursos humanos, Aloísio do Pinho de Oliveira, em visita ao presidente da Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul (Fiems), Sergio Longen, no fim de semana. A Rio Tinto ainda não fechou seu balanço de 2008, mas programava produzir 190 milhões de toneladas de minério de ferro no ano passado.

 

Além das demissões, o Rio Tinto pretende cortar US$ 5 bilhões em gastos para diminuir seu endividamento feito com a captação de recursos para comprar a Alcan, canadense de alumínio, por US$ 43 bilhões em 2007. Ontem, a mineradora anunciou que o chefe executivo da divisão de alumínio Rio Tinto Alcan, Dick Evans, vai aposentar e deixar a direção da empresa em 20 de abril. Com 61 anos, Evans foi CEO da Alcan entre 2006 e 2007 e se integrou à direção da Rio Tinto em outubro de 2007, com a aquisição da Alcan pela anglo-australiana.

 

No mês passado, o grupo anglo-australiano comunicou que estava fazendo um grande esforço para pagar sua dívida contraída da compra da Alcan cortando gastos de capital, empregos, custos operacionais, enquanto costurava uma lista de ativos que pretende colocar à venda.

 

Para analistas, a saída de Evans sinaliza uma grande "sacudida", "profundas mudanças", na divisão de alumínio da Rio Tinto. Ele deve ser substituído por Jacynthe Cote, presidente e CEO da divisão de unidade de metal primário da Rio Tinto Alcan. A notícia da saída de Evans e do corte de investimentos no Brasil derrubou as ações da Rio Tinto em Nova York em quase 6% e seu valor de mercado atingiu US$ 34,2 bilhões, depois de alcançar mais de US$ 100 bilhões em meados de 2008.

 

 



Escrito por SALSFI às 01h49
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