SALSIFI INVESTMENTS
   MMX e CSN

CSN exporta minério de Casa de Pedra em contrato com a MMX
Ivo Ribeiro - 10/08/2007

Neste mês começam os primeiros embarques de minério de ferro da mina Casa de Pedra rumo ao exterior. A venda, de 1,3 milhão de toneladas, foi fechada com a MMX Mineração e Metálicos, companhia controlada pela empresário Eike Batista. A MMX vai atender um de seus clientes que tem operações no Oriente Médio, conforme apurou o Valor com fontes do setor. Casa de Pedra pertence à Cia. Siderúrgica Nacional (CSN), controlada por Benjamin Steinbruch.


O produto começou a ser estocado desde julho em Itaguaí, em área ao lado do terminal portuário da CSN, onde será embarcado em navios. A responsabilidade sobre o transporte desde a mina, em Congonhas (MG), até Itaguaí (RJ) ficou por conta da MMX, que contratou serviços da ferrovia MRS Logística.


O contrato firmado com a MMX é o primeiro de minério de Casa de Pedra voltado para exportação sobre o qual a Vale do Rio Doce não exerceu seu direito de preferência de compra, conforme apurou o Valor. Na venda de 53 milhões de toneladas para a trading Mitsubishi, em 2005, a mineradora optou em ficar com o produto, mas até hoje não retirou nenhum grama.


A MMX comprou dois tipos de minério: finos (sinter-feed) e superfino (pellet-feed), este último usado para produção de pelotas de ferro que alimentam altos-fornos de siderúrgicas. Segundo informações, a carga teria como destino a GIIC, usina de pelotização localizada no Bahrein e da qual a Vale foi acionista até 2006.


A MMX tem um contrato de venda com GIIC de finos de pelotização de seus sistemas Amapá e Minas-Rio, de 13 milhões de toneladas por ano. Mas ainda não dispõe desse minério para entregar, conforme informação obtida pelo Valor, pois suas operações estão atrasadas. Há um mês, fez compromisso de compra da AVG, em Minas, que faz 1,6 milhão de toneladas.


Procuradas, nenhuma das três empresas quis se pronunciar sobre o contrato CSN-MMX. Por meio da assessoria, a Vale informou: "Este é um assunto interno e de interesse apenas da CVRD e da CSN." Da mesma forma, a MMX: "Não há nada a declarar sobre o assunto". A direção da CSN tem alegado "período de silêncio" para não falar sobre seus negócios.


O contrato com a Mitsubishi é alvo de uma disputa jurídica entre as duas empresas e foi parar em uma câmara de arbitragem (Corte de Paris). A CSN argumenta que a Vale deve retirar o minério na mina, como definido no acordo de preferência de março de 2001, durante descruzamento societário de Vale e CSN (uma empresa era acionista da outra). De sua parte, a Vale diz que o acordo com a trading fixava a entrega do minério no porto e que ela herda esse direito.


Segundo uma fonte, os árbitros definidos para o caso se reuniram em julho e já emitiram seus pareceres sobre quem tem razão. Eles foram encaminhados a Paris para a decisão final da Corte.


O negócio com a MMX, com preços de mercado internacional, é considerado apenas uma exceção no cenário de queda-de-braço travada há anos entre Vale e CSN pelo domínio do minério excedente de Casa de Pedra por ser de pequeno porte. O destino da rica e cobiçada mina foi parar no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). O órgão antitruste julgou o caso e outras aquisições da Vale no setor e votou pelo fim do direito de preferência ou que vendesse a Ferteco (adquirida em 2001). A Vale contesta a decisão na Justiça.


Em 2006, para entrar no mercado mundial de minério de ferro, a CSN criou a Namisa, que revende minério de terceiros e de sua mina. Enquanto isso, a CSN expande Casa de Pedra para 53 milhões de toneladas. Quer exportar a maior parte disso, mas tem um acordo com Vale no meio do caminho.



Escrito por SALSFI às 07h25
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   Grupo UNIPAR pode crescer e se tornar o segundo grande polo

Família Geyer poderá ter controle da CPS com 4%
André Vieira - 15/08/2007

Na formação do desenho societário da futura Companhia Petroquímica do Sudeste (CPS), a família Geyer, que controla a Unipar, pode se tornar sua dona com uma fatia ínfima do capital social da empresa. No limite, os Geyer poderão exercer o controle com somente 4% do total de ações. A CPS será a empresa resultante da união das atividades petroquímica da Unipar com os ativos da Suzano adquiridos pela Petrobras, no início do mês, pelo valor de R$ 4,2 bilhões, incluindo dívidas. Ela reunirá os ativos de uma petroquímica com faturamento em torno de R$ 10 bilhões.


A quantidade de ações em posse da família Geyer dependerá do desenrolar das negociações em curso com a estatal. O desenho final da nova empresa pode variar conforme avaliação dos ativos da Unipar (que serão balizados pelo múltiplo de 11 vezes a geração de caixa, o mesmo atribuído à Suzano), de uma provável injeção de novos recursos pelo grupo e também da eventual entrada de novos sócios, como o BNDES e os fundos de pensão.


A Petrobras já garantiu que terá uma posição minoritária como acionista na CPS. A Unipar afirmou que quer deter 60% das ações com direito a voto na petroquímica do Sudeste. A partir desta premissa de que a Unipar será o acionista majoritário para justificar que a nova empresa será liderada pela iniciativa privada, é que se chega à conta dos 4% do capital total da CPS. A família Geyer controla a Unipar, por meio de sua holding Vila Velha, com 57,3% das ações ordinárias (com direito a voto), o que corresponde a 19,1% do capital total.


Se a Unipar vier a ter 60% das ações ordinárias da CPS e nenhuma ação preferencial, isso equivalerá a uma participação de 20% no capital total da nova companhia (considerando-se a proporção de um terço de ações com direito a voto). Ou seja, os Geyer terão 19,1% dos 20%, o que equivale, em última análise, a 4% do total das ações da CPS.


Em entrevista ao Valor, o presidente da Unipar, Roberto Garcia, não concorda com o raciocínio: "A entidade que irá controlar a nova companhia será a Unipar e não a holding Vila Velha. Além disso, será firmado um acordo de acionistas com a Petrobras, que definirá poderes dentro da nova companhia."


A nova Lei das Sociedades Anônimas impediu a criação de empresas com apenas um terço de capital votante. Pela nova regra, as ações ordinárias devem equivaler a no mínimo 50% do capital. Mas o mais provável é que a petroquímica do Sudeste seja criada a partir de uma empresa já existente, como a própria Suzano, que poderia absorver os ativos da Unipar.


Esse modelo de controle de uma empresa com pouca participação de capital não é incomum no Brasil. Isso acontece por causa de participações indiretas, por meio de diversas holding, que garantem ao acionista no topo da pirâmide o controle sobre ativos estratégicos. Quando teve o controle da Vale do Rio Doce, o empresário Benjamin Steinbruch chegou a ter menos de 2% do capital da mineradora. O Opportunity, do banqueiro Daniel Dantas, controlava a Brasil Telecom com 2,7% do capital total.


Além de contribuir com seus ativos para a nova petroquímica do Sudeste, a Unipar deve desembolsar dinheiro novo para aumentar sua participação nestes ativos e fazer jus ao seu direito de preferência. A empresa que possui 33% da Rio Polímeros deve elevar sua fatia para 50%. Ela também aumentará sua fatia dos atuais 80% das ações do bloco de controle da Petroquímica União (PQU) para mais de 85% e, na Petroflex, aumentará dos 10% para cerca de 16%. A expectativa é que o desembolso destes recursos será feito num período de até 60 dias.


O presidente da Unipar calcula que esses movimentos exigirão o pagamento de pelo menos US$ 100 milhões. "Dinheiro não é problema. Temos tido ofertas de muitas instituições que estão nos procurando para alavancar a Unipar", afirmou Garcia. A empresa já contratou o banco UBS Pactual para fazer a avaliação dos seus ativos, que representam cerca de 80% das atividades da Unipar, para compor a nova companhia do Sudeste.


Escrito por SALSFI às 07h20
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   A grande reversão nos mercados de risco se aproxima

Sem referência de preço, BNP Paribas suspende os resgates em três fundos
Angelo Pavini - 10/08/2007

O maior banco da França listado em bolsa, o BNP Paribas, suspendeu ontem os resgates de três fundos de investimento com patrimônio total de 1,6 bilhão de euros (US$ 2,2 bilhões), citando problemas no mercado hipotecário de risco americano, o chamado "subprime". A estimativa do mercado era de que esses fundos tinham cerca de 30% de seus ativos, ou US$ 700 milhões, vinculados a "subprime". A notícia veio justamente no momento em que o Banco Central Alemão (Bundesbank) discute um pacote para salvar o banco de crédito IKB, também atingido pela crise do setor. "A completa evaporação da liquidez em certos segmentos do mercado de securitização dos EUA tornou impossível avaliar de forma justa alguns ativos", justificou o banco em comunicado.


A suspensão dos resgates nos fundos não foi provocada por falta de dinheiro, mas pela dificuldade em avaliar os ativos que eles possuem, explica Marcelo Giufrida, presidente da BNP Paribas Asset Management no Brasil. "Os preços dos 'subprimes' estão variando muito e havia o risco de uma avaliação errada, que poderia prejudicar os cotistas", diz.


Caso o fundo avaliasse os papéis acima do preço de mercado, quem sacasse levaria mais do que o valor justo, e o prejuízo ficaria com os cotistas que não sacaram. Da mesma forma, se avaliasse para baixo, quem sacasse receberia menos. "Para evitar essa transferência de riqueza entre os cotistas, você interrompe a atualização das cotas e evita saques e aplicações", explica o executivo. Esse procedimento é comum no exterior e foi instituído também no Brasil pela Instrução 450 da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). "Não é nada simpático, mas preserva o patrimônio dos cotistas", diz.


Os fundos terão agora um prazo de 30 dias para verificar se poderão voltar a avaliar com segurança os papéis em "subprime". Se a liquidez voltar antes, eles podem antecipar a liberação dos resgates. Se não, em 30 dias eles voltarão a contatar os investidores para avaliar o que farão.


Giufrida explica que os fundos que deram problema não são fundos hedge e portanto não tinham alavancagem, ou seja, não aplicavam mais que o patrimônio. São carteiras de papéis garantidos por recebíveis, tanto que tinham a sigla ABS (Asset Backed Securities) no nome. No Brasil, os fundos seriam semelhantes a uma carteira que compra cotas de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (Fidcs) ou Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). "Esses fundos compram títulos garantidos por contratos de financiamentos imobiliários, ou de carros, ou eletrodomésticos, cartão de crédito, enfim, qualquer crédito que vai ser pago no futuro", explica. Quem emite o recebível antecipa esses pagamentos mediante um desconto. "O fundo de recebíveis compra um monte de duplicatas e sabe que algumas não serão pagas, trabalha com risco estatístico e por isso recebe um juro mais alto", diz.


Ele explica que, no caso dos três fundos do BNP Paribas, a maioria dos investidores (63%) está fora da França, 35% são investidores institucionais estrangeiros e 2% institucionais franceses.


Giufrida vê pouca chance de algo parecido acontecer aqui no Brasil. "Nosso mercado de recebíveis está em outra fase, bem mais inicial, e os Fidcs têm estruturas que absorvem perdas", diz ele, lembrando estrutura de cotas sênior e subordinadas. As subordinadas ficam com o emissor dos recebíveis e é delas que é descontado todo o prejuízo pelos atrasos. O investidor só sofre o impacto da inadimplência se o prejuízo ultrapassar o total de cotas subordinadas, em geral de 20% do patrimônio do fundo.


O mercado brasileiro também está reagindo bem à turbulência, sem grandes resgates em fundos de investimento, afirma Giufrida, que é também vice-presidente da Associação Nacional dos Bancos de Investimento (Anbid). "Os fundos de maior risco devolveram um pouco o que ganharam no ano, mas o mercado está bem tranqüilo".





Escrito por SALSFI às 07h14
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