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Lucro de R$ 2,25 bilhões da Vale
no primeiro trimestre frustra projeções

Por: Nathália A. Terra Pereira - 24/04/08 - 20h40 - InfoMoney

SÃO PAULO - Esperado com apreensão pelos investidores, o desempenho da Vale (VALE5) no primeiro trimestre deste ano ficou aquém do registrado no mesmo período de 2007 e também inferior à média de projeção dos analistas. Assim vieram os números trimestrais da companhia, divulgados na noite desta quinta-feira (24) ao mercado.

Entre janeiro e março deste ano, a mineradora reportou um
lucro líquido de R$ 2,25 bilhões, o que representa um recuo de 55,8% frente ao mesmo período de 2007, quando foi registrado um lucro de R$ 5,095 bilhões. A cifra também é 49,4% inferior às projeções dos analistas

Confira os números:

(em R$ milhões) 1T08 1T07 % Projeção* %
Receita Líquida 14.125 16.249 -13,1% 15.537 -9,1%
Ebitda** 6.638 8.936 -25,7% 7.188 -7,7%
Lucro Líquido 2.253 5.094 -55,8% 4.455 -49,4%
*Projeção média dos analistas do Banif, Bradesco, Brascan e Santander
**Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização


Recordes evidenciados
A companhia salientou em seu release a pressão exercida pela volatilidade das taxas de câmbio e dos custos adicionais gerados pelo aumento no preço de alguns insumos.

Ainda assim, foi evidenciado o esforço para a contenção de custos e expansão da produção. No primeiro trimestre, a empresa buscou destacar que quebrou seu recorde de vendas em minério de ferro e pelotas para o período, totalizando 74,6 milhões de toneladas métricas, evolução de 14% na comparação anual.

Custos crescem
Um dos pontos destacados diz respeito à estrutura de custos da mineradora. Em relação ao CPV (Custo dos Produtos Vendidos) no primeiro trimestre, o total foi de R$ 7,51 bilhões, valor 3,7% maior que o verificado no primeiro quarto de 2007.

Investimentos
A Vale investiu no período um montante total de US$ 1,69 bilhão, sendo que grande parte foi destinada ao crescimento orgânico - US$ 1,30 bilhão - e cerca de US$ 391 milhões na sustentação das operações existentes.

Três novos projetos entraram em operação no primeiro trimestre: a expansão da mina de minério de ferro de Fazendão, no Sistema Sudeste, a terceira planta de pelotização da Samarco, no Espírito Santo e a Dalian, uma planta de processamento de níquel na China.

Ações em baixa
À espera da divulgação dos resultados, as ações preferenciais classe A da Vale encerraram o pregão desta quinta-feira em desvalorização de 2,82%, cotadas a R$ 51,21. Por sua vez, o Ibovespa (
Ibovespa) fechou em queda de 0,57%.


Escrito por SALSFI às 07h55
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Lucro de R$ 2,25 bilhões da Vale no primeiro trimestre frustra projeções
 
                                             
Índice Pontos Var.% Data
Ibovespa 64.576 -0,57 24/04
Merval 2.129 -0,51 24/04
Dow Jones 12.849 +0,67 24/04
S&P 500 1.389 +0,64 24/04
Nasdaq 2.429 +0,99 24/04
DAX 30 6.899 +1,13 07h04
FTSE 100 6.070 +0,32 07h04
Nikkei 13.863 +2,38 06h00


Escrito por SALSFI às 07h09
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Ponto de inflexão na gestão da economia

 

por Martin Wolf - 23/04/08

 

Como observa a mais recente edição da "Perspectiva Econômica Mundial" (PEM), do Fundo Monetário Internacional, "a economia mundial penetrou num território novo e precário". O mais impressionante talvez sejam os contrastes entre a disparada nos preços das commodities e os colapsos no mercado de crédito e entre o crescimento aquecido nas economias emergentes e a recessão incipiente nos EUA. Como chegamos a esse ponto? E o que deveríamos fazer?

 

A resposta da PEM à primeira pergunta é que a economia dos EUA poderá encolher em 0,7% entre o 4º trimestre do ano passado e o 4º trimestre de 2008. Isso representa uma grande guinada em relação ao aumento de 0,9% ao longo daquele período, projetado no relatório de janeiro da PEM. Mais do que isso, o crescimento deverá ser de apenas 1,6% ao longo dos próximos quatro trimestres. Enquanto isso, o crescimento na zona do euro deverá cair para apenas 0,9% entre o 4º trimestre de 2007 e o 4º trimestre de 2008.

 

Enquanto os mais importantes países de alta renda tropeçam, o quadro para as economias emergentes é de crescimento modestamente reduzido: 7,5% na Ásia emergente neste ano, com China a uma taxa de 9,3% e Índia com 7,9%; 6,3% na África e 4,4% no Hemisfério Ocidental.

 

No total, está previsto que o crescimento da economia mundial se reduzirá consideravelmente, de 4,9% em 2007 para 3,7% em 2008 (mensurados a taxas de câmbio pelo poder de paridade de compra). Em termos de crescimento a taxas de câmbio de mercado, a desaceleração é mais significativa, numa queda de 3,7% em 2007, para 2,6%. Ainda assim, o crescimento global se manteria bem acima dos níveis de 2001 e 2002.

 

Isso, portanto, seria um caso de "terremotos de vastas proporções mas não muitos feridos". Mesmo assim, essas projeções coincidem com dois eventos colossais: a crise financeira e o choque nos preços das commodities. O primeiro é descrito pela PEM como "o maior choque financeiro desde a Grande Depressão". O segundo seria o resultado de uma tempestade inflacionária que se avizinha, ou então atingir os limites da taxa de crescimento (ou, mais plausivelmente, de ambos).

 

Não surpreende que a PEM conclua que os riscos pendem para a expectativa de perda. Tantos podem ser relacionados: agravamento das condições financeiras, riscos inflacionários, choques adversos adicionais no mercado de petróleo e a anulação desordenada dos "desequilíbrios" do sistema de pagamentos globais, especialmente se os investidores decidirem que o Federal Reserve [Fed, o banco central dos EUA] abandonou o seu dever de conservar o poder de compra do dólar.

 



Escrito por SALSFI às 08h32
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O que nos levou a esse ponto tem ao menos cinco componentes: o crescimento acelerado das economias emergentes, especialmente a China; a emergência de um gigantesco excedente de poupança em relação a investimento em importantes economias emergentes, particularmente China e países exportadores de petróleo; um período prolongado de baixa inflação e atividade econômica relativamente estável nos países de alta renda; liberalização e inovação financeira; e políticas monetárias de acomodação.

 

As economias emergentes têm sido as locomotivas do crescimento ao longo dos cinco anos passados: a China respondeu por um quarto; Brasil, Índia e Rússia, por quase outro quarto; e todos os países emergentes e em desenvolvimento juntos por aproximadamente dois terços (mensurados a taxas de câmbio pelo poder de paridade de compra) da expansão mundial. Além disso, observa a PEM, essas economias "são responsáveis por mais de 90 % do aumento no consumo de derivados de petróleo e de metais e por 80% do aumento no consumo de grãos desde 2002" (com programas de biocombustíveis escandalosamente desperdiçadores contribuindo com o restante). As economias emergentes também têm sido grandes exportadoras de capital.

 


O FMI projeta que o superávit em conta corrente agregado dos países emergentes e em desenvolvimento será de US$ 729 bilhões este ano


 

O superávit em conta corrente da China foi de 11,1% do Produto Interno Bruto no ano passado. Os preços mais altos do petróleo também deslocaram renda para países com elevadas taxas de poupança. O FMI projeta que o superávit em conta corrente agregado dos países emergentes e em desenvolvimento será de US$ 729 bilhões este ano.

 

O excedente de poupança tem sido absorvido em sua maior parte pelos países de alta renda com sistemas financeiros liberalizados peritos em canalizar crédito às pessoas interessadas em tomar emprestado na escala necessária: as famílias.

 

Os EUA têm sido, predominantemente, o mais importante destes países. O Federal Reserve, obrigado a manter a produção interna mais ou menos coerente com o potencial, acomodou o ingresso de capital. Num ambiente de liberalização e inovação financeiras, porém, os excessos resultantes produziram a desordem que vemos hoje. O quê, por fim, deveríamos estar fazendo? A PEM apóia o ativismo monetário do Fed e também recomenda relaxamento ao Banco Central Europeu; ele sugere estímulo fiscal arbitrário em alguns países. Propõe também mais apreciação cambial e taxas de juros mais elevadas para alguns países emergentes, especialmente a China. O que mais ressalta, a meu ver, nessa análise, contudo, são as quatro questões de política de prazo mais longo.

 

A primeira é se o padrão de pagamentos global pode ou poderá se adequar tranqüilamente sem desencadear outra rodada de crises financeiras, provavelmente em economias emergentes, em mais alguns anos. Seriam estas últimas agora robustas o bastante para acumularem déficits em conta corrente de forma segura?

 

A segunda questão é como administrar política monetária em meio a um vasto choque de preços de commodities. Os linhas-duras da inflação argumentam que a taxa de crescimento nos preços das demais coisas deve ser empurrada para baixo. O resultado seria um período sustentado de fraco crescimento. Ao mesmo tempo, quanto mais se mantiver a alta nos preços das commodities, mais difícil será resistir a esse argumento.

 

A terceira é o que fazer com um sistema financeiro que se portou tão espetacularmente mal. Quão radicalmente deverá a regulação ser mudada? Há, de fato, algo que possa ser feito que a torne menos sujeita a crises e que, ao mesmo tempo, se mantenha inovadora e flexível?

 

Por fim, e mais fundamentalmente, será possível obter um consenso em países de alta renda em prol de uma economia liberalizada e globalmente integrada? Como persuadirmos os cidadãos de que a ascensão dos países emergentes, a mais promissora história da nossa era, deve ser bem-vinda, em vez de ser recebida com rancor ou combatida até, num momento em que eles estão experimentando desordem financeira, queda nos preços das moradias, recessão e disparada nos custos das commodities essenciais?

 

Este ano é um ponto de inflexão. Dependerá de nós fazê-lo virar na direção certa. Não será fácil.



Escrito por SALSFI às 08h30
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O BANQUETEIRO DOS BANCOS

 

Salvador Sícoli Filho – 20/04/08

 

O presidente do BC, já em plena campanha para a próxima legislatura, revela todo o seu maquiavelismo para os desavisados.

 

Ao adubar com um inopinado aumento de 50 pontos na taxa básica, o BC semeia a urtiga que vai queimar a médio prazo a possibilidade de sustentar o crescimento.Tudo em troca de manter no centro, não a meta de inflação esotérica, mas preservado o lucro dos bancos ora atingido pelos respingos da iliqüidez no mercado financeiro mundial.

 

Como ilustre representante do setor bancário, o Sr. Meireles - com sua fala mansa de privilegiado interlocutor de grandes investidores internacionais - perpetra a dieta para os simples mortais, principalmente a classe média e o setor produtivo, enquanto elabora o cardápio supimpa para cobrir perdas com a restrição da liquidez, a postergação da marcação a mercado dos títulos dos fundos e quando prescreve a receita amarga para exterminar de vez a possibilidade de exportação de inúmeros setores da economia fustigados até à exaustão pela impiedosa desvalorização do dólar.

 

E a proeza realmente é digna de uma artista.

 

Enquanto protege os bancos - sob a falácia repetida dos fantasmas psicóticos da inflação - o ilustre prócer apanigüado do distraído presidente polivalente, consegue, de uma só tacada, várias conquistas dignas de um expert.

 

Retorna à condição de maior pagador de juros do planeta e assim, mesmo diante das incertezas e da bancarrota iminente de vários bancos americanos bem como do furacão que adentrou até às inexpugnáveis falanges suíças,  mantém o país como paraíso para os inversores especuladores.

 

Aumenta a dívida pública em quase R$ 3 bilhões e promove mais uma valorização do real que atinge a maior cotação dos últimos 9 anos. Enquanto aqui a cotação do dólar equivale a R$ 1,66 na vizinha Argentina são precisos 3,17 pesos para um equivalente dólar.

 

O país, que teve o menor índice de crescimento das exportações no Mercosul, consegue  perder terreno contra os outros componentes dos BRICs em todos os quesitos referentes ao comércio exterior. De lambuja, ainda consegue ressuscitar o espectro do déficit em transações correntes.

 

Tudo isto para proteger os bancos de um negado e nunca improvável contágio da crise financeira e da mais que configurada recessão americana. É a lembrança do pretexto de 1999, quando "risco sistêmico" levou o BC a socorrer os pequenos Fonte Cindam e Marka do inesquecível Salvatore Cacciola.

 

Enquanto o mundo todo se preocupa com a economia e tenta afugentar a recessão abandonando as restrições a alguma inflação, o nosso guru do planalto goiano prefere proteger os banqueiros enquanto os otários assistem ao banquete.

 

Acende simultaneamente o sinal verde para o aumento dos juros e dos spreads bancários e vai fazer campanha enquanto o BC vai colecionando perdas nos balanços cede mais lucro nos swaps cambiais.

 

Em terra governada por cegos agiotas não precisam de bengalas para aleijar os pobres.

 

Basta uma canetada e um coupom.

Escrito por SALSFI às 21h06
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