SALSIFI INVESTMENTS
   O Traço Insuperável de Ique

LULA VAI VER O FOGO LONDRINO PARA SE ESCONDER DA IMPLOSÃO NO PRÓPRIO ARRAIAL


As explosões que implodiram o Governo foram escândalos que começaram a aflorar com a fauna do bicho. O caudal de denúncias se transformou em cachoeiras de corrupção. Lula sempre "viajando" só acordou com o aviso de Bush em Londres. " Acorda peão que teu palácio está em chamas". Genuino caso de deslumbramento compulsivo. Back home, Lula! O país não agüenta tanta corrupção

Escrito por SALSFI às 17h31
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   Porque subiram as ações da Vale na contramão do mercado

 
Numa sexta-feira negra, 08/07/05, terrível na bolsa brasileira, a Vale e a Caemi seguram o índice e evitam a catástrofe.
 
Quedas significativas em todos os papéis mostraram a insegurança dos investidores que venderam maciçamente ao som de novas denúncias contra membros do Partido do Governo. Na contramão as ações da Vale e da Caemi foram disputadas pelos principais investidores estrangeiros com o Morgan Stanley e o Crédit Suisse à frente. O motivo o "investment grade" outorgado pela agência estrangeira de riscos Moody´s à CVRD.
 
Veja artigo abaixo:
 
Vale quer ser líder

Mineradora é a primeira companhia de capital nacional a atingir grau de investimento, o que reduz o custo dos financiamentos

Marcelo Kischinhevsky e Daniele Carvalho

A Companhia Vale do Rio Doce entrou no seleto grupo das empresas que não oferecem risco aos investidores, o que permitirá captar recursos a juros mais baixos para financiar sua expansão e buscar a liderança no mercado de mineração. É a primeira vez que uma companhia de capital nacional obtém o status de investment grade. A reclassificação foi garantida por uma mudança de metodologia da agência americana Moody's. Com a alteração, a Vale saltou dois degraus, de Ba2 para Baa3, quatro níveis acima do risco soberano brasileiro.

- Queremos continuar crescendo e temos que continuar crescendo. Nossa meta agora é chegar à liderança do setor. Temos condições de ser a maior companhia mineradora mundial - adiantou o presidente da Vale, Roger Agnelli.

Atualmente, a empresa figura em terceiro lugar no ranking de valor de mercado da mineração, atrás apenas da BHP Billiton e da Rio Tinto. A obtenção do status de investment grade, de acordo com a Moody's, significa que o crédito da empresa é de risco moderado e não mais especulativo. Embora a avaliação da agência tenha atingido basicamente empresas estatais, a Vale entrou no rol das beneficiadas por ter três assentos de seu conselho ocupados pelo governo brasileiro, por meio da BNDESPar, subsidiária do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.

- Com a melhora na nota, poderemos reduzir o custo da obtenção de capital, possibilitando uma ampliação no volume de investimentos que poderão ser feitos pela companhia - comemorou o presidente da Vale, acrescentando que a nota é o reconhecimento da política de gerenciamento da empresa e abre caminho para uma futura reclassificação do próprio risco brasileiro.

Para Sérgio Rosa, presidente da Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil e um dos acionistas da companhia, a nota é um marco histórico para a economia nacional e transmite a confiança dos investidores no país.

- É um sinal muito positivo para o Brasil. A companhia só pôde receber o grau de investimento porque está ancorada numa economia sólida e confiável - ressaltou.

O anúncio criou polêmica no mercado. A Ambev se apressou em se afirmar como primeira empresa nacional a obter o grau de investimento, em dezembro passado.

- Mas eles só conseguiram depois da reestruturação acionária. Insisto que a Vale é a primeira empresa nacional a atingir o investment grade - ironizou Agnelli, referindo-se à aquisição da cervejaria pela belga Interbrew.



Escrito por SALSFI às 14h42
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   O FIM DE UM MITO

ASCENSÃO E QUEDA DO MESSIAS  OPERÁRIO

 

Salvador Sícoli Filho – 07/07/05

 

O precioso artigo do sociólogo Ricardo Antunes no JB de 07/07/05 traduz uma das melhores sínteses da verdadeira ascensão e queda do líder Luiz Inácio. Subscrevendo ipsis litteris, ressaltamos a prodigiosa e grave visão do articulista e que também endossamos. “Antes dessa crise estonteante, imaginava-se como o Messias que vinha do povo e seria capaz de ''ensinar'' e converter as ''elites''. Não conseguiu perceber que foi tranqüilamente tragado por elas. E que hoje depende do PSDB e dos bancos para permanecer onde está.”

Pela gravidade do esquema posto a nu e que caracteriza uma verdadeira organização insidiosa aviltando o exercício do poder é que se depreende a verdadeira necessidade de um exemplar impeachment, seguido de uma faxina geral no Congresso. Caso contrário estará se oficializando para as futuras gerações a validade da Lei de Jefferson o que condenará o país a perpetuar-se no raquitismo político movido a corrupção.



Escrito por SALSFI às 09h50
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   UM ARTIGO PRECIOSO SOBRE LULA

Lula

 Ricardo Antunes  - Sociólogo

Conheci Lula na segunda metade dos anos 1970, quando ele era ainda Luiz Inácio da Silva, liderança operária maior do sindicalismo brasileiro, que renascia depois da longa noite aberta com o Golpe militar de 1964. Dotado de uma intuição preciosa, Lula sabia, como ninguém, representar a classe trabalhadora, num período em que havia um claro vácuo de representação do trabalho no Brasil, dada a intensa repressão que se abateu junto aos partidos de esquerda e ao sindicalismo político do pré-64.

Sua vivacidade e força em muito suplantavam suas dificuldades. Era impactante presenciar a liderança de Lula no estádio de Vila Euclides, onde os metalúrgicos em greve faziam suas majestosas assembléias. Foi exatamente nesse período singular de nossas lutas sociais, entre 1978 e 1980 que Lula consolidou sua enorme liderança popular.

Lembro, também, que no início de 1981, participei de uma longa entrevista com o líder sindical, realizada em sua casa modesta em São Bernardo do Campo. Num momento de pausa da entrevista e da gravação, e sob o impacto das respostas de Lula, sempre instigantes, lhe perguntei: ''Lula, você já leu alguma literatura socialista?''

Sua resposta foi de bate-pronto: ''Não preciso ler, por que aprendi a mais-valia na fábrica''. Eu lhe respondi algo assim: ''Certamente, sua experiência na fábrica é essencial na sua vida e consciência, mas um dia essa teoria lhe poderá fazer falta...''

Quase 25 anos depois, o Lula de hoje é outro. Ao longo dos anos 90, depois do excepcional embate de 1989, sua primeira candidatura à Presidência, Lula foi pouco a pouco tornando-se um político profissional, distanciando-se de sua origem operária, convertendo num ''homem de classe média'', como confessa em Entreatos, o belíssimo documentário de João Moreira Salles. Lula sonhava ser o exemplo mais bem sucedido do nosso self made man: fora um operário de origem rural que, depois do interregno metalúrgico, caminhava a passos largos para tornar-se presidente da República.

Nesse período, Lula sempre teve o PT em suas mãos. A cada disputa acirrada entre as tendências, ele sempre surgia, ao final, como um tertius, capaz de somar até os contrários. E assim fez ao longo de toda a militância no PT, o que consolidou o lulismo, dentro e fora do PT.

A falta de solidez teórica e política era suprida pela enorme capacidade que Lula sempre demonstrou de captar, de assimilar, ao seu modo original, o que lhe falavam aqueles a quem ele mais ouvia e respeitava. É, assim, a trajetória de Lula saltou do ''sindicalista apolítico'' para o ''sindicalista político'', ainda ao final dos anos 70. Nos primeiros anos do PT, tornou-se dirigente partidário sob ''influência socialista'', bem como um candidato com fala ''radical', que perdurou ao longo da década de 80.

Entre as eleições de 1994 e 1998, foi aproximando-se do candidato-equilibrista, nem tão radical, nem tão assimilado pelo sistema, até converter-se no ''Lulinha, Paz e Amor'', já sob influxo da embalagem publicitária de Duda Mendonça.

De lá para cá, a vacuidade tornou-se quase completa. Preenchidas pelas metáforas, com as jaboticabas, o futebol, o machismo explícito, os traseiros para explicar o sucumbir de sua política de juros etc. Dois episódios são exemplo da monumental alienação política que se abateu sobre o outrora líder operário: quando disse poucas semanas atrás que ''nunca'' havia ficado tão nervoso quanto no jogo entre Brasil e Argentina, quando a crise se avolumava e começava a virar tempestade e, no último sábado, em pleno terremoto político, só equivalente ao período que antecedeu o impeachment de Collor, quando foi comemorar no ''Arraia do Torto'' os inimagináveis desvios de rota de seu governo e partido.

Em pouco mais de 30 anos, Lula migrou do mundo do trabalho industrial para subir a rampa do Planalto. Lá, no passado, ficou estancada sua viva espontaneidade. Antes dessa crise estonteante, imaginava-se como o Messias que vinha do povo e seria capaz de ''ensinar'' e converter as ''elites''. Não conseguiu perceber que foi tranqüilamente tragado por elas. E que hoje depende do PSDB e dos bancos para permanecer onde está.



Escrito por SALSFI às 09h48
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   O Eterno Confronto Brasil e Argentina

COMENTÁRIO PARA CARTAS - JB

Sobre o artigo "A Goleada da Argentina" de Paulo Nogueira Batista Jr.

Salvador Sícoli Filho  - 3/07/05


Sempre perfeito e arguto, Paulo Nogueira Batista marca
mais um tento de placa com sua análise panorâmica das
diferenças na condução econômica dos dois países.

Um voltado para dentro e para a busca de uma parcial
redenção da população dizimada pela desastrosa
política de Cavallo e o "currency- board" com o
engessamento cambial que destroçou a economia.

De outro lado a falta de inventividade do governo Lula,
que sem programas se rendeu ao canto da sereia do
dos gestores e tutores de FHC.

Lula projetou em discursos.

Kirchner, mesmo com uma justificada arrogância atual, vem realizando uma reviravolta.

Triste designío.

Por enquanto vamos ficando somente no circo do futebol.

 
"? Hasta cuando?



Escrito por SALSFI às 06h39
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