SALSIFI INVESTMENTS
   Debate no Fed abala papéis brasileiros

23/07/2008 - Adriana Cotias



O prejuízo de quase US$ 9 bilhões no segundo trimestre anunciado pelo Wachovia, o quarto maior banco americano, botou o dedo na ferida da crise deflagrada pelas hipotecas de alto risco. Mas foi o discurso do presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) da Filadélfia, Charles Plosser, que serviu a novas realizações de lucros nas commodities metálicas e no petróleo lá fora, e, conseqüentemente nas ações da Petrobras e da Vale, carros-chefes da bolsa brasileira. Como esse setores têm peso forte no Ibovespa, na contramão de Wall Street, a bolsa local perdeu 1,85%, aos 59.647 pontos. O giro foi de R$ 6,12 bilhões.


Com a inflação batendo às portas da maior economia do planeta, Plosser voltou a defender uma política monetária mais restritiva, o que justificou a toada observada na semana passada, de migração de recursos aplicados em commodities para o dólar e outros ativos referenciados na moeda americana. Embora coerente com o que vem defendendo desde a última reunião do Comitê de Mercado Aberto do Fed (Fomc, na sigla em inglês) - ele foi um dos dois votos a favor de uma alta de juros -, não é essa a idéia que vem sendo transmitida pelo presidente do Fed, Ben Bernanke, diz o economista-chefe da SulAmérica Investimentos, Newton Rosa. "A maior preocupação atual é com a deterioração do sistema financeiro, que tem impacto na oferta de crédito e pode agravar a desaceleração dos EUA", diz. Para o especialista, enquanto não houver uma solução para a crise do mercado imobiliário, não há como afastar o risco de novos prejuízos. "Com o preço dos imóveis caindo e a redução do valor dos ativos emitidos em cima das hipotecas, as instituições financeiras podem ser obrigadas a reconhecer novas perdas."


Às vésperas de completar um ano do início do socorro coordenado pelos bancos centrais de economias desenvolvidas para resgatar instituições com problemas de liquidez, ainda não se vê o fundo do poço. De agosto de 2007 para cá, já foram contabilizadas, das entranhas do "subprime", perdas de US$ 460 bilhões, mas esses valores dizem respeito a rombos passados, lembra o economista-chefe da Gradual Corretora, Pedro Paulo da Silveira. "O processo ainda não acabou e o mercado continua remoendo tudo isso", afirma. "Mesmo isolando-se o câncer do setor financeiro, os demais ativos reais ainda passam por um exame rigoroso de reavaliação, diante da desaceleração global e de novas taxas de juros (mais altas)." O especialista não vislumbra, porém, que um aperto no juro americano esteja a caminho. "Não dá para acreditar que, com os bancos todos encrencados e o Fed fornecendo liquidez porque um banco se recusa a emprestar para outro, venha uma elevação do custo do dinheiro."



Ibovespa cai 1,85%, na rota das commodities


Lá fora, o saldo do dia acabou sendo positivo, com alta de 1,2% para o Dow Jones Industrial e de 1,4% para o Standard & Poor's 500 (S&P). As ações do Wachovia, que chegaram a cair 12% durante o dia, com o prejuízo recorde e a redução dos dividendos que serão distribuídos, terminaram o pregão com alta de 28%. O alento veio do presidente do banco, Robert Steel, que afirmou que a instituição não pretende fazer um aumento de capital e, sim, cortar US$ 2 bilhões em despesas.


 


Klabin lidera quedas


Com a queda das commodities metálicas e das cotações do petróleo, o Ibovespa não teve chance de acompanhar a reação observada em Wall Street. Petrobras PN perdeu 3,43%, enquanto a ON recuou 3,21%. Vale PNA caiu 3,62% e Vale ON cedeu 3,62%. As siderúrgicas, que comandaram as altas na segunda-feira, também ficaram devendo. O maior tombo dentro do Ibovespa foi de Klabin PN (-4,93%), após a empresa divulgar as demonstrações financeiras relativas ao segundo trimestre. Segundo Luiz Otávio Broad, da Ágora, a fraca geração operacional de caixa, de R$ 179,1 milhões no período, decorreu do aumento de custos, pressão que já era em alguma medida esperada por conta da elevação de insumos como óleo combustível, químicos e gás natural. A valorização do real também pesou contra os resultados da companhia. Para o analista, os custos devem ser reduzidos a partir do terceiro trimestre, com a nova caldeira de biomassa que começou a operar recentemente. Ele tem um preço alvo de R$ 9,10 para as ações.


Com o petróleo em queda, Gol PN (+6.48%), Embraer ON (+5,86%) e TAM PN (2,55%) lideraram as altas do índice.

Adriana Cotias é repórter de Investimentos


Escrito por SALSFI às 08h07
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   Ibovespa sobe, mas só com dinheiro local

22/07/2008



Siderurgia, petróleo e mineração levaram o Ibovespa de volta ao azul ontem. Depois de um dos vencimentos de opções mais fracos do ano - que movimentou apenas R$ 657,7 milhões - foram as ações da Petrobras e da Vale, tradicionais líderes em exercícios, junto com Gerdau e Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), que levantaram o astral do mercado brasileiro. Não é, entretanto, hora de soltar rojões. Foi só dinheiro local que comandou as compras de ocasião. O estrangeiro, que poderia dar consistência à alta e referendar uma tendência menos efêmera, ainda está fora do jogo. Com a decisão sobre a trajetória do juro de curto prazo aqui e a divulgação do Livro Bege e de novos resultados do setor financeiro nos Estados Unidos nesta semana, não dá para esperar a volta desse capital mais vitaminado. Mesmo sem ele, o Ibovespa começou a semana com valorização de 1,31% e fechou aos 60.771 pontos. O giro chegou a R$ 6,097 bilhões.


 
Pelos dados mais recentes da Bovespa, a sangria de recursos estrangeiros continua. Só em julho, até o dia 16, as vendas superavam as compras em R$ 5,211 bilhões, com o déficit do ano em R$ 11,868 bilhões, um saldo que zera toda a soma que ingressou no mercado secundário (movimento de pregão, excluindo-se ofertas públicas) de 2002 para cá. "A despeito de ter papéis muito baratos, a percepção geral é de que os estrangeiros ainda são vendedores", diz a sócia-gestora da Global Equity, Patrícia Branco. Entre as maiores altas do dia estiveram as ações preferenciais (PN, sem voto) da Gerdau Metalúrgica (+6,46%) e da Gerdau (+5,21%), além das ordinárias (ON, com voto) da CSN (+5,09%). "A demanda aquecida por produtos siderúrgicos, com espaço para novos reajustes, mantêm a visão positiva para o setor", acrescenta a especialista. No primeiro semestre do ano, a produção mundial de aço aumentou 5,7% em comparação ao mesmo intervalo de 2007, com a China (+9,6%) e o Brasil (+6,9%) liderando a expansão, segundo o International Iron and Steel Institute.


As ações PNA da Vale avançaram 3,08% e movimentaram R$ 894,01 milhões, o maior giro do dia. Após a megaoferta pública realizada na semana passada - de US$ 12 bilhões -, inundar o mercado, já há avaliações de que o tombo dos papéis, que acompanhou o desconto dado na operação, foi exagerado. "As ações caíram muito mais do que a dos pares globais", afirma Patrícia. Os ativos começaram a ser negociados na Euronext Paris e agora também estão na vitrine para um novo público potencial. No evento que formalizou a listagem, o presidente da Vale, Roger Agnelli, reiterou que quer transformar a companhia na maior mineradora do mundo. Com o caixa cheio, não é segrego para ninguém que as aquisições estão no radar.


No mesmo caminho de recuperação, Petrobras PN avançou 1,46%, enquanto os papéis ON subiram 2,21%. As ações seguiram a marcha do petróleo no mercado internacional. Como as cotações do barril vinham perdendo fôlego nas últimas semanas, começava-se a questionar a viabilidade de a estatal explorar os novos campos. "O custo exploratório é alto e só compensa se os preços do petróleo estiverem elevados", diz o analista Fausto Gouveia, da Win, home broker da Alpes Corretora. Ele não acredita, porém, numa queda relevante para o óleo e espera uma certa acomodação, acima dos US$ 120,00.


Batata quente


Os bancos, que ensaiaram uma reação na semana passada, passaram por um novo movimento de realização de lucros ontem. Com a expectativa de divulgação de resultados de grandes conglomerados lá fora ao longo da semana, como os do Credit Suisse e do Wachovia, as ações queimaram como batata quente nas carteiras de curto prazo. Os papéis PN do Itaú caíram 2,25%, enquanto Itaúsa PN recuou 1,16% e Bradesco PN perdeu 1,03%.


 


Dentro do Ibovespa, Net PN (-5,31%) liderou as quedas, após a empresa divulgar na sexta à noite as demonstrações relativas ao segundo trimestre. Apesar de reportar lucro líquido de R$ 28 milhões, 10% inferior ao apurado em igual intervalo no ano passado, a companhia apresentou evolução na maioria dos indicadores, segundo análise da Itaú Corretora. A receita líquida alcançou R$ 891 milhões, 27% superior. A margem operacional mais estreita foi resultado da estratégia da Net de ampliar a presença em faixas de renda menores. A Brascan Corretora também manteve recomendação de compra para os papéis, com um preço alvo de R$ 31,54. Apesar de a margem Ebitda (sobre a geração operacional de caixa) ter ficado abaixo das estimativas, os analistas Felipe Cunha e Beatriz Battelli consideraram que os dados operacionais vieram em linha com o esperado. Para eles, os papéis devem reagir com os incrementos nos segmentos de banda larga, PTV e voz neste trimestre.

Adriana Cotias é repórter de Investimentos





Escrito por SALSFI às 08h26
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   Hora do sangue-frio e de fundamentos

18/07/2008



A situação, que já não andava uma maravilha para as ações de commodities, ficou ainda mais feia ontem, com a queda de 3,95% do petróleo, fechando em US$ 129,29. Os papéis do chamado núcleo duro das commodities na Bovespa - mineração, petróleo e siderurgia - caíram com gosto. Entre esses papéis, as menores quedas foram na casa dos 4%, com as preferenciais (PN, sem direito a voto) da Petrobras caindo 4,95% e suas ordinárias (ON, com voto), 4,22%. Essas baixas arrastaram o Índice Bovespa para a lama, que acabou caindo 3,14%, aos 60.108 pontos.


Nos últimos tempos, o preço de commodities importantes, como o petróleo, começou a ratear, aumentando as desconfianças dos investidores de que a grande festa de valorização desses ativos chegou ao fim. No entanto, muitos analistas acreditam que os preços não devem continuar na mesma toada de alta, mas devem, no mínimo, se manter em níveis elevados. Se isso realmente acontecer, esses tombos são uma excelente oportunidade para os investidores comprarem as ações das duas vedetes do pregão (Vale e Petrobras) a preços altamente convidativos.


O desempenho de ontem dessas ações, apesar de muito ruim, não é uma agulha no palheiro. Nos últimos dois meses, essas ações vêm num movimento de baixa, que se acentuou nos últimos dias. As PNAs da Vale, desde que atingiram sua máxima de R$ 58,70, em 19 de maio, já caíram 31,35% ante uma queda de 18,15% do Ibovespa. No caso das PNs da Petrobras, elas chegaram ao pico também em maio, no dia 21, de R$ 52,51, e desde lá registram uma baixa de 28%, enquanto o Ibovespa caiu 16,86%. No mês, os papéis das duas companhias lideram as quedas do índice, com as ONs da Vale caindo 18,92% e as ONs da Petrobras, 18,51%, ante uma baixa de 7,55% do indicador.


Além de motivos específicos de cada uma dessas empresas, ambas estão sofrendo com o temor de que as quedas dos últimos dias seja apenas um prenúncio do estouro da bolha das commodities. Para a diretora da Fator Administração de Recursos (FAR), Roseli Machado, esses ativos estão passando apenas por uma correção de curto prazo, até porque já subiram muito, mas isso está longe de ser uma reversão de tendência. Essa convicção de Roseli se baseia principalmente nas expectativas de que a China continuará crescendo a taxas invejáveis. "Com o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) chinês em torno de 9,5% ao ano, o ciclo de alta das commodities estará garantido pelos próximos dois anos", diz.


"Ninguém acredita que o petróleo irá despencar e há um consenso entre os analistas de que o minério de ferro deve ter um reajuste entre 15% e 20% o ano que vem", afirma Roseli. Com isso, os papéis da Petrobras e da Vale só tendem a ganhar. Mas, no curto prazo, devem continuar sofrendo com a realocação de recursos para ações que são menos expostas à essa discussão sobre a economia internacional e as commodities, como os papéis de energia elétrica, que vêm se valorizando bem nos últimos três meses, lembra a executiva da FAR.




As quedas recentes nem de longe tiraram o brilho da valorização dos papéis dessas duas companhias no longo prazo. Desde 2003, quando começou o movimento de alta da Bovespa, as PNs da Petrobras subiram nada menos que 751,47% até ontem, as PNAs da Vale, 494,15%, ante uma alta de 433,44% do Ibovespa no período.


Alguns acontecimentos na vida das duas vedetes da Bovespa também contribuíram para as baixas dos papéis. No caso da Petrobras, a companhia anunciou a descoberta de várias reservas gigantescas, mas até agora não detalhou o tamanho delas e nem o potencial de exploração. "O mercado cansou de ficar feliz apenas com a notícia das reservas", diz o gestor de renda variável da Banif Nitor Asset Management, Rodrigo Lopes. Já na Vale, a oferta de ações de R$ 19,4 bilhões, com a demanda bem menor do que se esperava, trouxe uma sensação ruim de que a operação foi um erro, lembra Lopes. Ele, no entanto, também é do grupo dos que apostam na recuperação dos papéis. "Sem dúvida, o petróleo a US$ 150 era um exagero, em virtude da especulação financeira, mas é quase impossível vê-lo de volta aos US$ 100, pela demanda física do produto", completa Lopes.


Bem informados


É mais do que natural que as ações da Vale tenham caído bastante ontem (5,39% as PNAs e 5,40% as ONs) para se ajustarem ao preço menor na oferta. O que não parece tão normal assim é o enorme aumento no número de ações alugadas da companhia. No dia 15, havia 49,382 milhões de PNAs alugadas e, no dia seguinte, esse número tinha saltado para 77,261 milhões. É no mínimo de se desconfiar que alguns investidores estavam "bem informados" de que as ações sairiam a preços menores na oferta.

Daniele Camba é repórter de Investimentos


Escrito por SALSFI às 14h20
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   PEQUENAS CENTRAIS HIDRELÉTRICAS

Investimento em PCHS atinge R$ 15 bi
Maurício Capela - 18/07/2008
Há 238 pequenas hidrelétricas em gestação no país. Se todas saírem do papel, em prazo muito curto - a construção de uma PCH leva no máximo dois anos - o país poderá contar com potência instalada para a geração adicional de energia elétrica equivalente a uma usina do rio Madeira, algo como 3,7 mil megawatts (MW). Desse total 1,4 mil MW estão em construção e 2,3 mil MW em outorga na Aneel.


Por definição, uma PCH tem potência instalada de até 30 MW e alaga uma área de 3 quilômetros quadrados, no máximo. A experiência de obras passadas mostra que cada MW instalado custa cerca de R$ 4 milhões. Isso significa que estão em curso investimentos de quase R$ 15 bilhões em pequenas obras de hidrelétricas no país.


O investimento em PCHs tem algumas vantagens práticas: desconto na tarifa de transmissão, direito a incentivos fiscais e facilidades no duro processo de licenciamento ambiental. Por isso, investir nessas usinas entrou no radar de praticamente todos os grandes grupos de energia que atuam no Brasil, como Tractebel, Energias do Brasil, AES Tietê e CPFL Energia.


Os fundos de investimento também descobriram o negócio. Um bom exemplo da ação desses fundos é a Ersa, cujo principal controlador é o fundo Pátria Investimentos. Criada em 2006, a Ersa vai investir R$ 700 milhões em 12 PCHs em Minas Gerais, o que totalizará uma capacidade de 167 MW. A primeira pequena usina já está em construção em Antônio Dias (MG), com capacidade instalada de 10 MW a partir de 2010. O fundo paulista Tarpon Investment, em sociedade com as mineiras Winbros Empreendimentos e Poente Energia, criou há alguns meses a Omega Energia Renovável. Essa empresa planeja instalar 240 MW até 2012 e considera um portfólio total de 1,1 mil MW. "Vamos buscar concessões, projetos novos e PCHs já em operação", informa Wilson Brumer, sócio-diretor da Winbros e presidente da Omega.


Hugo de Souza, diretor-executivo da Enernova, braço da holding Energias do Brasil, espera instalar 600 MW em PCHs entre 2008 e 2012, o que resultará em um investimento de R$ 2,4 bilhões. A companhia já possui 13 pequenas centrais, com uma capacidade total de 160 MW.


Escrito por SALSFI às 13h34
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Maurício Capela

Investimento em pequenas hidrelétricas atinge R$ 15 bi

Há 238 pequenas hidrelétricas em gestação no país. Se todas saírem do papel, em prazo muito curto - a construção de uma PCH leva no máximo dois anos - o país poderá contar com potência instalada para a geração adicional de energia elétrica equivalente a uma usina do rio Madeira, algo como 3,7 mil megawatts (MW). Desse total 1,4 mil MW estão em construção e 2,3 mil MW em outorga na Aneel.



Escrito por SALSFI às 13h23
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