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O ESPELHO QUE NÃO SEREI

 

Salvador Sícoli Filho – 24/08/06

 

(Resposta a um cabo eleitoral e a mensagem ao povo de João Ubaldo).

 

 

Recebi hoje, uma mensagem sua pelo Alckmin.

 

É-me penoso aceitá-lo, desculpe-me.

 

Falta "punch", falta fibra, falta respaldo.

 

O PSDB foi um partido acovardado. Foi e continua sendo um partido de covardes. Deveria ter lutado para promover o impeachment de um impostor. Quis fazê-lo sangrar até cair exâmine e aí surgiu um mineiro covarde, com o rabo preso, e todos os seus colegas de partido correram para lhe proteger - ah o corporativismo rasteiro, sempre ele - e aí a coisa começou a minguar.

 

De outro lado, é extremamente improvável possa eu aceitar crápulas ou impostores como líderes.

Minha formação, minha educação rígida, não admite maus exemplos. Se provenientes de homens públicos então, sou radicalmente hirto. Sob a menor suspeita quero cassar o respeito dos que desrespeitam o inalienável dever de dar bom exemplo.

 

Um deputado, um político qualquer, um líder, deveriam fornecer exemplos. Servir de protótipos para seus comandados na lealdade, na inteligência, na educação, na sabedoria, na honradez. Benchmark de Homem.



Escrito por SALSFI às 12h48
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Mas o que temos hoje?

 

Uma legião de famintos de poder pelo poder. 

De desqualificados de fraque e cartola brincando com a futilidade de uma elite insípida e que ainda não avaliou a semente da destruição que foi inseminada e que produzirá em breve uma geração de desajustados de idéias. De desnorteados de padrão. Se um presidente brinca que não sabia de nada, mente, prevarica e não há homens públicos que lhe apeiem do poder, temos um bando de dirigentes espúrios e sem caráter. O regime entre nós é presidencialista e não há como tergiversar: se não sabia é um ausente prevaricador. Ao invés de viajar, deveria se dedicar ao acompanhamento de seus pares. Se estes são bandidos e não atuou é mesmo o chefe da quadrilha, como disse em seu irretocável parecer o Procurador Geral da República. Se demitiu de “brincadeirinha” e depois, afagou, é um cínico contumaz. Um prestidigitador de um circo mambembe que se acampou no Planalto.

 

O mau exemplo, ou o pior, a legitimização da inversão de valores, erige uma sociedade futura de sem carácteres.

 

Chegamos ao fim do túnel sem embocadura. Não há luz. Reina uma completa escuridão em um país dominado. Dominado pelo medo.

 

Se releio o tema de um gentleman - João Ubaldo - não quer dizer que vá ao espelho - como quer o Ribeiro - e me veja como culpado. Olho e me revejo. Sempre gritei, sempre alertei. Não fui conivente, extrapolei em artigos a minha indignação. Mesmo cansado, não interrompi a minha capacidade de me indignar.

 

Respeito os artistas, mas não aquele bando de travestis da postura que ainda conseguem sentar, jantar e apoiar o apátrida sem caráter. Paparicar o tocador de megafone, o filósofo das falsas aleivosias é surrealismo de sarjeta. Ter o dom da embriaguez das palavras fáceis para milhões de imbecis, e ainda conseguir engabelar adversários, iludir idiotas, pilheriar com empresários, unir-se a banqueiros e a larápios inseminando o terrorismo de oportunidade pilotado de presídios e de casas de luxo suspeitas para produzir o caos paulista, é produzir a devastação de um país sem lei, sem comando. É a mão oculta dos amigos afastados e que continuam atuantes como maquiavélicos da proveta da baderna.

 

Se o país ainda se move é por conta de grandes e estóicos empreendedores. Pena é que no meio destes ainda há alguns que vão fazer jantar para o energúmeno que dilapida a auto-estima de um país e condena seus filhos à escravidão de uma cultura medíocre, de falta de seriedade, de falta de palavra, de desrespeito a princípios e de inoculação da inversão de padrões.



Escrito por SALSFI às 12h48
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A imoralidade campeia, o crime avança sob as mais variadas formas.

O grande partido do Brasil é o PCC.

 

Este manda e desmanda enquanto energúmenos covardes, ou esclerosados a um passo do túmulo nos comandam para o medo, para a rendição.

 

Temos de ficar trancafiados em casa, reféns do medo, enquanto a noite regurgita em Nova York, em Paris e, se a Via Veneto definha, até a Recoleta  exulta das cinzas, enquanto os cabarés cariocas e as noitadas paulistas nos são revestidas de medo. Medo de tiros, de balas perdidas, de achaques no trânsito, de seqüestros relâmpagos.

 

Sabem de onde surgiu isto?!

 

Do hedonismo maltrapilho gerado há quarenta anos em cadeia nacional de TV. Divulgamos como ninguém os corpos modelados de mulheres precoces, enquanto inseminamos nas crianças os trejeitos da dança da garrafa, dos trajes sumários, da permissividade, da esperteza, da promiscuidade, do assalto e do estupramento dos valores sagrados do casamento. Incentivos à troca inaudita de casais até chegar-se ao lupanar maior: a Casa de Tolerância em que se tornou o Congresso.



Escrito por SALSFI às 12h46
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Minha querida e doce cabo eleitoral.

 

Desculpe-me o desabafo.

 

Eu a apoio de olhos vendados.

Sou extremamente fiel no culto a minhas preciosidades.

Mesmo à distância eu a entronizo e venero com todo o respeito.

És uma entidade maior, mas...

Hoje eu só votaria em mim.

Nossa atual geração de políticos merece toda uma cassação.

Sem exceção. Os justos deveriam pagar pelos pecadores.

Corruptos ou omissos. Não há exceção. Só um expurgo ou concurso público com certidão negativa de débito, atestado de bons antecedentes assinados por uma banca de homens de mais de sessenta anos e de ilibada e notória honradez.

 

Na política não há a regra exceção.

Se errou, tem que pagar.

À simples suspeita, afastamento.

 

Você já imaginou, se o Lázaro Brandão não iria saber se um diretor dele não fez daquela CC-5 um conluio para burlar o fisco ou um gerente do Johanpeter iria conseguir tapa nas costas do chefe depois de promover um desfalque no almoxarifado do escritório de vendas.

 

Para promover o expurgo dessa geração nefanda de travestis de políticos só defenestrando a todos.



Escrito por SALSFI às 12h45
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Eu só e preocupado com a faina diária não serei quem fará isto.

 Mas o meu protesto,  dos meus filhos, das minhas ex, da minha legião de brancaleones será não comparecer às eleições este ano.

Vestidos de preto levaremos nossos protestos a ministros covardes do Supremo Tribunal Eleitoral, que em pleno reinado da podridão política, não cassou o direito político de nenhum corrupto habilitando-os a serem sufragados pelos incautos que os elegerão de novo, se não conseguirmos anular essa eleição.

Enquanto houver juízes covardes como os ministros Marco Aurélio e Grossi, além dos vendidos do STF como o ex-Jobim, subservientes  ao presidente, mesmo que fantoche, e subordinados a banqueiros, esse nosso grandioso país não terá de mim senão o pagamento em juízo da minha multa eleitoral pelo não comparecimento. Meu voto nulo não aplacaria a ira. Meu protesto é muito maior. Estamos votando pela perpetuação da mediocridade. O povo, João Ubaldo, não merece a democracia que tem. Essa democracia aviltada pelo desprezo à mesma de biltres revestidos de metáforas.

 

Desfilarei sessentão de roupa preta pela redenção dos valores.

Mas não serei engabelado por políticos de baixo calibre que atiram na minha auto-estima de cidadão brasileiro que não pode ser vaca de presépio de mandatários sem caráter,

Para não conspurcar o meu voto, não votarei em nenhum honesto desconhecido ou num esperto impune e por isto conclamo os cidadãos que ainda acreditam em patriotismo para fazer o mesmo. Pela clarificação dos verdadeiros valores. Pela ablação da impunidade e restauração da ordem nesse país de carneiros idiotas que compõe uma maioria de famintos amordaçados por esmolas de ébrios da visão vesga.



Escrito por SALSFI às 12h43
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Reparada a ordem, sem esmolas, mas com geração de empregos para a grande massa de baixa qualificação, o progresso a 10 % ao ano no PIB.

 

Perdoando-me pelos excessos e arroubos, diga ao Dr. Alckmin que médicos não sobrevivem sem engenheiros, sem açougueiros e nem sem costureiros. Não se combate criminosos com bom-mocismo.

 

Ao país faltam planejadores generalistas e com visão de mundo.

 

O Planejador do Lulla é um modesto e imbecil sindicalista bancário. O que ele entende do mundo?

 

Temos um bando de achacadores e comandando a quadrilha, um presidente.

Quem disse isto, você? – Não, o Procurador Geral da República.

Presidente de escola de samba, de clube de futebol? – Não, presidente da república.

O espelho não serei eu, João Ubaldo!

 

Salvador Sícoli Filho

 Engenheiro./Financista /Diretor de empresas./Consultor de Empresas./Planejador de País./Recitador de Neruda.

Treinador de Goleiros no Pólo Norte. (Todos os presidentes goleiros ou tomadores de goles, poderão ser presos e destituídos para não darem mau exemplo às nossas crianças). 



Escrito por SALSFI às 12h43
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