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   VIDA E MORTE DE SEVERINO

SEVERIANA

 

Severino foi a ONU.

Viajar para o exterior às expensas do contribuinte parece ser o refrigério predileto de políticos no escapismo de suas verdadeiras atribuições.

Mas na verdade é o álibi imperfeito para esconder fugas da realidade.

Lula e Severino se equivalem.



Escrito por SALSFI às 15h16
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   VIDA E MORTE DE SEVERINO

FURACÃO BRASILEIRO

 

 

Prezado Editor,

 

Seguem frases recolhidas no aconchego do Central Park, sobre as agruras políticas de ricos personagens folclóricos nordestinos em devaneios nova-iorquinos.

 

Saudações.

 

Salvador Sícoli Filho

 

 

CORRESPONDÊNCIA DE NOVA YORK

 

 

A DIFÍCIL VIDA DE

  SEVERINO

 

Nova York não merece Severino. Ou, Severino não merece Nova York.

Imagem ou preconceito?!

 

Na semana passada uma grande empresária americana pilhada (atenção: que exemplo hein CVM?!) pelo uso de “inside information” deixou a cadeia depois de cumprir pena.

 

No Brasil as filigranas jurídicas e a miopia dúbia diante de fatos públicos e incontestes protelam julgamentos que, sendo estrita e meramente políticos, definem-se sob a jurisdição da decência e não de artefatos regimentais.

Assim decisões deixam de ser tomadas pelo pérfido ajeitamento de compadrios.

 

Enquanto Severino cochila na ONU o sono injusto dos acólitos de Lula, a democracia pilha e empilha cadáveres insepultos.

 

New Orleans, sem Bourbon e sem o melífluo trompete dos reis do blues, afoga suas mágoas e seus filhos ao som surdo de águas fétidas e traiçoeiras. Nem todo o povo tem o fim que merecem seus governos.



Escrito por SALSFI às 15h14
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   SEVERINAS

O FURACAO BRASILEIRO

 

O Brasil não tem Katrinas, embora Ofélias haja em profusão na vida pública. 

Nosso verdadeiro e devastador furacão é o da falta de políticos e governantes com um mínimo de ética e patriotismo. Estes conceitos jamais poderiam ser abandonados pelos que se pretendem líderes. Somente sua regência e fiel acompanhamento poderiam nos guindar de novo à esperança de reconstrução do país.

 

Em tempos de crise, descobre-se que falta-nos um guia.

Com carisma real, absoluta idoneidade, ímpeto executivo e dotado de sabedoria e experiência para lançar novos alicerces para remontar os escombros morais da corrupção atirada à face dos surpresos cidadãos.

 

Severino foi a ONU. Viajar para o exterior às expensas do contribuinte parece ser o refrigério predileto de políticos no escapismo de suas verdadeiras atribuições. Mas na verdade é o álibi imperfeito para esconder fugas da realidade.

Lula e Severino se equivalem.



Escrito por SALSFI às 14h48
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   SEVERINAS

O FURACÃO BRASILEIRO

 

Em tempos de crise, descobre-se que falta faz um guia.

Com carisma real, absoluta idoneidade, ímpeto executivo e dotado de sabedoria e experiência para lançar novos alicerces e remontar tudo.

 

A partir  dos escombros morais da corrupção atirada à face dos surpresos cidadãos, urge uma Operação Mãos Limpas para se resgatarem valores vilipendiados pelas hipócritas concepções de mensalões, mensalinhos e as messalinas da esperteza.



Escrito por SALSFI às 14h39
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   A CHARGE DO IQUE

Ique



Escrito por SALSFI às 05h35
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   KATRINA

 
Mundo
Qui, 08 Set - 21h55
ENTREVISTA-Katrina dispara alarme da mudança climática, diz Bird

Por Laura MacInnis WASHINGTON, 8 de setembro (Reuters) - O furacão Katrina pode servir de alerta para a alteração climática nos países desenvolvidos, muitos dos quais estão vulneráveis à devastação do aquecimento global, disse a principal autoridade ambiental do Banco Mundial na quinta-feira.

Ian Johnson, vice-presidente do Banco Mundial para o Desenvolvimento Ambiental e Socialmente Sustentável, disse à Reuters que os estragos causados pelo furacão no sul dos Estados Unidos podem ter implicações importantes para as nações mais pobres.

"Pense apenas no impacto catastrófico que isso teve em um país bastante bem organizado, bastante rico. Transfira isso para um país que não seja (tão organizado e rico) e que possa não ter a mesma capacidade de lidar com esse tipo de coisa", disse Johnson em entrevista.

"O Katrina é uma tragédia terrível, mas talvez seja um alerta para que todos nós comecemos a entender quais fatos catastróficos, quais danos podem ocorrer", acrescentou.

Além de incentivar as negociações sobre a redução de emissões de carbono e o uso de energia "limpa", Johnson disse que o Banco Mundial está trabalhando com a iniciativa privada para encontrar formas de proteger os países pobres das alterações ambientais que devem decorrer do aquecimento global.

"Há a sensação de que o trem partiu da estação e que haverá um impacto bastante significativo de alteração climática", disse Johnson, acrescentando que a devastação em Nova Orleans aumentou a sensibilidade do público para esses riscos.

"Certamente a imprensa parece ter questionado até que ponto isso é parte do aquecimento global. Acho de fato que a opinião pública está pensando bastante nesses assuntos", afirmou.

A fim de proteger regiões vulneráveis, como áreas baixas e sujeitas a deslizamentos, Johnson disse que o Banco Mundial quer incentivar investimentos em sistemas de controle de enchentes e barragens e a adoção de códigos de construção mais rígidos.

O Banco também deseja promover lavouras resistentes a chuvas e a secas, o que manteria a produção agrícola mesmo em caso de graves alterações dos padrões climáticos, e a criação de novos tipos de seguros, que poderia ajudar pessoas que perdem tudo em desastres, segundo Johnson.

Embora a população pobre de Nova Orleans tenha sido a mais atingida pelo Katrina, Johnson disse que não é função do Banco Mundial prestar assistência aos Estados Unidos ou a qualquer outro país rico que enfrente riscos ambientais.

Mesmo assim, ele considerou importante tirar lições da experiência norte-americana com a tempestade e suas consequências.

"São os pobres que sofrem desproporcionalmente nestes fatos, porque eles tendem a ser menos capazes de resistir, normalmente estão e vivem em áreas mais vulneráveis", afirmou. "Espera-se que haja lições positivas disso que possamos aplicar, porque se trata de uma tragédia muito horrível."



Escrito por SALSFI às 04h59
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   A TRAGÉDIA DE NEW ORLEANS

Mundo
Qui, 08 Set - 14h36
Nova Orleans obriga sobreviventes a deixar a cidade

Por Paul Simão e Michael Christie

NOVA ORLEANS, Estados Unidos (Reuters) - Equipes de resgate e a Guarda Nacional vasculhavam Nova Orleans nesta quinta-feira em busca de pessoas que não podem ou não querem deixar a cidade. Um dos resultados mais macabros foi a descoberta de 30 corpos em um asilo de uma cidade próxima.

Estima-se que haja cerca de 10 mil pessoas na cidade inundada, cercadas por uma mistura tóxica de óleo, compostos químicos, lixo, esgoto e corpos que bóiam, em consequência da passagem do furacão Katrina, há 10 dias.

As autoridades acreditam que milhares de pessoas tenham morrido, e já têm 25 mil sacos mortuários preparados para a operação de limpeza. Até agora, no entanto, menos de 100 cadáveres haviam sido resgatados em toda a Louisiana, e ninguém sabe ao certo quantas pessoas morreram.

"Vimos muita gente morta, tanto na água como nos prédios", disse o guarda florestal Gregg Brown, da Carolina do Sul, cuja equipe circula pelos bairros de Nova Orleans de barco.

As equipes de resgate amarraram corpos que boiavam a árvores ou cercas para buscá-los depois. Um necrotério montado próximo à cidade estava de prontidão para receber mais de 5.000 corpos.

Pelo menos 30 cadáveres foram encontrados no asilo St. Rita, em St. Bernard Parish, a leste de Nova Orleans, disse o senador Walter Boasso. Ele disse que quase 40 moradores foram resgatados do local.

O prefeito Ray Nagin emitiu uma ordem de retirada obrigatória, afirmando que as pessoas correm perigo por causa das toxinas presentes na água da inundação, e que a cidade precisa estar vazia para a operação de limpeza.

No bairro boêmio de Bywater, que foi razoavelmente poupado, os soldados aumentaram a pressão para que os moradores abandonem a cidade.

"Eles vieram aqui na noite passada e disseram que tínhamos de levantar o traseiro daqui até as 18h de hoje", disse Blaine Barefoot, 41, um músico que se preparava para partir. "Não vou resistir a eles."

Helicópteros sobrevoavam a cidade e integrantes da Guarda Nacional espiavam pelas janelas em busca de pessoas doentes ou com dificuldades. Também procuravam corpos e pessoas que se recusam a partir.

"Tem gente que está se escondendo e não vai embora. É gente que tem bichos de estimação e não vai deixá-los para trás", disse o carpinteiro Adrian Tate, com seu pit bull. Ele afirmou, no entanto, que havia mudado de idéia e que obedeceria à ordem de retirada. "Não tenho escolha."

O vice-almirante Thad Allen, comandante da Guarda Costeira, que foi colocado esta semana na chefia da resposta nacional à tragédia de Nova Orleans, disse que as autoridades passarão um pente fino na cidade, revistando-a quadra a quadra e batendo de porta em porta.

"Precisamos que todos saiam, para que possamos continuar trabalhando para recuperar essa cidade", disse Allen no programa "Early Show", da CBS.

Os sobreviventes do Katrina estão sem energia elétrica nem água tratada, e sofrem os efeitos do forte calor. O furacão fez com que a água ultrapassasse os diques que protegiam a cidade, que ficou quase que totalmente inundada.

Cerca de 1 milhão de pessoas foram obrigadas a abandonar suas casas ao longo da costa do golfo do México.

O balanço oficial de mortos é de 83 em Louisiana e 201 no Mississippi, mas governantes já afirmaram que a expectativa é que milhares de cadáveres sejam encontrados nos sótãos das casas inundadas e em meio aos destroços.

O presidente George W. Bush pediu ao Congresso, na quinta-feira, uma verba de 51,8 bilhões de dólares para a recuperação, além dos 10,5 bilhões que já tinham sido aprovados na semana passada.

Os trabalhos de recuperação podem custar aos contribuintes, no total, 150 bilhões de dólares. Havia também fortes críticas sobre a reação do governo federal à catástrofe.

A comissão de Orçamento do Congresso disse que o desastre pode representar a perda de 400 mil postos de trabalho, além da redução do crescimento econômico do país em até 1 ponto percentual.

O órgão que cuida dos resgates, a Fema, impediu que os jornalistas participem das expedições, e pediu a eles que não tirassem fotos dos mortos, o que causou protestos de instituições que protegem a liberdade de imprensa.

Líderes do Partido Republicano, de Bush, disseram que haverá uma comissão parlamentar de inquérito conjunta para analisar a resposta do governo ao furacão. Os democratas preferiam que a investigação fosse executada por uma comissão independente. Bush já disse também que vai liderar pessoalmente uma investigação.

(Reportagem adicional de Jim Loney em Baton Rouge, Adam Tanner em Houston e Maggie Fox em Washington)

 


Escrito por SALSFI às 04h51
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