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   ARTIGO ESPECIAL

A estranha dialética do pacto de Tarso Genro

A estranha dialética do pacto de Tarso Genro

Na mesma entrevista em que denunciou o “golpismo” das oposições, o ministro Tarso Genro (Relações Institucionais), vejam vocês, defendeu um pacto de Lula com as oposições caso ele seja reeleito. Tarso é mesmo um homem dialético: quer fazer entendimento com golpistas... Até que haja um fio de esperança de Lula ser defenestrado, agarro-me a ele. Mas digamos que se reeleja. É justamente nesse ponto que as oposições vão ser testadas. A questão não está nem mesmo limitada pelo território brasileiro. Existem, hoje, na América Latina, governos que estão alinhados com um projeto autoritário de poder — que obedecem as linhas gerais do Foro de São Paulo (um agrupamento de partidos e de correntes de esquerda, integrado pelo PT, Partido Comunista Cubano, Movimento Bolivariano e Farcs, dentre outros) e aqueles que se alinham com a democracia. Na hipótese da reeleição de Lula, vamos ser vigilantes com aqueles que serão servis aos propósitos e desígnios de um dos Apedeutas-chefes do esquerdismo bocó, por mais que fale a linguagem de mercado. Só para o Departamento de Estado dos EUA, muito mal informado, há grande diferença entre Lula, Chávez ou Evo Morales. No que interessa, estão todos juntos. Aguardem para ver o desfecho do caso Petrobras na Bolívia — que, de forma inacreditável, nunca foi veiculado no programa de Alckmin na TV. Aquele índio de araque já tomou a empresa. Lula se fez de ofendido. Coisa nenhuma. “Meu querido Evo” executou o programa da turma — de Lula inclusive. A tungada na Petrobras, por ora, está suspensa. Se Lula vencer no dia 1º, ato contínuo, sua receita será oficialmente confiscada pelo governo boliviano (na verdade, venezuelano). O único pacto possível é com a democracia, o Estado de Direito e a Constituição. E Lula não passa no teste.

Por Reinaldo Azevedo


Escrito por SALSFI às 00h07
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   ARTIGOS ESPECIAIS

O VOTO COMPRADO DOS IMBECIS.

 

Giuseppe Brandoni - 26/09/06

 

Em primeiro lugar registro meu caloroso cumprimento ao alentado artigo inserido por Reinaldo Azevedo.

 

Mas no país comandado por lerdos e sacanas, enquanto o mundo crescia celeremente, nossa mediocridade se conformava com o crescimento pífio e com a esmola mórbida que vai finalmente irrigar e corromper eleitores incautos.

 

O cinismo é estampado e comemorado com a desfaçatez dos pulhas que hipocritamente mentem em cadeia nacional. (mereciam sim uma cadeia internacional e se possível em alto mar e infestado de tubarões)

 

O deboche é tão descarado que une e resgata do limbo, canalhas de há muito esquecidos e que renascem como a Fênix na versão despudorada.

 

O Sr. Inácio, na sua insanidade desvairada,  é capaz de ao mesmo tempo proclamar-se Cristo e fazer comunhão com o Diabo.

Afogado de sujeiras, agarra-se no saco das bóias frias de Quércia, N Cardoso e Jáder dentre outros, para resgatar a impudência e o mau-caratismo de pervertido obcecado pelo poder. A performance de canastrão que ilude de cordeiros a caminho do matadouro das urnas a empresários que lhe lambem as áxilas fedidas de corrupção, consegue escorregar de adversários incompetentes que covardes fogem dos ringues e não lhe dão o knock -down do impeachment. Gargalha de juízes eleitorais que ameaçam de brincadeira punir suas chacotas, mas sucumbem e se fazem de cegos diante do mais impudente crime eleitoral: os imbecis são comprados por migalhas da esmola de Bolsas caça-votos, aumentos de salário mínimo às vésperas do pleito e o suborno dos aposentados pela extorsão do consignado, agora revitalizado com a presença e a agiotagem explícita dos grandes bancos. Tudo isto com desconto em folha. Nada mais prático e sórdido. O desgoverno atual se pôs de quatro para os banqueiros como nenhum outro e ainda arrota que ninguém ganhou tanto dinheiro como na sua triste era. E há não muito tempo atrás,  mandava os imbecis levantarem o traseiro da poltrona e pesquisar outro puteiro..

Coisas de pederasta de bordel, digo de anfiteatro de cordel!

 

Temos um diabo sem diploma a tonmar conta do país de merdas que somos ( e de bestas que ralamos ás vezes mais de 20 anos em estudos para acabarmos sendo tungados por uma carga tributária excrescente de 40% ao ano) e não reagimos condenando as próximas gerações a vegetarem no mar de estrume onde a inversão de valores e o crime passarão a ser os maiores vetores.

Aliás,o país dos contraventores.



Escrito por SALSFI às 23h40
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   FRASES SOLTAS

“Não deixe de assistir ao horário eleitoral gratuito. Talvez seja a única oportunidade de ver políticos brasileiros numa cadeia nacional”.

 

"Faça  um político trabalhar . Não o reeleja"

 

"Voto nulo: se não anula eleição pelo menos demonstra a insatisfação com o status quo"

 

"Todos os políticos atuais ou são corruptos ou são omissos. Assim todos, sem exceção deveriam ter cassados seus direitos. Seria a única forma de o povo recuperar os seus".

 

Salvador Sícoli Filho



Escrito por SALSFI às 00h59
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   A CARTA E O TRAZEIRO CHAMUSCADO

 


Escrito por SALSFI às 00h16
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   O CHURRASQUEIRO DO PRESIDENTE



Escrito por SALSFI às 00h02
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INCO: CUSTO DEVE SUBIR, MAS NÃO IMPEDE PROJETO DE NÍQUEL NO PACÍFICO.



Sydney, 22/09/06 - by Giuseppe Brandoni

 

Problemas ambientais e de segurança podem aumentar as despesas da
mineradora canadense Inco com um projeto de mineração de níquel em Goro,
em Nova
Caledônia
, um grupo de ilhas no oceano Pacífico controlado pela França. Os gastos, no
entanto, não colocariam o polêmico projeto em risco, disse o gerente geral da planta de
Goro, Ron Renton, em entrevista à Dow Jones nesta sexta-feira. A Inco é a mineradora
pela qual a brasileira Vale do Rio Doce ofereceu 86 dólares canadenses por ação, em
oferta que expira na próxima quinta-feira, 28.

A entrevista foi dada um pouco antes do ultimato para cessar operações no local, imposto
pelo grupo indígena Rheebu Nuu, e de uma greve prevista para segunda-feira, planejada
por um sindicato da ilha do pacífico sul.

O grupo indígena, que é contra a política ambiental da companhia na região, informou que
tomará medidas caso as operações não sejam paralisadas até domingo. O ultimato, que
coincide com a data em que a França tomou posse da Nova Caledônia, foi dado três
meses depois que atos de vandalismo e ameaças aos funcionários obrigaram a
companhia a fechar a planta por três semanas, em abril passado.

Além disso, problemas industriais e relacionados à comunidade, além dos gastos
crescentes, estiveram por trás da decisão da Inco de suspender o projeto por quase dois
anos, em 2003/04. Segundo Renton, no entanto, é improvável que os trabalhos sejam
suspensos novamente pelas mesmas razões. "A única coisa que pode parar este projeto
é a repetição do tipo de transgressão da lei que vimos em abril. Não acredito que
veremos isso novamente", disse o gerente geral.

Renton acredita que os mesmos problemas não ocorrerão novamente, pois, além de
medidas de segurança terem sido tomadas depois do acidente, grupos de oposição têm
abrandado as críticas e as condições do mercado são mais favoráveis. A companhia não
pretende promover grandes mudanças nos planos, mas considera fazer algumas
concessões ambientais e sociais, em face de preocupações legítimas. "Pode haver
algumas instalações que poderemos ter que fazer, simplesmente por não possuirmos
ainda", disse Renton. "Se isso acontecer, teremos que fazer mudanças nos custos do
projeto, mas não acredito que essas mudanças sejam de ordem material e nem afetarão o
prazo de produção."

Segundo Renton, depois de perder "cerca de dois meses" com os protestos de abril, a
produção deve começar em meados de 2008, e não mais em 2007, como a companhia
havia previsto anteriormente. A planta de Goro deverá, então, levar cerca de 20 meses
para atingir a capacidade total de produção de 60 mil toneladas.

A equipe de engenharia da Inco deverá fornecer à diretoria da empresa uma estimativa de
custos em "um mês aproximadamente". Em julho, a companhia informou no balanço
referente ao segundo trimestre que as previsões de gastos deveriam exceder os US$ 2,15

 

 

projeto, mas não acredito que essas mudanças sejam de ordem material e nem afetarão o
prazo de produção."

Segundo Renton, depois de perder "cerca de dois meses" com os protestos de abril, a
produção deve começar em meados de 2008, e não mais em 2007, como a companhia
havia previsto anteriormente. A planta de Goro deverá, então, levar cerca de 20 meses
para atingir a capacidade total de produção de 60 mil toneladas.

A equipe de engenharia da Inco deverá fornecer à diretoria da empresa uma estimativa de
custos em "um mês aproximadamente". Em julho, a companhia informou no balanço
referente ao segundo trimestre que as previsões de gastos deveriam exceder os US$ 2,15
bilhões previstos. No entanto, os custos revisados devem ficar abaixo dos US$ 3 bilhões,
segundo o executivo. A Inco controla 69% do projeto de Goro. Sumitomo Metal Mining e
Mitsui Co., do Japão, possuem 21% e outros 10% são controlados por três províncias
em
Nova Caledônia.

O
preço do níquel registrou um dos valores mais altos da história, e chegou a ser cotado a
US$ 30 mil/ton no início do mês, enquanto os estoques globais do metal caíram a níveis
críticos. As informações são da Dow Jones.
(Hellen Berger)

 

 

 



Escrito por SALSFI às 23h39
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