SALSIFI INVESTMENTS
   MANCHETES DE VALOR 12/06/08

Quinta-Feira  12/06/2008


Brasil
Política
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Empresas
Internacional
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Escrito por SALSFI às 17h18
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   ThyssenKrupp muda comando da CSA
Vera Saavedra Durão - 13/06/2008

O engenheiro mecânico Erich W. Heine, de 41 anos e nascido na África do Sul, é o novo comandante da ThyssenKruppCSA-Companhia Siderúrgica do Atlântico, o maior investimento do conglomerado alemão fora da Europa. Heine substitui na prática Aristides Corbellini, que continua até 30 de setembro oficialmente como presidente-executivo da CSA, mas sem qualquer função executiva na empresa. Nesse processo de mudança de gestão, Corbellini foi promovido ao cargo de vice-presidente da ThyssenKruppSteel AG para assuntos estratégicos e governamentais no Brasil.


A mudança foi comunicada às autoridades brasileiras diretamente por Karl-Ulrich Köhler, membro do conselho executivo da ThyssenKrupp AG e presidente do conselho executivo da ThyssenKruppSteel AG, em carta datada de 9 de junho, por se tratar do maior projeto do grupo alemão no Brasil.


O projeto da CSA é um complexo siderúrgico que vai abrigar uma usina siderúrgica, uma coqueria, uma térmica e um terminal portuário na baía de Sepetiba, no Rio de Janeiro. Em fevereiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitou o canteiro de obras da empresa, acompanhado por Köhler.


A troca de comando na CSA, segundo apurou o Valor, é atribuída a atrasos na execução das obras, que aconteceram a partir do final do ano passado. O fato levou o grupo alemão a informar, em comunicado divulgado em meados de maio, o adiamento da entrada em operação da siderúrgica por um período de quatro a seis meses. A usina só deverá entrar em funcionamento no terceiro trimestre de 2009 e não mais no primeiro trimestre do próximo ano, como estava previsto inicialmente. Outro fator que teria influenciado na decisão dos alemães foi o encarecimento de até 20% no valor da investimento, passando de ? 3 bilhões de euros para até ? 3,7 bilhões de euros provocada pela alteração no cronograma da obra.


A construção da CSA tem enfrentado problemas semelhantes aos de outros grandes projetos em andamento no país por conta do aquecimento da economia. Basicamente falta de equipamentos, pouca mão-de-obra qualificada e reduzido número de fornecedores capacitados. Até mesmo um equipamento simples como o bate-estaca - aparelho para cravar estacas no solo -, gerou uma crise no empreendimento, já que ele está em fase de implantação. A CSA chegou a alugar todos os bate-estacas disponíveis que encontrou no Estado do Rio, em São Paulo e no Espírito Santo, mas não foram suficientes para atender as necessidades da obra. A CSA acabou tendo que importar o equipamento.


Apesar de contar com 16 mil operários trabalhando no canteiro de obra, incluindo muitos emigrados da usina da CSN em Volta Redonda, a falta de trabalhadores capacitados levou a CSA a fazer um convênio com o Senai para dar cursos profissionalizantes para seus futuros contratados. No momento, a obra que está mais avançada é a da coqueria, encomendada à chinesa CIC que trabalha atualmente com 150 empregados chineses qualificados. Todos estão legalmente no país, como informou o Ministério Público Federal no Rio.


A entrada de Erich W. Heine na CSA altera a atual estrutura de gestão da empresa. O cargo de principal executivo ocupado por Corbellini foi extinto e o novo executivo, além de se tornar o responsável pela condução das obras do complexo siderúrgico, passa a ocupar o posto de presidente do conselho de administração da ThyssenKruppCSA, antes em poder de Hans-Ulrich Lindenberg, que agora vai assessorar Heine na obra. Corbellini ficará diretamente subordinado a Köhler, presidente da ThyssenKruppSteel.


A usina da CSA está programada para produzir 5 milhões de toneladas de placas de aço para exportação. Deste total, 3 milhões de placas vão para a unidade siderúrgica que o conglomerado alemão está construindo no Alabama (EUA), que vai ter um laminador. Os outros 2 milhões de toneladas serão destinados às usinas da ThyssenKruppSteel na Europa.


Escrito por SALSFI às 08h52
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   O MELHOR COMENTÁRIO SOBRE A CSS É DE CLAUDIA SAFATLE

CSS, um descaso com a Constituição

 

CLAUDIA SAFATLE - 13/06/08

"É tão claro que a Contribuição Social para a Saúde (CSS), a nova CPMF aprovada anteontem pela Câmara, é inconstitucional que chega a ofuscar a visão. O artigo 154 da Constituição só permite que em tempos de paz a União possa instituir novos impostos através de lei complementar, desde que esses sejam não cumulativos e não tenham fato gerador ou base de cálculo próprio daqueles já existentes. Se alguém tem dúvida sobre a cumulatividade da CSS, que é exatamente cópia da CPMF, basta ler os textos sobre sistema tributário nacional elaborados pelo Ministério da Fazenda. A esperança é que o Senado conserte o desleixo da Câmara com os preceitos constitucionais. Se este não o fizer, caberá ao Supremo Tribunal Federal colocar limites na ousadia do governo e sua base aliada".


Claudia Safatle é diretora de redação adjunta de VALOR ECONÔMICO

 



Escrito por SALSFI às 06h36
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   O CASO VARIGLOG

"Se houver ilegalidade, saio", diz juiz
Ana Paula Grabois e Chico Santos  - 13/06/2008

 


Silvia Costanti/Valor
Luiz Roberto Ayoub desafia que se apontem irregularidades no processo de Varig: "São 170 volumes. Convido quem quiser para folhear todo o processo"
O juiz Luiz Roberto Ayoub, da 1ª Vara Empresarial da Justiça do Rio, responsável por conduzir a venda da Varig, diverge da imagem de juiz discreto que só se pronuncia pelos autos.


"Nós achamos que temos que falar, mostrar a cara, esclarecer, melhor coisa não há. O juiz não é mais aquele homem que fica escondido, encastelado no seu gabinete, esperando que a solução caia do céu."


Ayoub contestou qualquer irregularidade ou interferência política na operação, ao contrário do que tem afirmado a ex-diretora da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) Denise Abreu. "Para quem duvida do processo, que é publico, só tenho uma coisa a dizer: são 170 volumes. Eu convido quem quiser para folhear todo o processo. Se achar alguma irregularidade, ilegalidade, me comunica. Porque eu saio no dia seguinte", disse Ayoub, ao lado dos juízes Márcia Cunha e Paulo Roberto Fragoso, que também participaram do processo de recuperação judicial da companhia aérea, vendida em julho de 2006.


Há 14 anos na magistratura, Ayoub, 48 anos, afirma que a questão da divisão societária da VarigLog, compradora da Varig, não é de competência da Justiça, mas disse achar "muito estranho" que dois anos e meio após a compra da empresa pelos atuais controladores a composição societária seja alvo de questionamentos.


A ex-diretora da Anac Denise Abreu afirmou que foi pressionada pela ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, a aprovar a venda da Varig, mesmo sem a comprovação da capacidade financeira dos compradores e da composição societária. A lei brasileira, pelo Código de Brasileiro de Aeronáutica, limita em 20% o controle acionário do capital estrangeiro em empresa aérea nacional, mas segundo ela, os sócios brasileiros do fundo americano Matlin Patterson na VarigLog não desembolsaram nenhum centavo para comprar a Varig.


"A Anac aprovou, isso não competia a nós", afirmou o juiz. "Se houve pressão política, como foi afirmado pela senhora Denise Abreu, é uma questão dela, política, que não se confunde com questões técnicas e que presidiram a nossa atuação à frente do Judiciário", completou .


Formado em Direito em 1989 pela Universidade Estácio de Sá, já quase com 30 anos, Ayoub era até então funcionário de carreira do Banco do Brasil, onde entrou em 1979. Antes de ingressar no Judiciário, passou os últimos dois anos como advogado do Departamento Jurídico da instituição financeira.


Tido por advogados como "um magistrado muito qualificado", Ayoub teve uma carreira considerada meteórica na magistratura, atuou por vários anos como juiz auxiliar da cúpula do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ). Eloqüente, afirma não ter pretensões políticas. "Só se for para síndico do meu prédio".


Ayoub, que chegou a ser chamado de "salvador da Varig" pelos empregados da empresa na época da venda da sua venda, gosta de usar a imprensa para se comunicar. Contou que há dois anos precisou conceder uma entrevista coletiva para evitar que uma declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva piorasse a situação da Varig antes que ela fosse vendida. Na época, segundo ele, Lula afirmou que o governo não colocaria dinheiro público em uma empresa falida. "Falei o seguinte: enquanto ela fosse viável, nós não seríamos irresponsáveis de decretar a falência da empresa e quem diz se a empresa é viável ou deve falir é o Judiciário e não o Executivo. O fluxo de venda de passagem voltou a normal no dia seguinte."


Ayoub defende com unhas e dentes a recuperação judicial da empresa, hoje transformada na minúscula Flex, e a venda dos ativos (linhas e aviões ) da companhia à VarigLog, depois vendida à Gol. "Não interessava ao Brasil a falência", diz.


Munido com números da nova Varig, o juiz cita que a frota aumentou de 2 para 35 aviões, emprega 4 mil empregados, sendo 3 mil ex-funcionários da Varig, transportou 3,8 milhões de passageiros e recolheu R$ 101 milhões em impostos e encargos sociais de abril de 2007 a maio de 2008.


Sobre a situação dos credores - ex-empregados, empresas de leasing e bancos que têm a receber cerca de R$ 7 bilhões - diz que a recuperação judicial foi a melhor maneira de tentar recuperar créditos. "A recuperação é o único caminho dos empregados terem de volta parte dos empregos e receberem tudo, ou grande parte, do que têm a receber". Pelo modelo da venda, as dívidas ficaram com a chamada Varig antiga, a Flex, hoje operando com apenas um avião. O juiz admite que, por enquanto, a empresa não está gerando caixa suficiente para começar o pagamento das dívidas.


Até o momento, nenhuma parte da dívida com os ex-empregados, chegou a ser paga. A dívida é calculada em cerca de R$ 800 milhões pelo plano de recuperação judicial, mas o Sindicato dos Aeroviários estima que toda a dívida trabalhista da Varig alcance R$ 1,5 bilhão.


Ayoub deposita no Supremo Tribunal Federal (STF) as maiores esperanças de que a antiga Varig possa pagar a maior parte das suas dívidas. O Tribunal está analisando se a União deve ressarcir a empresa aérea em aproximadamente R$ 5 bilhões por perdas geradas por congelamento de tarifas na época dos planos anti-inflacionários (anos 1980-1990).




Escrito por SALSFI às 06h24
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LLX será a próxima empresa de Eike Batista na Bovespa

 

Por Francisco Góes, do Rio - 13/06/2008.

 

 

A LLX Logística será a próxima das empresas de Eike Batista a chegar à Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) depois da oferta pública inicial de ações da OGX, o braço de petróleo e gás do grupo, cujas ações estréiam hoje na bolsa. A LLX, que nasce de uma cisão da MMX, da qual hoje é subsidiária, já pediu registro para a abertura de capital na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), mas planeja apresentar uma oferta pública de ações só a partir de setembro. 

 

 

Responsável no grupo por atividades de infra-estrutura portuária e de logística, a LLX se insere no processo de reestruturação da MMX Mineração e Metálicos, empresa de capital aberto. A idéia era fazer uma oferta pública inicial de ações da LLX, mas, no início deste ano, o grupo de Batista desistiu. A operação foi suspensa depois da venda, em janeiro, de uma parte dos ativos da MMX para o grupo Anglo American em um negócio de US$ 5,5 bilhões. 

 

 

"Inicialmente íamos fazer o IPO da LLX, mas após a negociação com a Anglo optamos por fazer primeiro a cisão das empresas que estão debaixo da MMX", diz Ricardo Antunes, presidente da empresa. Assim, a LLX nasce como empresa listada por meio desta reestruturação e só em um segundo momento é que se faria uma captação no mercado. Ele negou rumores de que a suspensão da oferta da LLX teria relação com a incerteza jurídica provocada pela briga que os terminais de contêineres que operam nos portos públicos - e que foram arrendados em meados dos anos 90 - travam, na Justiça, contra terminais privativos que querem movimentar carga própria e de terceiros, caso dos projetos da LLX. "Isto não é verdade." 

 

 

Segundo ele, a LLX enviou um novo desenho da operação para a CVM. Hoje a MMX tem 85% do capital da LLX e os restantes 15% pertencem ao fundo de pensão dos professores de Ontário, no Canadá, o OTPP. A MMX, por sua vez, tem 66% do controle nas mãos de Batista e dos diretores da empresa e os restantes 34% estão com os minoritários. Com a reestruturação da MMX, prevista para terminar no fim de junho, a estrutura mudará. 

 

 

A MMX vai ser dividida em três: Iron X, nova MMX e LLX, que nascerá como uma empresa de capital aberto. Cada acionista da antiga MMX vai receber ações das três empresas. A LLX terá 57% do capital nas mãos dos atuais acionistas (Batista e um grupo de executivos) e 43% ficarão com os minoritários, dos quais 19% em poder do OTPP e 24% no free float. 

 

 

A Iron X é a empresa criada para abrigar parte dos ativos de mineração da MMX: a MMX Minas-Rio, na qual a Anglo American já havia comprado 49%, e a MMX Amapá, na qual a americana Cleveland Cliffs tem participação de 30%. A Anglo vai comprar os 66% que Batista e seus executivos têm na Iron X, cujos ativos são 51% da MMX Minas-Rio e 70% da MMX Amapá. 

 

 

Batista aceitou vender estas participações a cerca de US$ 18 por ação. A Anglo terá ainda 60 dias para fazer oferta de compra da parte dos minoritários. Terá de oferecer o mesmo valor pago aos controladores, o chamado 'tag along'. Se os minoritários não quiserem vender, a Iron X será formada por Anglo mais minoritários. A nova MMX vai ficar com os demais ativos de mineração e metais, o que inclui a MMX Corumbá e a AVX Mineração. Até o fim deste mês a reestruturação da MMX estará registrada na CVM e na Bovespa. 

 

 

De qualquer forma, será preciso um prazo de 30 dias para começar a negociar as ações da LLX e da nova MMX na bolsa, em função do direito de retirada, pelo qual os acionistas que não concordarem com a operação podem receber o dinheiro da ação de volta pelo valor patrimonial. Hoje, além da novata OGX, também têm ações listadas em bolsa dentro do grupo de Batista a MMX e a MPX (energia). 

 

 

A forte demanda na operação de abertura de capital da OGX foi comandada por estrangeiros, que levaram cerca de 80% da emissão, segundo fontes, repetindo a proporção da maior parte das emissões feitas no ano passado. Restrita a investidores qualificados, a oferta atraiu cerca de 350 institucionais. Participaram da oferta fundos soberanos do Oriente Médio e Ásia e, pela primeira vez, um fundo que faz a gestão de recursos de uma universidade americana (endowment). (Colaborou Tatiana Bautzer, de São Paulo) 



Escrito por SALSFI às 06h08
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   Nova lei contábil eleva a taxação de empresas
Marta Watanabe e Graziella Valenti - 12/06/2008

 


A nova lei contábil, que já está em vigor para os balanços deste ano, vai elevar a carga tributária sobre as empresas caso seja mantida interpretação da Receita Federal. As subvenções de investimentos e os incentivos fiscais, que até os balanços de 2007 eram benefícios registrados no patrimônio e não passavam pelo resultado das companhias, agora serão incluídos no lucro e ficarão sujeitos à cobrança de 34% de Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido.


Essa decisão de tributar incentivos fiscais está explícita em resposta da Superintendência da Receita Federal do Rio Grande do Sul a uma consulta feita por uma empresa gaúcha, publicada ontem no Diário Oficial da União. Ela derruba a crença na ausência de impacto tributário, que foi um dos pilares da reforma da legislação contábil brasileira para adaptá-la aos padrões internacionais.


A dúvida da companhia, em sua consulta à Receita, era sobre a inclusão dos valores incentivados no lucro que serve como base de cálculo dos impostos. A Receita respondeu que a operação não se trata de ajuste meramente contábil. "Com a mudança da legislação, não há mais nenhum dispositivo que garanta a exclusão das doações e dos incentivos da base de cálculo do IR", disse Vera Lúcia Ribeiro Conde, chefe da divisão de tributação da Receita Federal no Rio Grande do Sul. Ela informa que a fiscalização gaúcha vai exigir o pagamento do IR sobre os incentivos fiscais a partir de 1 de janeiro deste ano e essa interpretação será mantida até que haja uma manifestação da coordenação da Receita, em Brasília.


Esse entendimento do Fisco abre precedente para novas taxações com base na nova lei. Entre elas estão o leasing, os prêmios no lançamento de debêntures e a amortização de ágios, operações que podem resultar em aumento do lucro.


Especialistas em tributação acreditam que a interpretação da Receita não será aceita de forma pacífica pelas empresas, porque durante as discussões da nova lei sempre houve a garantia de que não haveria impacto fiscal. O vice-presidente da Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca), Alfred Plöger, disse que o compromisso com a neutralidade fiscal determinou o apoio da associação à reforma. "Eu estava lá [na presidência da Abrasca] na época dessa discussão e deixei isso muito claro."



Escrito por SALSFI às 07h36
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   Artigo Editado por VALOR ECONÔMICO DE 12/06/08


Caso VarigLog


"Ao contrário do que apregoam os arautos do solerte adesismo, o caso VarigLog é muito grave e demonstra mais uma vez a exígua afinidade do grupo governista com a ética nos negócios públicos e suas ramificações privadas.

Se tivéssemos uma oposição de fato e não simulacros de oposicionistas não seria só a sra.Dilma que estaria em palpos de aranha agora, mas também o principal responsável pela transmutação da ética no país e no achincalhamento da seriedade e liturgia do cargo.

 Só partes interessadas, apanigüados ou titulares de usufrutos dessas benesses espúrias que afrontam o país, podem discordar que o mau exemplo de nossos governantes é o principal catalisador da lei do mais esperto que vigora no Brasil permeando negócios sombrios que se avolumam na penumbra da impunidade."



Salvador Sícoli Filho salsificonsulting@yahoo.com.br


Correspondências para Av. Jaguaré, 1485, CEP 05346-902 ou para cartas@valor.com.br, com nome, endereço e telefone. Os textos poderão ser editados.








Dólar (11/06/08 - 16:51)

  Compra Venda
Comercial 1,6390 1,6410
Turismo 1,6100 1,7600
Paralelo 1,7400 1,8400
11/06/08 * 16:51 * 1,641

Euro (12/06/08 - 06:00)
Dólar 1,5477 1,5481
Real 2,5260 2,5480
Turismo 2,5000 2,7600
Outros indicadores
Selic 12,16
TR 0,1538
TJLP 6,25
CDB 30 12,12
Ouro-g 46,900
IGP-M 1,61
Fonte dos indicadores:


Escrito por SALSFI às 02h11
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   A NOVA INVESTIDA DA UNIPAR

Quattor investe e mira o pólo do Rio
Chico Santos e André Vieira - 12/06/2008

A Quattor, nome definitivo da provisória Companhia Petroquímica do Sudeste (CPS), conclui até o fim do ano investimento de R$ 2 bilhões para ampliar sua produção de matérias-primas para fabricação de plásticos nas unidades de São Paulo e do Rio. "Estamos no momento mais crítico: o máximo investimento sem nenhum adicional de geração de caixa nos últimos 12 anos", diz Vítor Mallmann, presidente da empresa. Resultado da combinação dos ativos de Unipar e Petrobras, a Quattor surge com o desafio de ser a ponta-de-lança do setor privado no Complexo Petroquímico do Rio, o maior projeto industrial em gestação no Brasil, avaliado em quase US$ 10 bilhões.

 

Silvia Costanti/Valor

Quattor investe e mira o pólo do Rio

A Quattor, nome definitivo da provisória Companhia Petroquímica do Sudeste (CPS), conclui até o fim do ano investimento de R$ 2 bilhões para ampliar sua produção de matérias-primas para fabricação de plásticos nas unidades de São Paulo e do Rio. "Vítor Mallmann, presidente da Quattor: interesse pelo Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro, mas não na área de refino.



Escrito por SALSFI às 01h58
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Petrobras e Unipar anunciam criação da Quattor Participações, a petroquímica do Sudeste

Valor Online - Murillo Camarotto -  11/06/2008 20:11

SÃO PAULO - A Petrobras e a petroquímica Unipar anunciaram hoje a conclusão da reorganização acionária pela qual foi criada a Quattor Participações, também chamada informalmente de Companhia Petroquímica do Sudeste. Após as transferências de ativos, a Unipar ficou com 60% do capital votante da nova empresa, enquanto a Petrobras ficou com 31,9% e a Petroquisa (subsidiária da estatal), com 8,1%.

Pelo processo de reorganização, a Unipar transferiu à uma empresa denominada Fasciatus 33,3% do capital da Rio Polímeros, 51,35% da PQU, 99% da Polietilenos União e todos os bens e direitos que detinha sobre a Unipar Divisão Química. Além disso, desembolsou R$ 380 milhões, utilizados na compra de 415.224.345 ações da Rio Polímeros.

A Petroquisa, por sua vez, transferiu sua fatia de 17,44% na PQU para uma empresa denominada Dapean Participações, controladora da Suzano Petroquímica. Essa última acabou rebatizada de Quattor Petroquímica.

Após esses movimentos, a Fasciatus foi totalmente incorporada pela Dapean, que finalmente acabou se tornando a Quattor Participações. Essa empresa terá como controladas a Polietilenos União, a Rio Polímeros, a Petroquímica União e a Quattor Petroquímica (ex-Suzano).

No entanto, a intenção dos controladores é consolidar todas essas empresas em uma só, o que deve ocorrer após as aprovações necessárias. A nova estrutura, segundo Unipar e Petrobras, já foi comunicada ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e será informada às bolsas de São Paulo, Nova York, Madri e Buenos Aires, bem como para as comissões de valores mobiliários de Brasil, Estados Unidos e Argentina.

A Quattor Participações irá ainda requerer à CVM, dentro de 30 dias, o registro de oferta pública de aquisição de ações restantes da PQU, com o objetivo de cancelar seu registro de companhia aberta.

Como controladora da nova empresa, a Unipar terá direito a seis cadeiras no conselho de administração, ficando a Petrobras com três assentos.


Escrito por SALSFI às 01h50
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   Quanto vale a OGX
Vanessa Adachi, de São Paulo -
09/06/2008

 


Chega à bolsa nesta semana aquela que pode ser a maior abertura de capital da história do país. A OGX Petróleo e Gás poderá captar R$ 7,5 bilhões, superando operações como Redecard, Bovespa e BM&F. As conversas no mercado financeiro são de que a demanda pelos papéis está forte, o que poderá chancelar o preço máximo sugerido aos investidores, de R$ 1.131. No cenário mais otimista, ela poderá desembarcar no pregão valendo R$ 37,4 bilhões, o que a colocaria entre as 15 maiores da bolsa.


Uma pergunta rondava a cabeça de analistas e investidores: pode a OGX, criada há menos de um ano, valer 8% da Petrobras, maior companhia do país e uma das mais promissoras petrolíferas do mundo por conta dos novos e gigantescos campos descobertos? A estatal transformou-se numa das mais caras companhias do setor quando se compara seus múltiplos aos das rivais. Na sexta-feira, a Petrobras valia R$ 461 bilhões na bolsa.


As discussões nos bastidores da operação em torno do real valor da OGX esquentaram há algumas semanas, levando o banco Merrill Lynch a deixar o grupo de instituições que coordenaria a oferta pública, hoje a cargo de UBS, Credit Suisse e Itaú BBA. O analista de petróleo e gás do banco americano, Frank McGann, simplesmente se recusou a sancionar a avaliação sugerida pelos demais bancos, convencido de que estava inflada. Procurado, McGann disse que não poderia comentar o caso OGX, sob risco de ser demitido se o fizesse. A equipe de investment banking do Merrill Lynch não ficou muito feliz em perder o meganegócio. E, para os bancos que permaneceram, McGann prestou um favor ao adotar uma postura que consideram ultraconservadora nas estimativas.


O fato é que as dúvidas sobre o real valor da OGX persistem porque respondê-las a contento é quase impossível. Como comparar uma empresa tradicional e integrada como Petrobras a outra que, na prática, é ainda um projeto?


A OGX é controlada por um dos mais badalados empresários brasileiros da atualidade: Eike Batista. Uma das razões de sua fama reside justamente no fato de ter vendido a investidores financeiros e, posteriormente, a uma das maiores mineradoras do mundo, a Anglo American, o projeto da mineradora MMX. Tudo a cifras bilionárias. Assim como a MMX não tinha suas reservas comprovadas e não havia extraído grande coisa em minério de ferro, a OGX jamais perfurou um poço de petróleo. Suas reservas de óleo e gás tampouco foram comprovadas. O que há são estimativas.


A OGX se qualifica como a maior empresa independente de petróleo e gás do país. Adquiriu 21 blocos de petróleo, em quatro bacias, na nona rodada de licitações promovida pela Agência Nacional de Petróleo (ANP) em novembro do ano passado. Desses, vai operar 14 blocos - os demais serão explorados por Maersk e Perenco, suas parceiras. Além disso, a empresa comprou posteriormente 50% de um outro bloco na Bacia de Santos, a mais promissora da atualidade.


Como todos esses blocos ainda não foram devidamente estudados para se averiguar se há ou não óleo e gás nas áreas e quais as reservas de fato, a OGX contratou uma firma internacional especializada, a DeGolyer & MacNaughton, para desenhar um estudo de viabilidade. Usando métodos de cálculo complexos, a DeGolyer apontou que os recursos potenciais da OGX - que não podem ser chamados ainda de reservas - são da ordem de 4,8 bilhões de barris equivalentes de óleo e gás. Esse seria o petróleo e gás que efetivamente poderia ser extraído pelas tecnologias atualmente disponíveis. A Petrobras estima que o megacampo de Tupi tenha entre 5 e 8 bilhões de barris equivalentes de óleo recuperáveis. A companhia só fez esse anúncio depois de ter feito algumas perfurações na área.


A Petrobras tem hoje reservas efetivamente comprovadas de 13,9 bilhões de barris equivalentes de petróleo e gás - sendo 11,7 bilhões só de óleo. É importante frisar que os números das duas companhias não são comparáveis. "Enquanto a Petrobras é ultraconservadora e só anuncia recursos potenciais depois de fazer perfurações, a OGX está fazendo um carnaval em cima de blocos que comprou há menos de seis meses e sequer perfurou", pondera um analista que preferiu não ser identificado. Outro analista diz que a OGX está sendo avaliada como uma companhia que efetivamente produz petróleo, mas ainda está longe disso.


Escrito por SALSFI às 08h15
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   OGX

Equipe tirada da Petrobras é 'garantia' para investidor
Vanessa Adachi - 09/06/2008 

A experiência da equipe tirada da Petrobras a peso de ouro tem sido um dos pilares do argumento de venda da OGX Petróleo e Gás, empresa novata no setor e ainda sem reservas comprovadas.


Nas entrelinhas, os investidores têm lido que essa equipe possui mais do que simplesmente expertise técnico: tem também informações vindas de dentro da estatal que poderiam aumentar o grau de certeza de que há petróleo nos blocos arrematados.


Além de técnicos e diretores, é egresso da Petrobras o presidente da OGX, Luiz Rodolfo Landim, ex-presidente da BR Distribuidora. Na estatal, ele participou da implementação dos campos de Marlim, Barracuda, Albacora e Roncador. De 2006 a março deste ano, Landim presidiu a MMX.




Com o respaldo desse time dos sonhos do setor petrolífero, a OGX vem tentado convencer o mercado de que não está vendendo só promessas.


O que Eike Batista, dono da OGX, e seus assessores financeiros têm dito aos investidores é que seus "recursos potenciais" - 4,8 bilhões de barris equivalentes de óleo e gás, segundo estudo da empresa especializada DeGolyer & MacNaughton - constituem uma estimativa bastante conservadora, com uma probabilidade média de sucesso na exploração dos poços de 27%.


A OGX alega que sua equipe de exploração, toda ela vinda da Petrobras, obteve taxa de sucesso de 53% nos últimos quatro anos enquanto trabalhava para a estatal.


A maioria dos analistas de ações que cobre o setor de petróleo e gás está impedida de comentar a operação OGX porque praticamente todos os bancos e corretoras do mercado estão envolvidos no esforço de venda aos investidores (apenas os chamados qualificados, que terão que investir no mínimo R$ 300 mil na companhia). Esse fenômeno, que deixa o investidor sem orientação independente, se repete em todas as ofertas.


Nelson Rodrigues de Matos, analista da corretora do Banco do Brasil, é um dos poucos liberados para comentar. Para ele, o investidor que adquirir ações da OGX vai comprar o risco de se explorar ou não petróleo nos blocos. "Uma empresa de petróleo vale pelas reservas que tem, mas a OGX ainda não possui nenhuma comprovada. Então, o que há a fazer é confiar nos cálculos da consultoria internacional contratada para fazer as estimativas e na capacidade dos técnicos trazidos da Petrobras", diz.


No prospecto da oferta da OGX, a empresa argumenta que os blocos que possui ficam colados em outros de onde a Petrobras já extrai petróleo, o que aumentaria as suas chances de sucesso. "Embora essa proximidade não seja garantia de nada, é um bom indicativo", diz Matos. Mas ele lembra que a Bacia de Campos, a maior área produtora do país, onde a OGX tem sete blocos, já é operada há muito tempo e os seus principais campos já foram explorados.


Nas conversas com investidores, assessores financeiros da OGX têm defendido que a comparação com Petrobras não é justa porque a estatal é negociada com um desconto expressivo justamente por conta das interferências estatais em sua governança, cuja face mais visível é o controle sobre os preços da gasolina e diesel.


"Se a Petrobras fosse privada, poderia valer pelo menos o dobro", disse recentemente um executivo envolvido na transação. Já a OGX virá a mercado seguindo os padrões máximos de governança. Suas ações, todas ordinárias, serão listadas no Novo Mercado da Bovespa.


"Uma opinião de fato sobre o valor da empresa poucos conseguem ter", diz a analista Leila Almeida, da consultoria Lopes Filho. Por se tratar de um projeto, não é possível calcular o preço da empresa pelos métodos tradicionais. Mas esse não será o primeiro projeto que vem a mercado ainda embrionário com o objetivo de levantar recursos e deslanchar os planos. "No fim, essa é uma finalidade do mercado de ações." A própria MMX de Eike Batista é um exemplo até agora muito bem-sucedido.


Em dezembro, o empresário fez uma rodada de venda privada de ações da OGX e conseguiu captar US$ 1,3 bilhão ao atrair investidores de peso, entre eles o fundo de pensão dos professores de Ontário, no Canadá, o fundo UBS Prestige e o banco Morgan Stanley. A Centennial Asset Mining, de Eike, mantém 72,73% do capital da companhia antes da oferta desta semana. Depois dela, poderá ficar com fatia entre 58% e 62%, dependendo do número de ações efetivamente vendidas. Os recursos levantados em dezembro foram aplicados na compra dos blocos leiloados pela ANP e serão usados ainda nos primeiros estudos exploratórios das reservas.


Com o dinheiro que pretende levantar agora, Eike Batista quer dar continuidade aos estudos exploratórios, investir em novos blocos e começar a desenvolver as "descobertas esperadas".


"O investidor que comprar ações da OGX estará adquirindo coisas menos palpáveis, como a qualidade dos executivos, a capacidade de Eike Batista de entregar bons negócios e, claro, o cenário promissor do petróleo no Brasil", diz um analista. A julgar pela quantidade de investidores que, comenta-se, querem um pedaço da OGX, Eike não tem com o que se preocupar.


Escrito por SALSFI às 07h53
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