SALSIFI INVESTMENTS
   A OUTRA VERSÃO DA SUFICIÊNCIA

 GROSSA MENTIRA

Do colunista Janio de Freitas na Folha de S. Paulo, 23/04/06

"A afirmação de que "o Brasil atingiu a auto-suficiência em petróleo" é mentira. Mas todo o país está levado pelo governo, pela farta publicidade da Petrobras, por jornais, TV e rádios, mais do que a tomá-la como verdade, a orgulhar-se da adulteração.

Auto-suficiente é o que se basta, e a Petrobras e o Brasil precisam continuar, ainda por tempo indeterminado, a importação de grandes volumes de petróleo leve. Quantidades que se tornarão ainda maiores caso o governo Lula (ou seu eventual sucessor) se mostre afinal capaz de reativar o crescimento econômico

Nem a economia sonolenta destes anos -a pior dentre os países emergentes e, nas Américas, só melhor que a do mísero Haiti- poderia perdurar sem a importação de mais de 10% do consumo diário nacional. Grande parte da indústria, o transporte urbano de massas e o de carga seriam paralisados por falta de diesel, nafta e outros derivados. A Petrobras ainda não tem como obter do petróleo pesado, típico da produção brasileira, aqueles subprodutos essenciais.
 

Se a importação de petróleo e derivados é indispensável à atividade normal do país, o país não é auto-suficiente em petróleo. Mesmo que R$ 37 milhões sejam gastos na publicidade direta, e não se sabe quantos outros com os espetáculos presidenciais, para induzir a mentira desnecessária e deliberada."



Escrito por SALSFI às 12h00
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   A SUPER PLATAFORMA

A PLATAFORMA DA AUTO SUFICIÊNCIA

Nicola Pamplona

A plataforma P-50 inicia hoje suas atividades, dando início às comemorações pela conquista da auto-suficiência na produção nacional de petróleo. O presidente da República, estará na embarcação para acompanhar a extração do primeiro óleo.

 A plataforma recebeu no início da semana a licença de operação do Instituto Nacional de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para iniciar as atividades. Já tem 2 dos seus 30 poços conectados e começa a produzir aos poucos. A capacidade máxima, de 180 mil barris de petróleo por dia deve ser atingida em julho, segundo estimativa da Petrobrás.

 Antes de ser deslocada para o Campo de Albacora Leste, na Bacia de Campos, a embarcação passou um mês ancorada na Baía de Guanabara testando equipamentos e estabilidade. Nesse período, também recebeu inspeções da Marinha e de entidades internacionais de certificação. Em meados de março, depois de aprovados os testes, foi rebocada para o campo.

 Nas comemorações de hoje, Lula deve acionar simbolicamente os equipamentos de produção de petróleo, apertando um botão enquanto posa para fotografias. No fim da tarde, vai ao Rio participar de uma cerimônia com os empregados da estatal, políticos e empresários, que será realizada no Museu Histórico Nacional, no centro da cidade.



Escrito por SALSFI às 11h20
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   ESPECIAL PETROBRÁS


A história do tesouro submarino

Nicola Pamplona

Em 1974, ao voltar de uma viagem ao Oriente Médio, o geólogo Carlos Walter Marinho Campos encontrou em sua mesa, na sede da Petrobrás, pedido de autorização para o abandono de um poço exploratório que estava sendo perfurado no litoral norte-fluminense.

A sonda de perfuração Petrobrás 2 trabalhava há semanas no local e não havia encontrado nada. Técnicos da companhia sugeriam o deslocamento da sonda para outra região. Os recursos eram escassos e o Brasil precisava de petróleo para responder à crise mundial de preços, foi o argumento usado para justificar a desistência.

Na viagem, Marinho aprendeu que as abundantes reservas árabes foram encontradas em rochas calcárias, a cerca de 5 mil metros de profundidade. Como o poço da Petrobrás 2 estava a apenas 200 metros do calcário, ele determinou que os trabalhos seguissem mais fundo. Dias depois, a Petrobrás encontrou os primeiros indícios do que viria a ser a Bacia de Campos. O sucesso motivou a perfuração de um novo poço na região, descobridor do Campo de Garoupa, o primeiro da bacia hoje responsável por 83% da produção nacional de petróleo.

"Não imaginávamos que tínhamos descoberto uma província tão grande. Para nós, podia ser algo parecido com a Bacia de Sergipe-Alagoas", recorda o geólogo Giuseppe Bacoccoli, que trabalhava na área de exporação e produção da Petrobrás na ocasião, citando a primeira bacia onde a estatal buscou petróleo no mar. Hoje, ele ri da comparação: toda a Bacia de Sergipe-Alagoas produz 54 mil barris por dia, cerca de um terço do que a P-50, sozinha, vai extrair do Campo de Albacora Leste. "Se me perguntassem na época se Campos poderia produzir mais de 1 milhão de barris por dia, eu diria que era impossível", diverte-se.

A maior bacia petrolífera brasileira superou a marca de 1 milhão de barris por dia há cinco anos. Hoje, o volume extraído diariamente na região chega perto dos 1,5 milhão, maior do que a produção de alguns membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), como Argélia e Indonésia. A atividade na região só tende a aumentar, com a entrada em operação de novas plataformas. Além da P-50, o planejamento estratégico da estatal prevê que, até 2009, oito novas unidades sejam instaladas na região, com capacidade para produzir pelo menos 1 milhão de barris por dia. Para 2010, há mais três grandes plataformas.

A anglo-holandesa Shell também vai investir na bacia, onde encontrou 500 milhões de barris de petróleo em parceria com a Petrobrás. Além disso, segundo a Agência Nacional do Petróleo (ANP), 14 empresas têm concessões para buscar reservas nos 100 mil quilômetros quadrados da bacia. Interesse que reflete o bom desempenho da Petrobrás na região - segundo a empresa, a taxa de sucesso em Campos é a maior do mundo, com uma descoberta para cada dois poços perfurados.

DESCONFIANÇA
A história da bacia, porém, é recheada de desconfiança e, se o mundo não enfrentasse uma crise sem precedentes no abastecimento de petróleo, é possível que sua descoberta fosse mais demorada. A Petrobrás iniciou a busca por reservas marítimas no Nordeste. Com a primeira crise do petróleo, no início dos anos 70, porém, os esforços na busca por reservas se intensificaram. Na segunda crise, no fim da década, o governo criou um plano de investimentos no setor, que previa uma abertura sem precedentes nos cofres estatais. A meta era atingir a produção de 500 mil barris de petróleo por dia, reduzindo substancialmente a dependência com relação ao mercado internacional.

Esse esforço foi coroado com a descoberta, em 1985, do primeiro campo gigante do País, batizado de Albacora. A partir daí, foram descobertas reservas cada vez maiores, em campos como Marlim - hoje o maior do País, com cerca de 500 mil barris por dia -, fundamentais para a auto-suficiência.

Hoje, qualquer número relativo à Bacia de Campos é grandioso. São 40 plataformas de produção, conectadas entre si e com o continente através de mais de 4,7 mil quilômetros de dutos, distância igual à de Porto Alegre a Manaus. Todo ano, a Petrobrás contrata R$ 11 bilhões em serviços e outros R$ 4 bilhões em bens para a região.

O desenvolvimento da Bacia de Campos, onde as grandes reservas estão em águas profundas, foi o principal laboratório para o desenvolvimento da tecnologia petroleira para produção de petróleo, hoje reconhecida em todo o mundo.



Escrito por SALSFI às 11h02
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   O PETRÓLEO E O FUTURO

BR - PETRÓLEO

Para especialistas, ainda há grandes possibilidades de descobertas de novas reservas que poderão adicionar produção nos próximos 15 anos. Hoje, o Brasil tem 13,2 bilhões de barris de reservas provadas de óleo equivalente (petróleo e gás). Segundo estudo das consultorias britânicas Wood Mackenzie e Fugro Robertson, o País ainda tem a descobrir reservas de 18 bilhões de barris de óleo equivalente em águas profundas.

Para Jean-Paul Prates, é hora de as empresas privadas engrossarem os investimentos tradicionalmente feitos pela Petrobrás em pesquisas e exploração. “O setor de petróleo é um mercado de risco. Esse investimento não é tarefa da Agência Nacional de Petróleo.”

As reservas provadas são suficientes para garantir a produção por 16 anos, segundo projeção da Petrobrás. O geólogo Giuseppe Bacoccoli, que fez carreira na estatal, calcula que, para manter no nível atual a relação entre reserva e produção, é preciso descobrir um campo gigante, com pelo menos 800 milhões de barris, a cada ano.
Uma das grandes apostas da companhia, são as reservas recém-descobertas de óleo leve (aquele com alto grau API, medida internacional de qualificação do óleo), que tem valor comercial maior, por representarem custos mais baixos de refino. A partir de 2006, a produção de óleo leve da estatal ultrapassará os 150 mil barris diários. Atualmente, quase todo o petróleo extraído dos campos nacionais é pesado, com grau API em torno de 20. O valorizado petróleo árabe tem em torno de 50 API.
Bacoccoli lembra que o desafio de manter a auto-suficiência será maior à medida em que o País alcance taxas de crescimento econômico desejadas, acima de 5% ao ano. “O consumo de combustíveis no Brasil é muito baixo, o que acelerou o processo de auto-suficiência”, afirmou. Segundo ele, o consumo nacional é de 4 barris/ano por habitante, enquanto em países como Espanha e Itália, esta relação chega perto dos 12 barris. Nos Estados Unidos, o consumo per capita é de 25 barris/ano. “Se o brasileiro consumisse como o espanhol, precisaríamos de três vezes mais petróleo para sermos auto-suficientes”, compara.



Escrito por SALSFI às 10h53
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PETRÓLEO, COMMODITTY EM ALTA

Na semana em que o petróleo bate picos de preço de US$ 72 o barril, com projeção de US$ 71 no mercado futuro para o mês de maio, o Brasil anuncia a conquista da auto-suficiência em produção. Ou seja, o País passa a extrair de suas jazidas um volume de óleo superior ao total de combustíveis que o mercado interno consome. É uma independência econômica internacional importante e não por acaso a data escolhida para anúncio foi o 21 de abril, Dia de Tiradentes, mártir da luta contra a coroa portuguesa.

Foi uma jornada longa, que atravessou, ao menos, 12 diferentes gestões governamentais e que teve seu ponto de aceleração nos anos 80, logo após a descoberta dos campos gigantes no litoral do Rio de Janeiro, na Bacia de Campos. Hoje, com a perspectiva de novas fronteiras de produção, especialmente nas Bacias de Santos e do Espírito Santo, o setor de petróleo é a mais promissora atividade econômica nacional.

Em quatro anos, os investimentos da Petrobrás somaram R$ 107 bilhões, inlcuindo a previsão de gastos para 2006. Segundo a Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip), empresas privadas despejarão mais US$ 16,9 bilhões (ou cerca de R$ 36 bilhões) até 2010.

Este ano, pela primeira vez desde sua fundação, há 53 anos, a Petrobrás deixará de integrar a coluna das empresas que contribuem para o déficit na balança comercial brasileira e passará para o grupo do superávit. De cara, com uma participação em torno de US$ 3 bilhões nas exportações líquidas (exportação menos importação), como estima o presidente da estatal, José Sérgio Gabrielli.

Ele acredita que a auto-suficiência, que chega dentro do prazo previsto no cronograma oficial, está na verdade atrasada. “Poderíamos ser auto-suficientes há dois anos, não fossem problemas conjunturais, como atrasos em plataformas e outras questões.”

O mais grave problema para a produção foi o naufrágio da P-36, em março de 2001, que iniciaria a produção no campo g

Ele acredita que a auto-suficiência, que chega dentro do prazo previsto no cronograma oficial, está na verdade atrasada. “Poderíamos ser auto-suficientes há dois anos, não fossem problemas conjunturais, como atrasos em plataformas e outras questões.”

O mais grave problema para a produção foi o naufrágio da P-36, em março de 2001, que iniciaria a produção no campo gigante de Roncador. Por uma falha de projeto, o enorme equipamento afundou, matando 11 trabalhadores.

Outras plataformas vieram depois. E as que ganharam os louros de representarem o marco da auto-suficiência foram a P-43 e a P-48, que entraram em operação no ano passado, e a P-50, que será acionada hoje, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Além de ter solucionado o problema estrutural da conta-petróleo – uma intrincada equação que tinha como elementos a Petrobrás e o Tesouro e envolvia cálculos sobre débitos com subsídios ao transporte de combustíveis –, o País vive um momento excepcional no mercado, como lembra o consultor Jean-Paul Prates, da Expetro.

“Alcançar a auto-suficiência neste momento de alta histórica de preço do petróleo tem um imenso valor macroeconômico, mas para o Brasil ainda é mais especial. Além de ser uma nova fronteira mundial de investimentos em energia, o País se apresenta ao mundo como líder nato na indústria de biocombustível, que é o que vai fazer o preço do petróleo baixar daqui 15, 20 anos”, declara Prates.
Em 2004, a Petrobrás deixou de ser a única produtora de petróleo em território nacional, com o início da operação da anglo-holandesa Shell no Campo de Bijupirá e Salema, na Bacia de Campos, em parceria com a estatal brasileira. Agora, com o funcionamento da P-50, a espanhola Repsol entra, também com a Petrobrás, na produção do Campo de Albacora-Leste. Ainda estão na fila as americanas Devon, Chevron e El Paso.

“Estamos realizando dois sonhos: o da auto-suficiência brasileira e o de ser a empresa estrangeira parceira deste processo”, declara João Carlos de Luca, presidente da Repsol no Brasil. O executivo, que trabalhou na Petrobrás por 30 anos, acompanhou de perto toda a evolução na produção, desde os 180 mil barris/dia do Campo de Garoupa, em 1974. “Para mim, é uma emoção muito particular. Dos momentos das várias conquistas na Petrobrás e agora, quando as empresas estrangeiras começam a criar realmente raízes no País.”

estatal ultrapassará os 150 mil barris diários. Atualmente, quase todo o petróleo extraído dos campos nacionais é pesado, com grau API em torno de 20. O valorizado petróleo árabe tem em torno de 50 API.
Bacoccoli lembra que o desafio de manter a auto-suficiência será maior à medida em que o País alcance taxas de crescimento econômico desejadas, acima de 5% ao ano.



Escrito por SALSFI às 10h42
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PETRÓLEO, PETRÓLEO!

O valorizado petróleo árabe tem em torno de 50 API.
Bacoccoli lembra que o desafio de manter a auto-suficiência será maior à medida em que o País alcance taxas de crescimento econômico desejadas, acima de 5% ao ano. “O consumo de combustíveis no Brasil é muito baixo, o que acelerou o processo de auto-suficiência”, afirmou. Segundo ele, o consumo nacional é de 4 barris/ano por habitante, enquanto em países como Espanha e Itália, esta relação chega perto dos 12 barris. Nos Estados Unidos, o consumo per capita é de 25 barris/ano. “Se o brasileiro consumisse como o espanhol, precisaríamos de três vezes mais petróleo para sermos auto-suficientes”, compa
ra.



Escrito por SALSFI às 10h38
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   PETRÓLEO: A UTO SUFICIÊNCIA

O PETRÓLEO É NOSSO, ENFIM!

SALVADOR SÍCOLI FILHO - 22/04/06

 

A data é mais que oportuna. Na mesma semana em que a cotação do barril do petróleo no mercado internacional encostou nos US$ 73, a Petrobrás põe em funcionamento a P-50, plataforma de exploração de petróleo de US$ 1,5 bilhão que permitirá ao País produzir mais que o sufuciente para atender ao consumo interno. Significa que, agora, a economia brasileira deixa de ficar exposta diretamente aos efeitos de crises externas provocadas por conflitos bélicos ou intempéries, causas de periódicas instabilidades na cotação do combustível que move a economia mundial.

Não é pouca coisa. Mas há outras conquistas dignas de comemoração. A P-50, além de apresentar inovações tecnológicas em suas 77 mil toneladas, empregou em sua construção, direta ou indiretamente 16 mil brasileiros. O equipamento vai garantir uma mudança significativa nos resultados das contas do País. Em 2004, o Brasil teve um déficit comercial em petróleo e derivados de US$ 3 bilhões. No ano passado, o déficit já caiu para US$ 132 milhões. Este ano, haverá superávit de mais de US$ 2 bilhões, o primeiro da história.

Navegue por este especial e entenda o significado da conquista da auto-suficiência em petróleo e conheça um retrato completo da matriz energética brasileira e das perspectivas do setor para os próximos anos.



Escrito por SALSFI às 10h35
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