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   O BRASIL E A SEMANA SANTA

VERDE-AMARELO, ESTÁ DIFÍCIL SEGURAR!

 A genialidade de Eliana Cardoso em “Verde, que te quero verde” em Valor de 17/03/05, não impede que se lhe façam alguns adendos. Por certo alçada aos sonhos nas merecidas férias, evoca Garcia Lorca, mas o cenário que se desenha é de Kafka. O Sistema de Metas é inócuo e lastreia-se em alvos fundeados numa variável só. A variável só – a taxa de juros – é aniquilada pela inconsistência da política fiscal. Os gastos públicos zombeteiam dos formuladores econômicos. Estes não se insurgem embora fracos sejam seus governantes. Não é estranho? - Dramaticamente estranho. Por que só os bancos ganham?

Médicos brincam de economistas e vão operar o Mercado. À deriva, a grande nave, vê um oficial de megafone em punho transformar-se em motorneiro com boné e terno Armani. Prodigiosa “mis-en-cène” nacional que reúne num só quadro, Lorca, Siron, Alberti*, Buñuel, Rosset e Salvatore, Dali!

A política econômica é surrealista e até aqui fomos salvos, pela calmaria externa - que anuncia as grandes intempéries - e a excitação que vem da China. Mesmo assim e com ventos sombrios urdidos no monumental déficit americano, vamos entesourando dólares. Trocando dívida atrelada ao verde derretendo no mundo afora, por moeda nacional que o BC tenta desvalorizar. E que se empaturre a dívida pública interna.

No novo arcabouço cambial vamos tentar recambiar as aplicações off-shore e até o Sr. Paulo pode encarar, crêem alguns doutos. Como somos uma nação de crédulos e de crentes, (pelo menos 53 milhões) acreditemos que dará certo, cordeiros do mundo!  No fundo no fundo, estaremos sempre a imitar a Argentina. Mesmo quando as idéias são nossas, vamos esperar para ver como é que resulta do lado de lá. Às vezes cedo, ás vezes tarde como agora. Sempre haverá um sabor diferente. Ao invés de tango, samba. Ao invés de efeito Orloff, efeito pinga mesmo. Afinal se a sobriedade não adveio, que venham os ébrios e se locupletem todos. A pelada dominical é o Verde que te quero verde. Ali pastam as antas que chutam a vã esperança, enquanto se formam as nuvens que antecedem o desastre e que tornarão o verde num intenso lodaçal.

Eliana Cardoso, se tem razão, - “Não vamos sofrer antes da hora”, ou melhor, “Erra quem tem razão antes da hora” muito mais elegante, no que lhe é peculiar –, também a política cambial flutuante será inócua pois não há independência monetária que sobreviva aos movimentos especulativos. Ao invés de o calote ser internacional, como os portenhos, graças à astúcia canhestra do blindado e autônomo BC, estamos diante da perspectiva de uma gigantesca vaga interna para catapultar às cinzas a impagável dívida interna.

PPPs realmente à vista: Presidentes, prefeituras e pessoas todos se agarrando à arca de Ribeirão ancorada em Brasília. A mediocridade de um rei contamina seu reinado.

Como sigo os axiomas de Zurich, já vendi minhas ações siderúrgicas e agora me vou embora para Passárgada, embora não seja amigo do Rei. Por isto mesmo, antes passarei no Conrad com minha musa, já que se a Semana é Santa, ninguém é de ferro. Se ela não quiser ir, recolho-me e vou só para um mosteiro na Mata Atlântica capixaba refletir reflexões retrospectivas.

Verde Amarelo: está dificil!

Salvador Sícoli Filho

Engenheiro. Economista (que estudou economia pra entender porque os economistas erram tanto no Brasil), Escritor, Ömbudsman, Talladrador de Hilleras en lo Banco Scotia em Buenos Aires.

*Alberti: Pintor italiano radicado em Alcona, impressionista rudimentar, carro chefe da minha pinacoteca, atualmente sem liquidez, depois que fecharam o Museu da Flórida do Cid Santos.



Escrito por SALSFI às 23h49
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   CARTA AO JB PEDE CABEÇA DE SARNEY

 

 

CHÁ DE CADEIRA NO MARANHÃO

 

 

 

Permita um comentário sobre sua página de Opinião,

na sexta-feira, dia 19/03/05 do JB.

 

É absolutamente inadmissível que o Sr. Sarney importune a nós leitores com suas gracinhas de diletante na esclerose e cada vez mais distante da liturgia do cargo, como num momento de raro  bom devaneio cunhou.

 

Com tantos problemas no país, o caudilho do Maranhão, continua exibindo o fôlego do gato ancorado no sofá do velho coronel. Diverte-se, conta proezas, relata vilegiaturas à nostálgica Europa,- sempre com dinheiro do contribuinte, claro -  estórias picarescas como sói deva acontecer à horrenda safra de políticos que se assenhoreou do país.

 

Macular o espaço do decano e cada vez mais lúcido, Villas Boas Corrêa, é um sacrilégio que com um pouco de humildade, do pachorrento bebedor de chá da Academia - outro impropério no descalabro que atingiu até a nobre Casa - deveria fazê-lo pegar o velho chapéu de oportunista esperto e se retirar da cena chula de vaudeville de cabaré que representa.

 

Já não basta a sua camaleônica figura ter pilotado os piores momentos da hiperinflação brasileira, e tem neste referenciado simulacro de artigo, o desplante de vir em supremo cinismo fazer comparações, para tentar tanto tempo depois, mudar a face oculta que só aos incautos impingiu.

 

É preciso purificar a Página.

 

Giuseppe Brandoni

 

Economista

 



Escrito por SALSFI às 08h20
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VERDE, QUE TE QUERO VERDE

 

 

COMENTÁRIO SOBRE ARTIGO de Eliana Cardoso    Valor Econômico 17/03/05

 

 

A genialidade de Eliana Cardoso em “Verde, que te quero verde” em Valor de 17/03/05, não impede que se lhe façam alguns adendos. Por certo alçada aos sonhos nas merecidas férias, evoca Garcia Lorca, mas o cenário que se desenha é de Kafka. O Sistema de Metas é inócuo e lastreia-se em alvos fundeados numa variável só. A variável só – a taxa de juros – é aniquilada pela inconsistência da política fiscal. Os gastos públicos zombeteiam dos formuladores econômicos. Estes não se insurgem embora fracos sejam seus governantes. Não é estranho?

 

Médicos brincam de economistas e vão operar o Mercado. À deriva, a grande nave, vê um oficial de megafone em punho transformar-se em motorneiro com boné e terno Armani. Prodigiosa “mis-en-cène” nacional que reúne num só quadro, Lorca, Siron, Alberti*, Buñuel, Rosset e Salvatore, Dali!

 

A política econômica é surrealista e até aqui fomos salvos, pela calmaria externa - que anuncia as grandes intempéries - e a excitação que vem da China. Mesmo assim e com ventos sombrios urdidos no monumental déficit americano, vamos entesourando dólares. Trocando dívida atrelada ao verde derretendo no mundo afora, por moeda nacional que o BC tenta desvalorizar. E que se empaturre a dívida pública interna.

 

 

No novo arcabouço cambial vamos tentar recambiar as aplicações off-shore e até o Sr. Paulo pode encarar, crêem alguns doutos. Como somos uma nação de crédulos e de crentes, (pelo menos 53 milhões) acreditemos que dará certo, cordeiros do mundo!  No fundo no fundo, estaremos sempre a imitar a Argentina. Mesmo quando as idéias são nossas, vamos esperar para ver como é que resulta do lado de lá. Às vezes cedo, ás vezes tarde como agora. Sempre haverá um sabor diferente. Ao invés de tango, samba. Ao invés de efeito Orloff, efeito pinga mesmo. Afinal se a sobriedade não adveio, que venham os ébrios e se locupletem todos. A pelada dominical é o Verde que te quero verde. Ali pastam as antas que chutam a vã esperança, enquanto se formam as nuvens que antecedem o desastre e que tornarão o verde num intenso lodaçal.

 

 

Eliana, se tem razão, - “Não vamos sofrer antes da hora”, ou melhor, “Erra quem tem razão antes da hora” muito mais elegante, no que lhe é peculiar –, também a política cambial flutuante será inócua pois não há independência monetária que sobreviva aos movimentos especulativos. Ao invés de o calote ser internacional, como os portenhos, graças à astúcia canhestra do blindado e autônomo BC, estamos diante da perspectiva de uma gigantesca vaga interna para catapultar às cinzas a impagável dívida interna.

 

PPPs realmente à vista: Presidentes, prefeituras e pessoas todos se agarrando à arca de Ribeirão ancorada em Brasília. A mediocridade de um rei contamina seu reinado.

 

 

Já vendi minhas ações siderúrgicas e agora me vou embora para Passárgada, embora não seja amigo do Rei. Por isto mesmo, antes passarei no Conrad com minha musa, já que ninguém é de ferro e a Semana é Santa. Verde amarelo, pendão para o sofrimento. Está difícil.

 

Salvador Sícoli Filho

 

 



Escrito por SALSFI às 01h12
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   Sobre o artigo de Fernando Orotavo Jr.

COMENTÁRIO

SALVADOR SÍCOLI FILHO 20/03/05

O artigo do advogado Fernando Orotavo em Opinião JB 20/03/05 é irretocável e expressa uma realidade que não pode mais ser oculta. A partir da introdução de diretores captados (e cooptados) no mercado, aquela aura de eficiência que pousava e tornava respeitável aquela instituição desmoronou-se lamentavelmente. O Sistema de Metas é uma falácia para acobertar as rodadas mensais de especulações já há 50 meses como sistematicamente registramos. E carta de alforria  é uma balela, ou cortina de fumaça para escamotear a atuação medíocre que vem tendo o Banco como gestor dos recursos do país no período mencionado. O artigo não poderia traduzir melhor a dramática condição a que foi levado o Banco coroado agora com a absurda blindagem de um executivo eventual, passageiro e que administra para o seu grupo sob o disfarce da desfaçatez



Escrito por SALSFI às 00h57
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Independência ou morte?

Fernando Orotavo Junior

[20/MAR/2005]

De tempos em tempos os desmandos perpetrados na economia nacional fazem ressurgir a idéia de que todas as mazelas nacionais podem ser resolvidas tornando-se o Banco Central independente. Quem defende esta fórmula não sabe que nenhum órgão da administração pública goza, no país, de tanta margem de manobras, de tanta liberdade de ação, de tanta prepotência funcional. O alto nível de incompetência coletiva que graça no dia-a-dia dos brasileiros fazem com que se criem, no imaginário nacional, fantasias conceituais de atribuição de competência a tudo que não conhecemos em profundidade e a todos que não temos condições mínimas para contraditar.

Pretendem copiar países desenvolvidos julgando que em nossas plagas a estabilidade monetária e econômica passa por um órgão independente, no sentido único de que seus dirigentes seriam vitalícios, indemissíveis ou estáveis, como se qualquer destas prerrogativas fosse determinante do acerto de suas decisões ou os protegesse do assédio político. Acreditar nisso é o mesmo que acreditar em Papai Noel. A diretoria do Banco Central não vai ficar mais ou menos eficiente por gozarem seus membros de estabilidade via mandados fixos. Vai ficar mais prepotente.

Por certo ela vai poder continuar errando no essencial, omitindo-se no genérico e legislando ao arrepio do Congresso Nacional, pela utilização do artifício de regular, via circulares e resoluções, a lei vigente. No que concerne à política monetária vai poder continuar a ''combater'' a inflação com elevação da taxa de juros básicos, medida ortodoxa que funciona muito bem quando a inflação a ser combatida é a de demanda. Ora, em um país onde vive na miséria quase absoluta mais da metade da população, onde o povo não tem o que comer, que demanda é esta a ser combatida com juros altos?

Não devemos nos esquecer de que, além do comando da política monetária e de seus reflexos na economia, cabe ao Banco Central o papel de xerife das instituições financeiras, as quais fiscaliza, liquida e indiretamente julga, eis que fabrica laudos, ditos técnicos, que enviados ao Ministério Público, não raras vezes, são acolhidos como verdades absolutas.

Será que ninguém percebe que a manutenção do Banco Central como executor de intervenções e liquidações extrajudiciais, após sua ''independência'', irá expandir sua prepotência ? Se hoje, com diretores dependentes e teoricamente fiscalizáveis e demissíveis, nos deparamos com situações grotescas, como a eternização de inúmeras liquidações de empresas solventes e superavitárias, ou como o caso específico recente do Banco Santos, cujos diretores e auditores foram convocados, em 13.05.04 pelo Bacen, para serem comunicados de que seu patrimônio de referência, contabilizado em 31.3.04 em 571 milhões de reais, valia apenas 4 milhões, e que tinham o prazo de 30 dias para apresentar um Plano de Contingência e normalizar seu ''grave comprometimento da situação econômico financeira'', sob pena de liquidação extrajudial, e que apenas sofreu uma ''intervenção'', situação que caracteriza a prática comezinha de ''dois pesos, duas medidas'', é fácil imaginar o que poderão fazer no futuro.

Não é possível que não percebam que procedimentos desta natureza, atípicos e injustificáveis, adotados em uma infinidade de instituições liquidadas, vão gerar cada vez mais ações judiciais contra o Banco Central, responsável pelos atos e pela administração de seus prepostos, na forma da Lei. O Banco Central não se acanha até em ''legislar'' para manter o controle desses patrimônios de terceiros, como o tem feito nos casos do Proer, onde pretende fazer prevalecer, em intermináveis discussões judiciais e extrajudiciais, a Circular 2246 (que prevê a cobrança de juros contratuais nos débitos das massas liquidandas) sobre a Lei Federal 8177/91, que expressamente dispõe que os juros em casos de Intervenções e Liquidações é a TR (Taxa Referencial). Libertar o Bacen, mesmo parcialmente, do controle dos demais poderes da União, sem simultaneamente apartar do Banco o controle do mercado financeiro, transferindo-o para a CVM (Comissão de Valores Mobiliários ) é impensável.

Se o Banco Central já legisla hoje, se já faz o que bem entende com o direito alheio, se liquida instituições saudáveis, se teima em manter, nos últimos 20 anos, diga-se de passagem, uma política monetária que só produz miséria, que só agrava a situação do país e dos brasileiros, que inibe o crescimento, isso tudo sendo ''dependente'', o que não esperar de um regime novo, que irá eternizar a gestão já agora não só de seu presidente com status de ministro, porém de toda a sua diretoria? O que estamos pretendendo: independência ou morte?



Escrito por SALSFI às 00h54
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