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OS POLÍTICOS, A NÁUSEA E A POLÍTICA MONETÁRIA

SALVADOR SÍCOLI FILHO - 02/09/06

La similitude entre la jubilation et la connaissance du caractère tragique de la vie. Clément Rosset* 

Se na política expelimos diariamente a hipótese da Náusea, não há também como se contrariar o princípio sartriano e que parece se amoldar à deprimente compra de votos pelo “Bolsa Família”, que só em julho, aumentou seu desembolsos em 60%. E o Supremo Eleitoral continua sem lentes corretivas para sua visão míope. Quer deixar aos incautos a separação do joio do joio para sufragar os mesmos canalhas de sempre ao invés de mandá-los trabalhar.

 

O presidente deve provavelmente pensar que “o homem nasce sem motivo, vive por fraqueza e morre por acaso” o que talvez explicasse como se ilude a tantos esfomeados, dado o que os sem nexo se dispõem ao voto que denigre a integridade e a lucidez de seus sufrágios.

 

Em bem elaborado artigo para Valor Econômico em 21/08/06, o ex-presidente do Banco Central, Gustavo Loyola, fez uma calorosa e estruturada defesa do exuberante nível dos ”spreads” bancários.

A abordagem nos levou a revisitar igualmente inúmeros artigos em direção diametralmente oposta que publicamos, desde a gestão do seu homônimo, até sucumbir ante as defensas do castelo de lobbies do sistema bancário que sempre impediram a divulgação de pareceres desinteressantes a seu latifúndio.

Nessa direção ambígua, retorcem-se, embora bem cuidadas, as falácias dos argumentos dos ilustres paladinos das instituições bancárias. Não se trata aqui e agora de “nihilismo” com o sistema, mas de absoluto ceticismo, - malgrado as habituais demagogias de Brasília, grande indutora do enterro de empreendedores e do culto ao Mercado -, pois que além do “spread”, têm-se hoje o instrumento consignado para eliminar-se o risco.

 

Esse gigantesco empréstimo consignado passa de raspão nas considerações do defensor dos ”spreads”. E olha ainda que, os mesmos são agora adotados também pelas grandes casas bancárias e que, depois da fase de lucros mefistofélicos dos bancos de andar e seus correspondentes tamboretes nas praças, aderiram ao corso de impudentes agiotas.

 

Chamar-se de resíduo do banco (27,6%) o lucro da casa bancária já faz do defensor do BC e dos bancos (irmãos siameses na desgraça e no augúrio) cúmplices de uma alegoria digna de Clément Rosset. É preciso extasiar-se multiplamente ao não se ver sequer uma referência ao solene fato de que enquanto reduzem seus quadros, promovem rodízios disciplinados e rotineiros no “turn-over” da mão de obra e limitam salários com o destemor dos poderosos e bem escorados. Os bancos, de imaginação talentosa, aplicam sempre novas tarifas, serviços exóticos e impõem aumentos quando querem nos percentuais dos mesmos sem sequer um lamurio do Banco Central.

A fiscalização é para riscos sistêmicos - por estes entendidos, aqueles que possam causar alguns sobressaltos nos donos do dinheiro e seus cofres blindados.



Escrito por SALSFI às 17h25
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   OS POLÍTICOS, A NÁUSEA E OA POLÍTICA MONETÁRIA

Algumas considerações a bem da verdade merecem ser ponderadas.

 

É claro que a gastança com o aparelhamento do estado, aumento do déficit fiscal e a carga tributária deveriam ter algum efeito na cobrança dos “spreads”, mas, a se julgar pelos balanços, que se pressupõem corretos, os bancos não são exatamente entidades de benemerência com o Sr.Rachid, o nosso Leão.

 

Considerar-se “fenômeno” e se buscar as causas do “spread” é mais ou menos como vestir pára-quedas para andar no lombo do burro. Ou pedir à Madre Superiora para ensinar porque o nosso câmbio é cerca de 40% mais valorizado que o da Argentina ou por que o BC sempre tem prejuízo com o swap reverso deixando o lucro com a banca privada. Frise-se aqui: esta mesma Argentina que pediu a moratória que o Sr. Inácio prometeu e não cumpriu impondo o disparate do câmbio tresloucado que vai nos obrigar mais à frente a fazer o que os hermanos já fizeram. Os argentinos crescem muito (cerca de 7%) pelo quarto ano consecutivo enquanto nos arrastamos na mediocridade como a discussão do esbulho do “spread” bancário.

 

Não se trata de fenômeno o absurdo dos ”spreads”, mas de um longo, cansativo e trágico ritual institucionalizado ante os olhares covardes do governo e instrumento para retirar o sangue, o suor e cerveja de pequenas empresas, médias endividadas e os cidadãos incautos que se enveredam ludibriados pela fascinação do marketing bancário para lhe empurrar cartões, cheques especiais e novos produtos como o consignado de agiotas regados pelo óleo de rícino do esbulho que querem estender à compra da casa própria. Tudo visto como normal por fiscalizadores que adotaram a cartilha do engodo de economistas do sistema financeiro. Verdadeiros artífices do caos com teorias que não resistem à boa prática.

 

Se houvesse Governo, não haveria o estupro dos “spreads”, e fim.



Escrito por SALSFI às 17h24
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   OS POLÍTICOS, A NÁUSEA E A POÇÍTICA MONETÁRIA

Se houvesse Governo, não haveria o estupro dos “spreads”, e fim.

 

O Brasil não tem bons fundamentos como dizem os analistas dos bancos. Montaram a estrutura e se esqueceram dos alicerces.

 

Por isto os bancos contratam engenheiros economistas, enquanto o governo salva do desabrigo seus quadros despreparados, entulhando-os como cabides em armários. Alguns com esqueletos.

Faltam engenheiros no governo. De planejadores a executores.

 

Assim, e aqui entre nós, acreditar-se na planilha de encargos e ônus dos bancos, tais como consideradas na defesa escrita do setor é desconhecer que, seguindo o exemplo dos grandes privados, até os bancos oficiais estão conseguindo remunerar suas folhas de pagamentos e encargos somente com a cobrança de tarifas.

Um verdadeiro escândalo... De eficiência dizem.

Mas se os salários dos funcionários estão baixíssimos e as metas cada vez mais agressivas, os “spreads” continuam como as Brancas de Neve que não se fabricam mais. Intocáveis. Falta Elliot Ness. Sobram de Inácios a Loyolas. Passando naturalmente por Thomas e Meireles.

 

A inadimplência, sempre colocada como responsável pelos obscenos “spreads” é nada mais nada menos que uma cínica falácia. Não há nenhum cidadão de bom senso que possa admitir que o banco me capte dinheiro a 0,67%  a.m e empreste este dinheiro de  3% a 12% ao ano. Só se for para remunerar os consultores e agentes que cobram caro para montar as falácias econômicas que vem deteriorando o país.



Escrito por SALSFI às 17h23
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   OS POLÍTICOS, A NÁUSEA E A POLÍTICA MONETÁRIA

O nosso sistema de metas de inflação - importado da Nova Zelândia e tupiniquinizado em Nova York por Armínio - , é uma peça de retórica ficcionista, não de política monetária, eis que não existe política de uma variável só. E a mesma coisa que pedir ao sr. Inácio para dirigir a quadrilha junina e deixá-lo tomando conta do quentão. Vai gerar cenas de embriaguês explícita e sem direito ao fotógrafo americano. Temos uma embriaguês total na mixórdia da política monetária sem política fiscal, sem amarrar e expelir os cálculos renais no inchaço do aparelhamento e da corrupção e com o maior bêbado de todos - o câmbio, note bem - tomando conta das nossas reservas de pretenso rico. Cada uma política  no seu canto e essas variáveis não conversam entre si.

 

Esses problemas os bons economistas teriam tendência a resolver. Outros têm a tendência a defender o indefensável. Queria ver se fossem defensores públicos e não tivessem o soldo dos bancos.

 

A inadimplência é conseqüência e não causa do spread bancário e nisto, os lobbies são de uma desfaçatez que denigre seus ancestrais. Atribuir-se ao crédito rural e imobiliário, componentes vetoriais para a engorda do “spread” também se insere no rol da criatividade dos cínicos. Só o Banco do Brasil empresta para o setor agrícola e o governo de despreparados não sabe peitar o lobbiy dos ruralistas no Congresso que chacinam  as finanças públicas.( o único privado que emprestou ao setor quebrou e o BC escondeu de seus pequenos acionistas - o América do Sul)

 

O Japão para sair da recessão não hesitou durante quase cincos anos em obrigar os bancos a emprestarem com taxa de juros negativa. De 1997 para cá o sistema bancário japonês foi obrigado a um purgamento. Casas fecharam. Instituições tradicionais sucumbiram e o sistema teve de promover uma reorganização societária geral para a formação de novos conglomerados. Onde estão hoje o Fuji, o Kangio e dezenas de outros bancos?  Não houve JP Proer. No Brasil o BC mandou amparar. Só não lembra quem tem memória de molusco. (Puxa! Como há moluscos!).



Escrito por SALSFI às 17h21
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   OS POLÍTICOS , A NÁUSEA E A POLÍTICA MONETÁRIA

No Brasil podem quebrar todas as empresas do setor produtivo e cidadãos. Só os bancos estão proibidos de quebrar. E para isto lhes são contemplados favores governamentais e dirigentes neófitos, imaturos ou beócios que se colocam de bruços para argumentos de uma candura enternecedora como a de solenemente aceitar teses tais que, abram-se aspas: “A origem do problema dos elevados spreads premia vários aspectos macro e microeconômicos, a maioria dos quais enraizados profundamente no ambiente operacional dos bancos no mercado doméstico”. Prêmio Pullitzer de tese falaciosa ou articulação artesanal de asneiras. “Rating” AAA do Morgan, do Stanley e do Mathews. Dois gordos e um pateta.

Mas não quero transparecer o embrulho com o ar rural que já me inquietou. A cunha tributária argumentada é desfeita já que a sábia elisão fiscal dos bancos a elimina. Mas é a mesma que extermina a competitividade da maioria das empresas brasileiras já acossadas e manietadas pelos impudentes juros bancários.

 

Diante de tantas falácias que potencializam nossas desigualdades, mas sem pretensões de voltar ao passado de Sartre, far-se-á mais moderno a opção por Rosset: Mesmo na tragédia, vamos rir?

 

« Le double comme la morale sont deux façons de nier la réalité ou de nier le tragique. Ce sont deux aspects d’un même problème. Le double, c’est l’illusion. A chaque fois que la réalité est indésirable, l’homme a une imagination extraordinairement fertile qui lui fait créer un double qui est comme un rideau qui masque ce que le réel a d’intolérable, d’indigeste, de cru. La morale a toujours été une manière de dire ce qui doit être et ce qui ne doit pas être, et de se moquer de ce qui est. »   Clément Rosset

 

Salvador Sícoli Filho



Escrito por SALSFI às 17h15
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   CARTA AO EX-PRESIDENTE DO BANCO CENTRAL

Prezado Dr. Gustavo Loyola,

 

Desculpe-me a mensagem não solicitada, mas afinal de contas o Senhor como ex-presidente do Banco Central é uma figura pública e como no final de seu artigo de 21/08 passado para o Valor Econômico continha seu e.mail, resolvi  lhe escrever.

 

Eu tinha escrito um artigo-resposta ao seu - que vai anexo - e então percebi que tinha como acessá-lo.

 

Não me conformo de nenhuma maneira com o escandaloso processo de taxas de juros no Brasil e que tomou maior impulso depois de 1999, exatamente quando o Sistema Financeiro privado e externo  montou a genial estrutura  para entronizar de vez o império dos bancos através da diabólico "Sistema de Metas de Inflação Tupiniquim".

 

Toda a teoria é  montada num arcabouço de astúcias, copiando-se e transfigurando-se o modelo neo-zelandez e adequando-o de maneira a servir aos bancos e somente a eles.

 

Como o país em sua imensa maioria é constituída de imbecis - veja-se por exemplo que depois de tudo, a massa ignara vai reeleger um chefe de bando, segundo o Procurador Geral da República, e que deixou passar a chance de promover um crescimento histórico.

 

Se tivesse cabeça e buscasse realmente pugnar por uma sociedade melhor não seria leniente e cúmplice de tantas práticas despudoradas, como o "spread" cobrado pelos bancos de seus súditos.

 

Mas vou parar de tergiversar e voltar ao foco do meu desabafo.

 

Essa couraça que desde 99 vem deixando os bancos refratários a qualquer evento intempestivo, é simplesmente abominável. Não que eu seja contra os bancos. No sistema capitalista e como agente propulsor do desenvolvimento eles são fundamentais . Como agentes do fomento. E não da extorsão impune que à luz do BC  e de muitos dos membros, vem quebrando uma montanha de empresas de cordeiros brasileiros que se recusam a gritar indo quietos para o matadouro.

 

O Sistema de Metas de Inflação  no Brasil é uma falácia - estou dizendo no Brasil - não onde ele foi implantado com decência e visando o país.

 

A questão do "spread" não é uma questão de politíca monetária é simplesmente um caso de polícia como é da esfera policial o nível dos juros praticados pelos bancos que já ultrapassam os juros dos agiotas das praças públicas.

 

O Consignado é uma aberração. É a última fronteira onde os bancos vão sugar os derradeiros recursos para transferí-los do setor produtivo para o setor financeiro. Uma vergonha que só despreparados como os do atual governo podem aceitar e, pior do que isto, promover como façanha.

 

Vá aos Estados Unidos e à Europa e fale em prestações para pagar comida pelos cartões de crédito ou comprar liquidificadores em suaves extorsões mensais.

 

Faça chuva, ou faça sol os bancos exibem lucros mefistofélicos e V.Sa como advogado e consultor dos agiotas institucionalizados por uma fachada de leis, portarias e copom, está a defender o indefensável em seu artigo.

 



Escrito por SALSFI às 17h06
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   CARTA AO EX-PRESIDENTE DO BANCO CENTRAL

E a argumentação   teórica. perdoe-me mesmo, é de uma flebilidade de irmá de caridade fazendo novena. Nada que lembrasse o grande professor acostumado a assinar embaixo de teses e receber congratulações de uma banca de sumidades. 

 

O grande mal do Brasil é o lobby dos bancos e os banqueiros.

 

Quando acabou a correção monetária  temeu-se pelos bancos. E não é que depois do fim da famigerada, os bancos produziram um modelo melhor ainda.

Quando se olha o balanço de empresas no Brasil fica-se chocado com  as extorsivas transferências contidas nas despesas financeiras.

 

Tudo provém desta distorção mas os bancos continuam impunes sob a fiel custódia do Banco Central e um sistema falacioso como insert de um modelo econômico  desastroso no mais elementar dos princípios físicos.: o sistema pascalino dos vasos comunicantes. Se tudo flui para o sistema financeiro, entopem-se os outros canais e a economia não flui. Num sistema vascular entupido dá-se o desenlace. Crescimentos pífios promovidos por economistas ligados ao sistema financeiro.

 

Mas como tudo na vida, tudo um dia termina e espera-se que esta situação em algum momento  seja reparada.

 

Deixo assim e pedindo escusas pela invasão o meu isolado e mais veemente protesto pela causa dos bancos que hoje V.Sa  defende, o que não quer dizer em absoluto que me considere ter sido desrespeitoso a um profissional extremamente qualificado e probo que reconhecemos. 

 

Cordialmente (apesar da veemência)

 

Salvador Sícoli Filho

 

Engenheiro/ Consultor de Empresas/ ömbudsman/ Crítico de Artes Governamentais



Escrito por SALSFI às 17h05
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