SALSIFI INVESTMENTS
  

AS TOP EIGHTEEEN DA SALSIFI EM 2008

 

 

Ações para constarem  de nossas carteiras no ano de 2008.

 

 

ARACRUZ – ARCZ3

 

GERDAU – GGBR3

 

SIDERÚRGICA NACIONAL – CSNA3

 

USIMINAS – USIM3

 

WEG INDUSTRIAL - WEGE3

 

SANTANDER – SANB3

 

VALE – VALE3 e VALE5 E OPÇÕES DE VALE a partir de fevereiro e sob prescrição médica

 

PETROBRAS – PETR3 e PETR4 E OPÇÕES com receita médica e ecocardiograma em dia.

 

TELESP – TLPP3

 

VOTORANTIM CELULOSE – VCPA

 

KLABIN – KLBN4

 

CEMIG – CMIG3 E CMIG 4

 

ELETROBRÁS – ELET3 3 ELET6

 

TRACTEBEL – TBLE -3

 

ENERGIAS DO BRASIL – ENBR3 compra a partir de R$ 26,80

 

COSERN – CSRN3* a SALSIFI é market-maker do papel e tem ofertas diárias nas duas pontas sendo hoje predominantemente compradora do papel.

 

MARCOPOLO – POMO3

 

FOSFERTIL - FFTO3

 

UNIPAR – UNIP6  recomendação de início de compra parcelada a R$ 1,65

 

BRASKEM – BRKM3 - recomendação de início de compra parcelada a R$14,00



Escrito por SALSFI às 08h12
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AS 10 + 10 MAIS TOPTOP

 

As ações que estão com PLs elevados para seus netos e que requerem por isto  mesmo cuidados cirúrgicos  em operações especiais.

 

Podem até dar muito dinheiro mas é preciso ciência profunda, esoterismo e numerologia importada do Nirvana para ganhar com estes papéis.

Se ainda está dentro, fuja em janeiro e aguarde a hecatombe do sub-prime das hipotecas americanas e prepare-se para a hora da verdade das emissões que tornaram milionários seus emitentes e deixaram um punhado de micos fantasiados de donzela sentadas no seu colo.

 

Alguns patrocinam times de futebol e, dói, até o meu.

 

Estamos  fora dos papéis abaixo o que não significa que em havendo algum prenúncio de conversão não adiramos a um curtíssima incursão.

 

 

BOVESPA - BOVH3

 

BMF- Bolsa de Mercadorias SP  - BMEF3

 

ROSSI RESIDENCIAL – RSID3

 

CAMARGO CORREA DESENVOLVIMENTO IMOBILIÁRIO – CCIM3

 

MRV CONSTRUTORA - MRVE3

 

TENDA - TEND3

 

BRASCAN PROPERTIES - BISA3

 

KEPLER WEBER – KEPL 3

 

BANCO DO BRASIL – BBAS3

 

BRADESCO – BBDC4

 

BANCO ITAU – BBDC4

 

UNIBANCO – UBBR11

 

RODOBENS –RDBE3

 

KROTON – KROT11

 

CONSORCIO ANDRADE CAMARGO - CCCR3

 

LOJAS AMERICANAS – LAME4

 

AMBEV –AMBV4 – Pode passar para o andar de cima

 

NATURA – NATU3 – Prestes a trocar de grupo.

 

SADIA – SDIA4

 

PERDIGÃO – PRGA3

 

OBS.: A PRESENTE LISTAGEM NÃO SIGNIFICA OFERTA DE AÇÕES, GARANTIA DE RENTABILIDADE, ASSUNÇÃO DE PODERES MÁGICOS OU INTENÇÃO DE INFELICITAR NINGÚEM.

O AUTOR SE POSSÍVEL FOSSE GOSTARIA DE ACERTAR TODAS AS PREVISÕES E TORNAR SEUS AMIGOS AINDA MAIS MILIONÁRIOS.

 

Para efeitos de manutenção da ética, lisura, governança, disclosure e atendimento às regras da CVM, a SALSIFI declara que por seus sócios de per si e fundos de que participa DETINHA as seguintes participações no balanço encerrado em 30/12/07.

 

1.- ARACRUZ CELULOSE – ARCZ3

2.- VALE DO RIO DOCE on – VALE3

3.- VALE DO RIO DOCE pn – vendas cobertas de opções de janeiro VALEA54 a    R$2,52.

4.- PETROBRAS pn – opções de compra PETRA90 a R$ 0,10.

5.- ENERGIAS DO BRASIL – ENBR3

6.- SANTANDER on – SANB3

7.- COSERN on - CSRN3

8.- CARAIBA METAIS on - CRBM-3

9.- ALCOA - adr  - negociado somente na NYSE

 

A SALSIFI não tem por princípio manter papéis de muita liquidez em carteira. Atingida a rentabilidade projetada desfaz-se do mesmo. Na presente carteira somente COSERN, ALCOA e CARAÌBA são de longa maturação. 



Escrito por SALSFI às 08h08
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   Oi faz proposta de R$ 4,8 bilhões pelo controle da Brasil Telecom

OI QUER CONTROLE DA BRASIL TELECOM 
Heloisa Magalhães, Talita Moreira, Graziella Valenti, Catherine Vieira e Daniel Rittner, do Rio, de São Paulo e de Brasília -10/01/2008

 


As negociações entre os controladores da Oi (ex-Telemar) e da Brasil Telecom (BrT) avançaram nos últimos dias e poderão desembocar na formação uma megaoperadora com capital nacional sob o comando dos empresários Andrade Gutierrez e Carlos Jereissati.


A transação passa pela compra dos ativos da Solpart, holding controladora da Brasil Telecom, pela Oi. O valor proposto é de R$ 4,8 bilhões pelas ações dos fundos de pensão, Citigroup e Opportunity - e foi considerado "excepcional" pelos sócios, conforme fontes a par do assunto.


O negócio não está fechado, mas há boas chances de que um entendimento seja selado nos próximos dias. Os acionistas das duas empresas têm se reunido repetidamente desde segunda-feira.


Contudo, a operação é bem mais complexa do que uma aquisição de uma companhia pela outra. De um lado, envolve a saída do Citi da Brasil Telecom. De outro, prevê a venda da participação que o GP tem na Oi para Andrade Gutierrez e La Fonte, da família Jereissati.


Para isso, os empresários - que têm o apoio do governo - deverão receber financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O banco estatal, que é um dos controladores da Oi, deverá reduzir sua fatia na empresa. Existe a possibilidade de que parte de suas ações seja vendida para os fundos de pensão, que vão sair da BrT junto com o Citi, mas querem elevar sua participação na companhia resultante. Mas esse ponto ainda está em discussão.


A partir da proposta da Oi, seria possível contentar todos os diversos interesses envolvidos. O Citigroup sairia do negócio levando cerca de R$ 2,3 bilhões. As fundações ficariam com pouco menos de R$ 2,2 bilhões pela venda direta do comando da operadora. E os R$ 300 milhões restantes seriam do Opportunity, que tem cerca de 5% da Solpart.


A Previ, porém, levaria ainda mais. Além de ser a principal representante dos fundos de pensão no negócio, possui fatia substancial diretamente em ações ordinárias da Brasil Telecom Participações. Por esses papéis, a fundação dos funcionários do Banco do Brasil (BB) teria direito a mais R$ 390 milhões, aproximadamente, em razão da oferta obrigatória determinada pela Lei das Sociedades por Ações em casos de troca de controle. O comprador precisa fazer uma oferta pelos papéis dos minoritários de ordinárias, pagando a eles 80% do valor por ação pago pelo bloco de comando.


Os R$ 4,8 bilhões que estão na mesa equivalem a R$ 70,22 pelas ações da Solpart na Brasil Telecom Participações, o que significa R$ 56,17 por ordinária dos minoritários. Para os acionistas na bolsa, os números não são tão satisfatórios. Frente ao fechamento de ontem, representa um ganho inferior a 5%.


A despeito de analistas financeiros considerarem baixo o montante proposto, ele equivale a quase o dobro do que os fundos de pensão e o Citi pagaram pela participação da Telecom Italia na Solpart, no ano passado. Por isso, agradou os controladores.


Notícias de que a BrT já teria acatado a oferta dos sócios da Oi fizeram disparar os ADRs da Telemar em Nova York, onde os papéis subiram 11,5%. Nos últimos dais, as ações das duas operadoras valorizaram-se na Bovespa, à medida que vieram à tona detalhes sobre as negociações.


A CVM pediu esclarecimentos à empresas. Na manhã de ontem, a Oi divulgou comunicado segundo o qual estudavam reestruturação de sua base acionária e que havia contratado assessoria para analisar oportunidades de aquisição no setor. À noite, foi a vez de a Brasil Telecom comunicar que seus controladores avaliam "várias alternativas estratégicas" para suas participações na empresa. Segundo a BrT, não há qualquer decisão tomada sobre fazer uma reestruturação societária ou uma consolidação com a Oi.


Apesar das declarações da empresa, os preparativos para uma pulverização das ações da Brasil Telecom no mercado já foram concluídos e ajudaram a esquentar as negociações com os controladores da Oi.


A união entre as duas empresas, formando uma operadora de capital brasileiro e atuação nacional, é cogitada por elas há bastante tempo. Porém, nunca houve acerto entre os sócios. A venda das ações da Telecom Italia na BrT para o Citi e os fundos ajudou a destravar o processo. Além disso, o banco americano quer vender sua fatia na empresa. Desenhou-se a pulverização para permitir sua saída a preço de mercado.


Fontes próximas à BrT fizeram circular, nos últimos dias, a informação de que seu processo de reestruturação estava pronto - o que alimentou e apressou a reação por parte dos sócios da Oi.


Se as negociações forem bem-sucedidas, será realizado o desejo do governo de criar uma operadora nacional, sob o comando de sócios estratégicos, para concorrer com a espanhola Telefónica e a mexicana Telmex (dona da Embratel). Mas é provável que esses grupos reajam a uma mudança de regras que permita apenas a consolidação das teles brasileiras. O governo não será obstáculo para a união entre as operadoras nacionais, disse ontem ao Valor o ministro das Comunicações, Hélio Costa, que está de férias em Miami. Ele afirmou que "há disposição" em alterar, por meio de um decreto presidencial, o Plano Geral de Outorgas (PGO). O plano impede, conforme as regras atuais, que os mesmos acionistas tenham o controle de duas concessionárias.


"A negociação é privada, exclusivamente entre empresas. O governo não interfere", disse Costa. "Mas há um aceno, evidentemente, de que o governo não será obstáculo para as negociações", completou.


Fontes do Ministério das Comunicações afirmaram que, embora o decreto ainda não esteja redigido, pode sair rapidamente. O importante, ressaltaram, é que o governo já deu informalmente carta branca às operadoras.




Escrito por SALSFI às 07h37
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ÁGUA,

 

ENERGIA,

 

 E O APAGÃO QUE VÊM AÍ.

 

 

Salvador Sícoli Filho - 5/01/08

 

Se os fluidos chineses nos ajudaram em 2007, o novo 2008 começa sob o signo da incerteza. Bolsas em queda, governantes alheios e um tremendo pesadelo nos rondando:

A possibilidade de um curto circuito no abastecimento de energia.

Não bastasse o problema do gás rarefeito boliviano, nossos reservatórios a partir de Sobradinho estão em níveis perigosamente baixos.

O governo, em dezembro deveria acionar as termelétricas, mas recaímos no problema do gás. Enquanto assistimos o nosso grande árbitro impassível ante
às querelas entre duas ministras, depois de 6 anos de inércia viemos a promover o leilão tão necessário das hidrelétricas do Rio Madeira.

Nosso planejamento estratégico é administrado como um sindicato e faltam ao mesmo engenheiros de larga visão para conciliar as voláteis variáveis de produtos e problemas desta gigantesca multinacional chamada de Brasil.

 

Assim, enquanto o povo recebe migalhas e na maioria inebriada se contenta, vamos iniciar o ano sob a égide  da incerteza onde nem o marketing financeiro do “investment grade” está assegurado, eis que estamos atrás do Peru.

 

Valha nos Deus: Marco Aurélio Top Top de negociador das FARC e de Chávez, Lula de sunga numa praia deserta com uma italiana, enquanto nos ronda a ameaça de um novo apagão.

 

Quando faltou gás em novembro, Dona Dilma esquentou de novo a notícia de 1975 do óleo leve no pré-sal de Santos e a 6.000 metros de profundidade.

Talvez Lula volte à pré-história e nos convoque  à luz da caverna ao som solene de uma imensa campanha publicitária.

 

Revoltado com o meu pesadelo lembrei do reveillon em Paris e me encantei com Carla Bruni, a futura de Nicolas Sarkosy. Eta sujeito de bom gosto!

 

 

 

 



Escrito por SALSFI às 02h31
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   Petrobras e Vale em alta e risco também

09/01/2008 



A expectativa cada vez maior de que o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) não tem outra alternativa para impedir uma recessão se não baixar a taxa de juros novamente, quem sabe até em meio ponto percentual numa tacada só, trouxe ânimo aos investidores ontem. Essa percepção otimista ganhou força depois que os presidentes do Fed da Filadélfia e de Boston deixaram claro que um afrouxamento monetário maior será inevitável. O movimento de alta ganhou força e o Índice Bovespa fechou em alta de 2,15% em 62.080 pontos. Soma-se a isso a disparada das ações da Petrobras, na esteira da valorização dos preços do petróleo. As ordinárias (ON, com voto) subiram 6,01% e as preferenciais (PN, sem voto), 5,49%. As perspectivas apontam para novas valorizações dos papéis da Petrobras no curto prazo, só que o risco embutido também aumentou. O mesmo raciocínio se aplica para as ações da Vale, a outra gigante da bolsa brasileira.



Oscilação da estatal pode ficar entre 9% e 108%


Um relatório da consultoria CMA com base em análises estatísticas dos retornos passados revela que, neste primeiro trimestre, as PNs da Petrobras podem subir no mínimo 28% em termos anualizados e no máximo 89%, considerando intervalo de confiança de 68% de probabilidade disso acontecer. Se esse intervalo de confiança for aumentado para 90%, a valorização mínima é de 9% e a máxima de nada menos que 108%. "Apesar dos percentuais mostrarem que a ação deve subir, a distância entre o retorno mínimo e o máximo aumentou muito, o que é um claro sinal de que o risco desse papel está bem maior, ao menos no curto prazo", diz o chefe de análise da CMA, Luiz Rogé.




O mesmo acontece com a Vale. Pelos cálculos da CMA, as ações PNs série A da mineradora podem subir este trimestre entre 23% e 90% em termos anualizados, num intervalo de 68% de confiança. Já com 90% de certeza, a valorização mínima é de 1% e a máxima de 111%, ou seja, o céu ou o inferno. "Esse risco maior de ganhar muito ou não ganhar nada é conseqüência direta do nervosismo pelo qual passa o mercado, com os temores sobre a economia americana", afirma Rogé. Não custa lembrar que, se Vale e Petrobras embutem um risco alto, o Ibovespa também promete emoções, uma vez que juntas elas representam um terço do indicador. Já no longo prazo, os fundamentos das duas empresas, que são altamente positivos, segundo Rogé, devem falar mais alto.


Para o alto e avante


Enganou-se quem achava que as ações de teles perderiam a força depois de subirem muito no pregão da segunda-feira. As PNAs da Telemar Norte Leste Participações subiram 9,27% ontem, as PNs da Telemar, 8,12%. As ONs da Brasil Telecom Participações se valorizaram 4,63% e as ONs da Telemar outros 4,17%. "Os papéis das teles brasileiras tinham um grande desconto em relação às internacionais por causa da complexa estrutura acionária que elas possuem, agora esse desconto deve acabar ou pelo menos ficar bem menor, só por conta da possibilidade de reestruturação acionária delas", diz o analista da Fides Asset Management Gustavo Harckbart.

Daniele Camba é repórter de Investimentos



Escrito por SALSFI às 02h26
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