SALSIFI INVESTMENTS
   AS BOAS AÇÕES DA SALSIFI

AS BOAS DICAS QUE ENSEJARAM MILHÕES

Salvador Sícoli Filho - 31/12/08

 

Remando contra a maré do otimismo exacerbado desde 25 de agosto de 2007 em arttigo ao JB on Line e secundando o colunista daquele veículo apontamos o alerta vermelha para a situação e repercussão dos bancos estrangeiros.

Foram consumidas algumas noitadas emtrocas de informações, análisesd e balanços e casculhando com rigorosa linha nas entrelinhas dos fatos externados ao públicos, traçamos a nossos estratégia de retirada do mercado.

A era da exuberãncia irracional dava sinais de esgotamento e assim urgia que progressivamente fossemos resguardando a penosa reconstrução da última derrocada do sistema bancário quando em 1997 ruiu o sistema financeiro japonês e que custou 10 anos de longo encolhimento da maior economia asiática.

Gato escaldado tem medo de água fria e o alerta vermelho com o BNP Pariibas em agosto de 2007 deixava clara que a farra do crédito fácil e irresponsável seria responsável pela enorem avalnache que meses depois soterraria desta feita todo o sistema bancário mundial.



Escrito por SALSFI às 14h43
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Ações para começar o ano bom (será ?)

 

Adriana Cotias -02/01/2009


 
Depois de o Ibovespa encerrar 2008 com queda de 41,22% e interromper um ciclo de cinco anos consecutivos de alta, quais são as melhores oportunidades de investimentos para começar 2009? Num momento em que tudo parece estar na bacia das almas, tão mais criteriosa deve ser a seleção, pois não há apostas nem óbvias nem certeiras. Entre as recomendações das casas de análise, o viés é mais mercado doméstico e menos matérias-primas, tradicionais carros-chefes da bolsa brasileira.

 

Pelo método de fluxo de caixa descontado, embora as ações ligadas à cadeia de commodities tenham um potencial de valorização teórico mais elevado, de 70% na média, são os papéis relacionados ao mercado doméstico, com 30%, que têm uma relação risco-retorno mais atrativa dado o atual cenário internacional, segundo o diretor da Modal Asset Alexandre Póvoa. Para ele, foi o vácuo de poder ocupado pelo presidente-eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, e o efeito psicológico do juro zero que levaram os mercados de risco a um pequeno rali no fim de 2008. O Ibovespa saiu dos 29.435 pontos para 37.550 pontos num espaço de dois meses. Mas antes de engatar uma retomada efetiva, ainda há chances de derrapagem, com o indicador voltando a testar as mínimas entre 30 e 33 mil pontos ao longo do primeiro trimestre. "Por mais que Obama venha com novas medidas quando tomar posse no dia 20, elas terão um efeito cumulativo nas iniciativas adotadas até aqui e podem demorar a surtir efeito na economia", afirma Póvoa.

 

Se o ritmo de crescimento em 2009 é uma incógnita, 2010 é uma caixa-preta. A possível boa nova é que se o cenário for mais construtivo a partir do segundo trimestre, configurando uma recuperação para o ano que vem, pela primeira vez os mercados emergentes terão uma vantagem competitiva em relação às nações desenvolvidas, avalia o executivo da Modal. "São países que terão algum crescimento e com um risco menor e, nesse conjunto, o Brasil ocupa uma posição privilegiada."

 

Com previsão de volatilidade e mudanças significativas nas tendências mundiais nos primeiros meses do ano, Catarina Pedrosa, chefe de análise da Banif Securities, não indica papéis para carregar o ano todo, mas só para começar o ano de 2009. Ela prevê que os ativos trocarão de mãos mais vezes na tentativa dos investidores de maximizar retornos num ano que deve ser bastante difícil. Nas suas escolhas estão papéis que, a seu ver, não refletem nos preços a qualidade de seus fundamentos.

 

A lista da Banif inclui Aracruz, a ação que apresentou a maior queda em 2008 na bolsa por conta dos prejuízos com derivativos, além de B2W, Duratex, Eletropaulo, Gafisa, Telemar, Totvs e Confab. Na visão de Catarina, nem o BNDES nem a VCP, acionista da Aracruz gostariam de ver a empresa cair nas mãos de concorrentes internacionais, o que seria provável num caso de insolvência. Por isso, estima que a empresa costurará algum acordo com os bancos ou receberá ajuda do próprio BNDES.

 

Para B2W, a análise é de que o varejo eletrônico deve se beneficiar do aumento de 44% nas vendas de computadores pessoais, ampliando-se a base potencial de consumidores online. Duratex, por sua vez, deve incrementar suas receitas nos próximos anos, tendo em vista a entrega de novas unidades residenciais que começaram a ser construídas nos últimos três anos. Eletropaulo é considerado um caso de dividendos atrativo, não distribuiu proventos no segundo semestre de 2008 e em fevereiro o pagamento pode proporcionar um retorno de 8% aos investidores. Para a Gafisa, a leitura é de que a construtora tem condições de cumprir as indicações de vendas e resultados prometidos para 2008, pois teve seis lançamentos bem-sucedidos no segundo semestre, o que deve possibilitar a recuperação de caixa da companhia. Já a aprovação da fusão da Telemar com a Brasil Telecom eleva o potencial de valorização para os acionistas minoritários da Telemar Norte Leste PNA, fato que não está devidamente computado nos preços, pelos cálculos da Banif. Entre os nomes de menor liquidez na bolsa estão Totvs, que pode registrar vigorosa expansão na geração operacional de caixa, e, Confab, com forte posição de caixa, fluxo de pedidos estável e possibilidade de aumentar a carteira caso a Petrobras prossiga com seus investimentos na área de pré-sal.

 

Para os analistas da Spinelli Corretora, os setores de energia elétrica, telefonia, saneamento básico, bens de consumo, bancos (os grandes) e varejo é que compõem uma aposta mais defensiva para atravessar as turbulentas águas de 2009. "São setores com perspectiva de manutenção de lucros, enquanto Vale, Petrobras, as siderúrgicas e as empresas de papel e celulose podem levar mais tempo para se recuperar se houver um quadro de depressão que indique um prolongamento de demanda global mais fraca", diz o analista Jayme Alves.

 

CCR, Fosfertil, Redecard e Usiminas estão na lista de indicações do chefe de análise da Concórdia Corretora, Eduardo Kondo.

 

No último pregão do ano, na terça-feira, o Ibovespa subiu 1,32%, aos 37.550 pontos. O giro chegou a R$ 2,61 bilhões. JBS ON liderou as altas do dia, com valorização de 9,3%.

 

Adriana Cotias é repórter de Investimentos. A titular da coluna, Daniele Camba, excepcionalmente, não escreve hoje.

 

E-mail: adriana.cotias@valor.com.br


Escrito por SALSFI às 13h43
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Sobre o artigo do Profº Fábio Wanderley Reis – VALOR 29/12/08

 

“CRISE, MÃOS E BONS VOTOS”, permito-me um comentário sob o título abaixo.

ATÉ QUANDO RESISTIREMOS EM SUSTENTAR O US$?!


Perdem-se trilhões em especulações e operações fraudulentas e o crime é sem castigo.

 

Salvador Sícoli Filho – 231/12/08


Não poderia ficar sem um registro o excepcional artigo do emérito Profº Fábio Wanderley em Valor de 29/12/08, “Crise, mãos e bons votos”.

 

Com a exuberância intelectual de sempre o decano, resvalando para o fulgor das imagens da mão oculta que, na verdade hodierna explora a mão invisível de Adam Smith, atinge de frente conceitos que buscam atribuir às causalidades os efeitos deletérios da mais brusca trituração nos padrões liberais instituídos e destruídos por mentes insanas sem controle que se aboletaram do deus mercado.

 Na realidade, não existem na crise autores solitários mesmo com arrependimentos públicos, sempre sem confissão de culpa dentre outros por um Greenspan, Bernard Madoff ou do ex-presidente do Lehmann Brothers sob intenso tiroteio em interrogatório do Senado americano.

 A desconstrução do modelo foi alicerçada na falta de atenção a um princípio fundamental: a solidificação de conceitos antigos em que a confiabilidade e a honradez deveriam ser minimamente prevalentes sobre a ganância e a impunidade de mentes sem controle na abulia à criticidade para padrões de prudência e austeridade na utilização de dinheiro do público.

 Atribuindo méritos a desenfreados instrumentos sem supervisão, a qual se existisse - segundo os cânones do mercado - inibiria o desenvolvimento de instrumentos inovadores, os irresponsáveis gestores do mercado de papéis de lastro gasoso, erigiram a rota do desastre. Os culpados são conhecidos, os crimes de fraude e gestão fraudulenta acampam-se sob o mesmo covil e mesmo assim não há culpados.

A mão sinistra é a mesma que embala o berço, escala raposas para gerir o galinheiro, e assina títulos derivativos paridos na galáxia inatingível de pirâmides ungidas no éter espacial por aventureiros siderais e lunáticos por dinheiro fácil.

Emitam-se portanto dólares e o almoço continuará grátis para os banqueiros, os grandes banqueteiros do festim diabólico que felliniamente continuará em cartaz  e para ser bancado pelos contribuintes pelas próximas gerações.

No moderno “Crime sem Castigo” até quando o dólar resistirá?!

Eu honestamente não creio que por muito tempo.

Salvador Sícoli Filho

Engenheiro, Econometrista, Consultor de Empresas, Escritor,

Diretor da SALSIFI Consulting Ltda.



Escrito por SALSFI às 20h00
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COMÉRCIO EXTERIOR E O ITAMARATY

 

Salvador Sícoli Filho - 31/12/08

 

O balanço de 2008 deixa à mostra os números e inúmeros desacertos da política de comércio exterior brasileira.

Envolvendo-se com países de baixa relevância no fluxo de trocas mercantis, o país sofreu ao longo do ano alguns revezes fruto da voluntariedade e afoiteza de seus dirigentes.

Perdão de dívidas nas tertúlias de viagens a países longínquos.

Perdas com a Venezuela e a Bolívia que deixaram à mostra o despreparo e a pouca firmeza de nossos negociadores nas questões envolvendo óleo e gás.

O episódio do Equador que impôs um forfait nos pagamentos a empresa brasileira construtora de hidrelétrica - que aqui no país nos faltaram - e ao BNDES, pródigo em emprestar a países de sombrio desempenho. Talvez  na esperança de granjear apoio para pretensões nos organismos internacionais do presidente.

Para culminar, enquanto o Sr. Inácio comprava helicópteros dos russos, estes em monumental crise, reduziam drasticamente as compras de carne suína e de frango dos brasileiros, privilegiando americanos e outros produtores e impondo ao país o primeiro retrocesso em anos dos volumes exportados no segmento.

Sem dúvida está faltando um melhor aconselhamento e descortínio nos dirigentes e na atuação errática do Itamaraty.

Não seria este sim um caso para o Sargento Garcia vociferar e até gesticular?


Salvador Sícoli Filho 



Escrito por SALSFI às 14h50
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Acionistas da Vale aprovam incorporação da Onça Puma

 

Valor Online 29/12/2008 20:36

 

 

SÃO PAULO - Os acionistas da Vale do Rio Doce aprovaram a incorporação da subsidiária Mineração Onça Puma, responsável por um projeto de exploração de níquel no Pará. Em comunicado, a Vale aponta que assumirá incondicionalmente todos os bens, direitos e obrigações da companhia de ordem legal ou convencional.

No final de outubro, a Vale reiterou que, mesmo com a queda no preço do níquel, o projeto Onça Puma deverá entrar em operação em meados de 2009. (Valor Online)

 

 



Escrito por SALSFI às 07h22
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