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   Lições de Medellín

30/05/2008



O bairro de San Javier, na região ocidental de Medellín, era uma das duas áreas mais violentas naquela que foi, até recentemente, a cidade mais violenta do mundo. Em San Javier também fica o fim da Linha B do metrô de Medellín. Basta subir as encostas dos morro, acima da estação do metrô, e as habitações de classe média dão lugar a favelas onde há não muito tempo ocorriam vários assassinatos por dia.


Hoje, San Javier apresenta uma visão algo distinta. Interligada à estação de metrô há um sistema teleférico novinho em folha. Trata-se de uma versão adaptada de um teleférico alpino para esquiadores e suas 119 cabines transportam os passageiros, ao longo de 2,7 quilômetros, em silencioso conforto por 11 minutos até La Aurora, com duas paradas intermediárias ao atravessar as favelas. O Metrocable, como é denominado, não apenas poupa muito tempo e dinheiro dos moradores das favelas, mas é também uma espetacular afirmação de inclusão social.


O Metrocable, que está sendo estudado de perto por autoridades do Rio de Janeiro, é apenas o símbolo mais visível de uma revitalização municipal em Medellín. Cidade que já foi a capital industrial colombiana na década de 80, Medellín ganhou notoriedade mundial como habitat de traficantes de drogas e assassinos urbanos adolescentes. Em seu pico, em 1991, quando Pablo Escobar estava em guerra contra o Estado, a taxa de assassinatos na cidade era de 380 por 100 mil pessoas.


Em 1999, um grupo de acadêmicos, personalidades culturais, empresários e ativistas sociais de Medellín decidiu tentar salvar sua cidade entrando para a política, sob o lema "Compromiso Ciudadano". Seu candidato a prefeito, Sergio Fajardo, ficou em terceiro lugar. Quatro anos depois, ele venceu a eleição para prefeito. Ex-professor de matemática, habitualmente em calças jeans, Fajardo pode ser um político não convencional, mas é eficaz. Em dezembro, ele encerrou seu mandato com uma taxa de popularidade de 80%. Um membro de sua equipe foi eleito para sucedê-lo.


Fajardo diz aplicar uma abordagem matemática à política: primeiro, a formulação do problema; depois, a solução. Os dois principais problemas de Medellín, diz ele, eram a extrema desigualdade social, comum na América Latina, e a extraordinária violência relacionada com o tráfico de drogas. Os dois fenômenos são "imbricados" e por isso têm de ser atacados simultaneamente, com a redução da violência seguida imediatamente por projetos sociais.



Medellín foi beneficiada pela negociação que Álvaro Uribe concluiu para desmobilização dos paramilitares que controlavam bairros da cidade


Mais policiais foram trazidos para a área e foi inaugurado o policiamento comunitário. Alonso Salazar, sucessor de Fajardo, diz que toda manhã ele pergunta se há algum lugar na cidade que seja muito perigoso para ser percorrido por uma dupla de policiais em suas motocicletas. A resposta é "não".


Medellín foi beneficiada pelo contexto nacional. O governo do presidente Alvaro Uribe tinha recém-negociado a desmobilização dos paramilitares de direita, cujos pistoleiros controlavam muitos dos bairros mais pobres de Medellín desde os dias de Escobar. Fajardo aproveitou essa oportunidade dando início a um programa municipal para a "reinserção" dos pistoleiros na sociedade que revelou-se mais eficaz do que um programa similar nacional. Dos 4,2 mil que aderiram ao programa, cerca de 40% têm hoje renda permanente (legal) e apenas 10% desistiram.


Mas o aspecto mais característico da abordagem de Fajardo é a combinação de planejamento urbano e intervenção social visando as áreas mais carentes e violentas da cidade. Vizinha ao entroncamento do metrô em San Javier fica um dos cinco novos parques-bibliotecas: tratam-se de centros comunitários multifuncionais, cada um dotado de auditório, biblioteca, creche e computadores, que podem ser usados gratuitamente por crianças e jovens. Em San Javier, há também duas novas escolas - por isso hoje existem vagas suficientes em cursos primários e secundários para todos.


Essa nova infra-estrutura urbana foi projetada por alguns dos melhores arquitetos colombianos. A construção de edifícios atraentes em áreas carentes pretende ser uma sinalização de inclusão. "A violência isola. Temos de criar novos espaços públicos para reunir as pessoas", diz Fajardo. Tudo isso foi pago mediante aumentos no IPTU, melhor arrecadação de tributos e suprimindo a corrupção.


Em tudo isso, há muitas coisas que as cidades brasileiras, especialmente o Rio de Janeiro, podem aprender. Analogamente, em Medellín não é difícil detectar influências brasileiras. Há muitos ecos de aplicação do planejamento urbano criativo de Jaime Lerner quando prefeito de Curitiba. O sistema de transporte de massas por ônibus de Lerner foi copiado em diversas capitais latino-americanos. Não deu certo em toda parte: em Santiago, planejamento insatisfatório provocou enormes problemas. Mas o sistema de ônibus deu certo, e em larga escala, em Bogotá, onde fez parte de uma revitalização municipal que começou mais de uma década antes de Medellín.


Resta ver se a recuperação de Medellín será duradoura. Os críticos dizem que quadrilhas armadas continuam ativas. Quase metade da cidade vive na pobreza e o desemprego está em 13%. Mas ninguém questiona que a cidade está melhor do que antes.


Fajardo agora está planejando uma campanha presidencial com a mesma precisão matemática que usou para conquistar a prefeitura. Ele é um político ao qual não se aplicam rótulos ideológicos convencionais. Não há dúvida de que ele se beneficiou das duras políticas de segurança de Uribe. Ele tem "uma relação de trabalho correta, boa, com Uribe", diz ele. "Não sou 'uribista', mas também não sou anti-Uribe".


Assim como em sua tentativa de tornar-se prefeito de Medellín, ele poderá não ter êxito inicial em sua disputa pela presidência. Mas vale acompanhar sua trajetória.

Michael Reid é editor de Américas da revista "The Economist", em Londres, e escreve mensalmente às sextas-feiras.


Escrito por SALSFI às 16h05
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   Chefes escritores de e-mails, vocês estão demitidos
Lucy Kellaway  - 30/05/2008

Semana passada, na versão britânica do programa de TV "O Aprendiz", duas equipes tinham que bolar uma caixa de lenços de papel e criar um anúncio para televisão que atraísse a atenção dos consumidores.


Esta semana eu decidi fazer uma competição parecida, em que um presidente executivo precisa atrair seus clientes com um e-mail ou uma carta breve. Meus dois finalistas são Vikram Pandit, presidente executivo do Citigroup, e Johnnie Boden, fundador da companhia especializada na venda de roupas sofisticadas por catálogo que leva seu nome.


Pandit escreveu seu e-mail 15 dias atrás e o enviou para todos os portadores de cartões de crédito do Citigroup. Ele me foi enviado por várias pessoas, incluindo uma leitora do "Financial Times" que mora em Londres. É a versão dela que os julgadores neste caso estão usando.


"Caro TERNATIONAL", começa o e-mail. Um mau começo, já que o nome dela não é Ternational, e sim Barbara. Sua companhia se chama Minto International, de modo que ela imagina que o sistema automático de e-mails escolheu aleatoriamente a parte final, esperando pelo melhor.


"Eu gostaria que você fosse o primeiro a saber..."


Prossegue o e-mail, o que também não é muito feliz. O Citi deve ter centenas de milhares de clientes com cartões de crédito. Portanto, Pandit não queria realmente que Ternational estivesse entre os primeiros a tomar conhecimento de algo, o que deixou Ternational um pouco aborrecida com a falta de sinceridade.


"...das medidas audaciosas que estão tomando no Citi, para que ele seja a maior firma de serviços financeiros global totalmente integrada."


E mesmo que ela fosse a primeira a saber, por quê ela deveria se importar? Quando coisas importantes acontecem é bom estar na frente da fila da informação: quando você perde o emprego ou sua esposa está para lhe abandonar. Mas quando o Citi está tomando medidas audaciosas para ser a principal instituição global, blá, blá, blá? Ninguém liga para isso.


"Nosso objetivo é criar para nossos clientes uma experiência em que os serviços sejam perfeitos, os pagamentos e transferências sejam fáceis e as distâncias algo sem significado."


Apesar das palavras mal escolhidas, isso é bastante justo, mas o Citi está mirando muito baixo. A distância certamente ficou sem sentido quando as primeiras linhas telefônicas internacionais foram instaladas. E os bancos já deveriam ter organizado seus sistemas de pagamento a esta altura. Meu banco, o First Direct, parece ter conseguido isso, e portanto não entendo porque o Citi acha que isso é grande coisa.


"Meu compromisso- e o compromisso de todos no Citi- é trabalhar incansavelmente em todas as partes do mundo e 24 horas por dia para prestar serviços de valor, enquanto continuamos merecendo a sua confiança e a de todos os clientes que atendemos ... não importa onde você está e onde você precisa estar.


Sinceramente, Vikram Pandit."


Isso é mirar alto demais. Se eu fosse um cliente, não iria querer que Pandit trabalhasse 24 horas por dia. Ia querer que ele tivesse pelo menos umas boas sete horas de sono por noite, uma vez que ele tem um banco extraordinariamente grande para administrar e que está tendo muitos problemas no momento. Ele está tentando vender US$ 500 bilhões em ativos e eliminar US$ 15 bilhões de sua base de custos, além de evitar que os sindicatos fiquem no seu pé e tranqüilizar os acionistas.


Até onde consegui entender, as únicas pessoas que não estão dando a mínima para isso são os portadores de cartões de crédito. Mas agora, aliás, eles estão se perguntando qual a intenção de uma mensagem que diz que seu banco está adotando medidas audaciosas, mas não dá a menor pista do que sejam essas medidas.


E a outra equipe, como está se saindo? Johnnie Boden escreveu uma carta que foi enviada na semana passada para clientes selecionados que haviam parado de comprar de sua empresa.


"Olá, senhora Kellaway", começa a carta que recebi. Embora este não seja exatamente meu nome, passou perto.


"No ano passado a senhora foi um de nossos melhores clientes. Comprou muitas de nossas roupas coloridas, nos deixou admirados e provocou muitos suspiros por onde passou. Portanto, obrigado. Muito obrigado."


Isso foi um pouco embaraçoso, já que não gosto das roupas coloridas da Boden, mas então eu me lembrei de dois ternos sóbrios que eu comprei há algum tempo para o meu marido, que tem pavor de lojas.


"Este ano... algo não vai bem. Talvez não tenhamos apertado seus botões certos. Talvez a primavera tenha esquecido de ser primavera, ou talvez porque uma casa esteja agora valendo menos que um saco de batatas fritas."


O estilo é irritantemente garboso. Eu particularmente faço uma ressalva à frase "apertar seus botões". Os únicos botões que eu tenho estão em minhas roupas que não vieram de Johnnie. Mesmo assim continuei lendo a carta para descobrir que Johnnie afirma estar tão impaciente por um pedido meu que "saltita de um pé para o outro como um tio com incontinência urinária."


Não fiquei sensibilizada pela falta de controle que seu tio tem da bexiga, mas mesmo assim prossegui até o fim, onde havia um grande cupom de 10 libras com os dizeres "Use-me rápido, pois vou vencer logo."


Boden, você pode voltar para casa. Não gosto de seu estilo de escrita, mas você venceu porque- assim como a equipe vencedora do programa de TV da semana passada- você prendeu minha atenção e enfiou sua mensagem pela minha goela abaixo. Seu prêmio é que agora eu passarei a comprar algumas calças para o meu marido, uma vez que percebi que após 18 meses usando as velhas, elas estão começando a ficar gastas.


Vikram, você não tem uma mensagem clara. Ela deixa os clientes com a impressão inquietante de que o Citi está afundando. Sinto muito, Vikram, você está demitido.


Lucy Kellaway é colunista do "Financial Times".


Escrito por SALSFI às 16h02
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Local da nova fábrica de Braskem sai em junho, confirma vice-presidente

Valor Online - 30/05/2008 19:38

SÃO PAULO - A Braskem vai anunciar em junho o endereço de sua nova fábrica de polietileno, onde a resina será produzida a partir do etanol. A informação foi confirmada hoje pelo vice-presidente de Finanças e Relações com Investidores, Carlos Fadigas. Segundo ele, a empresa está em fase final de análise para a escolha do local da planta, que será instalada na Bahia ou no Rio Grande do Sul, locais onde a Braskem possui complexos petroquímicos.

" O projeto está avançando. Estamos finalizando os estudos e projeções sobre quanto vai custar o investimento. Junto a isso, será definido o melhor local para a fábrica " , informou Fadigas. Ele disse ainda que a empresa pediu licença ambiental para as duas localidades, e que o processo de liberação já estaria " adiantado " .

A idéia de Braskem é levantar uma planta com capacidade de produzir 200 mil toneladas anuais do chamado " polietileno verde " , com a possibilidade de uma posterior expansão, para algo entre 300 mil e 400 mil toneladas por ano.

A diversificação das fontes de matéria-prima faz parte da estratégia da Braskem de diminuir a dependência da nafta, cujo preço vem crescendo de forma consistente em razão da cotação do barril de petróleo, do qual é derivada.

Fadigas revelou que a Braskem está otimista em relação às negociações com a Petrobras sobre o preço da nafta, que representa quase 80% dos custos de produção da companhia. Segundo ele, a expectativa é de que um acordo possa ser anunciado também em junho.

No início deste mês, o presidente da Braskem, José Carlos Grubisich, disse que a empresa iria pedir à estatal que concedesse um desconto no preço que cobra pela nafta, visto que a Braskem compra o produto em grandes volumes. A empresa alega que o desconto para grandes compradores é prática comum no mercado internacional. A Petrobras, pelo contrário, cobra um prêmio sobre a nafta que vende à Braskem, segundo o executivo


Escrito por SALSFI às 15h59
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Braskem incorpora ativos petroquímicos da Petrobras

Valor Online - 30/05/2008 20:01


SÃO PAULO - Foi assinado hoje o novo acordo de acionistas pelo qual a Braskem assumiu praticamente todos os ativos petroquímicos da Petrobras. Como resultado, a estatal do petróleo aumentará de 8% para 30% a sua participação no capital votante da Braskem, maior petroquímica da América Latina.

A partir de agora, a empresa do grupo Odebrecht passa a deter 100% do capital votante de Ipiranga Petroquímica, Ipiranga Química e Petroquímica Paulínia. Até então, a Petrobras detinha 40% dessas empresas. Também foi incorporada a fatia de 36,4% da estatal no capital votante da Companhia Petroquímica do Sul (Copesul), que deixou a Braskem com participação de 99,17%.

O pequeno percentual restante da Copesul está em poder de acionistas minoritários da Petroquímica Triunfo, empresa controlada pela Petrobras, com 85% do capital. Esses acionistas relutam em vender seus papéis à estatal, que pretende repassar essa empresa para as mãos da Braskem.

Agora mais robusta, a Braskem espera começar a tirar proveito da nova estrutura. A empresa calcula que a união dos ativos vai gerar sinergias de US$ 1,1 bilhão em valor presente. "A integração possibilita ganhos de escala e sinergias, maior capacidade de investimentos em pesquisa e desenvolvimento e melhoria da competitividade da cadeia produtiva do plástico", disse a companhia, em nota.

O novo acordo de acionistas (assinado por Petrobras, Petroquisa, Odebrecht e Norquisa) prevê também o aumento do número de representantes da estatal no conselho de administração da Braskem, que passará de dois para três. Haverá ainda membros da Petrobras no conselho fiscal.


(Murillo Camarotto | Valor Online)



Escrito por SALSFI às 15h54
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