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   INCO

Após compra da Inco, Vale prevê produção de 400 mil toneladas de níquel em 2011

Valor Online  - 25/10/2006 19:26

RIO - Após comprar a mineradora canadense Inco ontem, a Companhia Vale do Rio Doce prevê atingir uma produção de cerca de 400 mil toneladas de níquel em 2011, para um mercado consumidor estimado em 1,5 milhão de toneladas no mesmo ano, segundo afirmou hoje o diretor-executivo de assuntos corporativos da empresa, Tito Martins.

Do total da produção prevista para 2011, 300 mil toneladas correspondem aos projetos da Inco e outras 103 mil toneladas referem-se aos projetos que a Vale tem no Brasil. A produção da Inco para este ano é estimada em 250 mil toneladas de níquel ao ano.

De acordo com Martins, o níquel passará a ser o segundo minério, depois do ferro, em grau de importância para a companhia, detendo 20% de sua receita bruta. "Sem dúvida, a produção de níquel passa a ser relevante na companhia. O ferro continua sendo o mais importante, com 55% da receita", afirmou o executivo.

Na sua avaliação, o negócio vai proporcionar uma sinergia à atividades de níquel que a Vale já desenvolve no Brasil. A empresa tem os projetos de níquel de Vermelho e Onça Puma, no Pará, que ainda não começaram a produzir, mas cujo cronograma de investimentos não sofrerá alterações. "Queremos crescer em cima do níquel. O mercado não tem novos investimentos. Temos que aproveitar este momento", disse ele. A Vale se comprometeu a antecipar a produção da Inco na área de Voisey´s Bay, no Canadá, entre 12 a 18 meses. A produção deve começar entre meados de 2009 até o início de 2010.

Tito Martins acrescentou que serão feitos esforços para acelerar outros projetos da Inco no mundo, como na Indonésia (sudeste Asiático) e na Nova Caledônia (Oceania).

A administração dos negócios de níquel da nova empresa, a CVRD Inco, ficará centralizada no Canadá. "É só uma questão de gestão, até para ter ganhos de produtividade. O cérebro na área de níquel vai ficar em Toronto, mas não terá efeito econômico", completou.

Segundo o Martins, o conselho da Inco, mesmo após o fechamento de capital, será formado por 25% de executivos residentes no Canadá, devido a uma legislação local. Embora a Vale tenha adquirido 75,6% das ações da Inco, a Vale vai fechar o capital da mineradora canadense ao recomprar o restante das ações junto aos minoritários, como já estava previsto na operação de compra. Com a aquisição, a CVRD se tornou a segunda maior mineradora do mundo, atrás apenas da anglo-australiana BHP Billiton. A mineradora também passa a ser a maior produtora de níquel do mundo, desbancando a Norilsk Nickel.

(Ana Paula Grabois/Valor Online)



Escrito por SALSFI às 00h26
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   LUCRO DA ENERGIAS DO BRASIL

Ganho da Energias do Brasil sobe 109%

Maurício Capela 26/10/2006

A Energias do Brasil, controlada pela portuguesa EDP, registrou um dos seus maiores ganhos trimestrais no país. A empresa, que tem ativos totais de R$ 9,2 bilhões no Brasil , teve um lucro líquido de R$ 114 milhões entre julho e setembro deste ano, 109% maior que o montante auferido em igual período de 2005.

O lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (lajida) também deu um salto neste terceiro trimestre e alcançou R$ 339 milhões. Isso, significou um incremento de 70% sobre o período entre julho e setembro de 2005.

Antonio Sellare, vice-presidente de finanças da Energias do Brasil, explicou que a união de três fatores determinou o aumento do lucro e do lajida. "A entrada em operação da hidrelétrica de Peixe Angical no Estado do Tocantins, o crescimento do mercado registrado pelas nossas distribuidoras e as sinergias decorrentes de vários programas de uniformização foram os grandes responsáveis", conta Sellare.

O executivo ainda afirma que essas razões também impulsionaram a receita líquida. Entre julho e setembro deste ano, a Energias do Brasil teve um faturamento líquido de R$ 1,14 bilhão, 3,8% maior que os R$ 1,1 bilhão de igual período de 2005.

O mercado, contudo, apreciou o desempenho da controlada do grupo português. A Ativa Corretora, por exemplo, considerou o balanço acima das expectativas. "Acreditamos que os próximos resultados serão beneficiados com a conclusão de Peixe Angical e a companhia deverá ter suas margens melhoradas", afirma a corretora em relatório. A hidrelétrica instalada no Tocantins teve sua última turbina acionada em setembro passado e agora vai operar com a sua capacidade total de 452 megawatts (MW).

Neste trimestre a área de geração do grupo contribuiu com 24,6% do lajida obtido no período. Número inferior ao registrado pela distribuição, que respondeu por 74,8% do indicador.

Sellare explica que as três distribuidoras da Energias do Brasil - Bandeirante (interior de São Paulo), Escelsa (Espírito Santo) e Enersul (Mato Grosso do Sul) - tiveram volume de distribuição de 5,9 mil gigawatts por hora (GWh) entre julho e setembro deste ano. Esse desempenho significou um acréscimo de 3,1% sobre igual período de 2005.

Outro fator que colaborou para o bom desempenho da companhia foi o Programa de Desligamento Voluntário. Criado para motivar a demissão voluntária de 600 funcionários, o que equivale a 19% da força de trabalho, o programa já trouxe ganhos de R$ 5 milhões para a Energias do Brasil no terceiro trimestre e a expectativa é que alcance R$ 68 milhões até o fim do próximo ano.

"Os funcionários que aderiram vão se desligar gradualmente até o fim de 2007. E o custo desse projeto foi de R$ 52 milhões, que já foi registrado no balanço do segundo trimestre", afirma Sellare.

Para António Martins da Costa, presidente da Energias do Brasil, o bom desempenho da companhia a prepara para outra onda de investimentos. "Penso que poderíamos participar em três ou quatro empreendimentos do tamanho de Peixe Angical", afirma Costa, que comemora o prêmio concedido pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC). A empresa foi considerada a melhor em governança corporativa entre as 343 companhias listadas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).



Escrito por SALSFI às 00h20
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   A OFERTA DA MITALL

Para Mittal, oferta a minoritários da Arcelor Brasil é justa

Valor Online  -  25/10/2006 19:32

RIO - A despeito da reação negativa do mercado à proposta da Arcelor Mittal feita aos minoritários da Arcelor Brasil, o vice-presidente da multinacional de siderurgia, Adytia Mittal, disse considerar a oferta justa. "Temos que entender que essa não é uma oferta voluntária, é uma oferta mandatória", afirmou. A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) havia exigido que a Arcelor Mittal fizesse uma oferta aos minoritários da Arcelor Brasil até hoje. A Mittal, ao comprar a Arcelor, adquiriu 66% da Arcelor Brasil.

O preço da proposta, de 12,1184 euros por ação da Arcelor Brasil, foi formado com base na participação da geração de caixa da Arcelor Brasil na geração de caixa da Arcelor, explicou o vice-presidente da Arcelor Mittal. Esse valor da ação equivale a R$ 32,71 ao câmbio de hoje. Os minoritários esperavam um valor por ação em torno de R$ 50, abrangendo o valor que foi pago à Arcelor Brasil mais um prêmio.

De acordo com a Previ, um dos grupos de minoritários, a metodologia utilizada para definição do preço não adotou um tratamento igualitário com os acionistas da Arcelor Europa. Os minoritários da Arcelor Europa receberam da Arcelor Mittal uma oferta equivalente ao valor de mercado da ação, mais um prêmio de 82%.

A lei das SAs prevê o pagamento de 80% da ação do que foi pago pela ação da Arcelor Brasil. Já no estatuto da Arcelor Brasil consta que seja pago o mesmo valor que foi repassado pela Arcelor Mittal à ação da Arcelor Brasil quando adquiriu seu controle. A oferta da Arcelor Mittal pode ser alvo de contestação por parte dos minoritários na CVM.

(Ana Paula Grabois | Valor Online



Escrito por SALSFI às 00h13
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   VALE SELA COMPRA DA INCO

24 de outubro de 2006 - 06:40

Com compra da Inco, Vale é a 2ª maior mineradora do mundo


É a maior aquisição em outros países feita por uma companhia latino-americana

Ricardo Grinbaum e Mônica Ciarelli

SÃO PAULO - A Companhia Vale do Rio Doce fechou na segunda-feira a compra da mineradora canadense Inco. Até às 22 horas, segundo a reportagem do Estado apurou, a Vale havia conseguido obter a adesão de mais de 70% dos acionistas da Inco à sua proposta. O mínimo exigido para a conclusão do negócio era de 67% das ações. Como o prazo para os acionistas depositarem os papéis terminava à meia-noite do Canadá - o equivalente a 1h da manhã de terça-feira no Brasil -, o total de ações compradas deve ser ainda maior.

A Vale ofereceu cerca de US$ 18 bilhões por todas as ações da Inco e dependia que os acionistas dessem o sinal verde para a compra junto à Bolsa de Toronto, onde são negociados os papéis da mineradora canadense. Uma comitiva com 30 executivos da Vale aguardava em Toronto o desfecho da operação. Nesta terça-feira, o presidente da Vale, Roger Agnelli, deve anunciar oficialmente, em videoconferência, a compra da Inco.

A preparação para a compra começou há mais de três meses, com a realização de reuniões no escritório da Vale em Nova York, para não chamar a atenção e evitar o vazamento de informações no Brasil. Junto com representantes de quatro bancos, ABN Amro (Real), Santander, CSFB e UBS, a diretoria da Vale fechou uma proposta com pagamento em dinheiro. Esse pagamento em dinheiro foi decisivo na disputa pela Inco.

Desde maio, duas outras companhias, a americana Phelps Dodge e a também canadense Teck Cominco, estavam disputando a compra da Inco. Elas já haviam feito cinco ofertas antes de a Vale dar seu lance, no início de agosto. Em meados de agosto, a Teck Cominco desistiu da disputa porque percebeu que não tinha como captar os recursos suficientes para bancar sua aposta no leilão.

A diretoria da Inco chegou a recomendar aos acionistas que aceitassem a oferta da Phelps Dodge, mas voltou atrás e rompeu o acordo com a mineradora americana no dia 5 de setembro. Ao final, prevaleceu a proposta da Vale, de 86 dólares canadenses por ação, próxima dos valores dos rivais, mas integralmente em dinheiro.

Recordes

A compra da Inco entrará para a história das empresas brasileiras com uma série de recordes. Trata-se da maior compra de empresas em outros países já efetuada por uma companhia latino-americana. Com a Inco, a Vale se tornará a segunda maior mineradora do mundo, atrás apenas da BHP Billiton. Se for descontado o fato de a BHP também atuar na área de petróleo e gás, a Vale fica perto de se tornar a maior mineradora do mundo.

O valor da mineradora brasileira nas bolsas de valores saltará dos atuais US$ 59,8 bilhões para US$ 77 bilhões. Suas vendas anuais passarão de US$ 13,4 bilhões para US$ 18 bilhões. O lucro líquido combinado, no ano passado, chegaria a US$ 5,6 bilhões. A Vale se torna a maior mineradora de níquel do mundo, com reservas de 402 mil toneladas, com minas no Brasil, Canadá e Oceania.

A operação financeira também bateu um recorde. Foi o maior empréstimo sindicalizado - em que o financiamento é rateado entre vários bancos - já feito em países emergentes. Houve uma corrida entre instituições financeiras de vários países para emprestar recursos para a Vale.

Ao final, 34 bancos participaram da operação, colocando US$ 34 bilhões à disposição da empresa brasileira - US$ 16 bilhões a mais do que o necessário. "Esse negócio mostra que a Vale não é mais vista como uma empresa brasileira ou latino-americana. É um player global, de grande porte", disse um executivo ligado à companhia.

A compra da mineradora canadense está sendo bem recebida pelo mercado financeiro. Na segunda-feira, as ações da Vale subiram 1% com a perspectiva de fechamento do negócio. "O mercado já absorveu a aquisição da Inco", disse o analista da corretora Ativa, Guilherme Marins. Segundo analistas financeiros, a compra é positiva para a Vale pela qualidade dos ativos da Inco, dona da maior reserva de níquel do mundo.



Escrito por SALSFI às 06h54
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   Artigos Especiais

O VOTO COMPRADO DOS IMBECIS.

 

Giuseppe Brandoni 29/10/06

 

Em primeiro lugar registro meu caloroso cumprimento ao alentado artigo inserido por Reinaldo Azevedo.

 

Mas no país comandado por lerdos e sacanas, enquanto o mundo crescia celeremente, nossa mediocridade se conformava com o crescimento pífio e com a esmola mórbida que vai finalmente irrigar e corromper eleitores incautos.

 

O cinismo é estampado e comemorado com a desfaçatez dos pulhas que hipocritamente mentem em cadeia nacional. (mereciam sim uma cadeia internacional e se possível em alto mar e infestado de tubarões)

 

O deboche é tão descarado que une e resgata do limbo, canalhas de há muito esquecidos e que renascem como a Fênix na versão despudorada.

 

O Sr. Inácio, na sua insanidade desvairada, é capaz de ao mesmo tempo proclamar-se Cristo e fazer comunhão com o Diabo.

 

Afogado de sujeiras agarra-se no saco das bóias frias de Quércia, N Cardoso e Jáder dentre outros, para resgatar a impudência e o mau-caratismo de pervertido obcecado pelo poder. A performance de canastrão que ilude de cordeiros a caminho do matadouro das urnas a empresários que lhe lambem as áxilas fedidas de corrupção, consegue escorregar de adversários incompetentes que covardes fogem dos ringues e não lhe dão o knock-down do impeachment.

 

Gargalha de juízes eleitorais que ameaçam de brincadeira punir suas chacotas, mas sucumbem e se fazem de cegos diante do mais impudente crime eleitoral: os imbecis são comprados por migalhas da esmola de Bolsas caça-votos, aumentos de salário mínimo às vésperas do pleito e o suborno dos aposentados pela extorsão do consignado, agora revitalizado com a presença e a agiotagem explícita dos grandes bancos. Tudo isto com desconto em folha. Nada mais prático e sórdido. O desgoverno atual se pôs de quatro para os banqueiros como nenhum outro e ainda arrota que ninguém ganhou tanto dinheiro como na sua triste era. E há não muito tempo atrás, mandava os imbecis levantarem o traseiro da poltrona e pesquisar outro puteiro.

 

Coisas de pederasta de bordel, digo de anfiteatro de cordel!

 

Temos um diabo sem diploma a tomar conta do país de merdas que somos ( e de bestas que ralamos ás vezes mais de 20 anos em estudos para acabarmos sendo tungados por uma carga tributária excrescente de 40% ao ano) e não reagimos condenando as próximas gerações a vegetarem no mar de estrume onde a inversão de valores e o crime passarão a ser os maiores vetores.

 

Aliás, o país dos contraventores.



Escrito por SALSFI às 16h52
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   Inépcia ou Transgressão?

O PRESIDENTE QUE NÃO SABIA DE NADA.

 

Salvador Sícoli Filho - 29/03/06

 

Ao se confrontar as mentiras ou verdades emitidas ao longo da crise pelo “presidente que não sabia de nada” conjugam-se duas vertentes: ou o mesmo tem inépcia mental ou pratica transgressão recorrente.

 

Em qualquer hipótese, o Congresso ao não pedir o impeachment fere constitucionalmente regras basilares e se enquadra ele mesmo em crime de responsabilidade.

 

As contemporizações só demonstram a fraqueza de um compadrio nefasto para solidificação de valores comportamentais e são dutos problemáticos para a geração de padrões de ética e seriedade na política, quesitos necessários para a preservação de princípios democráticos.



Escrito por SALSFI às 16h41
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   EDITORIAL

O GÁS PARALISANTE DE UM GOVERNO INERTE
 
Salvador Sícoli Filho - 19/10/06
 
Na reta final das eleições, quando o país está prestes a seguramente cometer um dos maiores equívocos da sua história, é dever recordar  o festival de inconsistências - afora os escândalos e a corrupção - que afrontaram o país.
 
O caso do gás boliviano.
 
Um presidente além de tudo covarde.
Que motivos levaram Lula a defender a soberania... da Bolívia?
Por que se mostrou tão covarde e perdeu publicamente sua fictícia liderança
entre os governantes da América Sulamericana?
 
Qual é a jogada atrás do adiamento da solução da questão do gás boliviano?
Por que o Geraldo não fala sobre o tema?
O que foi feito dos R$ 25 milhões que o PT devia ao BMG e ao Rural?
Por que esses bancos não sofreram intervenção do Banco Central?
Seriam estes tamboretes ao chão indutores de "riscos sistêmicos"?
 
Depois do avião que veio de Cuba com bebidas e dinheiro, quantos aviões pousaram aqui vindos da Venezuela e da Bolívia? 
 
A rota preferencial de transgressores internacionais.
 
Atingimos US$ 75 bilhões de dólares para o gáudio e a estultícia de Lula.
 
Geraldo se esqueceu de perguntar às custas de que?
 
A troco de um tresloucado e contagioso prejuízo do seu Banco Central que na desesperada tentativa de conter a queda do dólar sustentada pela política cambial suicida ou devassa de privilegiar a entrada de dólares para serem trocados por aplicações a taxas de juros indecentes em títulos públicos e lavagens, regalias tributáriase outras e que levava a mesa do BC a comprar dólar a presente  e a futuro com os swaps reversos sempre a beneficiar os bancos  e às custas de danos mefistofélicos ao Tesouro.
 
Quanto já perdeu o Banco Central só esse ano com o câmbio?
Mais de 20% das reservas.
 
Para cobrir o quê se o risco não está na dívida externa, mas na montanha de títulos da dívida pública interna que estão levando o país a jogar pelo ralo
R$ 180 milhões só este ano e em pagamento de juros? Nem um centavo do principal.
 
O Brasil foi transformado em enredo de folhetim policial.
 
Mas os roteiristas são fugitivos da honra, egressos do anafalbetismo que nos condena à mediocridade. E mesmo assim vão ser sufragados para continuarem a nos sufocar com a sua verborragia e atitudes degradadas de insanos.
 
Se Freud não explica, Nietzsche mostra Lula: Ecce Homo.( título do artigo que estou escrevendo)
 
Salvador Sícoli Filho


Escrito por SALSFI às 16h18
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