SALSIFI INVESTMENTS
  
CSN concede férias coletivas para 2,1 mil funcionários

 

Valor Online - 15/12/2008 19:59


 
A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) concederá férias coletivas para cerca de 2,1 mil funcionários a partir do próximo dia 22 de dezembro. Deste total, 1,5 mil trabalham em Volta Redonda, no Estado do Rio de Janeiro, 350 na GalvaSud, em Porto Real, também no Rio, e cerca de 250 na administração da empresa, em São Paulo.

Os funcionários ficarão de férias até o dia 2 de janeiro. No caso da GalvaSud, que fabrica produtos galvanizados e tem capacidade de 350 mil toneladas por ano em sua linha de galvanização por imersão a quente, a parada será completa.

Em Volta Redonda, onde a CSN nasceu e sede da principal siderúrgica da empresa, a parada atingirá a linha de laminação, sem férias coletivas para os setores de aciaria e alto-forno.

(Rafael Rosas | Valor Online)



Escrito por SALSFI às 07h44
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Sinalizar esta mensagem Vale irá adquirir ativos de exploração no copperbelt africano Terça-feira, 16 de Dezembro de 2008 1:00 De: "Vale Investor Relations" Adicionar remetente à lista de contatos Para: "SALVADOR SÍCOLI FILHO" Vale irá adquirir ativos de exploração no copperbelt africano Rio de Janeiro, 16 de dezembro de 2008 -


A Companhia Vale do Rio Doce (Vale) informa que celebrou com a African Rainbow Minerals Limited (ARM) e sua controlada TEAL Exploration & Mining Incorporated (TEAL), na qual a ARM detém 65% do capital, contrato prevendo operações por meio das quais a Vale irá adquirir 50% do capital de uma joint venture que deterá as subsidiárias da TEAL, por CAD$ 81 milhões, aumentando as opções estratégicas de crescimento da Vale no negócio de cobre na África. Sobre a ARM A ARM é uma companhia sul-africana de mineração diversificada que opera em nichos específicos e possui ativos operacionais em múltiplas commodities. A ARM, conforme está atualmente estruturada, foi criada em maio de 2004 com objetivo de explorar, desenvolver, operar e administrar significativas participações na indústria de mineração na África do Sul e na região sul do continente africano. A ARM possui cinco áreas de interesse: (a) minerais ferrosos, compreendendo minério de ferro e manganês; (b) metais do grupo da platina e níquel; (c) carvão; (d) ouro; e (e) cobre, cobalto e outros metais básicos fora da África do Sul. A construção de parcerias estratégicas com empresas dos setores de commodities é parte integrante dos negócios da ARM, que visa garantir sua permanência na vanguarda do desenvolvimento tecnológico e das melhores práticas globais, além de permitir o acesso a mercados-chave e a oportunidades de crescimento com criação de valor. A ARM possui vasta experiência em negócios de mineração na África e um histórico de parcerias de sucesso com companhias mineradoras globais. Sobre a TEAL As atividades de exploração e desenvolvimento de negócios da ARM fora da África do Sul são gerenciadas por sua controlada TEAL, na qual detém 65% do capital acionário. A TEAL, que possui suas ações listadas nas Bolsas de Toronto (TSX:TL) e Johanesburgo (JSE:TEL), é a holding de um grupo de empresas de exploração e mineração, com projetos em desenvolvimento e áreas de exploração mineral na República Democrática do Congo (RDC), Moçambique, Namíbia e Zâmbia. A TEAL possui três projetos de cobre em estágios de viabilidade e aprovação, localizados no cinturão do cobre africano, a mais promissora região do mundo em depósitos de cobre de alto teor: (a) Konkola North, considerado o segundo maior recurso conhecido no copperbelt da Zâmbia; (b) Kalumines, mina com produção de cobre e cobalto na RDC, onde se pretende construir uma grande operação de cobre e cobalto utilizando depósitos já conhecidos de alto teor esperado e baixa profundidade; e (c) Mwambashi na Zâmbia. Em conjunto, esses três projetos poderão representar uma capacidade de produção nominal de 65.000 toneladas métricas de cobre por ano nos próximos anos. Adicionalmente, a TEAL possui um portfólio extenso e com grande capacidade de exploração de cobre, que indica um potencial estimado de mais de 300 milhões de toneladas métricas de minério de alto teor (acima de 1,5% Cu), principalmente na RDC e Zâmbia. Nos primeiros nove meses de 2008, a TEAL obteve receita de US$ 18 milhões e sua dívida líquida era igual a US$ 81 milhões em 30 de setembro de 2008.



Escrito por SALSFI às 07h38
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   VALE

 

 

Sobre a operação

 

De acordo com os termos do contrato celebrado, após várias etapas, a Vale adquirirá 50% do capital total das subsidiárias da TEAL, por CAD$ 81 milhões. O resultado será o fechamento do capital da TEAL por um preço de CAD$ 3,00 em dinheiro por cada ação da TEAL. Nas últimas 52 semanas até a data deste anúncio as ações da TEAL foram negociadas entre CAD$ 0,18 - 5,02 e com volume diário médio de negociação de CAD$ 33.369 em 2008.

 

Após a conclusão dessa operação, uma joint venture entre Vale e ARM, com cada uma detendo 50% de participação, será a controladora indireta das subsidiárias da TEAL.

 

A operação de fechamento de capital da TEAL será implementada de acordo com um plano de reestruturação ("plan of arrangement") aprovado judicialmente e de acordo com as leis do território de Yukon, no Canadá.

 

A operação foi aprovada por unanimidade pelo conselho de administração da TEAL após a apresentação do relatório e recomendação favorável unânime de um comitê especial formado por conselheiros independentes. Desta forma, o conselho de administração da TEAL considerou que o plano de reestruturação é justo para seus acionistas e nos melhores interesses da TEAL e autorizou a submissão do referido plano à aprovação dos acionistas em uma assembléia extraordinária a ser realizada em fevereiro de 2009, recomendando aos acionistas da TEAL que votem favoravelmente à operação.

 

Para ser implementado, o plano de reestruturação requer a aprovação por dois terços dos detentores das ações de emissão da TEAL. Tal plano requerer ainda a aprovação de maioria simples dos votos dos acionistas da TEAL, excluindo-se ARM e suas "partes relacionadas", bem como outras "partes interessadas" e partes "agindo em conluio" ("joint actors"). Além disso, o plano requer a aprovação das cortes do território de Yukon. A operação estará sujeita também a outras condições usuais, incluindo o recebimento de determinadas aprovações regulatórias. A operação não está condicionada a nenhuma condição financeira.

 

Caso seja aprovada pelos acionistas da TEAL, a operação deverá ser concluída até o final do primeiro trimestre de 2009.

 

 

Objetivos estratégicos

 

Investimentos em cobre são parte importante da estratégia de crescimento da Vale. Já operamos a mina de cobre do Sossego no Brasil e temos produção de cobre associado às nossas operações de níquel no Canadá.  Atualmente, a Vale está desenvolvendo dois projetos de cobre: Salobo, na província mineral de Carajás, Brasil, e Tres Valles, no Chile. Estamos estudando também várias opções que poderão permitir a obtenção de capacidade de produção anual de um milhão de toneladas métricas nos próximos cinco a sete anos. Além disso, a Vale está desenvolvendo exploração mineral na América do Sul, África e Ásia.

 

Esperamos que a operação crie significativo valor aos nossos acionistas no médio e longo prazo, já que esta nova joint venture expande nossa plataforma de crescimento em cobre e contribui para a diversificação do portfólio de ativos, promovendo a diversificação geográfica em uma região com o maior potencial de exploração mineral do mundo, o copperbelt africano.


Escrito por SALSFI às 07h36
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Deixem os emergentes dominar
Dani Rodrik - 12/12/2008
 

 
Existe um raio de esperança para os países em desenvolvimento na crise atual, pois eles emergirão com uma voz muito mais ativa nas instituições que regem a globalização econômica. Assim que a poeira assentar, China, Índia, Brasil, Coréia do Sul e um punhado de outros países "emergentes" conseguirão exercer maior influência sobre a forma como as instituições econômicas multilaterais são administradas, e estarão em melhor posição para pressionar por reformas que reflitam os seus interesses.

 

Existem dois motivos relacionados para tanto. Primeiro, a crise financeira debilitou os EUA e a Europa. Eles relutarão ou não terão condições de oferecer o tipo de liderança que manteve o multilateralismo nas décadas que se seguiram à Segunda Guerra Mundial. Os países em desenvolvimento precisarão progredir para preencher a lacuna.

 

Segundo, o peso e importância relativos dos países em desenvolvimento na economia global terão aumentado ainda mais. Um grande número das mais importantes instituições financeiras da Europa - as que não foram nacionalizadas -, assim como algumas importantes empresas industriais, continuará à mercê de capital proveniente da China ou dos países do Golfo. No comércio exterior, a rodada atual de negociações demonstrou que, se os países ricos quiserem que os países em desenvolvimento cooperem, precisarão deixar que estes últimos estabeleçam as regras do jogo.

 

Para obter o melhor resultado, países em desenvolvimento precisarão ter um bom sentido dos seus interesses e prioridades. Assim sendo, o que eles deverão almejar?

 

Primeiro, eles devem pressionar por novas regras que façam as crises financeiras ser menos prováveis e suas conseqüências, menos graves. Quando deixados para fazer o que querem, os mercados financeiros globais estendem crédito demais e barato demais nos bons tempos, e crédito escasso demais nos maus tempos. A única resposta eficaz é administração anticíclica da conta de capital do balanço de pagamentos: desestimular tomadas de empréstimo no exterior durante períodos de crescimento econômicos e evitar a fuga de capital durante retrações econômicas.

 

Portanto, em vez de desaprovar os controles de capital e pressionar por abertura financeira, o Fundo Monetário Internacional deveria se empenhar ativamente em ajudar os países a implantar essas políticas. A instituição também deveria aumentar as suas linhas de crédito emergenciais para atuar mais como um emprestador de última instância para os países atingidos pela vergastada financeira.

 

A crise é uma oportunidade para obter maior transparência em todas as frentes, inclusive nas práticas bancárias nos países ricos, que facilitam a evasão fiscal nos países em desenvolvimento. Cidadãos abastados nos países em desenvolvimento desviam mais de US$ 100 bilhões em impostos dos seus países de origem a cada ano, graças a contas bancárias em Zurique, Miami, Londres e demais lugares. Os governos dos países em desenvolvimento deveriam solicitar e receber informação sobre as contas dos seus cidadãos.

 

Os países em desenvolvimento também deveriam pressionar pela adoção de um imposto Tobin - um imposto sobre transações globais em moeda estrangeira. Estabelecido a um nível suficientemente baixo - de, digamos, 0,25% -, este imposto teria pouco efeito adverso sobre a economia global e, ao mesmo tempo, arrecadaria uma receita considerável. Na pior das hipóteses, os custos de eficiência seriam pequenos; na melhor das hipóteses, o imposto desestimularia a excessiva especulação de curto prazo.

 

As receitas arrecadadas - folgadamente de centenas e bilhões de dólares anualmente - poderiam ser gastas em bens públicos globais, como ajuda ao desenvolvimento, vacinas para doenças tropicais e a adaptação das tecnologias em uso nos países em desenvolvimento às normas de proteção ambiental. As dificuldades administrativas para implantar um imposto Tobin não são insuperáveis, contanto que todos os principais países desenvolvidos acompanhem. Dessa forma, seria possível obrigar os centros financeiros dos paraísos fiscais a cooperar, ameaçando isolá-los.

 

Os países em desenvolvimento também precisam consagrar a noção de um "espaço de política" na Organização Mundial do Comércio (OMC). O objetivo deve ser o de assegurar que os países em desenvolvimento possam empregar o tipo de políticas industriais e de comércio exterior necessárias para reestruturar e diversificar as suas economias e preparar o cenário para crescimento econômico. Todos os países que se globalizaram com êxito usaram estas políticas, dentre as quais muitas (por exemplo, subsídios, regras de conteúdo nacional, engenharia reversa de produtos patenteados) não são mais permitidas pelas normas da OMC.

 

O espaço político também é necessário para assegurar que importantes objetivos políticos e sociais - como segurança alimentar - sejam compatíveis com as normas de comércio internacionais. Os países em desenvolvimento deveriam argumentar que o reconhecimento destas realidades políticas e econômicas não torna o regime de comércio global mais frágil e mais suscetível ao protecionismo, mas mais vigoroso e mais sustentável.

 

O aumento de poder, porém, também acarreta aumento de responsabilidade. Os países em desenvolvimento precisarão ser mais compreensivos e mais sensíveis às legítimas preocupações nos países ricos, e se dispor a pagar mais por alguns bens públicos globais. Países em desenvolvimento exportadores de capital também devem estar dispostos a aceitar maior transparência na operação dos fundos soberanos e se comprometer a não usá-los para fins políticos. Os maiores países em desenvolvimento - China, Índia e Rússia - precisarão arcar com parte da responsabilidade de reduzir o efeito estufa.

 

Igualmente, os países em desenvolvimento precisam entender que o espaço político é uma via de duas mãos. Em países como os EUA, onde a classe média colheu uma pequena parte dos benefícios da globalização nos 25 anos passados, a política comercial ficará sob forte pressão para oferecer algum alívio. O presidente eleito Barack Obama transformou os apuros da classe média numa plataforma central da sua bem-sucedida campanha. Seu principal assessor econômico, Larry Summers, também se tornou ultimamente um crítico eloqüente do impacto adverso da globalização sobre os trabalhadores.

 

Não será muito proveitoso para os países em desenvolvimento levantar o espectro do protecionismo a cada vez que essas preocupações forem manifestadas. A realidade política e econômica requer uma abordagem mais sutil e cooperativa. Os países em desenvolvimento devem dizer não ao óbvio protecionismo comercial, mas precisam estar dispostos a negociar para evitar corridas regulatórias até o fundo do poço, em áreas como normas trabalhistas ou tributação de empresas. Isso está no seu próprio interesse. Sem o apoio das classes médias dos países ricos será difícil manter um regime de comércio global tão aberto como o que tivemos nos anos recentes.

 

Dani Rodrik, professor de Economia Política na Escola de Governo John F. Kennedy da Universidade Harvard, é o primeiro ganhador do Prêmio Albert O. Hirschman, do Social Science Research Council.© Project Syndicate/Europe´s World, 2008. www.project-syndicate.org


Escrito por SALSFI às 00h42
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