SALSIFI INVESTMENTS
   O REGIME DE METAS DE INFLAÇÃO

SPREADS BANCÁRIOS OBSCENOS 

 

BC FAZ VISTA GROSSA

 

PARTE 2

 

Assim, se no leme abandonam-se os de casa, e o mercado impõe seus profissionais de largo espectro, tem-se o alicerce perfeito para se encastelar as teorias montadas por artesãos que, no dolce far niente  de emprestar a juros de agiota numa traumática mis-en-cène em que se banqueteiam nababescamente enquanto o setor produtivo e as pessoas físicas se esgoelam. Esses teóricos espertos tecem, tecnologicamente escorados com as mais sofisticadas ferramentas da imaginação temperada pelo lucro fácil, as falácias que decapitam a produção e riem da estupefação dos neófitos. Entre estes há ainda os que vão visitar iludidos ou oferecidos, alguns templos sagrados da exuberante irracionalidade. Alguns destes recém guindados acham até que são elogiados, a lua de mel não tem fim. São cem dias. Daqui a pouco serão 6 meses, 4 anos, e nenhuma atitude pelos incautos que engolem o conto do paco da taxa de juros básica, como o mal necessário para salvar o país. Na verdade outro deveria ser o enfoque ou  versão: um gigantesco conluio para salvar a comunidade financeira internacional, que em meio a uma retração mundial de poucas exceções, balança em alicerces fissurados. Veja-se com o que convivem os bancos no Japão, ou na poderosa Alemanha e adjacências. Adicione-se a estes os combalidos organismos internacionais com o FMI à frente e que depois de retumbantes fracassos, agarra-se ao Brasil como última tábua de salvação para suas políticas falidas. Assim, não somente emprestam mais, como acionam suas agências de “rating” para traçar para baixo a curva do Risco-País.

 

A ramificação das falácias estrutura um brutal engodo que responsabiliza núcleo da inflação futura, relacionada com inércia inflacionária estufada com correções das tarifas públicas com valores adicionados de índices de inadimplência e sandices teóricas urdidas sempre ao compasso da imaginação fervilhante e desvairada diante de tanta facilidade e de tanta estultícia dos novos acacianos do poder. Sem saber contrapô-los, e não tendo a mesma linguagem experiente, decoram e recitam os textos e os chavões como se fossem frades de eterno latim e desenvoltos em operações de hedge, opções cambiais, swaps, and so on.  Só que o liberal BC, sempre clamando por independência, atua de forma teatral  na contra mão, faz negaças, arma viés e não os utiliza, mas ainda assim, quem sempre ganha ao final das rodadas mensais, sempre escoltadas por especulações de véspera nos mais diferentes matizes, são os comensais do cassino exótico detentor das “inside informations” que transfere do Tesouro para as tesourarias bancárias, as generosidades de seus indicados.

 

O regime de metas de inflação no continente Brasil, nada mais é que um pretexto envolto em premissas deturpadas que consubstanciam uma parca teoria para formatar política monetária, que deveria já de há longa data, e desde que há mais de 2 anos foi instituída a ronda noturna das reuniões mensais do Copom, ser investigada no Congresso, caso evidentemente este comportasse inteligências e cidadãos com intelectualidade e integridade suficientes, para contrapor as falácias bancárias montadas a peso de ouro.

 

Passam-se meses, anos e os “spreads” bancários são igualmente ignorados pela fiscalização do Banco Central, pelos órgãos tributários que só assediam a assalariados e pelos governos, sem pulso forte para bater de Nikita com a bota na mesa e lembrar a todos que o regime em vigor é presidencialista e não busca consenso com agiotas que exploram o próprio cofre nacional.



Escrito por SALSFI às 16h30
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REGIME DE METAS DE INFLAÇÃO

 

15/05/03     SALVADOR SÍCOLI FILHO       (republicado a pedidos em 23/10/04)

 

As falácias que engendram a teoria da extorsão ao país e que, através de juros agióticos, sustentam o precário equilíbrio da comunidade financeira internacional.

 

O sistema de metas de inflação já começa trôpego pelas origens. Consubstanciado na tradicional mania nossa de importar indiscriminadamente e fazer do produto novidade ou ás vezes puro modismo, trouxemos para cá um modelito usado por não mais que doze países no mundo, todos eles com economias estáveis, desenvolvidos, e sem nenhum dos óbices que atormentam a nossa cotidiana política monetária. Tinha, porém, um quesito imprescindível. Com roupagem nova, garantiria ao sistema financeiro uma série de salvaguardas, que o protegeria contra as crises sob que latitudes ocorressem. Com tamanha sofisticação que passaria imunidade tal para esse privilegiado segmento, que até fatores exógenos seriam neutralizados. O importante era a incolumeidade do sistema financeiro.

 

Por que é um sistema sôfrego? - Porque partindo de falsas premissas, ou mais exatamente de uma grande falsa premissa - a de delimitar por caneta uma única variável - abster-se-ia de atuar na monitoração de centenas de outras. Nada mais prático e cômodo. Lastreado sempre sob duas falácias, que lamentavelmente e até agora, foram amparadas pelo gigantesco lobby montado pelos seus beneficiários únicos, supérfluo se torna reiterar, os bancos.

 

A primeira falácia é a de que não compete ao Banco Central monitorar outras variáveis, preponderantes na formação do índice que impõe e que, em todos os nossos estudos, chamamos de “ Taxas de Inflação Esotéricas”. A segunda, e difícil identificar-se qual a mais grave, é a administração a reboque dos fatos sejam exógenos, sejam endógenos, o BC dos baluartes operadores ou de diretores adestrados no doçura dos descompromisso com os verdadeiros ideais de desenvolvimento da nação, sempre estão comprometidos com seus patrões internacionais. Eivado em seu corpo diretivo pela indicação de experientes executivos de mercado, arrebanhados ao sabor de interesses pouco explicáveis, o banco erra sempre a favor do apaniguado setor, mas altera metas a torto e a direita, introduzindo um emaranhado de neologismos econômicos e guindam-nos realmente a de novo candidatar o país, a Nobel de Economia do absurdo. Depois de tantos planos mirabolantes, que não obstante, tinham menos despudor para com a população e o setor produtivo, eis que distribuíam um pouco melhor os sacrifícios na agrura de suas implantações, nossos artífices do demo introduziram o moto-contínuo da perversidade penalizando todos à exceção de um. Mas como não há crime perfeito, este também tem seu elo apocalíptico, e assim que a fadiga da sobrecarga sobre o setor produtivo fizer trincar a sua maquiavélica engrenagem, o sistema esboroa no interno, e portanto haja “holdings” e “off-shores” para abrigar lá fora suas provisões e reservas.



Escrito por SALSFI às 15h55
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   SUA EXCELÊNCIA PEDIU QUE RECLAMÁSSEMOS MAIS

 

CARTA ABERTA AO PRESIDENTE

 

31/10/04    SALVADOR SÍCOLI FILHO

 

 

Excelentíssimo Senhor Presidente,

 

 

Aproveito-me da benevolência de V.Exa, em encarecer a nós sofridos cidadãos brasileiros sobre a necessidade de lhe endereçar nossas críticas e sobretudo do nosso dever de assim o fazer. Pois é óbvio e cristalino, que se não o fizermos quem o fará por nós?  E para que V.Exa se municie de informações, não somente da plebe abandonada, mas também da classe média e de alguns cabeças pensantes, que, como talvez não seja do seu conhecimento, não estão todas instaladas no PT ou em Brasília, mas elas existem em profusão por este Brasil continental, e muito têm a lhe reiterar, já que até aqui, malgrado postulações anteriores à sua eleição, quase nada se lhes foi atendido.

 

A  herança, de codinome maldita, foi inventariada pelos seus diligentes auxiliares, e num passe de mágica, entronizada como absoluta cartilha, bem ao gosto da comunidade internacional.

 

Mas como dizia, a magnanimidade de V.Exa, após 22 meses de um governo profícuo - sobretudo com o sistema financeiro que se mantém incólume e sobranceiro, eficiente – em particular no que tange à implementação das reformas tão ansiadas, indulgente - mormente com as causas sociais e os multifacetados programas de bolsas polivalentes, dinâmico – especialmente para varrer para debaixo do tapete escândalos que pululam a cada dia envolvendo injustamente justamente seus auxiliares mais próximos, além de outros quesitos mais, realmente nos emociona e gratifica. Realmente devo me revelar e sentir gratificado. Mais à frente lhe demonstrarei porque.

 

Feito o preâmbulo, vamos procurar concisamente desfrutar desta imperdível abertura de V.Exa, com alguns reclamos para estar em consonância com a sua chamada de atenção. Mais ainda, oferecendo-lhe de maneira recíproca e generosa, algumas sugestões que se não puderem ser de seu inteiro agrado, e que representam in totum, o pleito de milhões de brasileiros, pelo menos façam parte de um modesto alerta de quem muito feliz ficaria, se ao menos um átimo de suas ponderações pudesse alcançar sua mente privilegiada e seu descortínio culto de pensador cosmopolita.

 

Gostaríamos, por oportuno, de enfatizar o nosso pleno conceito de potencialidades e complexidades deste país e é a partir desse princípio  que estruturaremos as nossas queixas.



Escrito por SALSFI às 11h14
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   ASSIM URGE QUE RECLAMEMOS

 

 2ª PARTE

 

Senhor Presidente, um grande país começa pela retidão de seus dirigentes. À mulher de César, já se disse, não basta ser honesta. É preciso que ela seja honesta. V.Exa, como supremo mandatário do país, não é dado só o direito de ser doce, como lhe aconselhou seu agora desmascarado guru,  e exercer atividades amenas, como a de viajar e de gostar tanto das tertúlias aéreas, que lhe ocorreu comprar um avião de US$ 56 milhões.

 

Se fosse V.Exa mais condescendente, arrisco dizer, menos injusto para seus antigos pares, a modéstia mais que a bazofia, que a fala impensada dos corneteiros esportivos, das metáforas que agradam somente seus apadrinhados e arrivistas de última hora, deveria ser imediatamente substituída, pela linguagem casta e moderada dos estadistas de escol. Seu antecessor também foi elogiado e até recebeu fardões, mas tal e qual V.Exa, tais fatos não se deram se não pelas doações que foram e estão sendo feitas pelo país à comunidade de negócios internacional. Desde as privatizações a preços vis, que propiciaram a criação de impérios como na área energética e de telecomunicações, até a dadivosa e passiva submissão ao sistema financeiro a quem o Brasil tem entregado servilmente todas as suas economias e à custa do sangue e suor de seu sofrido povo.

 

Eles, os de além-mar, bem como empresários, poucos felizmente, que se colaram na sua estampa, vão logicamente tecer loas eternamente a sua boa e estreita colaboração. As bolsas já lhe disseram isto. Estavam tão aviltadas que proporcionaram essa bolha com lastro chinês, importando de mínério a soja, e tudo mais o que se lhes aparecesse pela frente.

 

 

 



Escrito por SALSFI às 11h14
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   OUTRA RECLAMAÇÃO RECALCITRANTE

 3ª PARTE

 

O mercado financeiro, a cada 30 dias, se locupleta com a gestão temerária do Banco Central a serviço dos banqueiros. As tardias atas do COPOM são o "login" ou senha para a especulação com as taxas. E nos derivativos quem perde é o Governo.

O seu guru, facultativo  interiorano, já lhe alertou para isto?  - É claro que não. Ele foi qual um câncer, detectado a dedo, para servir de antepasto para o presidente do BC.

Este é um reclamo recidivo.

V.Exa já atentou para tal fato?

Ou acha que o mercado é só isto que em tão pouco tempo lhe ensinaram?!

 

Disto provem outra reclamação séria, enjoada, recalcitrante. Mas se a hora é esta, vamos reclamar. Temos que, pelo menos uma vez, dar crédito a quem se propõe. Essa outra reclamação se refere ao regime. Estamos num regime presidencialista e assimcabe a V.Exa governar, presidir, urrar, dar socos na mesa, exigir, colocar gente idônea e competente ao seu redor, caso contrário nem 35 ministérios duplicados darão conta de administrar esse país. V.Exa deve-se lembrar que foi eleito por 56 milhões de brasileiros (desculpe se os números me traírem, mas a sinceridade é quem governa minhas reclamações e não as falácias que embasam por exemplo a teoria importada do Sistema de Metas de Inflação). Por mera coincidência este foi o número de brasileiros     abaixo da linha de pobreza de estatísticas oficiais, o que confirma a tese de que V.Exa foi eleito exatamente pela pobreza, pelo desespero e não pelos votos de grande maioria dos  cidadãos pensantes do país. (  e que são todos aqueles que não se enquadram no extrato anterior).

Devo-lhe confessar que nunca votei em V.Exa. Nunca acreditei na cantilena dos guerrilheiros, dos executivos de carros  de som.

E nunca votarei.

Penso, e estou como muitos que pensam, certo disso, que para governar uma empresa transcontinental como o Brasil, o país deve escolher um executivo com muita experiência, muito berço, muita atitude, muito zelo pelas virtudes morais, pela seleção rigorosa dos amigos, e ter muito pulso, muito comando, muito conhecimento vivido e não experimentações tardias, ou improvisos técnicos de neófitos audaciosos, mas que não resistem ao confronto da realidade. E ser político sim, mas não um fantoche a se curvar ante as intempéries, aos solavancos, às pressões, governando o país de longe e como se comandasse por controle remoto um qualquer aparelho.

 

A maior reclamação que faço a V.Exa é para a mudança de atitude.

Governar não é viajar, não é comprar aviões, não é promover churrascos, nem excursões grotescas ao terceiro mundo. Governar é também oferecer exemplo para a população, é não fugir dos problemas.

 

A sua fraqueza é pungente.

V.Exa não intervém no nosso querido Rio de Janeiro por covardia  de seus conselheiros de rabo preso. Os escândalos na administração pública só são exorcizados pela demissão dos culpados ou dos suspeitos de culpa. Se provarem, e até provarem sua inocência e até para preservação de suas imagens, deverão permanecer fora da sua “entourage”.

 

O Brasil não pode continuar a ser comandado pelos bancos aniquilando a economia nacional. Assim não há jeito e mais dia menos dia o país vai quebrar.

Estamos crescendo a taxas aviltantes e ainda se põe V.Exa a comemorar. A Índia cresce, os países da África crescem, a Rússia cresce, todos a mais de 6% a.a. A China cresceu 9,7% no primeiro semestre e agora aumentou para 5 pontos sua taxa de juros para atenuar o crescimento. (que é na realidade insustentável e devemos nos preparar para essa aterrissagem violenta que repercutirá sobre as nossas excepcionais exportações atuais).  Não como o COPOM, para brecar o crescimento como a última facada de 0,50 ponto do BC, para garantir o sistema financeiro em detrimento do setor produtivo. A inflação caiu na última prévia da FGV e o BC sempre na contra-mão, vai criar a culpa na Petrobrás, outra gigante exuberante, mas em lamentáveis mãos de políticos despreparados. A Petrobrás, a maior detentora de tecnologia "off shore" do mundo e um dos dos maiores e futuro maior produtor de petróleo, deve ter um executivo de primeiríssima linha no comando. Ter um político franzino na presidência da empresa é outro disparate que a razão não admite.



Escrito por SALSFI às 11h13
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   ALGUMAS PROVIDÊNCIAS SÃO INADIÁVEIS

 4ª PARTE

 

A SUBSTITUIÇÃO DE PEÇAS OBSOLETAS É UMA DELAS 

 

Se V.Exa não teve ainda tempo para encontrar o substituto do presidente do Banco Central, alguma coisa gravíssima deve estar lhe acontecendo e suponho que não seja mera síndrome do pânico. O sistema financeiro já faliu no Japão em 98, na Alemanha em 2002, na Argentina em 2003. A piada que ainda hoje ocorre na Argentina é que V.Exa e seus Mercadantes, Palloci, e outros discípulos de Armínio e de Meirelles, elaboraram com esmero o plano econômico que não aplicado aqui, foi implantado com sacrifícios, mas com sucesso lá por Néstor Kirchner. O presidente argentino, ao contrário da timidez de V.Exa, teve a postura digna dos grandes líderes e “peitou”, desculpe-me a gíria, - é para fazê-lo entender -, o FMI, dizendo que não iria sacrificar mais o povo argentino e só propôs pagar 20% da dívida.

 

V.Exa o que fez?

Caiu na lábia de FHC, Malan e Armínio que lhe profetizaram o caos. Recolheu-se à timidez, ou se enturmou como Dirceu na turma dos cortejadores do sistema? Buscou um frade médico, dócil, bom decorador de textos e para comandar o Tesouro, rendeu-se ao ex-presidente do Boston. Um presidente de banco estrangeiro a comandar o Tesouro Nacional. Bem a altura do frívolo dândi e arrogante, um poliglota gago e aspirante a intelectual que para promover a derrocada das contas públicas e a falência do país foi buscar o discípulo do lendário  Soros. Raposas tomando conta das uvas douradas do Tesouro.

Constrange-me reclamar também do vice- presidente, um gentil-homem e magnífico e  bem sucedido empresário, com suas fábricas de tecido hiper-automatizadas, updating limpo e digno das certificações 9001 e 14001.

Deve ser traumatizante em sua justa aposentadoria ver tanta pasmaceira e incompetência a seu redor. Mas porque parou de reclamar?

 

É preciso extirpar a mediocridade que avassala o país e que aniquila rapidamente a sociedade com os vírus cibernéticos e velozes da corrupção e da inversão de valores.

 

V.Exa deve ser sobretudo um padrão de dignidade, de estofo moral, e o caso das rinhas de galo, como o dos bingos, das corrupções na Saúde, devem ser penalizadas sim por V.Exa que deve também pensar na fragilidade da atuação de seu Ministro da Justiça. A imposição de um regime de força no Rio de Janeiro já passou da conta e não pode ser procrastinado

 

 

 

 

 

 

 



Escrito por SALSFI às 11h10
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