SALSIFI INVESTMENTS
  

CVRD aprova aumento de capacidade de produção de pelotas

Rio de Janeiro, 24 de outubro de 2005 

A Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) informa que aprovou projetos para aumento de 14,6 milhões de toneladas na capacidade anual de produção de pelotas. As expansões ocorrerão na Samarco Mineração SA (Samarco) e na Caemi Mineração Metalurgia S.A (CAEMI).

O Conselho de Administração da Samarco aprovou, com voto favorável da CVRD, investimento de US$ 1,183 bilhão na construção de sua terceira planta de pelotização, localizada no sudeste do Brasil. A CVRD possui 50% de participação na Samarco, sendo o restante da empresa detido pela australiana BHP Billiton. 

A nova planta de pelotização adicionará 7,6 milhões de toneladas de capacidade à Samarco, que passará a produzir 21,6 milhões de toneladas anuais de pelotas de alto-forno e redução direta. A nova planta tem start up previsto para o primeiro semestre de 2008 e usará minério de ferro brasileiro como insumo. O projeto inclui ainda a construção de nova planta de beneficiamento de minério e de um novo mineroduto de 400 km de extensão, assim como o aumento da capacidade de estocagem de produtos e de escoamento no porto.

A expansão de capacidade da pelotizadora será viabilizada pelo desenvolvimento da mina de Fazendão do sistema sul da CVRD, no estado de Minas Gerais, Brasil, que irá fornecer 10 milhões de toneladas de minério de ferro não beneficiado (run of mine) para a Samarco, em adição aos dois milhões de toneladas de concentrado já fornecidos atualmente pela CVRD.

A CVRD aprovou também projeto de sua subsidiária CAEMI, para construção de planta de pelotização com capacidade de sete milhões de toneladas anuais e start up previsto para meados de 2008.  O valor do investimento, que também engloba planta de concentração de minério de ferro e um mineroduto de 4 km para seu transporte, é estimado em US$ 759 milhões.

A CVRD é a maior produtora e exportadora de pelotas do mundo, e a Samarco faz parte integral de sua estratégia de desenvolvimento do negócio de pelotas. Além da participação de 50% na Samarco, a Companhia possui e opera 10 outras plantas de pelotização.  A produção de pelotas da CVRD em 2004, de acordo com o critério de produção atribuída, foi de 45,4 milhões de toneladas.

A construção da nova planta da CVRD, assim como seu apoio ao desenvolvimento da terceira planta de pelotização da Samarco, representa o compromisso da Companhia com empresas localizadas em território brasileiro e com o mercado de pelotas, que se encontra em momento de vigoroso crescimento.

A crescente demanda por pelotas vem sendo motivada por fatores como o aumento da escassez relativa de granulados, a necessidade de redução de emissão de gás carbônico que leva à queda do uso do processo de sinterização, incentivada pelo tratado de Kioto, a forte busca por ganhos de produtividade, o crescimento da produção de pellet feed nas principais minas do Brasil e o crescimento do mercado de redução direta com novos projetos no oriente médio e sudeste da Ásia.

Os investimentos na área de minério de ferro e pelotas aprovados e/ou apoiados pela CVRD estão em linha com a estratégia da Companhia de consolidar sua posição como líder no fornecimento mundial de pelotas, se beneficiando do enorme potencial que esse mercado oferece

 


Escrito por SALSFI às 15h59
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O CÍNICO CASO DO DEPUTADO SEM HISTÓRICO.

 

SALVADOR SÍCOLI FILHO –  23/10/05

 

O deputado, ex-ministro da Casa Civil, sempre evoca o seu histórico de lutas. A alusão soa a cinismo com marca registrada. Não se desfruta de histórico e sim de prontuário de guerrilhas, assaltos e seqüestros.

 

É por isto é que deve ser cassado sem mais delonga e mais prejuízos ao país.

Chega de falsos ideólogos e arrogantes cínicos que iludem a população.

 

Mestre no ilusionismo e na perfídia, esse elemento foi o arquiteto da mais insidiosa organização para pilhar cofres públicos e saquear o país mantendo o poder. Depois de dizer que tudo o que fazia era de conhecimento do presidente, o especialista em disfarces, mudou sua versão para alegar inocência. Sem refutar uma vírgula de fatos políticos públicos e notórios, quer trafegar de novo na impunidade anistiado por outros homens de rabo preso.

 

Faz-se mister lembrar que o atual julgamento é político e não deve cercear as ações penais cabíveis para identificar os verdadeiros receptadores do dinheiro público malversado e que recebeu o codinome (como todo invólucro de banditismo prescreve) de recursos não contabilizados.

 

O esquema é simples: Duda e Marcos Valério fazem publicidade superfaturada. O governo, os órgãos públicos e as estatais pagam. O dinheiro faz turismo em jumbos internacionais e é usado para cooptar políticos safados, governantes e dirigentes corruptos, pagar autoridades em retornos pelos mais diversos esquemas de lavagem. A lavanderia é complexa e estruturada para dificultar seus investigadores.

 

Quando um ministro da justiça defende um contraventor de rinhas de galo...

Quando um presidente tenta ao máximo dificultar as CPIs (a de Waldomiro levou quase dois anos para ser parida...

Quando um ministro se apega a filigranas hipócritas e desavergonhadas para se isentar de responsabilidades jogando nas costas de um joão-ninguém a responsabilidade pela maquinação de um assalto ao país produzido pela sua mente psicótica de ensinomaníaco sedento por poder, resta à população armar-se para o pior:

 

A REPÚBLICA DOS TROGLODITAS DA HONRA E DA ÉTICA.

Se não nos armarmos seremos governados por estes ébrios do despudor, do analfabetismo de fala desbragada e insana a nos conduzir por caminhos sombrios e com a total institucionalização da inversão de valores.

 

E ainda querem desarmar a população?!



Escrito por SALSFI às 17h29
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   CHARGE DO IQUE



Escrito por SALSFI às 12h53
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   ARTIGOS SOBRE O REFERENDO

Lições de um referendo inoportuno

Geraldo Tadeu    -   Cientista político e diretor-presidente do Instituto Brasileiro de Pesquisa Social - 23/10/05

A vitória do “Não” na pesquisa JB-IBPS representa uma condenação geral à insensibilidade da classe política que freqüentemente desloca o foco dos grandes problemas nacionais para temas que refletem mais seus próprios interesses. A grande maioria dos brasileiros acompanhou a campanha na televisão, mas só 60% acham que ela contribuiu para esclarecer a população sobre o que estava em jogo nesta votação. Daí circularem na internet as mais diferentes versões sobre interesses escusos que se esconderiam por trás de cada opção. Sabe-se que o boato medra e viça nas zonas cinzentas da desinformação. A impressão geral é de que vamos às urnas sem saber muito bem por que ou para quê. Vê-se ainda que a vivência da violência influencia decisivamente a opção, com 65% dos que declararam ter sofrido algum crime nos últimos 30 dias, escolhendo o “Não”.  As pesquisas de vitimização mostram que “sensação de violência” é real e corresponde à experiência cotidiana da pequena delinqüência, dos furtos e roubos nas cidades brasileiras, que atinge indiretamente quase vinte milhões de brasileiros. Como imaginar que, num contexto destes, se possa apelar para o desarmamento, em que a opção pela proibição às armas aparece como um ato unilateral da população sem a necessária contrapartida do governo? Muitos hoje não estarão votando propriamente pelo “direito” de comprar armas, mas contra a inércia governamental na área da segurança pública.

Se a vitória do “Não” é um fato, como será o Brasil pós-referendo? Vamos ver uma corrida às armas, cujo uso aparentemente seria visto como livre? Não é o que se anuncia. Muitos votarão no “não” menos por instinto belicista que para dar “uma lição nos políticos”. A maioria não deseja ter uma arma em casa, mas não se sente segura em “fazer a sua parte” sem que as autoridades façam a sua. As mortes por arma de fogo continuarão concentradas nas periferias urbanas, dizimando o mesmo jovem negro e pobre, que morre três vezes mais que a média, ou nas áreas rurais de conflito de terra. A política voluntária de desarmamento, que já recolheu mais de 450 mil armas, seguirá seu curso, pois não está em jogo neste referendo.




Escrito por SALSFI às 11h24
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   ARTIGOS SOBRE O REFERENDO

Desarme-se da má-fé

 
Carlos Eduardo Bulhões Pedreira   - Advogado

Se não bastassem as mazelas da miserabilidade de parte significativa da população, da destruição do meio-ambiente, da corrupção institucionalizada, e tantas outras, vai-se arraigando no país moléstia tão ou mais maléfica, porque se hospeda no caráter dos indivíduos: a má-fé. Da moléstia da má-fé não se livraram as campanhas do desarmamento - do NÃO e do SIM - veiculadas pelos canais de televisão, que deduzem meias-verdades, divulgam informações enganosas, fazem afirmações falsas, dão ênfase a um ou outro evento isolado do contexto geral. Diz-se que, vencendo o SIM, o indivíduo que possuir arma registrada terá direito de comprar munição, que ''será'' definido em regulamento; insinua-se que os estabelecimentos que comercializam armas e munições vendem os produtos a bandidos ''por baixo do pano''; afirma-se que as armas dos bandidos são produtos de roubo ou furto de indivíduos que as possuíam legalmente.

Em nenhuma das campanhas, a favor ou contra o desarmamento, procura-se informar à população a respeito da legislação vigente sobre registro, posse e comercialização de armas de fogo e munição (certamente a maioria da população desconhece a existência de legislação sobre o assunto).

Pois existe, e está na fronteira entre os territórios da permissão e da proibição: Lei nº 10.826, de 22/12/2003, regulamentada pelo Decreto nº 5.123, de 01/07/2004.

Numa síntese impositiva, destacamos os princípios legais que julgamos relevantes aos cidadãos: (1) à Polícia Federal compete cadastrar: (a) proprietários de armas de fogo; (b) produtores, comerciantes, importadores, exportadores e armeiros de armas de fogo e munições; (c) autorizações de porte de arma, renováveis a cada três anos; (d) características, transferências de propriedade, extravio, furto, roubo e apreensão de armas de fogo; (2) para adquirir arma de fogo, o cidadão tem que ter, no mínimo, 25 anos e deve comprovar idoneidade e residência certa; (3) para obter registro na categoria ''caçador'', morador em área rural deve comprovar sua necessidade para a subsistência alimentar familiar; (4) o registro apenas é válido para manutenção da arma no interior da residência do proprietário ou na sua empresa; (5) os comerciantes de armas de fogo são obrigados a comunicar mensalmente à Policia Federal as vendas efetuadas e as armas em estoque, e são por elas responsáveis enquanto não vendidas.

Ressalta-se que a lei tipifica inúmeros fatos como crime, quando não autorizados ou em desacordo com o seu regime jurídico, fixando penas de detenção e reclusão de um a oito anos.

Por razões óbvias, membros das Forças Armadas, agentes policiais e funcionários de transportadoras de valores podem portar arma de fogo, mas sujeito o porte a condições. Como os contribuintes brasileiros devem ter índole criminosa, a lei permite o porte de arma de fogo pelos auditores-fiscais e técnicos da Receita Federal. E para fomentar a indústria da segurança privada (em vez de aparelhar a segurança pública, dever constitucional do Estado), a lei concede às empresas privadas de segurança o privilégio de porte de arma de fogo.

Alguns dizem que, vindo a ser proibida a comercialização de armas de fogo e munição, quem já possuir legalmente arma poderá adquirir munição, nas condições estabelecidas em futuro regulamento. Realmente, o decreto nº 5.123 dispõe que a quantidade de munição será fixada em portaria do Ministério da Defesa, ouvido o Ministério da Justiça. Essa atribuição regulamentar é ilegal: (a) a Constituição (art. 84, IV) reserva competência exclusiva ao presidente da República para regulamentar as leis, e é princípio cediço que o regulamento não pode extravasar ou modificar a lei; (b) a Lei nº 10.826 sujeita a regime rígido a compra de munição, não limitando a sua quantidade nem conferindo ao Ministro da Defesa (ou ao da Justiça) competência para fixar a quantidade - entretanto, não será surpresa se vingar portaria sobre a questão, pois tem sido costumeiro o solapamento de princípios gerais de Direito e da Constituição da República.

Evoca nas campanhas televisivas do referendo do dia 23 a necessidade de a população conhecer a verdade, mas escamoteia-se a verdade. Age-se de má-fé.

Arme-se de boa-fé, Brasil!



Escrito por SALSFI às 11h12
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