SALSIFI INVESTMENTS
   CARTA ABERTA AO PRESIDENTE

5ª PARTE

 

TALVEZ NÃO SEJA ESTA A CRÍTICA ESPERADA 

 

Não sei se esse é o tipo de crítica que V.Exa esperava, mas eu cidadão sincero e cansado de ver tanta sujeira sendo escondida e tanto mau exemplo sendo elaborado diariamente, exatamente por aqueles que deveriam ser nossos ilibados comandantes, evidentemente não poderia deixar passar a ímpar oportunidade.

 

Espero que V.Exa tenha tempo, talvez antes do cinema, e disposição, para  ler até o fim estas que são apenas as primeiras etapas de um caudal de reclamações que continuaremos a lhe transmitir, sempre na expectativa da assunção de fato da rudeza e realidade das mesmas.

 

Um bom começo seria a troca de toda a cúpula do Banco Central e de todos  os membros do COPOM.

São todos suspeitíssimos de transferirem recursos do Tesouro para a engorda famélica dos bancos, a dano do setor produtivo.

 

A outra seria a destituição imediata de todos os incompetentes que o cercam. Ou por incapacidade técnica ou por acomodação. “Laisser-faire”, como o caso da Justiça que acoita transgressores da Lei.

Rinha é crime ambiental e como tal deva ser punida. Um governo que contrata uma empresa cujo dono tem no currículo crime inafiançável, é um governo acéfalo técnica e moralmente.

O que fazem no Governo o Ministro da Justiça e o Procurador Geral da República? Ninguém lhe alerta para a gravidade e superlatividade dos desdobramentos legais de tamanha anencefalia jurídico-legal?

 

Este governo precisa dar um basta na corrupção que dizima o país, antes que seja destituído pela vontade de homens de bem que constitui a imensa maioria do povo brasileiro.

 

O resultado do 2º turno das eleições, malgrado todo o aparato de apoio urdido pelo governo e sua acachapante

derrota apesar disto, é o sinal vermelho para a queda do embuste perpetrado pelos marqueteiros de terreiros ilegais.

 

SALVADOR SÍCOLI FILHO

 

 

 

 



Escrito por SALSFI às 23h47
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   O REGIME DE METAS DE INFLAÇÃO

 

REGIME DE METAS DE INFLAÇÃO

 

15/05/03     SALVADOR SÍCOLI FILHO       (republicado a pedidos em 23/10/04)

 

As falácias que engendram a teoria da extorsão ao país e que, através de juros agióticos, sustentam o precário equilíbrio da comunidade financeira internacional.

 

O sistema de metas de inflação já começa trôpego pelas origens. Consubstanciado na tradicional mania nossa de importar indiscriminadamente e fazer do produto novidade ou ás vezes puro modismo, trouxemos para cá um modelito usado por não mais que doze países no mundo, todos eles com economias estáveis, desenvolvidos, e sem nenhum dos óbices que atormentam a nossa cotidiana política monetária. Tinha, porém, um quesito imprescindível. Com roupagem nova, garantiria ao sistema financeiro uma série de salvaguardas, que o protegeria contra as crises sob que latitudes ocorressem. Com tamanha sofisticação que passaria imunidade tal para esse privilegiado segmento, que até fatores exógenos seriam neutralizados. O importante era a incolumeidade do sistema financeiro.

 

Por que é um sistema sôfrego? - Porque partindo de falsas premissas, ou mais exatamente de uma grande falsa premissa - a de delimitar por caneta uma única variável - abster-se-ia de atuar na monitoração de centenas de outras. Nada mais prático e cômodo. Lastreado sempre sob duas falácias, que lamentavelmente e até agora, foram amparadas pelo gigantesco lobby montado pelos seus beneficiários únicos, supérfluo se torna reiterar, os bancos.

 

A primeira falácia é a de que não compete ao Banco Central monitorar outras variáveis, preponderantes na formação do índice que impõe e que, em todos os nossos estudos, chamamos de “ Taxas de Inflação Esotéricas”. A segunda, e difícil identificar-se qual a mais grave, é a administração a reboque dos fatos sejam exógenos, sejam endógenos, o BC dos baluartes operadores ou de diretores adestrados no doçura dos descompromisso com os verdadeiros ideais de desenvolvimento da nação, sempre estão comprometidos com seus patrões internacionais. Eivado em seu corpo diretivo pela indicação de experientes executivos de mercado, arrebanhados ao sabor de interesses pouco explicáveis, o banco erra sempre a favor do apaniguado setor, mas altera metas a torto e a direita, introduzindo um emaranhado de neologismos econômicos e guindam-nos realmente a de novo candidatar o país, a Nobel de Economia do absurdo. Depois de tantos planos mirabolantes, que não obstante, tinham menos despudor para com a população e o setor produtivo, eis que distribuíam um pouco melhor os sacrifícios na agrura de suas implantações, nossos artífices do demo introduziram o moto-contínuo da perversidade penalizando todos à exceção de um. Mas como não há crime perfeito, este também tem seu elo apocalíptico, e assim que a fadiga da sobrecarga sobre o setor produtivo fizer trincar a sua maquiavélica engrenagem, o sistema esboroa no interno, e portanto haja “holdings” e “off-shores” para abrigar lá fora suas provisões e reservas.

 

 



Escrito por SALSFI às 23h45
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   O REGIME DE METAS DE INFLAÇÃO

3ª PARTE

 

Os banqueiros não devem ser visitados em seus redutos e nem acariciados nas calorosas boas-vindas ao pé da rampa. Eles têm isto sim, de ser chamados para explicar a obscena selvageria e desfaçatez com que entrincheirados em seu império de horror, conseguem destroçar a economia de um país com tantas recursos que, deva mesmo ser Deus brasileiro para a concessão de tanta prodigalidade. Mas como tal torna-se inexeqüível apadrinhá-lo com um sistema de metas esotéricas servindo apenas de escudo e arpão dos demônios de goela larga e esfomeados. Os bancos tornaram-se com a maior gerência cínica, donos de empresas dos mais diversos segmentos, frutos não da inteligência operacional ou agilidade de águias de negócio. No Brasil os águias são passivos ativos. Não correm: sentam-se. Olham a paisagem, o monitor, a informação privilegiada, e fazem conluio com os calabares do poder, que cedem suas tetas emprestadas, enquanto os produtivos desmaiam com tamanha extorsão.

 

Com tal regime, vão penando de inanição os que produzem. Qualquer desvio real de rota lá fora, e a vulnerabilidade é tal que será o precipício. O sistema de metas entre nós é realmente um regime fictício que na antítese só produz uma engorda: a do privilegiado setor bancário.

 

Ou se enfrenta o império com rapidez ou estará em risco a própria  democracia. Esta não tem como se perpetuar com o moto contínuo do esbulho.

E precisamos dela para recuperar o tempo perdido com a covarde insipiência daqueles quem já deveriam começar a se preocupar com ela.

Com juros de agiota não temos democracia, temos a magia negra dos demos do mercado.

E o mercado se regula sim. Basta ter conhecimento, idoneidade e pulso forte. Não é definitivamente para energúmenos extasiados com as benesses do poder caído dos céus da desesperança dos sofridos e laboriosos brasileiros.

O tempo perdido é a maior auto conspiração contra o país.

 

 

SALVADOR SICOLI FILHO



Escrito por SALSFI às 23h40
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   A ESQUIZOFRENIA DOS JUROS

A ESQUIZOFRENIA DOS JUROS

 

                                                    22/10/2004         SALVADOR SÍCOLI FILHO

 

 

“Os áulicos do Banco Central mais uma vez promulgam por decreto o fim da possibilidade de crescimento brasileiro. No lastro ambíguo de interesses difusos, vão se escorando nas falácias hediondas de um sistema falido de metas de inflação esotérica. O dragão inflacionário, que no estrito senso da volúpia do mercado enxergam, só pode ser     fruto dos fantasmas psicossomáticos que habitam suas mentes alienadas ao sistema financeiro. O setor produtivo, refém dos juros, e à população, definhando com seu poder aquisitivo abalroado pelos aumentos de preços públicos e sem poder de barganha enquanto grassa o desemprego, impedem a demanda que não pode crescer. E sem crescimento não há salvação.”

 

Extrato de publicação do autor "OS JUROS QUE DEVASTAM UM PAÍS"

 

SALVADOR SÍCOLI FILHO

 

Engenheiro, Consultor de Empresas, Escritor



Escrito por SALSFI às 22h44
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   FERNANDO SABINO - A FALTA QUE ELE NOS FAZ

FERNANDO SABINO

 

Salvador Sícoli Filho                         19/10/04

 

Em relação ao que representa para a cultura brasileira, muito pouco se louvou ao extraordinário Fernando Sabino. Coube a Maria Clara Bingemer, em seu magnífico artigo de 18/10/04 no JB, retratar com rara sensibilidade todo o pendor existencialista contido na extensa obra deste eterno amante do Rio de Janeiro. Se puder acrescer diria, como em “O Gato sou eu”, em que se permite à busca do seu próprio segredo, no “Encontro Marcado” agora com Deus, que Sabino deve estar rindo dos grandes mentecaptos que deixou agora ao abandono, e que cismam em morar numa “Cidade Vazia” e à própria sorte. De “Cabeça para Baixo”. Ah, “A Falta que ele nos faz”. É mais um raro expoente de genuíno brilho próprio que nos deixa. E, sem fardão, já que o traje pouco lhe importava.

 

O Rio cultural ficou muito mais pobre.

Mas, se os “Grilos não cantam mais”,

“No Fim dá Certo”.

Malgrado “O Homem Nu” e “A mulher do Vizinho”.

E “Deixa o Alfredo Falar”

 

Salvador Sícoli Filho                         Engenheiro, escritor.

 

salsificonsult@bol.com.br



Escrito por SALSFI às 01h37
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