SALSIFI INVESTMENTS
  

Petrobras raciona fornecimento
de gás para São Paulo e Rio

A estatal diminuiu em 17% o fornecimento de gás natural para as empresas Comgás, CEG e CEG-Rio para assegurar a geração de energia elétrica para as termelétricas a gás natural do país.



Escrito por SALSFI às 07h22
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Gerdau Açominas aumenta em 50% a capacidade com novo alto-forno

Ivo Ribeiro - 30/10/2007

O grupo Gerdau anunciou ontem que acaba de pôr em operação o novo alto-forno da Açominas, que amplia a capacidade da maior siderúrgica integrada do grupo, localizada em Ouro Branco (MG), em 50%. Boa parte da nova produção, de 1,5 milhão de toneladas por ano, será destinada para atender a demanda do mercado doméstico, explicou ao Valor André Gerdau Johannpeter, presidente do grupo. Outra fatia será canalizada para exportação, em mercados tradicionais onde a Açominas já atua.

"É um grande salto para o grupo", disse o executivo. A empresa mineira passa a operar com capacidade de 4,5 milhões de toneladas por ano e esta instalação é a terceira que o país constrói no período de 20 anos. As outras duas são da antiga CST, hoje renomeada ArcelorMittal Tubarão. "Com isso, criamos mais opções de atendimento do mercado, dispondo de maior volume de produtos e com mais qualidade", disse Johannpeter.

Atualmente, a Açominas exporta 70% da produção na forma de blocos, tarugos, placas, fio-máquina e perfis estruturais. O aumento de oferta ocorre no momento de maior demanda local por aço, com grande parte de volumes destinados à exportação deslocada para venda no mercado interno.

A expansão da Açominas faz parte de um pacote de investimentos de US$ 1,5 bilhão ao longo de dois anos. "É o maior investimento da história do grupo no Brasil", disse o empresário, que assumiu o comando da companhia no início deste ano. A capacidade de produção do grupo, no mundo, já alcança quase 23 milhões de toneladas e a projeção é atingir 25,6 milhões em 2009. No primeiro semestre, a Gerdau faturou US$ 8 bilhões, com vendas de 8,2 milhões de toneladas.

A maior disponibilidade de aço permite à Açominas ampliar sua produção de perfis estruturais, com várias aplicações industriais, das atuais 520 mil para 700 mil toneladas até o fim do próximo ano, informa Manoel Vitor de Mendonça Filho, vice-presidente executivo da Gerdau Açominas, que constitui uma unidade de negócios dentro do grupo. "Vamos poder ofertar um mix de produtos acabados com maior qualidade." A oferta de fio-máquina, usado para fazer arames diversos, pregos e parafusos, será de 550 mil toneladas.

 

Além disso, afirmou Mendonça, os demais produtos, como blocos, tarugos e placas, terão aplicações mais nobres na indústria automotiva (motores e peças de grande porte para caminhões e ônibus, por exemplo) e até em partes externas de veículos e em bens eletrodomésticos. A última fase dos investimentos na Açominas, em 2008, se dará com a nova máquina para placas. "Isso aumentará ainda mais nossa flexibilidade de oferta de produtos", disse o executivo.



Escrito por SALSFI às 06h45
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   Para onde vai a Bolsa?

Daniele Camba -31/10/07

Na véspera de o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) decidir sobre o destino da taxa de juros nos EUA, o mercado azedou de uma hora para outra. O motivo foi exatamente o que irá acontecer na reunião do Fed, que termina hoje. Os investidores davam como certo que o BC americano faria um corte na taxa de pelo menos 0,25 ponto percentual, indo dos atuais 4,75% para 4,5%. Mas uma reportagem publicada pelo "Wall Street Jornal" embaralhou o tabuleiro de xadrez. Segundo a reportagem, os integrantes do Comitê Federal de Mercado Aberto (o Fomc, similar ao Comitê de Política Monetária, o Copom) estariam decidindo entre manter os juros nos níveis atuais ou cortá-los em 0,25 ponto. Os investidores, que até então acreditavam que, na pior das hipóteses, viria uma queda de 0,25, se deram conta de que esse otimismo estava incompatível com os planos de quem manda na economia americana. O Índice Bovespa passou o dia em queda, que se acentuou no fim, fechando em baixa de 1,02%, aos 64.383 pontos.


Escrito por SALSFI às 06h38
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   Comentário SSF no Estadão de 28/10/07

A febre estrangeira que ataca as Bolsas

 

Salvador Sícoli Filho -28/10/07

 

O alentado artigo de Renée Pereira dá uma resenha importante da corrida dos estrangeiros á nossa Bolsa. Realmente a grana é alta e está provocando um incrível desequilibrio nos preços relativos dos ativos negociados em Bolsa.

 

E esses corredores de fundo, sem nenhuma ilação ou trocadilho, são fundistas que, sedentos na corrida do ouro, estão assumindo posições cada vez mais arriscadas em companhias novatas sendo que algumas destas sem nenhum preparo para o noviciado que enfrentam com ousadia e às vezes sem nenhuma parcimônia no real valor com que vendem seus títulos cada vez mais apreciados e até superavaliadosaos excitados investidores de outras plagas.

 

Por mais mais fundamentos ou perspectivas que as novatas apresentem, chega a ser surrealista vermos empresas recém abertas serem lançadas aos caçadores de pechinchas de outras terras que estão muitas vezes comprando gato por lebre e pegando o mico de bancos audazes que transformam pó em ouro. São dívidas transformadas em ações, debêntures convertidas e repassadas pelos donos a novas aplicadores propiciando altos ganhos aos extasiados proprietários originais.

 

Sem querer aprofundar nos indicadores mais sofisticados de "valuation", um simples olhar nos escondidos balanços das novatas - eis que os propectos de lançamentos têm tudo menos um quadro condensado de informações financeiras adequadas e elucidativas - há muito que temer da ousadia dos compradores de novatas.

Ainda bem bem que a imensa maioria é realmente de estrangeiros.

 

As barbaridades e os PLs para retorno para a 3[ ou 4ª geração começaram como setor de construção civil, passaram por faculdades de ministros e hoje qualquer empresa é laçada para ser lançada pelos ágeis promotores desta nova emulação dos sub-primes americanos.

 

A CVM a tudo assiste e oficialmente registra nos prospectos que a veracidade das informações é de responsabilidade do emissor, ou seja não assume nenhuma responsabilidade.

 

Como a longo prazo estaremos todos mortos quem sobreviver, verá.

 

Enquanto isto saudemos o Ibovespa: hoje é dia de festa, locupletem-se todos que a bolsa é nossa.



Escrito por SALSFI às 21h28
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Ofertas de ações batem em R$ 53 bi e estrangeiros dominam 74%

Cerca de R$ 40 bilhões vindos do exterior desembarcaram na Bolsa neste ano, o dobro do valor do ano passado

Renée Pereira

Às vésperas de conquistar o grau de investimento, o Brasil virou a bola da vez para quem quer ganhar dinheiro no mercado financeiro. Só neste ano calcula-se que tenham desembarcado na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) R$ 40 bilhões de investidores estrangeiros, que abocanharam em torno de 74% de toda oferta de ações no País (R$ 53 bilhões). É o dobro do que esses investidores compraram na Bolsa paulista em todo o ano passado, de cerca de R$ 20 bilhões.

Toda essa fortuna foi para as mãos de bilionários fundos de pensão existentes no mercado internacional, fundos de investimentos e administradores de recursos, entre outros. Tomando por base o desempenho da Bovespa no ano, eles não têm do que reclamar. De janeiro até sexta-feira, a Bolsa paulista acumulou ganho de 44,52% e, no período de 12 meses, 62,13%, considerando os solavancos sofridos nos meses de julho e agosto.

O maior exemplo do vigoroso apetite dos estrangeiros por papéis brasileiros foi a oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) da Bovespa Holding, na semana passada. Informações do mercado financeiro apontam que a demanda pelas ações na reserva bateram a casa de US$ 30 bilhões.

A oferta, incluindo o lote extra de ações, somou R$ 6,6 bilhões,dos quais 80% teriam ficado com investidores estrangeiros. Na estréia, ocorrida sexta-feira, as ações tiveram a espetacular valorização de 52,13%, cotadas por R$ 34,99.

A aposta dos especialistas é que, depois do sucesso da Bovespa Holding, a próxima a abrir o capital é a Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F). Na semana passada, o CME Group, de Chicago, a maior e mais diversificada bolsa de valores do mundo, anunciou a assinatura de uma carta de intenção para a compra de 10% das ações da brasileira. Em troca, a BM&F terá participação de 2% na bolsa americana.

Há cerca de um mês, a bolsa de futuros assinou acordo para a venda de 10% de seu capital para a General Atlantic LLC, que controla bolsas nos Estados Unidos e na Índia. Analistas garantem que se trata de uma preparação para a abertura de capital na Bovespa e um chamariz para o capital estrangeiro. Se ela seguir os passos das emissões feitas até agora, a participação deve ser grande.

Neste ano, a oferta que teve maior adesão dos investidores internacionais foi a do Banco Banrisul. Eles compraram 97% dos papéis colocados no mercado. Em seguida, aparecem Gafisa e PDG Realty, com participação de 93% dos estrangeiros. Mas nem tudo é um mar de rosas. A Cosan, por exemplo, conseguiu atrair só 37% de capital estrangeiro. Na média, a participação do investidor internacional nas ofertas é de 74%.

"Estamos tendo um ano recorde, mas o investidor de fora está mais seletivo, comparado ao primeiro semestre", garante José Olympio Pereira, diretor da área de investment banking do Credit Suisse, um dos líderes na emissão de ações no Brasil em 2007.

Apesar disso, ele afirma que o cenário para os próximos meses é extremamente favorável. "Não seria nenhuma surpresa se, em 2008, o País conseguir bater os recordes deste ano. Mas, como a base já está alta, se repetirmos o resultado desse ano será um desempenho bastante positivo."


Escrito por SALSFI às 21h22
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