SALSIFI INVESTMENTS
   Artigo Integral Publicado Editado por Valor Econômico em 21/05/08

OS FUNDOS SOBERANOS E AS IDÉIAS DE MANTEGA

 

Salvador Sícoli Filho – 17/05/08 

 

A criatividade nunca foi o forte dos atuais gestores governamentais.

A imitação sim foi uma arte na qual se espelharam e, sobretudo, fizeram refletir com a desfaçatez características dos que se apropriam dos feitos e das idéias alheias.

 

O eventual ministro da Fazenda então é mestre em evasivas ao ser questionado e tem o costume sempre de reverberar o que apreendeu com atraso.

 

Por que o fundo soberano não deveria ser permitido no país?

 

Primeiro nossas reservas tão propaladas estão assentadas em bases extremamente frágeis e podem ruir a qualquer instante. Um Banco Central que compra dólares para tentar impedir sua queda criada esta e estimulada pelo próprio plano que criou. Um BC que tem prejuízo de R$ 15 bilhões no exercício de 2007 e só este ano já perdeu estimados R$ 4 bilhões não pode ser considerado bom administrador.

 

E o BNDES e seus grandes empréstimos a Prefeituras e ONGS de pequeno calibre?

 

Mormente se verificarmos no BC que a grande parcela deste prejuízo foi proveniente de operações de swaps cambiais nas quais cedeu o lucro aos bancos privados. Comprando dólares e treasures de até 30 anos do Tesouro americano, o sr. Henrique Meireles riu na face de todos os despreparados congressistas e até de alguns economistas que insistem em considerar eficiente a política monetária predatória ao país. Uma política monetária de uma nota só, que faz da inflação a única variável a ser monitorada e que se serve desta mesma inflação para projetar e potencializar fantasmas para que sempre tenha pretextos para elevar a taxa de juros, aumentando o lucro dos bancos e no ato final ferindo de morte o setor produtivo.

 

O sr. Mantega, sempre a reboque dos acontecimentos, quer agora imitar a China , Cingapura e outros tigres asiáticos que, dispondo de estoques colossais de reservas e tendo principalmente generosos superávits em transações correntes – eis que são países com corrente exportadora vitoriosa e com enormes saldos comerciais  - ao contrário daqui onde graças à inépcia da política cambial nossas exportações desmoronam e só a sorte soprada pela locomotiva chinesa assegura que as commodities persistam nos patamares da irracionalidade exuberante, assegurando às grandes empresas mineradoras e até há pouco, às siderurgias, obterem resultados favoráveis. Cumpre notar que este último setor, mesmo com o alto valor das placas e produtos siderúrgicos, já restringiu suas exportações no 1º trimestre, aproveitando-se do bom momento interno criado pela construção civil e pela indústria automobilística particulares. Frise-se, são ambos os setores privados e sem a participação do governo e de seu tão propalado PAC que agasalhado pela ministra continua empacado tentando emplacar a primeira grande hidrelétrica em 7 anos.

 

Pelos resultados apresentados na gestão financeira do BC e do governo açoitado por escândalos de toda ordem e acoitados pela união espúria de interesses de congressistas  sabidamente sem transparência, a criação deste fundo revelaria mais um simulacro para futuros desvios de recursos. Recursos tão escassos numa administração perdulária que sem cortar o déficit publico e incrementando as despesas com a máquina e principalmente com o aparelhamento de empresas e entidades públicas com a adoção de sindicalistas sem preparo para o exercício de funções públicas, detona a possibilidade de equilíbrio fiscal.

 

O país não tem reservas sólidas e até morais para instituir fundos.

Deveria pelos seus dirigentes aprenderem a ser mais honestos com aqueles para os quais governam.

 

Enquanto o investment grade não puder ser dado aos nossos dirigentes é impossível admitir-se que venham a manobrar no exterior, recursos que são escassos aqui dentro e fazendo falta no atendimento a obras públicas prioritárias como saneamento básico, energia, saúde, segurança e educação.

 

É preciso, sobretudo estancar a arrogância caipira daqueles que triunfalistas no discurso arrostam uma sabedoria que ilude desavisados acionando a claque dos apanigüados.

O fundo soberano é um instrumento perigoso em mãos sem antecedentes de transparência. Ele pode transferir recursos - que estão faltando aqui dentro - para aplicações pouco ortodoxas que certamente serão repartidas em territórios obscuros.

 

Antigamente a idéia poderia ser chamada de insensata.

 

Hoje, pelos mesmos antecedentes citados é pura desfaçatez para criar novas rotas de fuga dos escassos recursos disponíveis.

 



Escrito por SALSFI às 08h32
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   Publicado em Valor em 29/05/08

Daniele Camba


"Entre a nova geração de jornalistas econômicos ancorados no Valor, permito-me fazer uma referência à coluna da jovem Daniele Camba. Para os aficcionados de mercado financeiro e de bolsa, a coluna é de especial relevância, pela capacidade de sintetizar em pequeno espaço os eventos que marcaram o dia. Daniele Camba consegue isto com leveza e objetividade. Abraçar o dia-a-dia do mercado e das empresas e contando com uma qualidade rara: a de distinguir a heterogeneidade da grande massa de informações disponibilizadas e fazendo a triagem de interlocutores tarimbados com as peripécias deste imenso mundo de notícias. O jornal está de parabéns por agregar sempre a sua equipe profissionais de alto quilate".


Salvador Sicoli - salsificonsulting@yahoo.com.br


Correspondências para Av. Jaguaré, 1485, CEP 05346-902 ou para cartas@valor.com.br, com nome, endereço e telefone. Os textos poderão ser editados.



Escrito por SALSFI às 08h23
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   Fundo soberano não é uma boa idéia agora
Editorial de Valor- 29/05/2008
 
SSF: Este editorial do jornal Valor suavisa artigo nosso publicado em primeira mão sobre Fundo Soberano
em 21/06/08 

O governo hesita na criação de um fundo soberano e isto é um bom sinal. Não há razões para esse fundo no momento e os objetivos que o justificariam, pelo menos os divulgados até agora, são muitos e contraditórios. Quando se pretende, ao mesmo tempo, obter alguma desvalorização do real por meio de compra de divisas, uma economia fiscal por meio do uso de um excesso de superávit e um auxílio a empresas brasileiras na busca de internacionalização, corre-se o risco de não se obter nada, ou até de piorar o que já existe. Um objetivo factível e mais simples seria o de melhorar a remuneração das reservas internacionais, que encostaram em US$ 200 bilhões.


O ministro da Fazenda, Guido Mantega, um dos principais defensores do fundo soberano, disse anteontem, em palestra no Foro Nacional, no Rio, que a denominação correta do novo instrumento poderia ser fundo fiscal e cambial, e rebateu os críticos da idéia. "Não nos permitem ter alguma originalidade em nossa política". O perigo é bem esse. Talvez a originalidade do Brasil seja a de não ter nem superávit em conta corrente, nem superávit fiscal, mas isto, embora conte muito, pode não ser o mais importante. Clareza e realismo valem mais que originalidade. Os motivos apresentados pela Fazenda brigam entre si e com a política econômica do governo.


Uma das supostas funções do fundo é criar o superávit fiscal para apoiar uma política contra-cíclica - economia em tempos de bonança para uso em tempos difíceis. Essa política chegou a ser cogitada e descartada pelo presidente Lula não faz muito tempo. Ressuscita agora e dá a impressão de que não é para valer. Não há compromisso com uma meta definida de poupança fiscal. Sem isso, o objetivo e a eficácia do fundo dependerão dos humores do governo Lula, que atualmente são gastadores. Se desejar que a política seja crível, é preciso fixar metas claras.


Na hipótese de que o objetivo fiscal é verdadeiro e sério, não faz sentido utilizar a economia fiscal na compra de dólares, que lançarão mais reais em circulação e que precisarão ser resgatados pela emissão de títulos a custos crescentes - as taxas de juros estão subindo. Muito menos utilizar os reais economizados para subvencionar empresas brasileiras em suas investidas no exterior. Além de ser um gasto desnecessário - reduzir o custo de capital interno e a tributação seriam mais eficientes em termos competitivos - seus benefícios seriam privados, e não públicos. Ainda que isso fosse irrelevante, restaria a questão do funding. Na hora de utilizar o dinheiro aplicado, supostamente em uma situação pouco favorável, estes ativos possivelmente seriam afetados negativamente pela própria situação do país, o que traz enorme dúvida sobre sua rentabilidade efetiva.


No início do segundo mandato, o presidente Lula escorraçou auxiliares que defendiam um déficit nominal zero, com a elevação do superávit em montante suficiente para pagar também a conta de juros. Ao contrário, o governo na prática reduziu o superávit da União e o aumento da inflação agora talvez o tenha convencido de que reduzir os gastos passou a ser provisoriamente necessário. Mas não há uma firme convicção a respeito. A idéia de um fundo soberano, da forma apresentada, resolve abstratamente o dilema - dá-se a impressão de poupança de um lado enquanto se gasta concretamente de outro. A melhor forma de se analisar a viabilidade desse fundo é pelo custo de seu funding, desconsiderando-se o fato de que a compra de dólares pelo Tesouro competirá com a do BC e criará ruídos na política monetária.


Uma das mais rentáveis e seguras aplicações em todo o mundo hoje são as taxas de juros domésticas. Tornou-se ainda mais segura com a obtenção de grau de investimento pelo país. Os juros estão em alta e isso indica que provavelmente todas as outras aplicações de risco compatível com o risco-país terão remuneração inferior ao custo de oportunidade interno. A melhor aplicação para uma economia obtida pela redução de gastos públicos está nos próprios títulos do Tesouro - isto é, abater dívidas. A outra é neutralizar seu crescimento, que vem sendo sustentado pelos juros, com um déficit nominal zero, o que dá no mesmo. Não é preciso muita originalidade para isso.


Escrito por SALSFI às 08h16
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   Plano para duplicar a Veracel entra na reta final
Ivo Ribeiro - 29/05/2008

 
Jouko Karvinen, principal executivo da Stora Enso: "A Veracel tem um dos mais baixos custos de produção do mundo"
Na estratégia de crescimento da gigante mundial do setor de celulose e papel, o grupo sueco-finlandês Stora Enso, que faturou ? 13,4 bilhões de euros no ano passado, o Brasil ganha cada vez mais um papel relevante. Isso trouxe ao país, pela primeira vez, o principal executivo da companhia, Jouko Karvinen, que está no cargo há 14 meses e comanda um profundo processo de reestruturação.


Karvinen esteve no país por dias dias e um deles foi dedicado a visitar a Bahia, onde está seu principal projeto de produção no país, a Veracel, fabricante de celulose de eucalipto. Detém 50% de participação na empresa, numa parceria com a brasileira Aracruz, dona da outra metade. O objetivo da viagem foi anunciar que foi tomada a decisão de fazer o estudo final de viabilidade para mais que duplicar essa fábrica, instalada no sul do Estado.


Karvinen evitou falar em tamanho e valor do investimento do novo empreendimento. "É muito cedo ainda; os estudos finais, que levarão de 12 a 15 meses, é que definirão isso", afirmou. Mas deu uma pista. "A nova fábrica da Aracruz, no Rio Grande do Sul, está estimada em US$ 2,6 bilhões". É sabido no setor que o custo de instalação de uma tonelada fica na casa de US$ 2 mil, o que resultaria numa fábrica de 1,3 milhão de toneladas.


A Veracel - que custou US$ 1,2 bilhão - produz mais de 1 milhão de toneladas de celulose por ano. Começou a operar em 2005, com 900 mil toneladas, mas esse patamar já foi rompido além de 10%. "Fomos anunciar nossa decisão ao governador da Bahia, mas dependemos também de um ponto importante - o licenciamento ambiental", afirmou o executivo. Ele admitiu que é uma questão crítica, que foi um dos temas da conversa com o governador baiano, mas que a licença, em si, não preocupa. "Temos de seguir as leis do país".


Essa licença abrange também a área de plantio de novas florestas de eucaliptos, fundamental para erguer a nova fábrica, observou Karvinen. Hoje, a Veracel conta com 88 mil hectares próprios de florestas plantadas e outros 16 mil de parceiros na região. Para assegurar a matéria-prima da segunda linha, terá de contar com pelo menos mais 70 mil hectares.


Para o executivo, a Veracel II tem de ser um bom projeto - eficiente para garantir o retorno esperado do capital investido - porque ele concorre em recursos humanos e financeiros com outros na China (este já em estágio bem avançado) e na Rússia. Além desses, o grupo tem planos de uma nova fábrica no Rio Grande do Sul e outra no Uruguai.


A unidade gaúcha enfrenta, no momento, o problema de suas terras para plantio de eucaliptos encontrarem-se na chamada zona de fronteira com o Uruguai. Pelas leis brasileiras, não é permitido que companhias estrangeiras instalem projetos nesse espaço. A Stora Enso busca uma solução para o caso junto ao Incra e ao Conselho de Defesa Nacional. Enquanto isso, já plantou 9 mil hectares e começou outros 10 mil neste ano em áreas em nome de terceiros. Admite que isso irá atrasar o projeto.


Desde que assumiu o cargo, Karvinen já se desfez de ativos nos Estados Unidos (ficou só com 20% de participação), fechou fábricas antigas e de alto custo na Suécia e Finlândia e vendeu o negócio de distribuição na Europa. "Se acham que essas mudanças e outras foram um tanto puxadas, não viram nada ainda", disse, sinalizando que ele dará um choque profundo na companhia. A Stora Enso é resultado da fusão, em 1998, da estatal finlandesa Enso com a empresa privada sueca Stora.


Essa união formou um grupo que hoje tem capacidade para fazer 13,1 milhões de toneladas de papel e cartão , além de produtos serrados de madeira, com presença em 40 países. O desafio agora é melhorar os resultados da empresa. "Eles ainda não aceitáveis". Hoje, ele enfrenta o problema do dólar fraco frente ao euro e a elevação de custos da fibra obtida com madeira russa, encarecida com imposto de exportação.


Projetos mais competitivos em custos, como os do Brasil, farão parte da plataforma futura da empresa, suprindo com celulose suas fábricas de papel na Europa. Karvinen destacou: "Uma fábrica como a Veracel, além do baixo impacto ambiental tem um dos mais baixos custos de produção do mundo".


Escrito por SALSFI às 08h12
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   MAIS CELULOSE

Marisa Cauduro/Valor


A Veracel acelera os estudos para o projeto de duplicação de sua capacidade, diz Jouko Karvinen, CEO do grupo sueco-finlandês Stora Enso, que tem a Aracruz como sócio no negócio.


Escrito por SALSFI às 08h07
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