SALSIFI INVESTMENTS
   A VOLTA DO ESTADO À PETROQUÍMICA

Petroquisa estará em projeto de US$ 490 milhões

Salvador Sícoli Filho - 14/02/06 

A Petroquisa, subsidiária do setor petroquímico da Petrobras, anunciou hoje em São Paulo a aprovação de sua participação em um projeto para a produção de ácido tereftálico Purificado (PTA). O produto é matéria-prima de fibras sintéticas para a indústria têxtil e embalagens tipo PET, entre outros fins.

O investimento previsto no projeto será de US$ 490 milhões e será dividido com parceiros ainda não divulgados pela Petroquisa.

Este investimento faz parte do projeto da Petrobras de ampliar sua atuação no setor petroquímico. A fábrica de PTA ficará no estado de Pernambuco. Embora o projeto já fosse aguardado pelo mercado, a Petroquisa ainda não divulgou prazo para a conclusão da obra e outros detalhes.

OBS.: Os principais fabricantes de ácido tereftálico são a a Dow Chemical,a Elekeiroz e a Ciquine ( comprada e incorporada à segunda há dois anos). Os donos são o mesmo: Banco Itaú!

Se a Elekeiroz não tinha participante relevante do Estado, a Ciquine foi constituída sob o tradicional modelo tripartite do limiar da petroquímica brasileira.

Donde se conclui pela volta retumbante do Estado num segmento onde os lucros serem foram parcos e onde a Ciquine quebrou até ser comprada pelo grupo Itaú.

E assim o dinheiro dos bancos vai para os bancos particulares...

A conferir, quando o BNDES divulgar para quem vai a bolada e a prestar a atenção nas ações esquecidos dos envolvidos nesse triângulo amoroso.

PS.: em 18/02/06 fomos informados que neste triângulo não haverá outro banco e sim a Vicunha Textil dos Steinbruch e Rabinovich e um grupo italiano.



Escrito por SALSFI às 06h24
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   O AVANÇO DA SIDERURGIA

Apesar da pequena participação na produção mundial, há boas razões para atração de investimentos para o Brasil. O país é reserva do minério de ferro de melhor qualidade do mundo e tem uma boa logística para seu transporte às usinas. Isso faz com que o custo de produção da placa de aço aqui seja um dos mais baixos do globo. Enquanto o custo fica em torno de US$ 232 por tonelada de placa no Brasil, esse valor sobe para US$ 262 na ex-União Soviética, US$ 285 na Índia e US$ 302 na China. Os dados são do World Steel Dynamics



Escrito por SALSFI às 06h56
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   PROJETOS SIDERÚRGICOS

Os desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para o setor de siderurgia devem ficar entre R$ 600 milhões e R$ 650 milhões este ano, segundo estimativas do Departamento de Insumos Básicos da instituição. O valor é 11% maior que o liberado em 2005, quando o setor reverteu a tendência de queda nas liberações que vinha ocorrendo desde 2001. Entre os projetos que devem assegurar a melhora no desempenho está o da Ceará Steel, fruto da parceria entre a Companhia Vale do Rio Doce (CVRD), a italiana Danieli e a corena Dongkuk, que deverá receber R$ 340 milhões do BNDES.


O crescimento nas liberações reflete o bom momento da siderurgia brasileira. Durante os dez primeiros anos após a privatização do setor, finalizada em 1994, foram investidos US$ 13,9 bilhões em modernização do parque siderúrgico nacional, segundo o Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS). A partir de 2004, as siderúrgicas começaram a se mobilizar para expandir capacidade e, assim, atender o mercado internacional, em forte expansão devido ao crescimento chinês. Esse movimento se reflete nos números do BNDES.
Se dividirmos a carteira do banco para o setor siderúrgico entre os empréstimos para compra de máquinas e equipamentos, enquadrados na linha Finame e geralmente de valores mais modestos, e os empréstimos para grandes projetos, da linha Finem, destinada a financiar empreendimentos de grande porte com demanda superior a R$ 10 milhões, veremos que enquanto os desembolsos para o Finame saltaram de R$ 21,3 milhões em 2001 para R$ 215 milhões em 2005, as liberações para o Finem apresentaram queda entre 2001 e 2004 indo de R$ 454,6 milhões para R$ 259 milhões, ensaiando uma recuperação em 2005, quando alcançaram R$ 359 milhões.
As liberações para aquisição de máquinas refletem os investimentos em modernização, que foram maioria até agora. A partir deste ano, a tendência é de aumento de liberação dos desembolsos para as duas linhas de financiamento, afirma Paulo Sérgio Moreira da Fonseca, chefe de Departamento de Insumos Básicos do BNDES. Fonseca baseia sua previsão na carteira de projetos aprovados ou em análise no banco. Entre eles estão os investimentos de R$ 1,5 bilhão do grupo Gerdau na ampliação da capacidade instalada e de R$ 2,3 bilhões da Ceará Steel, o primeiro projeto “greeenfield” em mais de dez anos no setor.
O projeto da Gerdau, que abrange quatro empresas do grupo, prevê expansão da produção de 16,4 milhões de toneladas anuais de aço bruto e 12,9 milhões de toneladas anuais de laminados para 21,4 milhões e 16, 4 milhões de toneladas por ano, respectivamente, em 2008. O BNDES financiará até R$ 900 milhões, dos quais cerca de R$ 500 milhões poderão ser liberados em 2006. Para a usina do Ceará, avaliada em R$ 2,3 bilhões, foram solicitados pelos sócios R$ 340 milhões. Ainda estamos negociando a forma de participação do BNDES no projeto, mas possivelmente a primeira parcela sai este ano , diz Fonseca. Parte do empréstimo deverá ser feita em debêntures conversíveis em ações. Caso exerça a opção, o BNDESPar ficará com 40% do empreendimento. Assim a participação da Vale cairá dos atuais 15% para 9% e da da DongKuk, de 60% para 34%. A Danieli tem hoje 25% das ações da usina, fatia que cairia para 17%.



Escrito por SALSFI às 06h52
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   PROJETOS SIDERÚRGICOS

Outros projetos importantes são a modernização da máquina de lingotamento contínuo da Cosipa (empresa do sistema Usiminas), avaliada em R$ 320 milhões e cujo financiamento será de R$ 140 milhões, e a expansão da capacidade instalada da usina de Barra Mansa (RJ), da Votorantim Metais. A produção anual de 400 mil toneladas será elevada para 580 mil toneladas por ano. O custo do projeto é de R$ 300 milhões, dos quais R$ 100 milhões virão do BNDES. O empréstimo para a usina de Barra Mansa está em curso. Já o financiamento para a Cosipa deve ser liberado quase integralmente em 2006,



Escrito por SALSFI às 06h50
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   O ROUBO A 150 KM/HORA

No país da impunidade, quem de nós  nunca foi roubado? Na semana passada me levaram outro carro. Por quaisquer R$ 500 reais estão roubando para desmanchar ou para legalizar. E o governo? E as autoridades? Veja mais um artigo sobre o assunto. 
 
Clonagem vira indústria

Quadrilhas começam a falsificar placas para 'legalizar' veículos roubados e vender no Brasil e até no exterior

Marcello Gazzaneo - 12/02/06

Às 4h19 do dia 4 de dezembro , o Gol do estagiário de engenharia da Telemar Ermínio Stopa de Miranda Júnior, 23 anos, estava estacionado na garagem de sua casa, na Ilha do Governador. Na mesma data e horário, um veículo com a placa do seu carro era flagrado por um radar na Praia do Flamengo. O caso, descoberto por Ermínio ao receber pelo correio a multa da Prefeitura do Rio, retrata um crime cada vez mais comum no cotidiano do carioca: a clonagem de automóveis. Nos últimos três anos, a Corregedoria-Geral do Detran registrou uma média de 2,05 casos de clonagem por dia no Estado.

As estatísticas do órgão mostram 2.255 casos entre 2003 e 2005, uma média de 62,6 clones identificados por mês. Nos 30 primeiros dias desse ano, já foram 36 registros na corregedoria-geral. Os números levaram a Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis (DRFA) a criar um núcleo para o combate a esse tipo de crime. As investigações, iniciadas há pouco mais de um ano e meio, já revelaram que pelo menos três quadrilhas especializadas em clonagem vêm atuando no Rio.

O alvo principal desses grupos, de acordo com o delegado titular da DRFA, Gilberto Ribeiro, é o mercado de automóveis.

- A clonagem já deixou de ser um crime apenas para escapar das multas. Essas quadrilhas que estamos mapeando clonam os carros e depois vendem. Os veículos roubados ganham a placa e a documentação de um original e são da mesma marca, modelo, cor e ano de fabricação. É o que chamamos de clone perfeito - explicou o delegado.

Segundo Gilberto, os integrantes das quadrilhas oferecem esses carros em classificados de jornais, geralmente com o preço 5% abaixo do praticado no mercado. Mas o delegado, que descartou o envolvimento de concessionárias no esquema, lembrou que quase sempre os carros transformados em clones mantêm o chassi original.

- Por isso, é muito importante que as pessoas que estão comprando carros oferecidos por particulares observem se o número do chassi está na lista de carros roubados. Esse tipo de cuidado pode diminuir a possibilidade do golpe - ressaltou Gilberto.

A clonagem passou a despertar a atenção das quadrilhas por ser um processo mais simples para transformar um carro roubado em legal. Antes, a forma mais comum consistia em roubar um carro e utilizar suas peças para montar um veículo sobre o chassi de um automóvel batido e adquirido em leilão.

- E o lucro com a venda do clone também é muito maior - garantiu o chefe do setor de investigação da DRFA, Alexandre Estelita.

Apesar da atuação cada vez maior das quadrilhas especializadas, as clonagens mais simples continuam atormentando a vida dos proprietários de automóveis. Vítima desse tipo de crime, o estagiário de engenharia Ermínio Júnior lembrou a procissão que cumpriu para provar que é inocente. Ele entrou com um processo na Corregedoria-Geral do Detran e ainda aguarda o resultado.

- Quando recebi a multa, percebi logo que meu carro havia sido clonado. Na foto do radar, dá para ver que o carro multado tem duas portas, enquanto o meu tem quatro. Mas mesmo assim tive que perder um dia de trabalho para poder dar entrada no processo na corregedoria - contou Ermínio, ainda sem saber se poderá fazer a vistoria anual na data marcada.



Escrito por SALSFI às 06h27
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