SALSIFI INVESTMENTS
   OPINIÕES SOBRE A ABSOLVIÇÃO DE CORRUPTOS

Parlamento

Numa democracia, a atuação do Parlamento, seja no regime presidencialista como no parlamentarista, é algo de suma importância, uma vez que entre suas funções, está a de fiscalizar o Executivo. Mas para tanto, faz-se necessário que seus integrantes hajam no interesse maior, que é o interesse público. Ao condicionarem a votação do orçamento à convocação, estão agindo em interesse próprio.

João Carlos Borges, Salvador

Cassação

Os 250 deputados federais - desconhecidos em razão do voto secreto - que absolveram Romeu Queiroz, portanto, avalizando e tornando-se parceiros incontestáveis do crime, do favorecimento e da corrupção, são seres humanos tão minúsculos que conseguiram a proeza de causar náuseas e asco a todos os cidadãos de bem do Brasil

David Neto, São Paulo

n Que pouca vergonha a absolvição de Romeu Queiroz. Desde quando receber mais de R$ 300 mil do valerioduto não é crime? Chamem de volta os cassados, chamem de volta os espertalhões que renunciaram, eles, então, também não roubaram e nem foram corruptos. Que absurdo!

Ronaldo Villar, Rio de Janeiro

n Esse acordo para evitar cassações é indecente, imoral e estarrecedor. Vamos trocar todos esses maus políticos. Não reeleja nenhum na próxima eleição. O voto é nossa arma.

Osvaldo Camargo, Resende (RJ)

  • Mais um dos poucos mensaleiros pegos com a mão na massa é absolvido pelos seus pares numa clara demonstração de que nossos representantes estão pouco ligando para seus eleitores. Preferem o corporativismo. Cassaram o Jefferson por vingança, denunciou os colegas, e o Dirceu porque, por pertencer à cúpula, a repercussão negativa seria incontrolável. Os de menor fama como Romeu Queiroz e Sandro Mabel escaparam.

    Carlos Coutinho, Rio de Janeiro



  • Escrito por SALSFI às 05h07
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       O CORPORATIVISMO IMORAL

    Pizza com sabor indecoroso

    Vitória de Romeu Queiroz, que admitiu ter usado dinheiro de Marcos Valério, gerou suspeita de acordão para salvar outros

    Renata Moura e Sergio Duran

    BRASÍLIA E RIO - O dia seguinte da sessão que absolveu o deputado Romeu Queiroz (PTB-MG) foi de suspeitas de um acordo arranjado por parlamentares de partidos envolvidos no esquema do “mensalão” para livrar seus pares, também ameaçados pela degola. Os comentários na Câmara passavam por perplexidade e recriminação depois que, com quórum de 443 dos 513 deputados, Queiroz teve 250 votos a favor contra 162 contrários, 22 abstenções, 8 brancos e um nulo. O presidente do Conselho de Ética, Ricardo Izar (PTB-SP) mostrou preocupação e admitiu que a decisão pode beneficiar outros deputados investigados.

    – Quebraram uma tradição de não seguir o voto do conselho. Não posso dizer que abre um precedente, mas é ruim – disse Izar.

    Mais tarde o presidente do conselho argumentou que a absolvição pode estabelecer um parâmetro de julgamento que possibilita livrar deputados como Roberto Brant (PFL-MG), João Paulo Cunha (PT-SP) e Professor Luizinho (PT-SP) da cassação. A linha de defesa dos três parlamentares segue a cartilha usada por Queiroz. Eles negam ter usado o dinheiro do valerioduto para gastos da própria campanha.

    Entre os conselheiros é praticamente unânime a interpretação de que todos os representados respondem à mesma acusação que Romeu. Todos, portanto, poderiam ter o mesmo destino.

    Conselheiros e oposição durante o dia manifestaram preocupação e repúdio ao que classificaram de “goleada” aplicada por Queiroz. Integrante do conselho, Nelson Trad (PMDB-MS), que leu o relatório no lugar de Josias Quintal, internado no dia da votação, se disse “muito preocupado” com “acertos” que possam ter ocorrido.

    – Está claro que houve trabalho político. Não somos ingênuos, estamos numa casa política, não num convento, disse Trad.

    A suspeita é que parlamentares do PT, PP e PL teriam votado favoravelmente a Queiroz e, em troca, receberiam apoio dos petebistas para seus próprios pares, à beira da cassação. O PFL também teria apoiado. Todas legendas que têm parlamentares processados pelo Conselho de Ética da Casa. O deputado Chico Alencar (PSOL-RJ) levantou a hipótese de que há uma tendência de que os três parlamentares citados por Izar devam ser preservados.

    – Há um acordo claro. A absolvição foi um marco regulatório de uma espécie de valério-indulto de natal que será utilizado por outros. A Câmara está trabalhando com uma lógica diferente do Conselho de Ética – alertou.

    Os rumores dão conta que para escapar, Queiroz também teve a ajuda de vários e poderosos “padrinhos”. Entre eles, o ministro do Turismo, Walfrido dos Mares Guia, do PTB, que passou a semana telefonando para parlamentares, pedindo votos. Nos anos 90, Guia era secretário do governo de Hélio Garcia em Minas, enquanto Queiroz presidia a Assembléia Legislativa.

    Outro apoio importante seria a simpatia do grupo ligado ao governador de Minas, Aécio Neves (PSDB). Os tucanos mineiros também têm boa relação com Queiroz e estão fragilizados com a relação do senador Eduardo Azeredo (MG) no valerioduto.

    O líder do bloco de oposição na Câmara, José Carlos Aleluia (PFL-BA), afirmou que “os números podem sugerir que houve um acordo”, mas negou que o partido tenha participado.

    Partidários de Queiroz dizem, no entanto, que pelo menos dez integrantes da bancada pefelista (que tem 61 deputados) votaram contra a cassação, uma vez que o processo do petebista guarda semelhanças com o de Roberto Brant. Ambos receberam dinheiro “não-contabilizado” da Usiminas por meio da agência SMPB, da qual Marcos Valério foi sócio.

    O líder petebista na Câmara, José Múcio (PE), lembrou que pesaram os contatos políticos e a biografia de Romeu Queiroz.

    – A vida política do deputado, que é muito bem relacionado em Minas, foi fundamental. Eu diria que Minas inteira votou com ele. Só aí são 53 votos.

    O próprio Queiroz creditou sua vitória a um “trabalho corpo a corpo” afirmando que teria conversado “pacientemente com cada deputado dessa Casa”. Queiroz teria contabilizado 50 apoios de 81 deputados petistas. Ao terminar seu discurso, o petebista previu que seria absolvido e calculou que teria 300 votos.

    – Pelo menos 100 deputados trabalharam para fazer justiça a meu mandato – disse.

    Contribuiu, além disso, o que foi considerada uma atitude “humilde” de Queiroz, que não quis recorrer ao Supremo Tribunal Federal, em contraste com a atitude desafiadora de José Dirceu (PT-SP).

    – Ele, de forma inteligente, mandou para todos os deputados uma carta com os elogios que recebeu de integrantes do próprio Conselho de Ética – disse o deputado Luiz Antônio Fleury (PTB-SP).

    O presidente do PFL, Jorge Bornhausen (SC), atacou o presidente da Câmara, Aldo Rebelo: – Foi resultado surpreendente, a votação não deveria ter sido feita num dia atípico, no final de legislatura.



    Escrito por SALSFI às 04h57
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       O SALVADOR DE EMPRESAS

    Tribunal do Rio analisa propósta de Tanure

    Tribunal de Justiça do Rio acaba de informar que está sendo analisada a proposta de investimento do empresário Nelson Tanure na Varig, que está disposto a assumir a gestão da companhia por 10 anos. Segundo fontes do setor, o investimento, por meio de seu grupo Docas, seria de US$ 112 milhões. O empresário, arrendatário do Jornal do Brasil e da Gazeta Mercantil , também está disposto a pagar US$ 139 milhões pela VarigLog e Varig Engenharia e Manutenção (VEM).

    Segundo a assessoria do TJ, a comissão de juízes que cuida da recuperação judicial da Varig está analisando a proposta de Tanure de assumir a gestão da Varig, mas não deverá haver parecer formal dos juízes hoje.

    Apoio na Lei de Falências

    O plano integral de reestruturação da Varig tem de ser concluído, aprovado e posto em prática até o dia 8 de janeiro. Essa é a data final da proteção contra execuções judiciais. A empresa obteve prazo de 180 dias a partir da publicação de seu enquadramento na Nova Lei de Falências no Diário Oficial da União, o que ocorreu no dia 12 de julho. Vencido o prazo, a Varig está sujeita a todo e qualquer tipo de ação na Justiça que pode atrapalhar ou até inviabilizar sua operação.

    A eventual falência da Varig só poderá ser decretada se o plano de reestruturação for rejeitado pelos credores em assembléia. A falência acarreta no encerramento das atividades da Varig. Eventualmente, a companhia pode solicitar a continuidade do negócio, se houver condições. Conforme o artigo 195 da Nova Lei de Falências, "a decretação de falência dos concessionários de serviços públicos implica na extinção da concessão, na forma da lei". Com sua falência decretada, a Varig perderia a condição de concessionária de transporte aéreo de passageiros.

    Quem é Tanure

    O empresário Nelson Tanure tem uma fortuna calculada em meio bilhão de reais, segundo sindicalistas. No meio empresarial, ele é conhecido como figura polêmica. Tem outra fama: a de assumir empresas em situação pré-falimentar para buscar a recuperação. Tudo com métodos discutíveis.

    Foi dessa forma que Tanure assumiu os estaleiros Emaq e Verolme, além das empresas de mídia - Jornal do Brasil e Gazeta Mercantil, jornais que estão abrigados na Companhia Brasileira de Multimídia (CBM). Contra esses jornais recaem centenas de processos trabalhistas. Todos reclamam dívidas como pagamento de salários atrasados, FGTS, verbas rescisórias. "Mesmo os acordos judiciais não são cumpridos", diz Wladimir de Oliveira Durães, advogado da associação de funcionários e ex-funcionários da Gazeta Mercantil. O contencioso na Justiça Trabalhista, segundo Durães, supera os R$ 90 milhões, quando incluídas as multas por atrasos.



    Escrito por SALSFI às 23h30
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