SALSIFI INVESTMENTS
   A CHARGE DO IQUE

 

COMENTÁRIO DO BLOG:

A charge do Ique como sempre é perfeita. Mas se Giselle Bundchen esta  irreconhecivel e incrivelmente bela e majestosa graças a um bronzeamento artificial. a ministra guerrilheira que rodou a baiana em cima do gélido, cínico e frio ministro da fazenda está mias impagável que a dívida interna do Brasil. E assim já começou também a tirar a roupa. Se vai conseguir algum é duvidoso. Palocci podia ensinar-ççhe o camonho das pedras. Mas se ele errou a conta no calibre dos juros, do câmbio e do superávit primário entre outros mas bastam estes pontos, demonstra o que dizem da ignorância dele em matéria de economia. Mas a senhora Dilma não fica atrás. Teve uma bisonha passagem pelos corredores da Energia e ipor isto está muito longe igualmente de figurar  como competência.

Assim a grande vencedora desta ala da Competência, que continua virgem no governo lulista, é a linda e devastadora pin-up girl com um novo look monumental. Nossa folhinha predileta do calendário da Pirelli: Gisele Bundchen 

Ique
ique@jb.com.br



Escrito por SALSFI às 14h24
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   A MÁFIA NO PODER

O CRÉDITO CONSIGNADO E OS EMPRÉSTIMOS FICTÍCIOS DOS BANCOS

 

Agora vêm à tona novos cadáveres mantidos no IML da Lavanderia Nacional Majoritária. Confirma-se o que há seis meses atrás indicávamos em nossos artigos. Os bastidores do crédito consignado. O crédito aos velhinhos para pagarem prestações de remédios ou comprarem uma televisão nova para assistirem o programa do PT e poderem aplaudir o seu benemérito benfeitor: O rei da esmola dada. Só que esmola paga com o nosso dinheiro. Só que a compra no crediário da financeira da loja de departamento cobra de juros duas vezes ao menos o que lhe cobra o agiota do crédito consignado e continua a roda-viva do escárnio.

 

Some-se a tudo isto a estranha propaganda de Lula sobre a nova fórmula de injetar dinheiro na economia. Assim, sob a farsa de ajudar os velhinhos pensionistas e os aposentados, erigia-se mais uma gigantesca fraude. Mais um projeto socioeconômico dos caipiras mafiosos.

 

A desfaçatez de emprestar dinheiro aos aposentados era um segmento tão árido e abominado eticamente que, os grandes bancos - sob a farra dos juros da Selic comandando o bacanal que estuprava a dívida pública, os pequenos empresários e a população - até evitavam. Seria a consagração da imagem de agiotas do regime e isto não ficaria bem para seus departamentos de marketing às voltas com um novo paradigma empresarial vindo do Norte: governança e responsabilidade social. Assim deixaram às financeiras e aos bancos de andar ou de uma agência só, o filão que era precioso em face ao risco mínimo da operação. Empresta-se com juro igualmente elevadíssimo vis-à-vis as taxas obtidas em captações geralmente no exterior e empresta-se com desconto em folha de um crédito ad eternum, ou até que o cidadão complete a sua atormentada carreira aqui na terra.

 

O mais grave nessa história toda é que há um componente inédito. Quem paga o provento, quem dá a autorização para o desconto é o Governo através do INSS. Isto é realmente um despropósito só permitido a mentes que não raciocinam. Ou que só raciocinam para as armações sórdidas que visam primeiro a manutenção do próprio bolso e depois o pérfido projeto de manutenção do poder pelo aprisionamento da licitude nos leitos sujos de sangue de quem atropelar essa sinistra “omertad”.  Assim, nem se comportam como patrões honestos de servidores e nem como gestores da alcunhada previdência social que deve zelar pela mínima condição de sobrevida do cidadão depois que lhe expira a possibilidade de vida útil para o trabalho. O governo induz o cidadão a tomar um empréstimo que logo na segunda rodada do campeonato de sobrevivência diante dos juros vai lhe levar à impossibilidade.

 

Experts na agiotagem, os bancos pequenos que “comercializam o produto” - expressão nobre para a velha agiotagem - montam através do nosso super herói e multidisciplinar lobista, uma genial operação alavancada. Como as coisas ficaram pretas depois que a quebra do Banco Santos, (que de santo só tinha o presidente, um santo colecionador de bom gosto e de escrúpulo nulo) ter proporcionado uma revoada de depósitos das pequenas instituições, resolveram fazer uma rápida operação de swap de ativos. Tão rápido quanto Naji Nahas negociava opções, o governo deu ao BMG a primazia do crédito consignado com a inédita participação do INSS autorizando o débito em conta para caução garantia do operador (por que não o Banco do Brasil ou a Caixa?) Logo o BMG do Sr. Ricardo Guimarães que mesmo ganhando rios de dinheiro levara o Atlético ao reino dos desclassificados em administração de rara eloqüência e comprobatória da tese de que se os banqueiros tivessem de abraçar qualquer outra profissão quebrariam todos porque não têm competência, têm somente atrás de si as mais altas taxas de agiotagem do mundo e ganham na desgraça do próximo. Há exceções é claro, mas já morreram tendo um Amador à frente. Hoje se dizem profissionais. E têm cursos em Harvard. Eu também tenho. E daí?!



Escrito por SALSFI às 14h07
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   MAIS FALCATRUAS DOS SUPER-HERÓIS

CRÉDITO CONSIGNADO MAIS UMA MARCA REGISTRADA DO PT.

 

 Isto posto, o crédito que deveria sair de uma instituição pública para um banco público foi para um tamborete de andar. A grande jogada foi concatenada ao se passar com ágio esse portifólio de extorquidos para a gestão, ou indigestão da Caixa. O resumo da ópera é estereofônico. O BMG, de banco restrito de Belo Horizonte com parcos 30 milhões de lucro no ano passado, rejubilou-se ao publicar um estonteante balanço com mais de 200 milhões de retorno tonitruante sob o signo do terceiro trimestre. É uma evolução realmente de embrulhar a inveja dos grandes que, perdendo o pejo, passaram também a atuar no segmento comprando as carteiras dos bancos pequenos em dificuldades. Mas logicamente que sem os imponentes ágios e descaminhos da operação mencionada.   

 

O Sr. Inácio por certo, nunca teve dificuldades na vida depois que abandonou a direção dos megafones e dos carros de som e se locupletou com uma aposentadoria precoce. Salários do partido para engabelar as massas, e uma indenização indevida por serviços prestados aos companheiros do Sr. José Dirceu nas guerrilhas que lhe garantiram a pacata vida e a adoção da filosofia bobyana da ociosidade. Sobre estes terroristas do passado frise-se que eram na verdade, trapos de jovens desmiolados à procura do que fazer na vida, (muitos amadureceram e são hoje homens de bem, uns poucos “aveadaram” e outros aprenderam tanto a mentir sob tortura que hoje nos torturam com suas negativas doentias sobre as verdades evidentes). 

 

O Sr. Inácio sempre vendeu caro para os sindicatos a sua imensa capacidade de falar demais, de bazofiar e de peitar o vocabulário com palavras de origem duvidosa no português e na essência, mas que costumam excitar os abandonados da sorte e até alguns intelectuais no ostracismo ou pertencentes à claque remunerada. Alguns até cantam na hora de trabalhar.

 

A demagogia, o cinismo e hipocrisia de líderes do PT e do seu chefe maior beiram então às raias da insanidade e o pobre país chamado Brasil tem na oposição um bando de almofadinhas covardes que, mais que o rabo preso, tem medo de pedir o impeachment.

 

Os empréstimos aos aposentados foi a mais cínica farsa engendrada sob a moldura de um ato positivo do governo para atender aos servidores e aposentados e que, na grande e surrealista realidade, foi arquitetada para também para tungar os cofres públicos, distribuir mensalões (que só não existem ainda nos dicionários e nas prendadas e preciosas pedras gramaticais da calvície política de Abi Ackel, mas que são propinas  reles distribuídas a políticos sem caráter e sem hombridade) e abastecer o partido para que pudesse  continuar a perpetrar a continuidade dos atos dos bucaneiros no poder.

 

Há solução para isto?

Uma única: prenderem-se todos os ratos antes que abandonem o navio, façam cirurgias plásticas e retornem nas próximas eleições.

Tudo há que começar pelo impeachment do principal responsável.

regime ainda é presidencialista, cabendo simples e constitucionalmente ao presidente a responsabilidade pelos crimes e omissões havidas no exercício do mandato.

A protelação pode evocar soluções extemporâneas e o PSDB, se continuar a contemporizar, será irremediavelmente derrotado pois é um dos grandes responsáveis pela  débâcle do país.



Escrito por SALSFI às 14h03
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   O LUCRO MULTIPLICADO POR SEIS

CPI suspeita de operação entre banco mineiro e CEF

MARTA SALOMON da Folha de S.Paulo  -   19/11/2005 - 09h00

O BMG, banco credor de supostos empréstimos de R$ 29,2 milhões para o caixa dois do PT, teria lucrado R$ 209,8 milhões --seis vezes mais-- em um conjunto de seis operações realizadas com a Caixa Econômica Federal de venda de carteiras de empréstimos feitos a aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

Entre dezembro de 2004 e setembro deste ano, o BMG recebeu da Caixa R$ 1,094 bilhão pelas seis operações. Os aposentados e pensionistas deviam ao BMG, nessas carteiras de empréstimos, R$ 935,2 milhões. A diferença, de R$ 158,8 milhões, foi paga ao BMG como remuneração por captação de clientes. Além disso, o banco teria recebido mais R$ 51 milhões em decorrência do cálculo do saldo devedor das carteiras.

Documentos com detalhes das operações foram requisitados ao banco estatal pelo senador Álvaro Dias (PSDB-PR) e analisados por uma equipe de técnicos do Senado. A conclusão a que chegaram é que se trata de uma das prováveis fontes de dinheiro do caixa dois do PT operado pelo publicitário mineiro Marcos Valério de Souza.

"Temos razões de sobra para supor que essas operações tenham sido instrumento para calçar os tais empréstimos, que sempre reputamos fictícios, operações meramente contábeis", afirmou o senador, que ontem mesmo solicitou ao TCU (Tribunal de Contas da União) uma auditoria.

Quando o assunto foi abordado em depoimento do principal executivo do BMG à CPI dos Correios, há dois meses, Ricardo Guimarães atribuiu a venda dos ativos "à necessidade urgente do BMG de adquirir liquidez em virtude do "risco sistêmico" surgido quando da intervenção do Banco Santos". A oferta do BMG à Caixa Econômica Federal foi formalizada 17 dias depois de o Banco Central decretar intervenção no Banco Santos, em novembro de 2004.

"Não é papel da Caixa Econômica Federal socorrer instituições", reagiu Álvaro Dias. O senador acredita que houve gestão temerária na estatal e vai pedir a convocação do presidente da CEF, Jorge Mattoso, à CPI.

Às pressas

A cronologia das negociações entre BMG e Caixa revela um negócio fechado às pressas. Entre a proposta formal do banco mineiro e a resolução do Conselho Diretor da Caixa que autorizou a primeira compra de créditos referentes a empréstimos concedidos a aposentados e pensionistas passaram-se apenas 23 dias.

A autorização é assinada pelo presidente Jorge Mattoso. Na ocasião, o acerto era pagar um ágio ao BMG, supostamente para cobrir custos de captação de clientes, em 12 parcelas.

Mas menos de dois meses depois, em fevereiro deste ano, o próprio Mattoso assinou outra resolução com mais vantagens ao banco mineiro: em vez de parcelado, o ágio é pago à vista.

De acordo com os técnicos do Senado, além do ágio de R$ 158,8 milhões já integralmente pago ao BMG, o banco teria tido lucro extra de R$ 51 milhões pela fórmula usada para calcular o saldo devedor dos contratos.

Na data da primeira autorização assinada por Mattoso, um parecer técnico da Caixa alertava para pontos negativos da operação: "A avaliação dos riscos operacionais da proposta fica prejudicada em virtude da ausência de definição dos fluxos operacional, financeiro e tecnológico da operação".

Outro problema apontado pela área técnica do banco foi a não-transferência dos documentos referentes aos empréstimos para a Caixa, o que prejudica o controle dos contratos.

A cronologia das operações revela mais um detalhe estranho: a venda de parte da carteira de empréstimos é concretizada apenas três meses depois de o BMG ser autorizado por medida provisória a operar o crédito a aposentados e pensionistas do INSS com desconto em folha, em setembro de 2004. A MP já era considerada uma benesse do governo Lula ao BMG, que, ao lado do Banco Rural, teria providenciado R$ 55,2 milhões que alimentaram repasses do PT a políticos aliados, via "valerioduto".

"A documentação revela que a CEF fechou às pressas um negócio de alto risco operacional", afirma nota técnica do gabinete do senador Álvaro Dias.

Lucro transferido

De acordo com a análise dos técnicos, a Caixa não teve propriamente um prejuízo nas operações com o BMG, mas a estatal teria deixado de lucrar R$ 350,1 milhões. O cálculo foi feito com base no lucro que a Caixa teria caso tivesse emprestado diretamente a aposentados e pensionistas pela mesma taxa cobrada pelo BMG (2,8% ao mês), em vez de comprar a carteira do banco mineiro.

"O lucro da Caixa foi de pelo menos a metade do que poderia ter sido. A Caixa deixou de ganhar para que alguém ganhasse", concluiu Álvaro Dias.

Outro detalhe: a Caixa já desembolsou R$ 1,09 bilhão, incluindo o ágio pago ao BMG, mas vai demorar três anos para cobrar os empréstimos dos aposentados e pensionistas. Ou seja, enquanto o BMG já lucrou R$ 209 milhões, a Caixa vai levar até 2008 para lucrar R$ 346 milhões.

De acordo com documentos apresentados por Valério, o BMG aparece ligado ao esquema de caixa dois do PT em 25 de fevereiro de 2003, menos de dois meses depois da posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Essa é a data do primeiro empréstimo de R$ 12 milhões à SMPB, uma das agências de Valério, que seria repassado a pessoas indicadas pelo ex-tesoureiro petista Delúbio Soares.

Dos quatro empréstimos concedidos às empresas do publicitário, o primeiro foi o único quitado. O BMG seria credor atualmente de cerca de R$ 50 milhões do esquema do caixa dois do PT. Os empréstimos não foram cobrados até o início das investigações.

Especial
Leia a cobertura completa sobre a crise em Brasília



Escrito por SALSFI às 13h49
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   CINISMO E FRIEZA DO HOMEM DE RIBEIRÃO

Palocci se defende e ataca Dilma


Sérgio Prado

Fotos David Alves
'O contrato de saneamento que tanto se fala na cidade de Ribeirão Preto não foi feito pelo meu governo'

'O contrato de saneamento que tanto se fala na cidade de Ribeirão Preto não foi feito pelo meu governo'

BRASÍLIA - O que era para ser a redenção de Antonio Palocci virou mais um momento de incerteza. Sua ida ao Senado para dialogar com a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) não foi suficiente para acabar com as dúvidas sobre sua permanência no governo. E nada leva a crer que ele convenceu políticos e mercado.

- A sociedade já o vê enfraquecido. Não adianta mais tapar o sol com a peneira - sintetizou o senador Jefferson Peres (PDT-AM).

Sob ataque pesado, o principal ministro de Luiz Inácio Lula da Silva deslocou-se até o Congresso na tentativa de estancar a crise e mostrar que ainda reúne forças para seguir no comando do Ministério da Fazenda. Ao chegar ao Senado, pelo menos por enquanto, desfez as versões de que teria jogado a toalha.

O ministro criticou a colega Dilma Rousseff (Casa Civil), rebateu denúncias de corrupção, caixa 2 e tráfico de influência, pediu apoio a esforço fiscal a longo prazo e, diante de um plenário lotado, recebeu orientação do secretário executivo Murilo Portugal, que já esteve cotado para assumir a pasta.

A incerteza tem duas frentes. Ao saber que o chefe do Executivo havia elogiado a política econômica sem citar Palocci, os bastidores se apressaram a formar uma espécie de consenso que colocava o ministro fora da Esplanada. Não bastasse a falta de manifestação pública de apoio, a oposição forçará depoimento dele na CPI dos Correios ou dos Bingos.

- Continuamos com a idéia de que o ministro tem que comparecer é à CPI - afirmou senador José Jorge (PFL-PE), líder da minoria.

Para a oposição, Palocci tem de explicar melhor, por exemplo, as denúncias de superfaturamento de contratos quando ele era prefeito de Ribeirão Preto (SP) e as relações da Caixa Econômica Federal com a Gtech. O PSDB e PFL centram carga pesada ainda na denúncia de doação de dinheiro por Cuba para a campanha eleitoral dos petistas em 2002.

Tal quadro produziu a versão de que o deputado Delfim Netto (PMDB-SP) era o nome da vez para conduzir os rumos da economia. Teria, inclusive, sido sondado por emissários do Planalto. Ele só teria feito uma ressalva.

- Dilma Rousseff, chefe da Casa Civil, precisaria parar de falar sobre política econômica - revela um congressista da base do governo, que tem livre trânsito no Palácio do Planalto.



Escrito por SALSFI às 05h22
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   SOBRE O ARTIGO DE GUSTAVO KRAUSE

 

O ex-ministro da Fazenda Gustavo Krause produz um antológico, dramático e irretorquível retrato da crise de caráter dos membros do campo majoritário do PT comandados pelo presidente. O lépido metalúrgico, o aposentado precoce. Aquele que finge que não é com ele.

 

O mentiroso contumaz que iludiu 53 milhões de imbecis, alguns dos quais continuam embevecidos com suas bravatas, bazófias e hipocrisias de deslumbrado piloto de uma nave que caminha célere para a desintegração, guia de uma despudorada rota de falsos valores.

 

Reunidos num mesmo saco lulas, dirceus, berzoinis, - entre estes o caçador de aposentados maiores de 80, gushikens e uma multidão de desavisados seguidores, promovem um bacanal de desvios de conduta e dizem que não é com eles. Berzoini parece pretender suplantar Dirceu no cinismo e na arrogância. Logo a este o mestre do disfarce. Aquele que disfarçou tanto que acha que é o que não é. Nem guerrilheiro foi. Apenas um covarde psicopata sem biografia. Só prontuário.

 

O que faz a OAB? E o Sr. Miguel Reale Jr. e seu Movimento de Indignação a passos de cágado que prometeu repetir o ato contra Collor e parece que vai também recuar diante do rabo preso de FHC e sua covardia.

 

Para que se recupere a imagem e os verdadeiros valores da nação é preciso extirpar o tumor canceroso da corrupção comunitária e com fins sociais particulares.

 

A cúpula de insanos criminosos travestidos pelo poder que usurpou premeditadamente do povo através de um estelionato eleitoral coletivo seguido de assalto ao dinheiro público, precisa urgentemente ser apeado do poder.  Nunca houve empréstimos. O dinheiro doado através do trottoir de falso lobista vindo de Minas, foi apenas uma contrapartida a favores agendados com a cúpula do PT em troca, entre outros exemplos de favorecimento, no crédito consignado a um obscuro banco de andar que catapultou seus lucros já potencializados pela agiotagem que praticava.. E a um nível tal que permitiu pagar somas fabulosas para o partido dos traidores do povo distribuir da maneira que melhor lhe conviesse. Tudo o mais é forjado por professores rudimentares na arte de engabelar os frouxos investigadores das CPIs de ocasião.

 

A conta Dusseldorf guardada a sete chaves pelo ministro do deus da justiça e da também da esmola, abriga segredos que se não for pela Swat nunca serão resgatados.

 

Impeachment já!

Ou mostrem a cadeia para os criminosos obrigando os impostores a renunciar.

Basta de perder tempo com contemporizações infames.

Que mundo psicótico habitam a mente do presidente e seus comparsas que não sabem que é crime hediondo o que fizeram com a nação.

Não teremos mais lotes e nem mourões para barrar a avalanche de estrume em que se transformou a política brasileira. Realmente esta raça de políticos não merece a democracia que lhes foi dada.

 

PS: Que Ética abriga o caráter do presidente do conselho de ética do desmoralizado congresso (é desmoralizado mesmo e com letra minúscula) que o faz retirar a assinatura de um documento que pedia mais tempo para investigar situações que estão sendo dificultadas pelo presidente, pela ministro da justiça, cerceando a entrega de documentos importantes como os que vieram da justiça americana?

 

Este cidadão ligado ao ministro do turismo deve vir a público se explicar. É impressionante como nunca se conseguiu reunir uma malta tão ladina e hipócrita!



Escrito por SALSFI às 23h58
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   ARTIGO ESPECIAIS - GUSTAVO KRAUSE

A crise da ignorância e da pureza

Gustavo Krause  - Ex-ministro da Fazenda - JB 14/11/05

''Com toda franqueza, eu me sinto traído. Traído por práticas inaceitáveis das quais nunca tive conhecimento''. Pressionado para falar, profundamente contrariado e sem coragem de fitar o telespectador, foi o que disse o presidente da República, depois do depoimento de Duda Mendonça, o criador da fraude eleitoral ''Lulinha, Paz e Amor''. Traído quem, presidente? Se existe um traído nessa história de corrupção e gangsterismo que se alastrou dos sindicatos e prefeituras geridas pelo PT ao Palácio do Planalto e ao Congresso, é o seu eleitor que votou esperançoso na capacidade de governar com responsabilidade e decência.

A sensação que dá é que querem transformar o Brasil num país que acredita em duendes, papai-noel, curupira, comadre fulozinha, saci-pererê, lobisomem, papa-figo e, conseqüentemente, num lugar habitado por imbecis, idiotas, néscios, retardados, bobos, neobobos, cretinos, beócios, otários, enfim uma cambada de 180 milhões de estúpidos. A crônica deste espetáculo de ladroagem foi anunciada pelos integrantes do PT. Nada tem a ver com as ''elites golpistas'' nem com os partidos de oposição. E vem de longe.

Em 1995, o então secretário de Finanças de São José dos Campos, Paulo de Tarso Venceslau, avisou ao presidente do PT, Lula da Silva, que o partido estava acumulando caixa-dois nos municípios do ABC paulista através da consultoria de seu compadre Roberto Teixeira. Resultado: uma investigação interna constatou ''irregularidades alarmantes''. Sobre o episódio, em entrevista na Veja, eis o que diz o jurista Hélio Bicudo (ex-deputado e ex-vice-prefeito de Marta Suplicy): ''Em 1997, presidi comissão de sindicância do PT para apurar denúncias contra o empresário Roberto Teixeira (...) A responsabilidade dele ficou claríssima (...) O único punido foi Paulo de Tarso Venceslau, autor da denúncia (...) Ele (Lula) é mestre em esconder a sujeira embaixo do tapete''.



Escrito por SALSFI às 23h44
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A crise da ignorância e da pureza

Gustavo Krause  - Ex-ministro da Fazenda    (CONTINUAÇÃO)

Não menos contundente é o testemunho do fundador do partido, César Benjamin, na Folha de S. Paulo: ''Os malfeitos que têm vindo à luz não começaram agora nem decorrem de um equívoco individual. Representam a transferência, para a esfera do governo federal, de práticas iniciadas, com certeza, nos primeiros anos da década de 1990, talvez antes, e nunca descontinuadas. As impressões digitais aparecem na gestão do Fundo de Amparo ao Trabalhador, na organização das finanças da campanha presidencial de 1994, na gestão de algumas prefeituras, como a de Santo André, na busca de controle de fundos de pensão''.

Aí estava a pontinha do ''iceberg'' do gigantesco esquema montado nos municípios paulistas, inclusive a capital, que alimentou o propinoduto a partir dos contratos inflados de consultoria, coleta de lixo e na área de transporte de massa. O mensalão nacional teve como precursor o mensalão municipal, durante a administração da capital paulista. O ABC paulista criou escola, tecnologia e exportou a franchising. Nem a gestão do prefeito Palocci escapa do surto de clePTocracia. Não foram diferentes os esquemas de financiamento do governo Olívio Dutra e Benedita da Silva, sendo que este último produziu dois personagens de alta periculosidade: Manoel Severino dos Santos, ex-presidente da Casa da Moeda e Waldomiro Diniz, um colaborador muito especial de José Dirceu. Depois de cinco meses de crise, ninguém sabe de nada, exceto os sabe-tudo e faz-tudo, o tesoureiro mágico, Delúbio, e o Supervalério. Esta cândida crise de ignorância decorre da outra face da moeda: a crise da pureza. Sempre foi assim que o PT se mostrou aos olhos do povo: puro, limpo, imaculado, vestal implacável com os adversários, brandindo a bandeira do moralismo. Daí, ninguém acreditar que o moralismo se tornasse o último refúgio dos canalhas.

Isto, também, vem do alinhamento ideológico da esquerda atrasada e não-democrática que assegurava aos seus seguidores: superioridade histórica porque estava garantido um vôo sem escalas para uma sociedade igualitária; superioridade intelectual porque eram portadores da verdade revelada; superioridade política porque estavam ao lado da classe eleita, o proletariado, dos fracos e dos oprimidos; superioridade moral porque os meios estavam legitimados para atingir a escatologia dos fins últimos.

Em resumo, todos sabiam e sabem o que estão fazendo: os ''revolucionários'' e adeptos do materialismo dialético usam a grana porque o partido está acima de tudo; os picaretas, para desfrutar do recém-descoberto paraíso da burguesia; Lula finge que não sabe porque provou do poder e perdeu o juízo. E de onde vem a grana? Simples, meu caro Watson, diria Sherlock Holmes ao exército de investigadores, do meu, do seu, do nosso dinheirinho.

 

 



Escrito por SALSFI às 23h42
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   O MERCADO E A POSSÍVEL SAÍDA DE PALOCCI

Mercado reage a rumores sobre Palocci

JB 15/11/05 - Com especulações sobre saída do ministro da Fazenda, dólar sobe 2,12% e Bovespa cai 0,96%

Wilson Dias/Agência Brasil - maio/2005
Para ministro,alta é sinal de que mercado reconheceu que cotação estaria excessivamente baixa

Para ministro,alta é sinal de que mercado reconheceu que cotação estaria excessivamente baixa

SÃO PAULO - O aumento da tensão política, com as especulações sobre uma possível saída de Antonio Palocci do Ministério da Fazenda, ditou o ritmo do mercado ontem. O dólar fechou em alta de 2,12%, encerrando o ciclo de dez quedas, a R$ 2,21. A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou com queda de 0,96%, aos 30.218 pontos.

Na movimentação do dólar, contaram também o leilão realizado para compra da moeda no mercado à vista pelo Banco Central e a expectativa de que a autoridade monetária volte a realizar operações de swap cambial reverso do BC.

No momento do anúncio do leilão, o dólar era negociado com alta de 1,89%, a R$ 2,205. Segundo analistas, a instituição aceitou apenas quatro propostas para compra e pagou no máximo R$ 2,204 por dólar.

Na noite da última sexta-feira, o BC informou que poderá realizar leilões de swaps cambiais reversos em qualquer dia da semana, e não mais semanalmente. Nesse tipo de operação, que não é realizada desde março, o BC oferece aos investidores contratos com remuneração atrelada aos juros em troca da variação do câmbio em um determinado período. Ao emitir esses papéis, o BC aquece a demanda por dólares, o que pode barrar novas quedas ou até mesmo elevar a cotação.

Na Bolsa de Valores, o Ibovespa chegou a cair 1,84% ao longo do dia. As bolsas americanas também deram sua contribuição para a queda dos negócios no pregão brasileiro. No horário do fechamento da Bovespa, o índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, operava perto da estabilidade (+0,04%), enquanto a Bolsa eletrônica Nasdaq recuava 0,12%. Por ser véspera de feriado, o volume financeiro na Bovespa ficou reduzido a R$ 870,121 milhões ontem, bem abaixo da média diária de novembro, de R$ 1,778 bilhão até a última sexta-feira.

Um dos papéis que puxaram a queda do Ibovespa ontem foi a ação ordinária do Banco do Brasil, que teve perdas de 3,75% no dia, apesar do lucro de R$ 1,4 bi anunciado pelo banco no terceiro trimestre, superando os resultados do Bradesco e do Itaú. O BB informou que esse desempenho foi influenciado por um ganho de R$ 565 milhões, referente à devolução de uma cobrança tributária indevida.

O risco Brasil fechou em alta de três pontos centesimais, aos 352 pontos. Para o consultor da Planner Corretora, Nicolas Balafas, o comportamento do mercado reflete a expectativa de que Palocci realmente deixe o cargo. Para ele, a saída do ministro próximo a um ano eleitoral pode significar afrouxamento da política fiscal, o que, para o mercado, ressuscita o temor em relação ao risco de alta da inflação e queda no supérávit primário (economia para pagamento de juros).

 




Escrito por SALSFI às 06h24
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