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   A IMPRENSA ESPANHOLA E O CASO LULA

Un 42% de brasileños cree que Lula puede perder la presidencia  Añadir a Mi carpeta

Un sondeo indica que su credibilidad disminuye por los escándalos de corrupción
JUAN ARIAS  -  Río de Janeiro
EL PAÍS  -  Internacional - 21-07-2005  

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Brasil está dividido ante la posibilidad de que el presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, acosado por las acusaciones de corrupción de su Gobierno y de su organización, el Partido de los Trabajadores (PT), pueda acabar perdiendo su mandato. Según el último sondeo, el 42% de los entrevistados acepta la posibilidad de que Lula termine siendo destituido, mientras que un 48% rechaza que eso vaya a ocurrir.

Es la primera vez, desde que explotó el escándalo del presunto soborno por parte del PT a diputados de las formaciones aliadas, que el presidente Lula, a quien el mismo gran acusador, el diputado Roberto Jefferson, había proclamado inocente, empieza a perder credibilidad. A pesar de que, según el sondeo, un 53% sigue confiando en el mandatario, la curva comienza a descender. Ahora, el 42% dice haber perdido la confianza en él.

Por lo que se refiere a las instituciones que, según la opinión pública, están siendo más afectadas por los escándalos de corrupción, la palma se la lleva el PT, con un 38%. En lo referente a personajes concretos involucrados en la corrupción, el primero en la lista es el ex ministro José Dirceu.

Las investigaciones del Parlamento sobre las denuncias de corrupción y la quiebra del secreto bancario del PT y del empresario Marcos Valerio, considerado el alma del escándalo, están confirmando las acusaciones que había realizado Jefferson, lo que agrava los problemas del Gobierno de Lula. Hasta el punto de que algunos diputados, considerados libres de toda sospecha, están proponiendo un pacto institucional para que se pueda llegar a las elecciones de 2006 sin que el presidente tenga que dimitir.

Oposición dividida
Por ahora, tanto Lula como su partido no parecen interesados en esa propuesta, porque supondría incorporar el compromiso de Lula de no presentarse a la reelección. Quizás por ello, los dos grandes partidos de la oposición, hasta ayer muy prudentes, se han dividido: mientras el Frente Liberal (PFL) ha decidido insistir en que la responsabilidad del PT no puede dejar de recaer sobre el presidente, el Partido Socialista Democrático de Brasil (PSTB), formación del ex presidente Fernando Henrique Cardoso, continúa prefiriendo que Lula llegue desgastado a las elecciones.

Por su parte, el mandatario continúa distanciándose cada vez más de su partido, y ha recordado que fue su presidente sólo tres años y hace otros tres que no participa de la dirección, aunque lógicamente no puede olvidar que fue uno de sus fundadores y que el PT le llevó a presidencia



Escrito por SALSFI às 08h31
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   PREMONIÇÃO

INTUINDO O PTIque

Fritz Utzeri - JB 20/07/05            

Foram necessários dois anos e meio para que a traição ao ideário generoso de um partido que nasceu das lutas populares saltasse aos olhos dos brasileiros, pasmos ante a desfaçatez suprema de justificar o roubo - injustificável - apenas porque ''o PT fez o que é feito no Brasil sistematicamente'', nas palavras de seu expoente máximo, falando de Paris e comprometendo-se de vez com a sujeira.

Pessoalmente, apesar de ter declarado publicamente meu voto em Lula, aqui mesmo no JB, já deixava claro que desconfiava da versão light do candidato, domesticado e repaginado por Duda Mendonça. Mas, não poderia imaginar até que extremos o aparelhamento do Estado e a corrupção chegariam. Logo após a posse, comecei a falar em ''estelionato eleitoral''. Parei de chamar o presidente de Lula, por considerar que o operário em que havia votado não era o que estava na Presidência. Publiquei uma página inteira no Pasquim21, no dia 28 de janeiro de 2003 (23 dias depois da posse), perguntando: ''Erramos de operário?'', com duas fotos, uma de Lula, com a legenda: ''Votamos neste'', e outra, de Lech Walesa: ''E ganhamos este?''. Fui chamado de ''impaciente'', e essa era uma opinião amigável.

Justificava-se a inação e a continuidade da política econômica com o argumento de que o orçamento daquele ano, o primeiro de Luiz Inácio, fora feito por seu antecessor, o príncipe dos (s)ociólogos, Fernando II, engessando a gestão petista. Dizia-se que o ''orçamento de Lula'' seria diferente, falava-se em ''fase dois'' aos que se espantavam com a continuidade da política econômica, alardeava-se um ''Fome Zero'' nacional, enquanto o molusco dava, cada vez mais, evidências de despreparo e deslumbramento. Passei a chamar o PT de NeoPT.

O tempo passou e as ''reformas'' anunciadas nada reformaram, além de eliminar conquistas dos trabalhadores. Inativos foram taxados e bancos privilegiados, como na Lei das Falências, dando prioridade às instituições financeiras sobre os trabalhadores, no caso de uma empresa quebrar, ''permitindo'' aos empregados negociar com os bancos ''em igualdade de condições'' (???). À medida que o governo revelava sua inação, incapaz de deslanchar até mesmo os programas assistenciais, mostrava, cada vez mais, que seu único objetivo era tranqüilizar a economia, para pagar banqueiros e especuladores e fazer caixa dois para a reeleição, uma praga que inviabiliza o país.

A propaganda, o marketing e a pesquisa de opinião viraram regra, manipulando a opinião pública. Enquanto isso, surgiam as primeiras suspeitas de que havia algo errado com a integridade do NeoPT, face às evidências cada vez maiores do aparelhamento e loteamento do Estado e da adesão de gente como Roberto Jefferson (o do cheque em branco), José Sarney, Delfim Netto, Orestes Quércia e outros ''companheiros''.

Até que um dos bandidos - ameaçado de pagar a conta, sozinho, devido a um filmete exibido na TV, mostrando um funcionário dos Correios embolsando uma mixaria de R$ 3 mil e dizendo que seu suposto chefe (o bandido) era ''doidão'' - resolveu provar que era ''doidão'' mesmo e chutou o pau da barraca. Nome do bandido? E precisa dizer? Ele agora escreve nos jornais pontificando sobre financiamento de campanhas, em lugar de estar preso por não explicar o que fez com R$ 4 milhões que diz ter recebido do NeoPT. O fato é que a barraca veio abaixo, os ventiladores espalharam tudo pra todos os lados e hoje o Brasil está mergulhado na m..., melhor dizer, na lama.

E como estão os generosos militantes que deram o melhor de si em nome da esperança, ''sem medo de ser feliz'', como dizia a melhor promessa política do PT? Eles não são corruptos nem venais. Apenas acreditaram e lutaram. Cadê a felicidade? Felizes estão os banqueiros, blindados e satisfeitos com seu governo paralelo (Palocci e Meirelles), inatingido e inatingível, administrando uma esfera própria, que nada tem a ver com o Brasil. É preciso refundar o PT, um novo partido, livre de todos os que se locupletaram dele (incluindo Luiz Inácio) e voltar às bases de luta do povo brasileiro. Será preciso tornar a dar o primeiro passo, porque se a esperança morrer, estaremos mortos. O NeoPT morreu, viva o PT!



Escrito por SALSFI às 08h23
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   O ESCÂNDALO VISTO DO EXTERIOR

A ESQUERDA BRASILEIRA COMEMORA O DIA DA INDEPENDÊNCIA EM PARIS

Tarso Genro : ENTREVISTA A "LE FIGARO" : Le PT doit laver son linge sale en public»


Le nouveau président du Parti des travailleurs (PT), Tarso Genro, a été élu le week-end dernier pour réorganiser une formation à l'image dévastée par des semaines de dénonciations de corruption. [16 juillet 2005]

LE FIGARO.Le PT a-t-il déjà perdu l'image de probité auprès de l'opinion publique ?

Tarso Genro. – Au moins provisoirement, du fait d'accusations très pesantes sur plusieurs membres du parti. Même si nous n'avons pas encore de preuves, imaginons qu'à peine 10% des allégations soient avérées, c'est un désastre pour le parti. Dans ce cas, pour retrouver notre crédibilité, il va nous falloir laver notre linge sale en public et demander des excuses à notre base et à la société en général. Néanmoins, le PT ne sera plus jamais le même, il devra se départir de cette arrogance qui lui faisait considérer l'honnêteté comme un monopole.

Vous attendez-vous à une sanction électorale importante en octobre prochain, en particulier au Congrès ?

Nous allons probablement perdre des sièges, à nous de travailler maintenant pour que ce recul soit limité. A long terme, ce qui nous arrive est peut-être positif, cela nous donne la possibilité de corriger dès maintenant certains torts avant qu'ils ne se transforment en mauvaises habitudes. Cela ne concerne évidemment pas que le PT. Cette crise a mis le doigt sur la corruption systématique au sein de l'Etat, et surtout une législation électorale archaïque (mode de scrutin, absence de financement public des campagnes), qu'il faudra réformer, même si cela ne se fera probablement pas au cours de ce mandat.

La crise a aussi pointé les divergences au sein du PT, en particulier sur la politique économique, jugée trop rigoureuse par certains, comment gérer ces contradictions ?



Il n'y aura pas de rupture à court terme du point de vue de la politique économique. Je suis néanmoins convaincu que nous devons réfléchir dès maintenant, dans la perspective d'une réélection de Lula, à une transition entre le modèle actuel et une politique de redistribution des revenus et de réduction des inégalités beaucoup plus importante. Mais il est impératif que nous parvenions à un pacte de gouvernabilité entre les courants les plus à gauche, les centristes et les modérés, sans quoi l'existence même du parti est menacée.



Escrito por SALSFI às 02h17
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   O ESCÂNDALO VISTO NO EXTERIOR

Brazil's political corruption scandal gathers pace
By By Raymond Colitt in São Paulo
Published: July 19 2005 20:23 | Last updated: July 19 2005 20:23

Luiz Inacio Lula da SilvaBrazil's opposition parties filed a lawsuit against President Luiz Inácio Lula da Silva's Workers' party on Tuesday after its former treasurer admitted raising funds illegally to finance election campaigns.

If the Supreme Electoral Tribunal finds against the ruling PT, several congressman could lose their mandate and the party could lose its public financing before next year's election or even its licence to operate as a political organisation.

The move is part of a growing offensive by the social democratic PSDB and the rightwing Liberal Front party (PFL) to gain maximum political capital out of the scandal, which has triggered the worst political crisis in recent years.

At the weekend Delubio Soares, a former PT treasurer, admitted his party raised campaign funds off the books through Marcos Valerio, a friend and publicist with government contracts. Several PT and allied congressmen used these funds to finance their election campaigns. Mr Soares and Mr Valerio have denied the PT paid congressmen in exchange for support.

“There is no more room for the PT in Brazil's political system,” said Cesar Borges, a PFL senator. He argued the PT lost not only the moral high ground but also the financial conditions to survive. “If the PT were a company it would be forced into bankruptcy.”

The PT executive met on Tuesday to discuss its dire financial straits, including debts the local press estimates at R$120m ($51m, €42m, £29m). If the party loses the right to obtain public financing of about R$30m per year, it would face extreme difficulty in launching an effective campaign in next year's general elections.

Financial markets had previously assumed there was no political will among opposition parties to implicate the president directly. Yet following a poll last week that showed Mr Lula da Silva's popularity undented by the scandal, their position may be changing.

Opposition parties believe Mr Delubio's confession that illegal funds were used to finance the 2002 election campaign could implicate Mr Lula da Silva. “There is no way of excluding the president from all this. One way or another the scandal will hit him head-on,” Alvaro Dias, PSDB senator, said. Mr Dias said it was inevitable that the PT would lose several congressmen. “If not in a legal trial, it will be in a political trial in Congress.”

Evidence emerged from a congressional inquiry this week to suggest that Mr Valerio used contracts he had with the public enterprises as collateral to obtain bank loans that were then passed on to the PT.

“Using public funds to leverage bank loans for a political party already is illegal. But we suspect these government contracts may have been a front for pure and simple corruption,” said José Agripino, another PFL senator.

Several PT leaders on Tuesday admitted to wrongdoing in their party but considered the opposition move an exaggeration. “There is no legal or judicial basis for this dictatorial truculence. It is ridiculous,” said Valter Pomar, PT vice-president.



Escrito por SALSFI às 01h46
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   ACESITA

O AÇO QUE TEM VALOR DE OURO
A Acesita quer repetir este ano o desempenho de 2004, quando foi o papel mais rentável da Bovespa

Por DURVAL GUIMARÃES

A companhia siderúrgica Acesita, única produtora de aços planos inoxidáveis da América Latina, está operando no mesmo ritmo alucinante do primeiro trimestre do ano, quando apresentou o maior lucro de sua história. De janeiro a março, registrou lucro líquido de R$ 177 milhões, uma alta de 76,8% em relação aos primeiros 90 dias de 2004. "Foi o melhor resultado nos 60 anos da empresa", ressalta o diretor-financeiro, Gilberto Correa. Esse resultado dá seqüência ao excelente desempenho da companhia no ano passado, que conferiu aos seus papéis a maior valorização do ano entre aqueles que compõem o Índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa), que reúne as ações de maior liquidez. Em 2004, o lucro da usina atingiu R$ 680, 2 milhões, um crescimento de 189,3% sobre 2003. O ano foi absolutamente positivo para a Acesita, assim como para toda a siderurgia nacional. Entre os motivos, o aumento da demanda e do preço do aço no mundo.

Diante desse desempenho, a Acesita voltou a remunerar o capital investido por seus acionistas. No último mês de fevereiro, foram pagos R$ 59,3 milhões a título de juros sobre o capital próprio. Três meses depois, os acionistas voltaram à boca do caixa para buscar mais R$130 milhões referentes aos dividendos de 2004. Detalhe: a Acesita não pagava dividendos desde 1997.

FOTOS DIVULGAÇÃO
Gilberto Correa: lucro da Acesita cresceu 189% no ano passado, beneficiado pelo aumento da demanda do aço no mundo

O ritmo frenético de produção na usina da empresa, no município de Timóteo, em Minas Gerais, é visível no departamento de vendas. A produção deste semestre já está totalmente vendida. O trabalho agora é para honrar a vasta carteira de pedidos. Até o final do ano, deverão ser produzidas 800 mil toneladas de aço, mesmo volume do ano passado. Há dois anos a empresa trabalha no limite da sua capacidade, ou "com a casa cheia", como costuma dizer o pessoal da linha de produção.

Recentemente, verifica-se uma tendência de queda de preços no exterior, em decorrência, sobretudo, do excesso de oferta na Europa e das chuvas intensas que têm atingido a China, o que por sua vez tem diminuído o ritmo das obras no país. A redução da cotação do dólar é outro fator que tem afetado a empresa. "Com os mesmos dólares, estamos fazendo menos reais", lamenta o diretor financeiro da Acesita.

A estimativa, porém, é que o recuo nas exportações se refletirá apenas no segundo semestre, mesmo assim de forma limitada, pois a empresa destina menos de um terço da sua produção ao mercado externo. Vale ressaltar ainda que o produto exportado é o de menor valor agregado, pois os importadores preferem o aço laminado ao quente, um tipo de semi-acabado que permite acrescentar uma nova laminação e ampliar a margem de lucro.

Gilberto Correa mostra-se otimista com a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) que em junho interrompeu o ciclo de aumento da taxa básica de juros e, com isso, sinalizou com a possibilidade da retomada de crescimento. Mas o executivo cobra que o governo mostre ainda sinais mais claros dessa política, que, na sua avaliação, só produzirá efeito em cerca de noventa dias. Ou seja: as decisões de investimento da iniciativa privada só devem apresentar os primeiros frutos a partir de setembro. ( publicado em FORBES)



Escrito por SALSFI às 17h13
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   IMPEACHMENT É IMPERIOSO

DASLULA E DAS DE DELÚBIO

 

 

SALVADOR SÍCOLI FILHO - 16/07/05

 

Estamos assistindo ao arrepio da lei, a estranha manutenção de elementos seriamente implicados com os cada vez mais graves desvios de conduta envolvendo próceres públicos, sem que o governo e os poderes constituídos, a Justiça e inclusive a Polícia Federal atuem com a mesma acuidade e saudável desempenho.

São notórias as contradições da liberdade dos mensageiros e portadores de malas adornadas com dinheiro sujo, fruto da corrupção e/ou do extorquimento de pessoas simplórias. O que fazem em liberdade os deputados de duvidosa religiosidade e o super-PC contemporâneo? Porque subsiste no BC, órgão máximo e guardião do Tesouro Nacional, elementos suspeitos de crimes tributários?

Por que o Senhor Presidente persiste em proteger o dirigente do banco? Por que, fato gravíssimo e que continua passando batido pelos cientistas políticos, instituiu o casuísmo criminoso da blindagem do mesmo? O presidente criou um instrumento para proteger um contraventor. E isto já seria passível de suspeição grave. O presidente prevarica e o Congresso, sem autoridade moral, faz e quer continuar a fazer vista grossa.

 

Por que o Rural ainda não foi visitado pela fiscalização do BC e da PF se é suspeito de remessas ilegais e se tem diretores argüidos por práticas corporativas excludentes? Por que não age o Banco Central? Será por falta de autoridade de seu presidente?

 

Por que incapacitado não renuncia o Presidente para livrar a nação de perder mais tempo com a sua insensatez e sua performance insuficiente?  Por que quer continuar a querer brincar de administrar o país, se nunca administrou nada, se nunca interferiu com pulso, se nunca pediu desculpas à população que definitivamente não o merecia? Por que insiste em continuar a ópera bufa de proteger velhacos para se abrigar e para impingir à nação a mais vergonhosa cachoeira de escândalos inimagináveis, planejados durante anos por seus vorazes amigos para saquear o país?

 

O impeachment é uma necessidade para reformar a consciência nacional. Os erros do período anterior - e são graves - ficam para depois já que os bravos guerrilheiros pactuaram com seus antecessores o “modus operandi” para fingir mudar sem nada mudar e assim no tempo devido não investigaram a fundo os desvios anteriores.

 

È muito grave dizer-se que o pior está ainda por vir.

 

Faltam lamentavelmente líderes ao país.



Escrito por SALSFI às 18h24
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O CASO DASLU REPRISA O SCHINCARIOL.

 

SALVADOR SÍCOLI FILHO – 15/07/05

 

Os casos de intervenção policial nos estabelecimentos da cervejaria Schincariol e da mega-boutique Daslu, merecem uma reflexão.

Operações com tal aparato demonstram para o cidadão comum que há uma laboriosa atuação da zelosa Polícia Federal. Não há que se contemporizar com infratores da lei.

 Só que, em ambos os casos, o espetáculo das operações coincidiram com importantes fatos na esfera política, com a profusão de escândalos envolvendo o partido do presidente, seu eterno dirigente vitalício e responsável maior. Importa então fazer-se sim a ligação entre os eventos e nele se enxergar uma autêntica cortina de fumaça para desviar os holofotes das falcatruas grosseiras e inadmissíveis dos subterrâneos do poder público em Brasília e que conspurcam contra a honra nacional.

 

O Senhor Ministro da Justiça, no entanto, tão zeloso das suas obrigações e tão atuante nesses 30 meses e testemunha ocular da esbórnia na dolce vita governamental, não moveu uma única palha para conter os descalabros do Rio de Janeiro onde o crime e a bandidagem constituem um poder paralelo que esbofeteia e aprisiona as faces do sofrido povo carioca. Ali não entrou a poderosa PF. Nem nos morros no combate ao tráfico de entorpecentes e nem nos cais do porto do contrabando explícito de drogas ou de armas.

 

Assim, de nenhuma forma afrontando-se a justeza do exercício necessário do poder de investigação e de polícia - que tanto decaiu por culpa dos nossos débeis últimos governantes -, estranha-se a coincidência e o escarcéu espetacular como brava Swat brancaleônica da PF nos dois eventos.

 

Tal arsenal e aparato encontrariam muito maior aprovação da população se aplicados fossem no crime organizado que mata, seqüestra e infelicita famílias, reféns e na orfandade do exercício de poder pelas autoridades delegadas.

No caso Schincariol, é sabida a ferrenha disputa da cervejaria paulista com o poderoso lobby da multinacional líder do mercado. Briga de Davi contra Golias sem a intervenção condizente dos organismos de defesa da concorrência.  Os órgãos de controle e a receita tributária haviam instituído o início da implementação dos medidores de vazão nas indústrias cervejeiras. Estava-se no limiar desse instrumento.

 

As notificações pelos fiscais tributários devem preceder atos policialescos para que não nos lembremos da máxima de Amato e nos desloquemos para outros países mais civilizados para fazermos investimentos e criarmos empregos tão escassos por aqui.

 

Escândalos de empresas privadas, como a sonegação, devem ser punidos com todo o rigor, mas contemplando-se estritamente os cânones da lei vigente e para que não ingressemos num triste período de arbítrio nitidamente conduzido mentalidades stalinistas para deslocar ou mitigar fatos mais graves e pior ainda, malversar o perfeito entendimento do cidadão comum, criando revanchismo entre classes já exacerbado pelo ciúme, a inveja ou a sensação de impossibilidade.

 



Escrito por SALSFI às 18h11
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   RESGATAR PADRÕES ÉTICOS

RESTAURAÇÃO DE VALORES

 

 

SALVADOR SÍCOLI FILHO    -  16/07/05

 

 

Mais que o assalto aos cofres públicos, o que está principalmente em jogo, é um átomo relegado a segundo plano nas considerações que, se depreende, devam ser postas em relevo.

É a necessidade suprema de se combater e estancar a hemorragia dos valores num país em que a voragem dos fatos nos arrasta ao estado de doente terminal.

 

A falência múltipla dos órgãos institucionais do país.

A ética e a governança na política como benchmark para os valores a serem transmitidos aos cidadãos, devem ser restauradas sob velocidade máxima sob pena de condenarmos irremediavelmente as próximas gerações.

Daí a necessidade de extirpar o cancro.

De exemplificar.

De punir.

 

Cabe lembrar que o regime é presidencialista.

 

Não cabem fantoches para nos governar.



Escrito por SALSFI às 12h49
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   CARTA A LEONARDO BOFF

Data: Sat, 16 Jul 2005 09:16:26 -0300 (ART)
De: "Mr salvador filho"   Adicionar endereçoAdicionar endereço
Assunto: Seu artigo "Emparedar Lula"
Para: lboff@uol.com.br

Prezado Sr. Leonardo Boff,

Desculpe-me a invasão.

Mas o assunto é público já que veiculado num jornal de
projeção. Não vi ao início que havia seu e.mail  e
assim, ao discordar peremptoriamente do corpo final de
seu texto em epígrafe, escrevi bravo ao  JB.
Como me excedi na crítica, tenho certeza que não serei
publicado.

Mas ao reler o artigo notei que havia o seu endereço
eletrônico e por isto, com a consciência pesada de
tê-lo criticado rudemente, sem informá-lo - logo eu
que tenho colecionado vários de seus textos
antológicos, faço-lhe chegar este.

Sou engenheiro, consultor de empresas, financista,
escritor e  apolítico: não integro nenhum partido.
Os políticos atuais me enojam. Não há exceções. Ou são
corruptos ou são omissos. Sinto-me como cidadão do
país lesado pelos mesmos.

E o presidente não é exceção. Não tem nada de
simplório. È extremamente inteligente e de uma
agilidade mental fabulosamente dotada.

"Não é idiota, é corrupto".( d´après A. Virgílio)

Só que engana a todos. Ou não a todos. Mas a todos os
tolos. A grande massa de ingênuos do nosso desvalido
país.

(Havia 53 milhões deles na última eleição. Hoje,
malgrado as pesquisas compradas pelo  governo da
entidade patronal CNT - Confederação Nacional dos
Transportadores de Carga/ Sensus, eventualmente uma
empresa de pesquisa,  cujo dono, Clésio Andrade do PFL
é vice governador de Minas e parceiro comercial do sr.
Marcos Valério em BH, não subsiste seguramente a
metade dos inebriados cordeiros do deus. E olha que se
toma como verdade - pobre país e pobre parcela da
imprensa que aceita - repito, toma-se como sagrada a
base de dados de uma pesquisa picareta que para
retificar entre aspas, a retina deslocada do governo,
ouve em 195 e poucas localidades 2.000 pessoas para o
marketing enganoso que semeia a hipocrisia)

Assim, e daí a crítica contundente que lhe faço.

O seu preâmbulo elogia um amigo meu Luiz Gonzaga de
Souza Lima - colega do longínquo Loyola. Perfeito. Mas
a tese é desfigurada ao longo do texto para depois  se
ater a um sofisma para se, por um lado, estoca no
óbvio - a grande farsa dos políticos e de certa parte
dos empresários - de outro lado desconhece que há um
fato relevante sub judice que é a escalada desmesurada
do grau, nível e perfil dos achacadores do dinheiro
público.

Do dândi ao operário.Do colarinho branco que pode
dirigir um banco no centro ao punguista batedor de
carteira de incautos naa igrejas fajutas ou nas
organizações mafiosas travestidas de partidos. O
dízimo extorquido dos humildes ou a dívida alavancada
pelos juros de agiotas para remessa ao exterior.

E nisto, não há como separar o joio do trigo.
Só há interligações que se enredam numa trama
diabólica para pilhar o país e a enorme população de
desassistidos.

Pior ainda.

Mais que o assalto aos cofres públicos, o que está
principalmente em jogo , - e isto o senhor que é
mestre na matéria não destacou -  é um átomo relegado
a segundo plano nas considerações que se depreende
devam ser postas em relevo.

É a necessidade suprema de se combater e estancar a
hemorragia dos valores num país em que a voragem dos
fatos nos arrasta ao estado de doente terminal. A
falência múltipla dos órgãos institucionais do país.

A ética e a governança na política como benchmark para
os valores a serem transmitidos aos cidadãos, devem
ser restauradas sob velocidade máxima sob pena de
condenarmos irremediavelmente as próximas gerações.

Daí a necessidade de extirpar o cancro. De
exemplificar. De punir. O regime é presidencialista,
reitero. Não cabem fantoches para nos governar.

Não são os políticos espúrios - e que até se contrapõe
perfidamente a isto - que procuram o impedimento. A
dignidade de um país é quem reclama uma guinada
radical no comportamento e nos paradigmas de quem
pretenda se tornar um dia homem público.
Errou, tem que pagar.

E a dimensão do erro é quem determina a pena.

O assunto é amplo e o conteúdo complexo para os nossos
aviltados padrões e costumes vigentes, vou
interromper.

Cabe aos pensadores e aos filósofos da utopia uma
injeção de ânimo para se combater a abulia da auto
estima nacional.

Peço-lhe desculpas no que excedi, mas conto com a sua
inexcedível aura e sabedoria para me compreender.

Fui absolutamente sincero.
 
SALVADOR SÍCOLI FILHO


Escrito por SALSFI às 09h45
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   TODOS SABIAM, MAS O SILÊNCIO FOI CONVENIENTE.

 

NOTAS para o JB

 

CORRUPÇÃO E OMISSÃO

 

Salvador Sícoli Filho – 16/07/05

 

Como demonstrado pelos vergonhosos fatos desnudados ao público, é absolutamente inadequado colocar-se em litígio como as duas vertentes do comportamento político. A distinção não é obviamente entre idiotas e corruptos. Não há que se menosprezar a inteligência e, sobretudo, a esperteza dos políticos, incluindo-se aí o presidente. A diferença, sem hipocrisia e lastreada na cabal e lamentável realidade dos fatos, é que só remanescem duas classes de políticos: ou são corruptos ou são omissos. Não há como conviver num mesmo teto, ou em qualquer espaço sem se saber o que nele ocorre. Os apanigüamentos eram de conhecimento dos congressistas como eram de conhecimento do presidente. Fugir-se a essa evidência é comprometer irremediavelmente a verdade e apadrinhar a insidiosa espiral de escândalos que desnorteia o país. E para exemplo às futuras gerações urge que se adotem penalidades rigorosas para todos os envolvidos sem nenhuma  exceção.

 

salsificonsult@bol.com.br



Escrito por SALSFI às 00h40
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   COMÉRCIO EXTERIOR

NA LINHA DE FRENTE DO COMÉRCIO EXTERIOR 

                      Marcelo Cáus Sicoli*

Ver o comércio exterior onde ele acontece, por quem faz o sistema funcionar. Esse foi o objetivo da viagem promovida pela empresa júnior de Relações Internacionais da Universidade de Brasília, no início de julho deste ano

Em uma semana por estradas de Minas Gerais e São Paulo, estados responsáveis por 42,6 % das exportações brasileiras, os trinta viajantes acompanhados de um professor,  conheceram a grandiosidade do Porto de Santos, responsável por 27,5% do fluxo de comércio internacional do Brasil, e empresas dos mais diversos portes e setores, como a multinacional Unilever (unidade fabricante de sabonetes em Valinhos), O Terminal da Libra(operadora de contêineres), Veiling (Flores-Holambra), Democrata Calçados (Franca) , ABCZ(Associação Brasileira de criadores de Zebu- Uberaba), Fosfértil (Fertilizantes-Uberaba), em Uberlândia a ACS -maior empresa de call center da América Latina- e a unidade processadora de suínos e aves da  Sadia  e a grande surpresa da viagem, mesmo para os organizadores, a Santal, localizada em Ribeirão Preto.

Nesta visita em particular( Santal ), a frustração dos que esperavam conhecer um fábrica de sucos , já que no mercado existe uma linha de produtos com este nome, foi rapidamente superada pelo entusiasmado presidente desta fabricante de carregadoras e colheitadeiras de cana-de-açúcar, que nos contou sobre a recente profissionalização da  administração e completa mudança de cultura organizacional, objetivando o mercado externo. Estas medidas geraram num curto prazo a conquista de clientes em toda América Latina e África, associado a um crescimento de mais de 20 vezes nas suas exportações em apenas 4 anos.  

Muito bem-recebidos em todos os lugares, estava no ar a preocupação empresarial de estar em sintonia com a comunidade, meio-ambiente e atuais e futuros formadores de opinião. Nos chamou a atenção, o fato de que muitas pessoas da linha de frente da área internacional das empresas, não possuíam formação específica na área de comércio exterior, tendo aprendido empiricamente suas tarefas. Por outro lado, na Democrata, ACS e Santal, a consolidação como empresa exportadora, só deslanchou após a transferência de comando de estruturas familiares para gestores profissionais com larga experiência na área.

Além de criticas pontuais à atuação da diplomacia brasileira na abertura de mercados, observou-se que certas pessoas simplesmente desconheciam as ações da APEX e do Ministério do Desenvolvimento para promoção das exportações e agiam de forma puramente reativa para concretização de vendas. Já a ABCZ, por exemplo, relatou ter se beneficiado de parcerias com o Governo para participar de feiras internacionais, obtendo bons resultados. 

Foi muito positivo ver as instalações e os inúmeros trabalhadores empregados no setor exportador no Brasil em plena atividade. E melhor, ouvir que as dificuldades das empresas para exportar têm diminuído, a capacidade produtiva ampliada e os investimentos aumentados, o que gerará um lucro maior no futuro, mais empregos e, acima de tudo, crescimento tanto no superávit na balança comercial brasileira, como na economia do país como um todo.

 *Bacharel em Relações Internacionais(UNB).Especialista em marketing internacional. Colaborador da Salsifi Consulting.

 marcelosicoli@hotmail.com



Escrito por SALSFI às 00h19
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