SALSIFI INVESTMENTS
   CARTA A VALOR ECONÔMICO - BALANÇO DE 2004

CARTA À EDITORA

Estimada Diretora,

Penitencio-me pelo atraso, mas o artigo de Denise
Neumann em Valor de 30/12/04 foi magistral e
inspirou-me hoje algumas reflexões além de aguçar o
senso crítico calcado nas longas jornadas e na triste
convicção de que mais um ano vamos todos nós
brasileiros perdendo face a exuberância, esta sim
racional, de um mundo em efervescência.

E o que apresentamos foi pouco perante a nossa
capacitação tolhida - e ai está o ponto - pela
inaptidão de despreparados para o poder. O Brasil,
este país continental, caminha a passos trôpegos,
mesmo assim por conta de alguns extraordinários
expoentes de nossas grandes empresas.

Mas o governo está inerte. O que cai em suas mãos é
travado pela falta de executivos de peso, não há
planejadores, ou estrategistas, tudo é feito no
improviso. Isto vem de há muito, mas tem se agravado
nos últimos anos.

À imprensa, à grande mídia é reservado um grande
papel, mas acho que há um longo caminho para recuperar
a fase aúrea das grandes conquistas,e dos grandes
eventos oriundos dessa função vital.

O artigo de Denise, como outros tantos dela, toca em
pontos nevrálgicos, mas algumas fontes extravasam e
entornam elogios a um governo extremamente omisso.

A minha independência e o meu desusado e "old
fashioned" patriotismo, me levam à crítica, daí o
artigo.

Tem faltado crítica no país, por isto os impostores
vem se assenhoriando do poder e o país é campeão na
inversão de valores.

Não só na política mas na economia, há distorções
pueris graves que se refletem no dantesco espetáculo
de crescimento pífio e na hipocrisia das falsas
pesquisas e estatísticas, para acobertar as falhas no
gerenciamento dos aspectos sociais.

Segue meu alerta crítico, que deverá ao ser publicado
em meu site, ter outro título. Se quizerem
aproveitá-lo podem fazê-lo da melhor forma emuito me
aprazaria.

Com tantas jornalistas moças, esse Valor se torna
insubstituível. Principalmente pelo alto quilate
atingido sobretudo pelas "moças" da casa. Só tem
fera, desculpe-me o termo. È terno.
Mas meu espírito de ömbudsman pesou e resolvi criticar
porque estamos perdendo há anos oportunidades de
voltar a crescer em bases compatíveis com a nossa
capacidade.

Cordiais saudações

Salvador Sícoli Filho *



Escrito por SALSFI às 05h55
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   OS ANALISTAS ERRARAM. A MÍDIA CONTINUA A ERRAR.


OS ANALISTAS ERRARAM. A MÍDIA CONTINUA A ERRAR

Se as previsões pecaram em 2004, a contrição deve
atingir também os que endeusaram a mediocridade.


SALVADOR SÍCOLI FILHO* 08/01/05


Acertados os balanços, fechadas as contas, as
reflexões se dirigem ao planejamento estratégico do
futuro. Nós planejamos, você planeja, todos planejam.
Todos? Mas quem planeja no Governo? Aliás, a pergunta
é muito mais aguda e convido-os a refletir. Está
havendo governo? Será o Presidente realmente um
iluminado?

A jornalista econômica Denise Neumann publicou um
excepcional artigo em 30/12/04 no jornal Valor
Econômico em que acerta em cheio nas falhas das
previsões dos analistas ao início de 2004 para as
perspectivas daquele ano passado. Houve o que chamou
de “a subversão da lógica econômica”.

Se os juros subiram era de se esperar uma retração
econômica e não crescimento. Se o dólar continuou
definhando, por que batemos recordes de exportação e a
balança comercial foi de tão extraordinário vigor e
positiva?

Mas é preciso ir um pouco mais a fundo para elucidar
certos fundamentos dessa paradoxal trajetória, cujo
percurso em primeiro contraponto, nada teve de
excepcional e muito antes pelo contrário, foi de uma
mediocridade acaciana e perdemos mais uma enorme e
talvez derradeira oportunidade de nos reabilitarmos
aproveitando as circunstâncias mundiais.

O crescimento foi pífio e sobre bases integralmente
dizimadas. Atribuir-se méritos ao atual governo,
configura a tentativa de referendar a falácia tal e
qual o Banco Central sob as rédeas ainda do discípulo
de Soros: entroniza o sistema de metas esotéricas de
inflação que articulado sobre uma variável só – talvez
pela própria falta de imaginação e inércia de seus
membros, sobretudo os áulicos sábios do COPOM –
consolidando de vez a proteção pecaminosa ao sistema
financeiro a dano de todo o complexo produtivo.

Atribuir-se alavancagem às pequenas e médias como
exportadoras e a população como beneficiada pelo
interesseiro e igualmente agiótico desconto em folha é
sem dúvida de uma infelicidade singeriana. Essa é mais
uma terrível armação dos vampiros banqueiros que
depois de achacarem todo nível de empresas,
instituíram os cartões de crédito para as classes C e
D e agora chegam ao último degrau da sua extorsão de
agiotas sob a complacência de um governo de
despreparados que a tudo cede quando os interlocutores
são os bancos e seus lobbies.


Escrito por SALSFI às 05h53
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   OS ANALISTAS ERRARAM. A MÍDIA CONTINUA A ERRAR.



Ou não se parou para pensar, ou a mídia continua a
dormitar em berço esplêndido pactuando com a
mediocridade? Esse tipo de empréstimo sob desconto em
folha é na realidade o último reduto onde não atuavam
os grandes bancos. E o mais seguro tipo de empréstimo.
O sujeito está empregado, mas ganha tão mal que
precisa pegar dinheiro emprestado. Já se endividou no
cartão de crédito com os juros de agiota – que só a
crença na idiotice de quem ouve, pode atribuir à
inadimplência (velho e surrado chavão de banqueiros e
agora recantado para os energúmenos que nos
desgovernam) e assim ao invés de recorrer ao agiota da
praça para fazer um “papagaio”, entrega sua última
cartada para o bondoso banco que não tem nenhum risco
e ainda assim cobra juros de Judas para não dizer o
que a colônia me conduziria a processo.

O desgoverno atual não planeja, não tem planejadores e
é um amontoado de ervas daninhas, A compra do avião é
escandalosa, mas a mídia dormita Enviamos tropas ao
Haiti mas não intervimos no dominado Rio de Janeiro
refém da bandidagem. Os ministérios se superpõem e a
mídia dormita. Os índices são falseados, as pesquisas
são falseadas e mídia dormita. Imprensa investigativa
não mais existe. E os escândalos proliferam. E o homem
que era terrorista acobertou bandidos, compactuou com
o bicho e este o conduziu a personalidade do ano.

O atual governo conseguiu uma única façanha.
Ultrapassar a ruindade do governo anterior e que as
estatísticas não deixam mentir. (vide as estatísticas
e os gráficos de “Herança e Ruptura” de Reinaldo
Gonçalves, um petista). Todo o pouco que se conseguiu
até aqui, deve-se única e exclusivamente ao
excepcional estágio atingido pela economia mundial o
ano passado, e à eficiência de nossas grandes
multinacionais exportadoras. Graças à inépcia do
atual deslumbrado desgoverno muito pouco se aproveitou
deste momento ímpar. O Mercosul é um exemplo da
pasmaceira governamental. Todos colocaram suas
salvaguardas. O Brasil levita.
(levita e não levitra). O México, nosso aluno em
comércio exterior e em mercado de capitais de 15 anos
atrás, nos ultrapassa largamente e emite sem receios
as suas salvaguardas. Suas exportações são o dobro das
nossas.

E esse governo até na desfaçatez consegue ser pior que
o anterior. Falsifica índices como o PIB de 2003 e
depois conserta. A máxima ricuperiana de “o que é bom
a gente conta, o que é ruim a gente esconde” é
aperfeiçoada e temos a máxima composta pelos antigos
guerrilheiros hoje aboletados no poder e sendo
entronizados como personalidade do ano: o princípio é
ganhar todas ou impor o rolo compressor do poder
desmesurado. Não importam os meios.

E aonde vai a imprensa?
Certamente aos céus não irá. E maior que a sua dívida
bancária, é a sua dívida com a sociedade a quem engana
com sua inapetência e absoluta falta de crítica ao
estado caótico da inversão de valores que endeusa
mediocridades e despreparados.


Escrito por SALSFI às 05h50
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   OS ANALISTAS ERRARAM. A MÍDIA CONTINUA A ERRAR.


O Brasil, em função do absoluto estado de graça
mundial perdeu um inavaliável oportunidade de crescer
9%, 10% como a China, a Rússia, ou até a Turquia.

O crescimento atingido é absolutamente vergonhoso,
sobre bases depreciadas e a parcialidade do Banco
Central privilegiando o sistema financeiro só acontece
em paesetos terceiro-mundistas ou sem governo. Um
governo de pulso, duro, coerente, inteligente ou até
militar, não permitiria jamais isto. Juros
inexplicavelmente altos e “spreads” obscenos. Sem
poupança interna e o desemprego grassando, o
crescimento foi flébil e a mídia engoliu a criação de
1.800.000 postos de trabalho, enquanto a Argentina com
menos da metade da população brasileira criou 2
milhões.

O governo não contribuiu absolutamente em nada com o
crescimento e foi diretamente responsável pelo
ridículo índice obtido, vis-à-vis a exuberância da
economia mundial em 2004.

É preciso assim interromper-se as louvações, já que
tudo o que foi obtido deveu-se à competência dos
dirigentes dos grandes conglomerados que venceram com
seus próprios méritos os obstáculos que se lhes
colocou o governo de despreparados.

O governo se contribuiu foi com escândalos e
incompetência inaudita da maioria dos ministros.
Alguns com atuações desastrosas em ministérios
importantes e outros, supérfluos agarraram-se ao ócio,
dedicaram-se às tertúlias e a viagens memoráveis. Não
poderia ficar sem citação, além disso, o dolce far
niente dos cultuadores do ócio não criativo que
entediados ou deslumbrados povoaram o Planalto e que
por certo fariam corar de Domenico Masi a Bertrand
Russel. Mas isto fica para o próximo artigo onde por
certo incluiremos as falhas pitorescas que, de um ex -
quase presidente a certas teóricas ocupando posição de
executivos, deixa um sombrio panorama para o setor
energético, tolhido pela incompetência de duas
ministras que enquanto estudam, não executam e a
legislação ambiental é usada como moeda de troca para
atrasar o desventurado país que não pode se contentar
com crescimento tão pífio que não fez cócegas à China,
à Índia, a Rússia, à Colômbia, à Turquia, à
Argentina...
Sim, Argentina de Kirchner, com défault e tudo cresceu
9% mais 9% em dois anos. O desgoverno e o sistema de
metas esotéricas bancárias de inflação nos levou de -
0,50%, ou pior, de + 0,50% a 5% de aumento no PIB. A
vulnerabilidade da dívida, sobretudo a interna
aumentou, o pagamento de juros idem e teremos
vencimentos pesados agora.


Escrito por SALSFI às 05h49
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   OS ANALISTAS ERRARAM. A MÍDIA CONTINUA A ERRAR

As reservas não foram
convenientemente aumentadas, malgrados os
espetaculares desempenhos do setor exportador. O
governo foi perdulário e aumentou os gastos públicos,
e foi cínico ao aumentar a carga tributária. (essa ao
apagar das luzes deveria ter seus autores demitidos ad
hoc). E assim se está tripudiando sobre os cadáveres
dos pequenos empreendedores.

De tal maneira, é absolutamente impatriótico a mídia e
seus mais ilustres representantes quererem outorgar
louros a uma plêiade de neófitos despreparados ou a
declamadores de cartilhas econômicas engendradas no
exterior, como as recitadas pelo afável frade que
encena a opereta bufa instalada ma Fazenda. Mais um
ano perdido na estranha sinfonia da incompetência e da
mediocridade que assola e desencanta que tem a visão
isenta da triste realidade. A sua parte o Governo não
fez e retrato fiel é o descalabro da violência urbana.
O estado lastimável das rodovias. O saneamento às
traças, a assistência médica lamentavelmente moribunda
e setores fundamentais sob o arbítrio do Estado como
as agências reguladoras, absolutamente inertes para
conter o círculo vicioso dos aumentos predatórios dos
preços administrados, e sem cacife para peitar a
incompetência e os entraves suspeitos às liberações
ambientais de projetos de interesse supremo do país
como hidrelétricas, linhas de transmissão,
siderúrgicas, mineração etc.

As commodities bateram recordes do estanho ao cobre, o
minério subiu 18% e a perspectiva é que suba mais de
20% esse ano nas negociações em curso. Para quem há
dez anos atrás soltava fogos quando conseguia 1,5% de
aumento com os japoneses, os chineses são benditos e
em seu DNA não há resquícios de Inácios, nem de
Dirceus, nem de Amorins. A Arcelor já subiu 7% o preço
do aço na Europa e a Posco, terceira maior siderúrgica
do mundo está pagando esse ano US$125,00 a tonelada do
coque metalúrgico australiano pelo qual pagava US$
67,50 o ano passado.

Os analistas erraram e entre acertos vão voltar a
errar. Mormente os menos experientes e ligados a
interesses dos banqueiros. (sempre os mais ouvidos e
com grandes espaços na mídia).
Os mais vividos têm a sabedoria dos lúcidos e a
independência dos realizados. Conhecem o imponderável
e não se arvoram em descobri-lo ou afronta-lo.
Acautelam-se.

Mas a mídia. A grande mídia ficou devendo muito em
2004 e precisa resgatar sua pujança. A crítica é
fundamental nesse país que caminha a passos céleres
para a completa inversão de valores.

Faltou autoridade, austeridade e competência ao
Governo.
Sem nenhum espirro ou imbróglio no front externo a
anuviar o panorama, o que deixou de ser feito é algo
muito grave para ser encoberto por comemorações
cínicas e descobertas tardiamente pelos seus sectários
e guerrilheiros líderes.

SALVADOR SÍCOLI FILHO


Escrito por SALSFI às 05h47
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