SALSIFI INVESTMENTS
   VOBERTURAS ESPECIAIS EM 2007

No ano de 2007, nosso SALSIFI INVESTMENTS dará cobertura especial à área de papel e celulose, energia, siderurgia e mineração.

Aqui você encontrará quase em primeira mão matérias importantes e que poderão nortear e direcionar conhecimentos e suas aplicações.

Auguri 2007.

 

Preço da celulose começa 2007 em queda

 

celuloseonline - 28/12/2006 -

O preço da tonelada da celulose fibra longa caiu  no período de  27 dezembro de 2006 e 02 de janeiro de 2007, passando de US$ 729,96 para US$ 729,95. O valor da tonelada da celulose fibra curta também subiu, com baixa de 0,13%, passando de de US$ 671,64 para US$ 670,79.  Com o resultado, a alta acumulada desde o início de 2006 chega a 13,98%.

A informação foi divulgada hoje pela empresa finlandesa Foex. Para os analistas, a oferta de celulose abre o ano em crescimento, mas as reservas do produto estão em níveis reduzidos. No ano passado, a demanda e os preços da celulose subiram. Para 2007, no entanto, a oferta está em crescimento, com as reservas em níveis muito baixos. Os produtores de madeira para a fabricação da fibra curta de celulose anunciaram aumento de preços na virada do ano.



Escrito por SALSFI às 02h33
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VINHOS

Bonny Doon: um vinho diferente da terra do Tio Sam

O visionário Randall Grahm e seu vinho mais famoso, Le Cigare Volant, uma homenagem aos vinhos de Châteauneuf-du-Pape

Eu não sou um grande entusiasta dos incensados vinhos do Novo Mundo, acho muito artificiais, fruta doce demais, madeira que um cupim adoraria se embebedar, mas ainda bem que exceções existem e um bom exemplo são os vinhos da vinícola Bonny Doon, na Califórnia.

O proprietário Randall Grahm que reside na cidade hippie de Santa Cruz é uma voz dissonante no meio da mesmice da maioria dos vinhos do Tio Sam. Em meados de 80 Randall foi visionário ao desenvolver vinhos com uvas "cult" do Rhône (roussane, cinsault, viognier), da Itália (nebbiolo, freisa, malvasia) saindo da monomania de tentar imitar (mal) os tintos de Bordeaux e brancos da Borgonha.

Muscat: feito com uvas congeladas no pé que foram afetadas pelo fungo botrytis cinerea

Randall é adepto da vinicultura biodinâmica, e pouca intervenção no processo de vinificação, tanto que afirma que o vinho não é produzido e sim "encaminhado". Esse discurso teoricamente tradicionalista em relação às grandes vinícolas "modernas" com equipamentos e maneirismos para uma suposta melhoria do vinho anda ao lado da militância de Randall Grahm pelo uso do "screwcap" no lugar da tradicional rolha de cortiça. Ele defende que os vinhos envelhecem melhor com "screwcap" e que o contato com oxigênio que a rolha permite apressa o amadurecimento. Só o tempo dirá...

Provei alguns dos vinhos Bonny Doon disponíveis no Brasil, importados pela Mistral que tem o bom gosto do ultra-expert Ciro Lilla nas escolhas.

O que me levou a escrever sobre Bonny Doon foi o seu vinho mais famoso, Le Cigare Volant 2002, uma homenagem, e não cópia, dos vinhos de Châteauneuf-du-Pape tintos, com as uvas syrah e mourvèdre predominando. Esse vinho me surpreendeu muito numa degustação só com "canhões" franceses do Rhône e da Borgonha. Muito equilibrado, fruta deliciosa no nariz e boca, ideal para pratos importantes de carne, esse tinto tem potencial para guarda mas já está ótimo para beber.

O Zinfandel Cardinal Zin 2003 de vinhas velhas escoltou com bravura uma rabada com batatas (e uma pimentinha dedo de moça ao lado). A maioria dos vinhos recusa a pimenta, mas nesse caso foi amor à primeira vista.

Um vinho diferente dos syrah superencorpados, quase geléia do Novo Mundo, é o Syrah Le Pousseur 2003, com notas florais e delicadas para uma vitela malpassada ou um risotto. A uva syrah depois da pinot noir é minha favorita para vinhos tintos. Mas os favoritos que degustei foram o Le Cigare Blanc 2004 e o Muscat Vin de Glacière 2004.

O primeiro é mais uma vez uma alusão aos Châteauneuf-du-Pape, nesse caso os brancos, um blend de 75% da uva roussane com 27% da grenache blanc. Aromas explosivos de frutas tropicais e um fim de boca que numa degustação às cegas juraria que era um vinho branco do Rhône, e dos bons. A gama de combinações com comida é grande, de um carpaccio de peixe até queijos de pasta mole.

O Muscat é feito com a técnica muito comum na Alemanha, Áustria e Canadá nos Icewine, usando uvas congeladas nas parreiras e que foram afetadas pelo fungo botrytis cinerea. Muito aromático, laranjas em compota e boca infinita, perfeito para queijos fortes ou sobremesas claras e frutadas sem chocolate.

Um detalhe muito importante nos vinhos de Bonny Doon são seus rótulos sempre criativos, desenhados por grandes quadrinistas e designers. As garrafas são dignas de coleção e o site da vinícola deve ser o mais "cabeça incrível" do mundo dos vinhos, onde na maioria das vezes o mal gosto visual impera.

Os rótulos criativos, desenhados por grandes quadrinistas e designers: dignos de coleção


SAIBA MAIS
https://www.bonnydoonvineyard.com/
http://www.deathofthecork.com/


ONDE COMPRAR
Mistral Importadora
Rua Rocha, 288 São Paulo - SP
Tel (11) 3372-3400


Escrito por SALSFI às 13h49
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   Ações da Eletrobrás garantem brilho no último pregão do ano
 



No último pregão de 2006, já meio esvaziado pelo recesso de Ano Novo, as ações PNB (preferenciais, sem direito a voto, série B) e ON (ordinária, com voto) da Eletrobrás brilharam entre as principais valorizações do Índice Bovespa (Ibovespa). No topo, Eletrobrás ON subiu 2,22%, para R$ 51,09, enquanto Eletrobrás PNB avançou 2,13%, cotada a R$ 47,90 no fechamento da Bovespa.


As propostas encaminhadas ao governo pelo presidente da Eletrobrás, Aloisio Vasconcelos, com o objetivo de dar mais eficiência à estatal, reavivaram velhas discussões acerca da reestruturação da empresa - que poderia agrupar na holding as subsidiárias Furnas, Chesf, Eletronorte, Eletrosul e Eletronuclear. A reorganização ainda inclui estudos para uma oferta pública de ações, de uma fatia do capital pertencente à União, ou até a venda de ativos de distribuição. Nada muito concreto, alguns desmentidos, mas, na dúvida, teve quem escolhesse começar 2007 com as ações em carteira.


Tais planos acabaram respingando em outras elétricas, caso da Light (+0,56%), adquirida pela Cemig em agosto e que tem um programa de reestruturação financeira já desenhado para 2007. Cesp PNB também surfou nesta onda e ganhou 1,83%, a R$ 25, acumulando no mês 16,23%. "A capitalização do governo tirou a companhia da quase falência, é um caso de reestruturação de dívida bem sucedido e que pode ter um futuro promissor", diz o chefe de análise da Link Corretora, Adriano Blanaru. O ativo também está entre as indicações do analista Felipe Cunha, da Brascan Corretora, com um preço justo calculado em R$ 29,32. "Há uma chance de, no médio ou longo prazo, a companhia ser privatizada e o papel poderia capturar os ganhos de eficiência na administração."


Perdigão ON, com nova alta de 2,21%, confirmou a liderança dentro do Ibovespa em dezembro, com ganhos de 19,92%. Após ter concretizado a oferta pública de ações em novembro, movimentando R$ 800 milhões, a empresa tem caixa para crescer por meio de aquisições, a exemplo da Fruitier, adquirida por meio da Batávia no início do mês, e da própria Batávia, comprada em maio pela Perdigão, destaca Blanaru, da Link.


Empate técnico


No geral, o Ibovespa encerrou o dia quase no zero a zero, com queda de 0,12%, aos 44.473 pontos, em meio aos últimos ajustes dos fundos de ações passivos (que acompanham o índice) para a nova carteira teórica que valerá entre janeiro e abril. Com 58 ações listadas, as ordinárias da Cemig saíram do portfólio. Em contrapartida, as ONs da Cosan, da Cyrela e do Submarino, além das preferenciais da Gol, passaram a integrar o Ibovespa. O giro na bolsa somou R$ 2,61 bilhões, aquém da média de R$ 3,21 bilhões no mês, mas nada mal para o último pregão do ano. Em dezembro, o índice registrou ganhos de 6,06% e no ano de 32,9%, na liderança isolada do ranking de investimentos em 2006.


Até o dia 22, o saldo de capital externo na bolsa era positivo em R$ 882,3 milhões, elevando o total do ano a R$ 1,57 bilhão. É pouco se comparado aos R$ 5,86 bilhões de 2005, mas suficiente para dar continuidade à retomada do fluxo de investimento estrangeiro no pregão que se verificou a partir de agosto. É parte desse dinheiro que vem inflando os preços das units (recibos de ações) do Unibanco nos últimos dias, aponta o economista da Lopes Filho João Augusto Salles. Em dezembro, os papéis subiram 12,79%, para R$ 20,20 - só ontem ganharam 1,76%. No ano, avançaram 44%. "Unibanco, ao contrário de Bradesco e Itaú, ainda tem pontos de rentabilidade (patrimonial) a conquistar", diz. Em 2006, o retorno do banco saiu dos 18% e pode chegar em 28% ao fim do exercício, calcula. Para Salles, foi acertada a estratégia da instituição de pôr um freio às operações de financiamento ao consumo logo no começo do ano. Isso evitou o aumento nas despesas com provisões para créditos de liquidação duvidosa que se verificou nos concorrentes.


Adriana Cotias é repórter de Investimentos


E-mail: adriana.cotias@valor.com.br


Escrito por SALSFI às 12h42
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   Vale vai investir US$ 3,5 bi em novas pelotizadoras
Vera Saavedra -29/12/06

O aumento de 5,28% obtido pela Vale do Rio Doce para os preços das pelotas de minério de ferro em 2007 é um indicativo de que a demanda por este produto mostra sinais de aquecimento para os próximos anos. Tanto que a companhia tem um plano para dobrar sua capacidade de produção, hoje de 56 milhões de toneladas, até 2011. Neste projeto, em parceria com sócios chineses e árabes e em operações próprias, serão investidos US$ 3,5 bilhões.


Ontem, a Vale anunciou ter acertado com a italiana Ilva elevar em US$ 1, 1796 por unidade de ferro as pelotas de Tubarão (Sistema Sul), ou US$ 77,85 a tonelada/FOB, e em US$ 1,2108 as de Ponta da Madeira (Sistema Norte), para US$ 79,9 a tonelada. A mineradora já havia fechado o reajuste de 9,5% para o minério fino na semana passada com os chineses e nesta com japoneses e coreanos. O novo preço do minério situa-se na faixa de US$ 53,7 e US$ 55,9 nos dois sistemas, respectivamente.


A pelota de minério de ferro - produto obtido a partir da aglomeração, em fornos especiais, de minério superfino, para ser lançado no alto-forno das usinas destinado à produção de aço - é um produto mais caro, com maior valor agregado, que o minério tipo fino e granulado.


Segundo uma alta fonte da Vale, a estratégia ao tocar os novos projetos de pelotas - que devem entrar em operação entre 2009 e 2011- é justamente a de "apostar no futuro", quando normas regulatórias ambientais mais severas vão induzir as siderúrgicas a usar mais pelotas na proporção do mix total de produtos a serem consumidos nos altos-fornos. Hoje, este mercado é menos demandado que o de minério de ferro, pois encarece o custo de produzir o aço.


No momento, a Vale está tocando cinco novos projetos e negociando mais duas joint-ventures na China. No Brasil, já começou a construção da pelotizadora de Itabirito, da MBR, que vai produzir 7 milhões de toneladas/ano, prevista para entrar em operação em 2008. A nova unidade de Tubarão, também com produção de 7 milhões de toneladas deve começar a funcionar um ano depois. A terceira pelotizadora da Samarco, joint-venture da Vale com a BHPBilliton, vai entrar com 7,6 milhões de toneladas também em 2009.


No exterior, a Vale tem projetos em Omã, na Arábia Saudita, d o mesmo porte das três brasileiras, previsto para 2010/2011. Na China, opera uma pelotizadora em associação com siderúrgicas locais (1,1 milhão de toneladas). Agora, está fechando sociedade com mais duas siderúrgicas para instalar duas novas unidades, cada uma apta a fazer 5 milhões por ano.


Todos esses projetos visam garantir à mineradora sua posição de liderança nesse mercado.


Para Rodrigo Ferraz, analista da Brascan Corretora, o aumento de 5,28% para as pelotas vieram dentro das expectativas - de 5% a 10%. Este ano, o produto sofreu queda de 3%. O analista avalia que o que restringe um aumento mais expressivo para o produto é o fato da China, maior fabricante de aço do mundo, produzir boa parte das pelotas que necessita. Já japoneses e coreanos suprem parte de seu consumo em unidades no Brasil onde são sócios da própria Vale.


Este ano foi considerado muito bom para a Vale. Além de comprar a Inco, termina dezembro fechando o novo preço do minério e das pelotas que vão vigorar em 2007. Ontem, o valor de mercado da Vale atingiu US$ 71 bilhões.





Escrito por SALSFI às 12h37
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   ABN-AMRO PAGA MINORITÁRIOS DO SUDAMERIS

ABN faz acordo e paga acionistas do Sudameris

Tatiana Bautzer - 29/12/06


O ABN AMRO fechou ontem acordo com os minoritários do banco Sudameris para poder concluir a incorporação do banco brasileiro, cuja compra foi fechada em 2003 depois de negociação com o italiano Intesa.


Segundo fato relevante divulgado às bolsas, serão encerrados os processos judiciais que bloqueavam a finalização do negócio- especialmente a assembléia de incorporação de ações do Sudameris ao patrimônio do ABN.


Ontem foi assinado com um grupo de acionistas litigantes assinaram contratos para extinguir ações judiciais, acertando um preço para compra da participação dos minoritários.


Desde que o Sudameris foi colocado à venda pelos ex-controladores italianos, acionistas minoritários brigam contra a troca de papéis do Sudameris por ações do ABN, que não são listadas no Brasil, e pela diluição de suas participações devido ao saneamento da carteira de crédito com aumento de capital.


Segundo o acordo, os litigantes aceitam receber 70% do total de indenizações eventualmente concedidas pela Justiça e abrem mão do pedido de bloqueio da finalização legal da compra. Pela assembléia de incorporação ocorrida em 2004, os atuais acionistas do Sudameris receberão as ações do ABN Amro e posteriormente as venderão para o conglomerado. A BRI-Par Dois Participações, controlada pelo ABN, comprará ações ordinárias do Sudameris em mãos dos litigantes por R$ 17,95 por ação ordinária. O pagamento só será feito após o desbloqueio das últimas formalidades legais da incorporação do Sudameris.


As condições oferecidas aos litigantes serão estendidas a todos os ex-minoritários do Sudameris, que terão direito a vender suas ações do ABN Amro pelo mesmo preço. Será considerada a posição acionária registrada ontem.


Escrito por SALSFI às 12h35
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   CVRD - VENDA DE ATIVOS

Vale vende suas ações na Siderar por US$ 107,5 mi
Ivo Ribeiro  29/12/2006

A Vale do Rio Doce anunciou ontem no início da noite que celebrou com a Ternium S.A., companhia controlada pelo grupo ítalo-argentino Techint, acordo de venda Siderar, empresa siderúrgica localizada na Argentina. A Ternium já é controladora da Siderar, com 56% do capital da empresa, maior produtora de aços planos do país, com produção anual de quase 3 milhões de toneladas.


Conforme os termos do acordo, a Ternium adquirirá por US$ 107,5 milhões a totalidade da participação da Vale na Siderar, representando 4,85% do capital. O preço de venda acertado foi de US$ 6,376 por ação da Siderar.


A Vale justificou o negócio, informando no comunicado que "a venda da participação na Siderar é consistente com a diretriz estratégica da CVRD para participações siderúrgicas, onde visa a realocação de seus recursos priorizando projetos siderúrgicos novos ou de expansão que aumentem a demanda por minério de ferro e pelotas da companhia. Ademais, o desinvestimento constitui mais uma fonte de recursos para o pagamento do empréstimo-ponte de US$ 14,6 bilhões utilizado para o pagamento da aquisição da Inco".


A Vale está vendendo ativos que deixaram de ser estratégicos, ajudando a reforçar seu caixa para pagar a dívida da compra da Inco. No momento, prepara a venda dos 12,3% de ações ON da Usiminas que ainda estão fora do bloco de controle. A Usiminas, que tinha 5% da Siderar, trocou suas ações pelas da Ternium, na qual detém 14%.


Escrito por SALSFI às 12h21
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