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   TRECHOS DE CARTA AO PRESIDENTE

"É PRECISO RECLAMAR" , disse o Presidente 

repetida a pedidos -  originalmente publicada em 2/11/2004, Dia de Finados 

Não sei se esse é o tipo de crítica que V.Exa esperava, mas eu cidadão sincero e cansado de ver tanta sujeira sendo escondida e tanto mau exemplo sendo elaborado diariamente, exatamente por aqueles que deveriam ser nossos ilibados comandantes, evidentemente não poderia deixar passar a ímpar oportunidade.

Espero que V.Exa tenha tempo, talvez antes do cinema, e disposição, para  ler até o fim estas que são apenas as primeiras etapas de um caudal de reclamações que continuaremos a lhe transmitir, sempre na expectativa da assunção de fato da rudeza e realidade das mesmas.

Um bom começo seria a troca de toda a cúpula do Banco Central e de todos  os membros do COPOM. São todos suspeitíssimos de transferirem recursos do Tesouro para a engorda famélica dos bancos, a dano do setor produtivo.

A outra seria a destituição imediata de todos os incompetentes que o cercam. Ou por incapacidade técnica ou por acomodação. “Laisser-faire”, como o caso da Justiça que acoita transgressores da Lei.

Rinha é crime ambiental e como tal deva ser punida. Um governo que contrata uma empresa cujo dono tem no currículo crime inafiançável, é um governo acéfalo técnica e moralmente.

O que fazem no Governo o Ministro da Justiça e o Procurador Geral da República? Ninguém lhe alerta para a gravidade e superlatividade dos desdobramentos legais de tamanha anencefalia jurídico-legal?

Este governo precisa dar um basta na corrupção que dizima o país, antes que seja destituído pela vontade de homens de bem que constitui a imensa maioria do povo brasileiro.

O resultado do 2º turno das eleições, malgrado todo o aparato de apoio urdido pelo governo e sua acachapante derrota apesar disto, é o sinal vermelho para a queda do embuste perpetrado pelos marqueteiros de terreiros ilegais.

SALVADOR SÍCOLI FILHO

 

 



Escrito por SALSFI às 10h21
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   O PAÍS ONDE CAMPEIA A CORRUPÇÃO

A SENHA FOI O EMPRÉSTIMO (ou a fita dois)

 

Giuseppe Brandoni           10/04/2004

 

De repente, não mais que de repente, fez-se silêncio total.

A mídia que redescobria o vulto de um novo escândalo no Planalto e arremetia em delírio nas investigativas de há tanto esquecidas – e agora envolvendo as vestais caipiras do imaginário sacrossanto PT - não mais que num átimo, recolheram-se às suas insignificâncias, comandadas pelas editorias dos patrões endividados. Bastou sair um empréstimo do BNDES para atender os justos e castos pedidos da mídia encalacrada pelos juros de agiota do sistema financeiro, para não mais que de repente, ser varrido para debaixo das catacumbas de Brasília, o mais baixo e deplorável espetáculo de corrupção já engendrado no país. Envolvendo notoriamente toda a cúpula do núcleo do poder, - ou pensam os simplórios desavergonhados do Congresso, que algum brasileiro de saber, acredita que apenas uma velha raposa do bicho, demandaria olimpicamente só para si as fabulosas comissões achacadas denunciadas pela primeira das fitas. Se pensarem os áulicos que governar carro de som é diploma para ensinar a dirigir uma potência, mesmo que esfaqueada pelos políticos, enganam-se com a prepotência forjada no ócio do salário indutor de suas farsas e farisaicas tramas.

 

A teoria da conspiração foi produzida em padrão globalizado de esmero hitchcokiano onde saiu impoluta a fita número dois. E na calada da noite, desandaram a falar um procurador e seu investigado para depois fazer-se em conluio tucanos e petistas a empírica tese da conspiração.

 

E assim, vamos fazendo da hipocrisia e da desfaçatez, o roteiro de uma desventura que infelicita o povo e que nos conduz ao precipício para um desenlace trágico.

 

Sem dar bom exemplo, ceifada na descompostura, uns aderentes, outros com as penas presas, e alguns, decrépitos acomodados que não podem prescindir dos salários, estes sim de marajás, que lhes outorgam comprar a tudo e a todos - e até algumas reluzentes matronas e balzaquianas, para lhes resgatar a carcomida vertigem -, a politicalha de Brasília confirma que a ditadura foi realmente derrotada. Mas não como se contradiz Gaspari, e sim ao não cimentar na lápide do esmaecimento, os estelionatários guerrilheiros sobreviventes que achacam o país da forma mais sórdida e quixotesca. Depois dos colarinhos brancos, a nova safra é de espertalhões e gatunos de baixo coturno, que lastreados na esperança de um povo sofrido e desvalido, urdiram seu grande golpe contra o país: a adesão remunerada ao esbulho do país pelo capital estrangeiro e nacional de origem duvidosa. Enquanto uma consultoria de reengenharia governamental se esvai e avilta seus preços em concorrências predatórias, os PCs do atual governo nos brindam com remunerações fantásticas para simples exercícios repetitivos de informática arcaica. Mas o montante tem de ser devastador, pois a viúva é rica e a vulva dos políticos e dos recém chegados às benesses não se sacia com pouco cifrão. Os contratos são superfaturados então só tirar do sereno o Waldomiro? Ora não sejamos ingênuos e nem destruamos a teoria da relatividade intrínseca. A Bíblia do poder é a progressão exponencial da palavra fácil e melíflua. Pertençam ao baixo clero ou aos exterminadores do passado, recondicionadores de DNA das plásticas macabras de aventureiros tão ineptos quanto prepotentes.

 

Mister se faz reconhecer, que os políticos que infestam o país, não merecem a democracia que cismamos em defender. Mas que, em realidade, não passa de um arremedo de democracia:

Não vivemos sob o manto da democracia, mas sob o império da mediocridade.

É o que nos desgoverna hoje, ao invés da ordem unida, do comando rígido, hierárquico e de pulso firme, que não relutou em banir do poder em 64 os degenerados e os que arquitetavam a entrega do país, justo aos desertores de regimes prestes ao aniquilamento. A classe média, os profissionais liberais, e os militares, artífices do contra golpe, souberam levar o crescimento e a cidadania à maioria da população, que isto exigia e aplaudia à ocasião. O resto é devaneio de alguns interesses contrariados ou de alguns apátridas terroristas e que perderam suas teses e devaneios insanos de cubanização do país.



Escrito por SALSFI às 09h47
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   A SENHA FOI O EMPRÉSTIMO

 HÁ UMA CONCUPISCÊNCIA MORAL GRASSANDO....E A VIOLÊNCIA

 

É preciso lembrar igualmente, que morrem mais pessoas hoje por dia no país, assaltados ou vítimas de balas perdidas e de desgovernos que teimam em escamotear a verdade, do que durante toda a decantada e mal dimensionada “repressão” do contra golpe de 64. Este se debatia com terroristas, prendia seqüestradores, assaltantes de bancos, estupradores, alguns dos quais sobreviventes mal agradecidos pela anistia e pela visão que teimam em não reconhecer, de uma temporada de crescimento e de respeito aos cidadãos. Cidadãos estes, que hoje são criminosamente desrespeitados pelos sobreviventes, que com seus golpes torpes de mentes doentias, arrogantemente querem jogar fora suas sujeiras, como se não agissem eles como tiranos ditadores nunca passíveis de punição. E que, pior ainda e, além disso, não se deixam investigar, porque sabem que seu PC tem orçamento muito mais participativo do que aquele que aniquilou Collor conduzindo-o ao “impeachment”. Collor não distribuía suas benesses como um mísero Fiat-Elba e foi punido, banido como um seqüestrador. Seu único seqüestro foi a poupança, que hoje além de seqüestrada, é seviciada pelos juros ridículos que a ela lhe acrescem mensalmente os bancos que assaltam dentro da lei do BC dos dois últimos trágicos governos. No PT, na tese incutida, parece tudo participativo, mas quando a verdade se dá contra a sacripanta dos concílios de 35 eruditos ministros, todos com MBA e distinção, unem-se todos como prepotentes covardes que têm na mentira e na impostura seu único trunfo.

 

É conveniente portanto lembrar aos esquecidos que, quem fez a revolução de 64, não foram os militares. Foi sim a classe média que exaurida e pressionada, não agüentava mais tanta ameaça, tanta bagunça e insensatez do valha couto de bandidos que se assenhoreou do poder e nele pretendia implantar regimes espúrios oriundos da Cortina de Ferro e que definhavam em suas regiões matrizes. A classe média, a Igreja, os profissionais liberais, os intelectuais, reunidos compeliram o Exército a encampar uma reação ao pesadelo vermelho dos tresloucados. As Ligas Camponesas de Julião eram minúsculas e descapitalizadas  organizações se comparadas aos MSTs de hoje. E no entanto, faziam arrepiar empresários do campo e da cidade.

 

Devem os sobreviventes da ditadura - não os honestos que foram confundidos, ou que se envolveram por desvios do destino, ou desatino de alguns maus formados e até insanos na luta contra os terroristas de então - vítimas das balas perdidas da época - mas os impostores, os arrivistas, os traidores, alguns dos quais pretendem e insistem descaradamente hoje em nos desgovernar,  lastreados na fraude eleitoral que aplicaram nos  desesperançados e sofridos brasileiros. Hoje, em relação a 64 a situação é muito pior. Infinitamente pior. Economicamente muito pior. Dizem que as instituições estão sólidas. A inversão de valores desmente na prática tal teoria. Não existe moral, nem os costumes se tornaram bons. O padrão é televisivo e obsceno é o grau de concuspicência da sociedade. Ao invés do cigarro fumado nos banheiros dos colégios de padres, temos a droga a vitimar uma sociedade desvairada pelo cultivo ininterrupto de valores materialmente aviltantes na impossibilidade de distribuição de seus conflitos interiores. A selva não é mais de pedra, mas de cinzas, drogas, despudor e hipocrisia.

O up-date tecnológico não agregou entre nós valores mais sensatos.

A violência é sub-produto da veleidade e podridão de nossos políticos, dos formadores de opinião e da incontrolável massa de desempregados e de mentes inutilizadas pelas frustações.

 

Aquelas infelizes vítimas das incongruências da breve época de exceção, necessária para se restituir aos trilhos a nação, são casas decimais de um passado longínquo que, a se querer por motivos mecantis e de marketing livreiro, rememorar, deve trazer também à tona, os impostores do poder. Se os humildes e esquecidos de outrora, não recebem hoje pensão, devem observar no entanto,  os maquiavélicos tupiniquins. A bisturi e a golpes na burocracia encardida dos escaninhos do poder, ganharam aposentadorias precoces despudoradas, como FHC, o pseudo hispano intelectual deslumbrado (e frustrante também, já que seus livros além de péssimos como estuário de filosofias vãs e contraditórias sempre esquecidas na prática desalentadora do pior governo já acontecido no país / é claro que o sr. Ignácio da Silva pode vir a superá-lo – pobre país) e o executivo da indústria automobilística, MBA em fundição mecânica, o douto doutor Ignácio da Silva, conceituado operador de megafone com experiência de mais de 20 anos no métier e emérito burlador das normais ambientais de poluição sonora).



Escrito por SALSFI às 09h45
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   A SENHA FOI O EMPRÉSTIMO

 

Assim conseguimos nos aprimorar na democracia. Exigimos diploma para a massa devastadora de candidatos a catadores de lixo, e dispensamos o mesmo instrumento certificado para o  nosso    CEO (Chief Executive Officer). Colocamos um declamador de poesias, o veterinário médico admirador das doutrinas de Soros (como o nosso ex da Educação), para recitar a teoria importada pelo sr. Armínio Fraga dos cursos de MBA para executivos do FED, e implantada sob o patrocínio dos bancos estrangeiros para potencializar seus lucros e desfazer o prejuízo em suas matrizes: A nefanda teoria do Regime de Metas “Esotéricas” de Inflação, sem nenhuma adaptação ao país de 15a categoria em que foi transformado por FHC e por Lula. Sem tropicalizar a teoria, engessamos a economia. Ainda existem néscios que desfilam teses de apoio aplaudidas e impressas pelas editorias econômicas financiadas pelos bancos. Os “spreads” bancários - a Al Qaeda do sistema econômico brasileiro -, continuam intactos como virgens de além-mar da pré-história. Nos magazines econômicos, nossos banqueiros são tidos como poderosas e espertas águias. Talvez também um dia venham a ser testados verdadeiramente, não administrando hotéis em Roma mas em Várzea dos Cactos, ou então micro-empresas sem capital de giro.

 

Se temos no poder não mais que energúmenos, diplomados em carros de som, ou pilantras – como a turma do núcleo duro do bicheiro –  junto com arrivistas e velhos adesistas que parasitas, conseguem ainda permanecer no centro de indecisões para o país, poucas chances há para o país sem uma revolução de valores.

 

Alguns conseguem até brincar de academia e ter ridículas crônicas publicadas em jornais de vergastado brilho. Enquanto estourava o escândalo dos bingos em fevereiro e a teia imobilizava e envolvia a cúpula do poder, eles estavam a escrever poemetos idílicos sobre o carnaval e sobre suas vilegiaturas ao exterior pagas com o nosso dinheiro. Não é então que o Camaleão também se divertia na Rive Gauche e na tertúlias do Vaticano?!

 

Não temos lamentavelmente lideranças no país do salve-se quem puder. O MST ameaça, cumpre,  e o venerando Ministro da Justiça do alto de seu velho e enfadonho cansaço, diz que a lei está sendo cumprida. O presidente, nada diz, nem nada desdiz, e se eximindo sempre, continua o seu “dolce far niente”. É desacatado diariamente pelo primeiro guerrilheiro do governo e ministro, mas continua se preparando para a pelada do domingo de Páscoa. Afinal ninguém é de ferro e um futebol com o society deve servir para retemperar as forças dispendidas. Sobretudo as do intelecto. Quem  produziu a pérola  para calar a imprensa? Será que foram os mesmos que, poucos dias antes da proibição dos bingos, iam mandar uma mensagem aprovando os mesmos? O governo inoperante para produzir qualquer fato novo para fazer propelir o crescimento no país, é arguto para mudar os sinais de lado e inverter a direção para a qual sopram os ventos de seus lobbies obscuros.  O que fazem a oposição e os tucanos com a fita dois, editada como senha para compactuar a verdadeira conspiração, de manter longe do alcance a verdade que deseja o país? Não podemos continuar a ser despudoradamente hipócritas. Será que ninguém escapa nesse lodaçal de impunidades que nos açoita à 15a potência?

 



Escrito por SALSFI às 09h38
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   NÃO SE PODEM FAZER LEIS BRANDAS

ALIVIANDO A ELITE OU, FINA FLOR DOS USUÁRIOS

 

Não se podem fazer leis brandas num país em erupção social.

 

Giuseppe Brandoni                                 JB On Line                       14/02/04

 

As idéias por vezes pecam na forma. Outras vezes na insubmissão às regras canônicas do seu tempo e de sua exata hora. Os países sul americanos vêem sofrendo o açoite de se submeterem às políticas e aos ditames urdidos no exterior. O caos social atinge níveis nunca dantes vivenciados. Os índices dantescos de desemprego produzem uma avassaladora onda de violência. Tudo proveniente da herança e da conivência maldita de submissão a normas e políticas econômicas inteiramente divorciadas da realidade de países em eterna busca de um futuro mais justo para seus concidadãos. Este futuro melhor nunca chega porque se perderam no tempo os conceitos que forjavam como maioria, grandes homens. Grandes líderes com posturas irrepreensivelmente impolutas, políticos que primavam pelo olvidado brasão registrado nas antologias como patriotismo.

 

Mas onde grassa a miséria, por mais pacífico e ordeiro que sejam seus filhos, produz-se nessa jaula esfaimada, uma pátria de desajustados, de contínuos semi vivos a buscar sobreviver e a se esconder sob as mais diversas formas de degradação.

Os costumes se deterioram, a inversão de valores prolifera mas, o que pior,  a permissividade é confundida com uma nova geração de conceitos ultra modernos. A humanidade e seus humanos produzem estágios cíclicos de disritmias existenciais. De Descartes a Rousset, teorias espargiram à espreita de conseguir perscrutar os liames do pensamento oscilando da sofreguidão taciturna às irracionalidades abruptas de uma incessante busca da euforia.  Nem que a fórceps, nem que a ativadores perniciosos.

 

Mas na economia, quanto na lógica moral a servir de esteio para jurisprudências modernizadoras, estamos lamentavelmente entregues às mãos e mentes ineptas, de capacidade duvidosa, porém esperta para seguir cartilhas que só irão beneficiar uma minoria. E só e como sempre, uma minoria que se escoima em haveres e posses que perpetuam as suas salvaguardas mesmo quando abunda o caos.

 

Não há hoje como se vislumbrar o “hasta ceando”. Estamos fossilizados moralmente. A corrupção emana do poder e pelo poder é controlada. Os sobreviventes das ditaduras que se fizeram necessárias, comprovam a verdadeira estirpe de seus intentos. Saqueiam, achacam, dividem benesses urdidas em conluios fraudulentos e se necessário, até imobilizam, até chacinam.



Escrito por SALSFI às 09h33
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   NÃO SE PODEM FAZER LEIS BRANDAS

Se não fizermos jus à democracia que recebemos, dilapidada pelos atos criminosos que são varridos para os porões infestados pelos ratos que se metamorfoseiam em representantes de um povo esfaimado, mas que achacam sob as mais sórdidas manifestações e atos de usurpação financeira, como a que sacou proventos indevidos para remunerar gazeteiros que permeiam os corredores do Congresso, como sobreviveremos?

 

 

 

Se os países subdesenvolvidos, assaltados pela comunidade internacional escoltados pela subserviência covarde de seus últimos governantes, se põe no chão, e em cadeia diabólica prosperam à custa do sacrifício da população, esses flácidos dirigentes não têm prerrogativa para ditar leis para padrões de severidade moral de povos ilibados e com exemplos vindo de cima, de seus líderes. Lamentavelmente, países como o Brasil, só sairão da eterna crise, se restaurarem primeiro seus padrões de moralidade e de ética.

 

No estágio de elevada concupiscência vigente, em que a degradação vai da mídia que endeusa o culto à frivolidade e a um materialismo torpe que quer isentar com leis benevolentes, até aos mais graduados arautos do poder, fica difícil pactuar com a desfaçatez que se associa a jogadores viciados, bicheiros e empresários da imoralidade e da corrupção. Em países como o Brasil há imperiosa necessidade de leis cada vez mais coercitivas e de penas cada vez mais duras. A democracia está em jogo e onde a proximidade do abismo é cada vez mais iminente. Se o rei está nu, não há como agasalhá-lo se continua viajando. Tomara que Deus seja brasileiro.

 

Giuseppe Brandoni.                        brandoni@clarinmail.com



Escrito por SALSFI às 09h29
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   CRESCIMENTO PÍFIO

enviado por: giuseppe brandoni     

 

JUROS EXCÊNTRICOS = CRESCIMENTO PÍFIO

O crescimento da produção e do PIB brasileiro são absolutamente inexpressivos diante das necessidades e das potencialidades do país.

 

Enquanto proporcionamos os mais altos juros do planeta, salvamos os proxenetas do sistema bancário.

 

Crescimento fictício sobre bases depreciadas só podem servir de comemoração para incautos e despreparados.

 

Como estes que desgovernam o país.


Giuseppe Brandoni

brandoni@clarinmail.com

 



Escrito por SALSFI às 09h15
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