SALSIFI INVESTMENTS
   CARTA AO JB SOBRE ARTIGO DE JOSÉ SARNEY

De:    salsificonsult
Para:    cartas
Data:   27/08/05 08:01
Assunto:   OS MARIMBONDOS DA DESFAÇATEZ
Cópia:    augusto ,  opiniao
 
 

Prezados Editores,

Gostaria que esses comentários chegassem ao conhecimento do ilustre empresário Nelson Tanure..

Num momento grave como o que envolve a vida política nacional, soa como  bofetada e escárnio o diletantismo do Sr. José Sarney, agraciado com página neste grande jornal, a solfejar o canto das reminiscências, enquanto quem  lhe paga regiamente as contas, - a população – fica indignada com a lama da corrupção de seus pares e colegas próximos. Como homem público, o camaleão maranhense tão adepto das liturgias, deveria fazer um exame de consciência. A hora é grave e não dá para digerir a sua desfaçatez na trama da pizza em que quer isentar congressistas e o presidente.

Foi montada uma gigantesca e insidiosa organização criminosa e o Sr. José Sarney, um eterno omisso, ao invés de dedicar a sua decadente velhice a purgar seus pecados históricos, arvora-se em contista semanal de reminiscências.

Estamos numa democracia – porca e imerecida é verdade – esta grande publicação publica quem melhor lhe aprouver ou interessar, mas aturar-se essa irresponsabilidade mental desta anacrônica figura a desdenhar da gravidade dos fatos  como reles participante passivo, é absurdamente inadmissível.

Cada trecho do meu artigo abaixo, poderia expressar um comentário para sua seção Cartas, mas não tenho a pretensão, nem como sempre, me sinto desprestigiado pela não publicação. Para isto estou publicando no meu site www.salsificonsult.zip.net

O momento é grave e não dá para ser educado.

Cada brasileiro de bem sente indignação a seu modo. Se infelizmente os jovens não saem às ruas como antigamente, resta-nos aos mais velhos a pena ácida para tentar os últimos brados de alerta.

Saudações.

SALVADOR SÍCOLI FILHO

Engenheiro/ Financista/ Cientista Político/ Ombudsman



Escrito por SALSFI às 07h45
[] [envie esta mensagem]


 
   AS FRIVOLIDADES DO SR. SARNEY FOGEM DAS FRONTEIRAS

NO PAÍS DOS NEFELIBATAS

SALVADOR SÍCOLI FILHO – 26/08/05

Realmente o Brasil é um país abençoado pelo Senhor.

Em meio a tantos escândalos, temos políticos que se esmeram, e em meio às mais absurdas turbulências, discursam a gracejar com o passado.  Caso do presidente votado por 53 milhões de imbecis, ou ingênuos, ou apaixonados, ou os três, e mais essa figura folclórica do coronel aposentado do Maranhão, atualmente servindo-se do Amapá.

Devoto de Saint Marie das Télluries, parisiense frustrado, porém fiel, Sarney é um político culto. Culto para os padrões modestos do país, frise-se. Não foi a toa que chegou à Academia. Não foram os marimbondos que aferroaram a cultura, mas os austeros fardões da sacrossanta casa que lhe renderam comovidas homenagens para ter um ex entre seus pares. A casa é acolhedora e tem uma sabedoria própria de cosmopolitas da intelectualidade.

Mas o nefelibata camaleônico tem suas virtudes. Quanto mais engrossa o caldo na cena nacional, mais se oculta em gestões escorregadias o abnegado defensor da liturgia do próprio ego. É um vaidoso obstinado e. em meio à lama do Congresso, não tece uma palavra sobre o escândalo. Trama com outro futuro integrante do cast acadêmico, - e astuto sobrevivente da era colorida -, a receita e os ingredientes da mais putrefata pizza jamais perpetrada no país. E no ápice, ainda vai dormir com a Condoleza, digo Bordalesa, a heroína das suas vilegiaturas noturnas com as quais acalenta o passado envolto na nódoa de presidente de um governo campeão de inflação, de infortúnios e de apadrinhamentos, entre otras cositas.

Alimenta o alter ego, trocando a seriedade do cargo público pela frivolidade em um momento grave.



Escrito por SALSFI às 07h16
[] [envie esta mensagem]


 
   A FIGURA OMISSA DE SARNEY

Enquanto o circo pega fogo, Sarney já foi a Paris, à doce São Luís, e depois de tomar chá na academia, considerou com justa calma e, sob controle, a situação no país. A população chocada com tanta lama entre os políticos havia descoberto que não são 300 os picaretas. São muitos mais e os números raiam a barra do absurdo. (para fugir à mesmice acadêmica do “beiram a raia do absurdo”). Com titulares e suplentes, diga-se, numa linguagem bem esportiva e a gosto dos majoritários peladeiros tortuosos. (“tortuosos” aqui como sugestão de neologismo, como derivados do Torto).

Se os políticos atuais ou são todos corruptos ou omissos, cada vez se comprova mais que no país à deriva, com tantos parlamentares vergastados pelo tempo, de há muito deveriam estes ter abandonado a ribalta. A experiência e a ascendência de nada lhes valeram para no mínimo visualizarem o caos que se formava no horizonte. Tornaram-se fantoches da ribalta nas noitadas da borrasca de lama do congresso e do planalto. Ribalta onde a cena é sempre de um vaudeville ou, mais comum ultimamente, de crônica policial.

Os que insistem em ocupar espaços, seja na casa de tolerância em que se transmutou o congresso de desavergonhadas encenações e perjúrios, ou mesmo que sejam no alto de uma página de decanos escribas, estão sujeitos ao repúdio dos cidadãos indignados com tanta perfídia que produzem os arautos do atraso e das manias ultrapassadas.

Um dessas idiossincrasias não escapa da academia dos aflitos, nem no caderno de fatos relevantes: Sarney deveria figurar no máximo, num folhetim dos anais do congresso.

Se em seu tempo houvesse guarida para a delação que nem condena, nem abomina, eis que o muro sempre foi seu parceiro nos apertos, não insistiria em contar reminiscências jocosas de seu passado, num momento grave da nação e em que deveria como senador da república, envergonhar-se com os procedimentos de seus pares e aos quais sempre serviu como bigorna para forjar o corpo deletério do mau exemplo.

Se, escreve por diletantismo ou para afagar seu ego, deveria como seus pares renunciar à rendosa profissão de representante do povo, eis que esquálida e decadente é a sua encenação de homem público.



Escrito por SALSFI às 07h09
[] [envie esta mensagem]


 
   OS PODRES DE FREI PALOCCI

A CHARGE INCOMPARÁVEL DE IQUE   - JB 26/08/05

O pretenso carregador de piano e de estorvos está tambem com o rabo preso

a um conhecido espertalhão do núcleo de Ribeirão. Piano ou cruz são os malfeitores

é que comandam o país. O recitador de cartilhas deve ter uma bela mesada mesmo

é dos bancos para preservar, sob a falácia do sistema de metas, os juros de agiota

no patamar da imbecilidade. Os piores imbecis são os que mais se arvoram em doutos!



Escrito por SALSFI às 12h22
[] [envie esta mensagem]


 
   SE NÃO VIA SE MATAR, ENTÃO QUE RENUNCIE, A PODRIDÃO DESTE GOVERNO É MUITO GRANDE.

Síndrome de agosto ataca Lula
Agência Brasil Não vou me matar como Getúlio’
Não vou desistir como Jânio’
‘Vou ter a paciência de Juscelino’




Escrito por SALSFI às 11h35
[] [envie esta mensagem]


 
   BURATTI ESPALHA MAIS LAMA

Última atualização:16h15
Buratti afirma que nunca viu Palocci
pegando dinheiro
Agência Senado


Escrito por SALSFI às 16h47
[] [envie esta mensagem]


 
   CHARGE DO IQUE

 

Ique

Comentário:

Em 1989 havia um Pinóquio. Mas com o aprendizado rápido dos analfabetos do PT e mais a atuação no DNA no laboratório da corrupção, os clones se multiplicaram com a desfaçatez dos descarados.

E continuam se multiplicando. O último a aderir ao lote dos espécimes raros é o capataz da Fazenda.

O médico e os monstrengos. Peguem a espingarda antes que nos desarmem.

E atirem neles.

A próxima vítima pode ser você! 

Salvador Sícoli Filho

 



Escrito por SALSFI às 10h51
[] [envie esta mensagem]


 
   ARTICULISTAS ESPECIAIS

PORQUE O IMPEACHMENT É NECESSÁRIO.

Quando o cinismo governa as ações dos homens públicos, produz-se uma associação de biltres onde a desfaçatez e o engodo semeiam entre os cidadãos a sensação de nojo e de revolta.

Giuseppe Brandoni – 13/08/05

Da reunião ministerial em 12/08/05, diante da avalanche de denúncias contra o seu governo, e a fragilidade da teima em fugir à responsabilidade, em dizer que não é dele, que não é com ele, recolhe-se com estupefação e indignação as impressões que ficam. Os fatos são incontestes e a parcela da mídia e os políticos (essa classe incinerada pelas denúncias) que insistem em dizer que não há provas contra o presidente erram. Ao defenderem que o “impeachment ainda não se faz necessário”, promulgam a sua própria extinção como entidades de respeito. Os fatos são demasiado graves para serem aplainados. O regime é presidencialista. Não temos aqui o privilégio de Rainhas da Inglaterra. Esse é um erro que não pode ser cometido. Ou se extirpa o tumor, ou o câncer da corrupção matará a possibilidade das próximas gerações. E esse é o ponto crucial: a necessidade de penalização exemplar dos responsáveis. Os argumentos contrários são verdadeiramente de uma recalcitrância dúbia. Defende-se a contemporização. Na democracia, no entanto, as razões de estado nunca podem cruzar a perigosa fronteira que separa a legalidade, a autoridade, do banimento às regras de ouro dos cânones inerentes à liturgia de cargos que estão sendo aviltados. Com o acobertamento interesseiro da manutenção de um status quo do qual se vá usufruir de vantagens ou de menos impasses.
O Congresso está manchado pela atuação de biltres que negociam mandatos solapados à sorrelfa do povo.
E o presidente está incapacitado psíquica e moralmente no mínimo para exercer um mandato para o qual como já se sabia não se preparara para exercer.

O cinismo do presidente ficou evidente. O ar de tristeza (talvez de arrependimento pelo tamanho da estupidez de achar que iria continuar a enganar a todos por todo o tempo), o olhar fugidio e as palavras ao vento tangenciando como sempre o cerne das evidências contra si e seus companheiros, é uma marca registrada da desfaçatez. A covardia de quem teme nomear, declinar nomes para não ser nomeado. O guerrilheiro instalado na Casa Civil sempre disse – menos na sua mentira despudorada à CPI - que o presidente sempre era informado por ele do que se passava. E este sempre emoldurou com a chancela da hipocrisia a sua parca administração do país. O que fez em 31 meses para ajudar no crescimento? Que medidas tomou que propiciaram um delta x de crescimento? Baixou os juros de agiota que quintuplicaram os lucros já abusivos dos bancos? Por que não fez isto? Porque o lobby dos bancos propiciou-lhe e a fantástica cobertura de cumplicidade para a sua inação proveitosa aos mesmos. Para isto, um banqueiro investigado no Banco Central e um subserviente esperto e decorador de cartilhas de Soros e seu prefaciador como capataz da Fazenda, foram blindados e os cegos da imprensa econômica atribuíram à política monetária restritiva e de manutenção de inflações esotéricas que torpedearam o crescimento e limitaram aos bancos o troféu de grandes ganhadores do cabresto imposto ao resto da economia. Foi o crescimento mundial e a vigorosa e estonteante manutenção do crescimento invulgar da China o grande componente do vetor do pífio crescimento. Todos os seus dados são mentirosos ao induzirem a si méritos que não lhe são próprios, porque nenhuma medida por ele tomada e pelo congresso de ineptos negociantes e que não legisla, produziu para o país um centímetro de crescimento. O setor que trabalha, sim gerou e se agigantou contra a carga tributária, contra o câmbio levado ao descompasso pelos juros agióticos que destroçaram as pequenas e médias empresas e os cidadãos, e que produziram um descomunal ingresso de smart money que aqui adentra para se locupletar com as taxas. Assim, sem restrições e sem taxações, aqui ingressam como voláteis podem a qualquer tempo esvanescer. O crédito consignado, criação das financeiras menores endossada pelo governo, não é uma benesse aos aposentados e pensionistas e sim, o último e seguríssimo circuito onde não haviam ainda se locupletado os bancos. E até os maiores, que até então mantinham o pudor de não explorar esse reduto, viram-se contemplados por mais essa magnânima e suspeita e infeliz medida governamental.

Os aposentados estão podendo comprar como diz o presidente, geladeiras, fogões, televisores...
Mas quando a conta chegar, os juros ditos e desenhados como pequenos irão destroçar a adimplência desses modestos contribuintes para os já estratosféricos lucros do setor bancário. Os aposentados terão seus utensílios, mas não terão dinheiro para os remédios e para os mantimentos. Pagarão aos bancos juros ao nível do dobro do que recebem da poupança e às financeiras dos magazines os mesmos juros repugnantes de sempre até perderem de novo a adimplência. E o presidente ainda se regozija? Se ele tivesse tido a coragem de demitir contra a vontade do sistema bancário ao Sr. Boston, teria com qualquer sucessor deste o conselho para baixar dois até três pontos na taxa básica há meses sem afetar as metas de inflação. Teria um conselheiro a contraditar o ridículo recitador de cartilhas de Ribeirão dos estatutos de juros dos banqueiros de Nova York.

Mas fantoche? Ventríloquo? Falastrão? Deslumbrado? Ingênuo?
Nada disso. O esperto torneiro, abandonando a profissão, deixou-se tornear por um mais que ladino. Na comemoração das bodas de prata da sua carreira de aposentado exigiu a contratação de um expert na maquiavélica maquiagem de imagens. E assim foi esculpida para o grande público e também para os empresários e a classe média a imagem gentil e suave para enredar quase 53 milhões de eleitores. (Torna-se claro que nos sertões nordestinos e na privilegiada Garanhuns e um imenso séquito como os estatutários, os MSTs, e os apanigüados do poder haverão milhares que continuarão a cultuar e a admirar essa anômala forma de dirigir pela excrescente metodologia da esmola aos pobres e da propina aos que relutarem em aderir.)

Quando assumiu um cargo para o qual não se preparou e entregou-se de quatro costados à política do antecessor ajustada com este e sua equipe numa reunião um mês antes da posse, o aposentado precoce estava montando a cena de um gigantesco estelionato eleitoral. Já mereceria o impedimento. Mas o glorioso mercado regozijou-se e propiciou as condições para a máquina da fortuna aquinhoar aos banqueiros do mundo a mais fantástica rodada de lucros do planeta. Para cá todos acorreram. Os juros de agiota foram entronizados para o desespero de economistas decentes que passaram meses repudiando como um estorvo maldito que era referendado a cada mês por uma seleta assembléia de áulicos autistas. Como o presidente. Para evitar que a economia de fato decolasse e estivesse à altura do desenvolvimento de gigantes como países que até poucos anos estavam atrás do Brasil, como a Índia e a China, foram mantidos com a mesma cínica e nauseabunda tese falseada do sistema de metas de inflação do governo anterior.



Escrito por SALSFI às 09h46
[] [envie esta mensagem]


 
   ARTICULISTAS ESPECIAIS

Tudo sob o arcabouço de uma falseada teoria de metas de inflação tupinicanizada por espertos patrícios banqueiros.
Sim. Um sistema com teorias corretas, mas adulterado pelos banqueiros capitaneados por Soros e seus assistentes no Brasil, com um diferencial nos juros que extorquia o setor produtivo a bem do segmento bancário. E a economia, tão decantada pelo presidente na sua apopléctica evasiva discursiva, só cresceu 4,9% a.a em meio ao mundo crescendo 7% em países tão aquém do Brasil como Colômbia, Uruguai, Venezuela, Irlanda e a Argentina que vinha de um défault à imagem e semelhança do que em campanha preconizara o Sr. Inácio, crescera 9% a.a.

Aonde os seus méritos do ilustre e deslumbrado turista internacional?
O Sr. Duda, artífice da fatiota de estadista do iletrado cidadão do mundo tinha mesmo que receber honrarias dos deputados e senadores, alguns também agraciados pela sua imaginação fértil de “market-maker” de imagens. Mas na realidade apura-se agora, o porquê da pressa do ministro da justiça em lhe dedicar a defesa quando flagrado em contravenção penal. Nos salões de rinha de galos em que transformaram os gabinetes palacianos, completou-se a trama da fantástica e hedionda montagem da insidiosa organização paralela que queria deter longevamente o poder pelos subterrâneos rarefeitos de toda a espécie de contravenção. Bingos. Caixas-2. Caixa-3. Caixas d´água e propinodutos. Fundos de pensão e suas espúrias “remarcações” a mercado. (“remarcações” e não marcação a mercado). Lavagem de dinheiro. Jogo do bicho. Contrabandos diversos. Nada escapava à sanha dos ensandecidos pelo poder. Quem capitaneava o conjunto? Quem era o chefe da nação? Seria Eu, você eleitor do apartamento dos Jardins, da Barra, do Belvedere, da Recoleta, da Rive Gauche, da favela, dos grotões, dos operários de sindicato, dos funcionários das empresas aéreas quebradas, dos assaltados diários no Rio de Janeiro, dos assassinados diários pela falta de emprego?
E a conta Dusseldorf, exímios inquiridores da CPI, a quem pertence a conta Dusseldorf tão preservada de Duda?

Vamos parar de mentir. De fingir. De ser hipócritas. O mundo não é um carro de som para iludir ouvidos de cidadãos carentes. O país está indignado de verdade. O país tem em sua maioria cidadãos de bem que se indigna de verdade com a montagem real de uma organização criminosa para se perpetuar no poder. Para devastar eternamente a população explorando-a da forma mais vil. Surrupiando-lhe através da malversação dos recursos obtidos ilicitamente através de uma carga fiscal que, agora se compreende, deva ser tão elevada. Para pagar comissões a cafetões e a cafetinas do dinheiro público. E a responsabilidade de tudo isto tem um nome. Não há que se eximir covardemente da realidade. O presidente dessa república de bananas precisa ser trocado pois os cidadãos de bem querem que o país volte a ser Brasil. Brasil com S e não com o Z dos vendilhões da pátria.

Agora temer–se pelo mercado, pelo vice-presidente, pelo sucessor seguinte que a ignorância ou a astúcia colocou como aspirante ao trono que é o presidente da Câmara, é uma arrematada canalhice. Vamos seguir as rotinas processuais e separando passo a passo todos os que tiverem o rabo preso, ou o passado sombrio das sórdidas apropriações do erário. Um a um devem passar pelo processo de purgação até que cheguemos a cidadãos sem nódoa e que de fato possam reconstituir os princípios nos quais se engajaram homens probos e de bem ao longo da verdadeira história política do país. Não essa crônica policial que se repete diariamente para a vergonha e asco da nação.

O câncer da canalhice deva ser extirpado aqui e agora sem covardias espertas ou ponderações insensatas ou de má fé.

O país inteiro está perdendo a confiança nas instituições que foram enxovalhadas por bandidos travestidos de políticos que assentaram praça no poder.

Onde estão os homens de bem do Congresso? Já se disse com absoluta propriedade que os políticos de hoje ou são corruptos ou são omissos.
Assim deveriam ser indistintamente todos penalizados. Com os corruptos na cadeia e com a última remota possibilidade de soerguimento dos que foram omissos, (não se compreende que uma elegante e distinta juíza convivendo diariamente com seus pares não tivesse ouvido falar que colegas haviam levado dinheiro para mudar o voto, ou senhora do PSOL especialista em petismo e que dele em boa hora livrou, não suspeitassem dos fatos) espera-se e reitere-se, que busquem seus pares para fazer o resgate dos escombros imputando e punindo os criminosos. E a palavra a ser empregada é exatamente esta: criminosos.

A blindagem do presidente do Banco Central já seria motivo para o impedimento do presidente da república e da suspeição do supremo juiz que foi pinçado da política. Por que não aconselhou ao presidente dos perigos e da inconstitucionalidade da blindagem?

Os cheques em branco a jeffersons, a waldomiros, a dirceus, a delúbios e etc. mostram a fraqueza do comandante e externam a terrível possibilidade de haver um grande rabo preso. Porque não disse nomes em seu discurso evasivo? Por que tentou desesperadamente há quase dois anos impedir a CPI dos bingos? Por que aprovou os bingos e depois desaprovou para depois tudo ser revertido no Congresso? Por que a CPI assava em ponto quase final a pizza e não convocou o marqueteiro presidencial mesmo tendo sido incluído como receptor de dinheiro ilegal? Por que o fazedor de imagens deu depoimento espontâneo à CPI? Para quem seria o dinheiro deixado na conta Dusseldorf? Por que o valerioduto se presta a revelações menores e esconde os crimes maiores? Por que o Banco Rural não foi liquidado pelo Sr. Boston e pelo Sr. Ribeirão até agora? São muitas perguntas sem respostas ou que ainda não foram feitas pelos medíocres inquiridores da CPIs. Intentam em não deixar com o traseiro mais exposto ao Sr. Presidente?

Por estes graves fatos que abalam a república que ficou anã pela covardia dos políticos é que se depreende que a única saída é a da ablação do tumor.

Não temos um molusco. Temos uma degeneração de padrões que precisam ser extirpados mesmo. Percamos a safadeza de querermos processos indolores ou incruentos. Cortar na própria carne sim daqueles traseiros preguiçosos de incapazes e aventureiros que se acostumaram à madorna do dolce far niente.

Impeachment sim, pois, esperar-se pela renúncia de um psiquismo autista, levará o país a perder não só os trinta e um meses perdidos, mas a dignidade de quem pretenda ter um futuro decente para a nação.





Escrito por SALSFI às 09h44
[] [envie esta mensagem]


 
  [ ver mensagens anteriores ]  
 
 
HISTÓRICO
 11/09/2016 a 17/09/2016
 06/09/2015 a 12/09/2015
 18/01/2015 a 24/01/2015
 09/11/2014 a 15/11/2014
 26/10/2014 a 01/11/2014
 15/06/2014 a 21/06/2014
 06/04/2014 a 12/04/2014
 02/02/2014 a 08/02/2014
 13/10/2013 a 19/10/2013
 12/05/2013 a 18/05/2013
 21/04/2013 a 27/04/2013
 10/03/2013 a 16/03/2013
 10/02/2013 a 16/02/2013
 25/11/2012 a 01/12/2012
 29/07/2012 a 04/08/2012
 22/07/2012 a 28/07/2012
 08/04/2012 a 14/04/2012
 29/01/2012 a 04/02/2012
 11/09/2011 a 17/09/2011
 04/09/2011 a 10/09/2011
 28/08/2011 a 03/09/2011
 24/07/2011 a 30/07/2011
 10/07/2011 a 16/07/2011
 03/07/2011 a 09/07/2011
 29/05/2011 a 04/06/2011
 08/05/2011 a 14/05/2011
 17/04/2011 a 23/04/2011
 03/04/2011 a 09/04/2011
 27/03/2011 a 02/04/2011
 13/03/2011 a 19/03/2011
 06/03/2011 a 12/03/2011
 20/02/2011 a 26/02/2011
 06/02/2011 a 12/02/2011
 19/12/2010 a 25/12/2010
 05/12/2010 a 11/12/2010
 31/10/2010 a 06/11/2010
 12/09/2010 a 18/09/2010
 22/08/2010 a 28/08/2010
 01/08/2010 a 07/08/2010
 04/07/2010 a 10/07/2010
 27/06/2010 a 03/07/2010
 09/05/2010 a 15/05/2010
 02/05/2010 a 08/05/2010
 18/04/2010 a 24/04/2010
 11/04/2010 a 17/04/2010
 04/04/2010 a 10/04/2010
 28/03/2010 a 03/04/2010
 21/03/2010 a 27/03/2010
 14/03/2010 a 20/03/2010
 31/01/2010 a 06/02/2010
 24/01/2010 a 30/01/2010
 22/11/2009 a 28/11/2009
 25/10/2009 a 31/10/2009
 11/10/2009 a 17/10/2009
 06/09/2009 a 12/09/2009
 30/08/2009 a 05/09/2009
 23/08/2009 a 29/08/2009
 16/08/2009 a 22/08/2009
 02/08/2009 a 08/08/2009
 26/07/2009 a 01/08/2009
 07/06/2009 a 13/06/2009
 24/05/2009 a 30/05/2009
 10/05/2009 a 16/05/2009
 03/05/2009 a 09/05/2009
 19/04/2009 a 25/04/2009
 22/03/2009 a 28/03/2009
 15/03/2009 a 21/03/2009
 08/03/2009 a 14/03/2009
 01/03/2009 a 07/03/2009
 22/02/2009 a 28/02/2009
 01/02/2009 a 07/02/2009
 18/01/2009 a 24/01/2009
 11/01/2009 a 17/01/2009
 28/12/2008 a 03/01/2009
 21/12/2008 a 27/12/2008
 14/12/2008 a 20/12/2008
 07/12/2008 a 13/12/2008
 16/11/2008 a 22/11/2008
 09/11/2008 a 15/11/2008
 02/11/2008 a 08/11/2008
 26/10/2008 a 01/11/2008
 19/10/2008 a 25/10/2008
 12/10/2008 a 18/10/2008
 05/10/2008 a 11/10/2008
 28/09/2008 a 04/10/2008
 21/09/2008 a 27/09/2008
 14/09/2008 a 20/09/2008
 07/09/2008 a 13/09/2008
 31/08/2008 a 06/09/2008
 24/08/2008 a 30/08/2008
 17/08/2008 a 23/08/2008
 10/08/2008 a 16/08/2008
 03/08/2008 a 09/08/2008
 20/07/2008 a 26/07/2008
 13/07/2008 a 19/07/2008
 06/07/2008 a 12/07/2008
 22/06/2008 a 28/06/2008
 15/06/2008 a 21/06/2008
 08/06/2008 a 14/06/2008
 01/06/2008 a 07/06/2008
 25/05/2008 a 31/05/2008
 20/04/2008 a 26/04/2008
 13/04/2008 a 19/04/2008
 06/04/2008 a 12/04/2008
 30/03/2008 a 05/04/2008
 23/03/2008 a 29/03/2008
 16/03/2008 a 22/03/2008
 09/03/2008 a 15/03/2008
 02/03/2008 a 08/03/2008
 24/02/2008 a 01/03/2008
 17/02/2008 a 23/02/2008
 03/02/2008 a 09/02/2008
 20/01/2008 a 26/01/2008
 13/01/2008 a 19/01/2008
 06/01/2008 a 12/01/2008
 30/12/2007 a 05/01/2008
 23/12/2007 a 29/12/2007
 09/12/2007 a 15/12/2007
 18/11/2007 a 24/11/2007
 11/11/2007 a 17/11/2007
 04/11/2007 a 10/11/2007
 28/10/2007 a 03/11/2007
 21/10/2007 a 27/10/2007
 14/10/2007 a 20/10/2007
 07/10/2007 a 13/10/2007
 19/08/2007 a 25/08/2007
 12/08/2007 a 18/08/2007
 08/07/2007 a 14/07/2007
 24/06/2007 a 30/06/2007
 10/06/2007 a 16/06/2007
 03/06/2007 a 09/06/2007
 13/05/2007 a 19/05/2007
 06/05/2007 a 12/05/2007
 01/04/2007 a 07/04/2007
 25/03/2007 a 31/03/2007
 25/02/2007 a 03/03/2007
 28/01/2007 a 03/02/2007
 31/12/2006 a 06/01/2007
 17/12/2006 a 23/12/2006
 10/12/2006 a 16/12/2006
 19/11/2006 a 25/11/2006
 12/11/2006 a 18/11/2006
 29/10/2006 a 04/11/2006
 22/10/2006 a 28/10/2006
 15/10/2006 a 21/10/2006
 08/10/2006 a 14/10/2006
 01/10/2006 a 07/10/2006
 24/09/2006 a 30/09/2006
 17/09/2006 a 23/09/2006
 10/09/2006 a 16/09/2006
 03/09/2006 a 09/09/2006
 27/08/2006 a 02/09/2006
 20/08/2006 a 26/08/2006
 13/08/2006 a 19/08/2006
 30/07/2006 a 05/08/2006
 16/07/2006 a 22/07/2006
 25/06/2006 a 01/07/2006
 18/06/2006 a 24/06/2006
 11/06/2006 a 17/06/2006
 04/06/2006 a 10/06/2006
 28/05/2006 a 03/06/2006
 14/05/2006 a 20/05/2006
 07/05/2006 a 13/05/2006
 23/04/2006 a 29/04/2006
 09/04/2006 a 15/04/2006
 02/04/2006 a 08/04/2006
 05/03/2006 a 11/03/2006
 19/02/2006 a 25/02/2006
 12/02/2006 a 18/02/2006
 29/01/2006 a 04/02/2006
 01/01/2006 a 07/01/2006
 25/12/2005 a 31/12/2005
 18/12/2005 a 24/12/2005
 11/12/2005 a 17/12/2005
 27/11/2005 a 03/12/2005
 20/11/2005 a 26/11/2005
 13/11/2005 a 19/11/2005
 06/11/2005 a 12/11/2005
 30/10/2005 a 05/11/2005
 23/10/2005 a 29/10/2005
 11/09/2005 a 17/09/2005
 04/09/2005 a 10/09/2005
 28/08/2005 a 03/09/2005
 21/08/2005 a 27/08/2005
 14/08/2005 a 20/08/2005
 07/08/2005 a 13/08/2005
 31/07/2005 a 06/08/2005
 24/07/2005 a 30/07/2005
 17/07/2005 a 23/07/2005
 10/07/2005 a 16/07/2005
 03/07/2005 a 09/07/2005
 26/06/2005 a 02/07/2005
 19/06/2005 a 25/06/2005
 29/05/2005 a 04/06/2005
 24/04/2005 a 30/04/2005
 20/03/2005 a 26/03/2005
 13/03/2005 a 19/03/2005
 06/03/2005 a 12/03/2005
 06/02/2005 a 12/02/2005
 23/01/2005 a 29/01/2005
 16/01/2005 a 22/01/2005
 19/12/2004 a 25/12/2004
 28/11/2004 a 04/12/2004
 21/11/2004 a 27/11/2004
 14/11/2004 a 20/11/2004
 07/11/2004 a 13/11/2004
 31/10/2004 a 06/11/2004
 17/10/2004 a 23/10/2004
 10/10/2004 a 16/10/2004



OUTROS SITES
 UOL - O melhor conteúdo
 BOL - E-mail grátis
 ARTIGOS ECONÔMICOS
 CRÔNICAS E ARTIGOS


VOTAÇÃO
 Dê uma nota para meu blog!