SALSIFI INVESTMENTS
   O PAÍS DA INVERSÃO DE VALORES parte 1

O PAÍS DA INVERSÃO DE VALORES

Salvador Sícoli Filho                                25/02/2004

Com o conhecimento de anos de funcionamento do mercado
e co- partícipe do mesmo, mas privilegiando sempre a
remota ética que evita o comprometimento a sistemas e
feudos alimentados pelos agentes externos sem nenhuma
vinculação estes às grandes causas nacionais, pregamos
no deserto, através de dezenas de artigos sobre os
agióticos juros e “spreads” bancários, durante os anos
de 2001, 2002 e 2003, via páginas do respeitado
veículo Gazeta Mercantil. Escaldado e exasperado com
os pretextos, artimanhas e rabo preso dos metódicos
membros do Copom, arautos complacentes dos senhores do
BC e da banca internacional, acabei recolhendo-me à
minha insignificância. (perdoe-me Drummond pela
utilização de uma de suas pérolas).

Nesse período, o que presenciamos na vida real?

A proliferação das construções de agências bancárias
de norte a sul do Brasil. Aonde se tinha uma
mercearia, uma papelaria, um restaurante, um posto de
gasolina. Um posto de gasolina, pasmem? Tudo quebrando
no país, as micro-empresas relegadas ao
constrangimento, menos pela incompetência do que pelos
juros de agiota, institucionalizado pelos poderosos
governantes movidos a lobby de banqueiros, fossem eles
de que espécies fossem. Se banqueiros donos do
dinheiro, ou se do bicho, ou das loterias que infestam
o país. Ou até mesmo dos banqueiros da alma, dos
mercadores da miséria nacional, que com o excedente
dos óbolos arrecadados constroem templos faraônicos
num país empobrecido. A cada dívida, exponenciada
geometricamente pela ganância repartida com o BC e os
juízes que lhes endossam as contra-ações, vão
engordando como porcos chauvinistas: acham que são
empresários, bem sucedidos executivos, quando na
verdade, sem nunca haverem recebido as pressões das
adversidades, não passam de achacadores resguardados
pela estupidez de eleitores que votam nas sumidades
das aberrações e que, no poder corrompido, vão dando
curso e longevidade ao esbulho. De repente, embora não
tão repente assim, tem-se uma casta de governantes
fatídica. Recheada de espécimes do mais raro fulgor: a
casta dos Judas ditosos. São arrivistas e
aventureiros, especialistas em negociatas que se
encastelaram na terra prometida do Planalto, na ilha
da fantasia alcunhada de Brasília, onde a moral e os
bons costumes seguem um padrão sui-generis, mas de
fácil assimilação. Basta que se troquem os sinais. O
que é certo passa a ser errado. O que é imoral
resplandece a up-dating de costumes. A inversão de
valores passa a ser marca registrada e, a corrupção,
símbolo internacional do país. (Vide o último livro de
Paul O'Neill, best-seller atual nos USA).

O marketing deixa a prateleira dos produtos e passa a
ser reestruturador de carreiras. Mesmo que seja da
carreira de arrivistas, de analfabetos úteis, ou de
contumazes inúteis formados no imerecido exílio de
seus crimes passados e nunca devidamente pagos à
sociedade. Sociedade a quem, dissimulados tornam a
enganar.

É inadmissível que um país com tamanhas
potencialidades se curve ao culto das mediocridades. É
inacreditável que um país com tantas condições de
reproduzir talentos e multiplicar sua geração de
riquezas, fique acorrentado pela administração dos
incompetentes que se aproveitam da credulidade de seus
filhos mais simples. O óbvio, as evidências, não podem
ser atirados no lixo pela inconseqüência daqueles que
eventualmente nos governam.

Se a evidência mostra que devemos crescer
primeiramente para se gerar excedentes; se é
irretorquível a necessidade de se distribuir renda,
antes do que pagar juros, como condição de sobrevida e
alento para a sociedade. Se for obviedade intransponível
que ninguém convive com ninguém – ainda mais durante
doze anos – sem conhecer e se intercomunicar por
múltiplos interesses, além de fraternos, comerciais, é
insubstituível a tese de vinculação menos afetiva do
que negocial entre o núcleo duro do poder. Negar tal
fato e perder cartucho com CPIs protelatórias, é
dispor de um tempo que a atual situação econômica e
social do país não permite.

È evidente que os criminosos tomaram conta do país.
Alguns, mais bem trajados, habitam Brasília e suas
confluências. Outros, menos privilegiados, porém bem
mais ostensivamente armados e menos camuflados,
tomaram conta dos morros, das favelas, dos escaninhos
e porões da burocracia, dos feudos das câmaras, dos
tribunais das causas dirigidas pelo poder do metal, em
particular do dinheiro escuso que se intercomunica
pelos dutos fétidos da corrupção, do jogo, do tráfico
e da venda das consciências, tudo sob o comando
central único dos que vêem se passando por donos do
poder, mas que terão um tombo do tamanho da altura
atingida do avião que cismam em negociar na contramão
das penúrias do país

Falta berço no país. Falta moralidade e religiões
dignas. Falta o exílio e a deportação dos embusteiros.
Não podemos ser governados por factóides, títeres,
mentes pueris, titulados executivos sem formação e sem
experiência, amadores e novos membros da seita da
hipocrisia e da falta de decoro.


Escrito por SALSFI às 21h00
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É ridículo ver insanidades na imprensa como alcunharem
e chamarem de poderosos, de deterem super poderes, os
noviços da esperteza econômica, os czares e eminências
pardas que no máximo dirigiram um caminhão de som
acima dos limites da tolerância e da inteligência. Os
editorialistas precisam se munir de recato e,
sobremodo, de prudência, antes de endeusarem figuras
decorativas ou grotescas a serviço de causas nocivas
ao país como os Armínios, os Meirelles, o
recém-formado e novo integrado Palloci, bem todos
aqueles recrutados no chamado mercado, para advogarem
no Copom pelos clamores da banda podre do mercado. A
bancada da manutenção dos juros para entronização dos
bancos.

Aquela banda ( recado para os sóbrios e corretos Sônia
Araripe e Cezar Faccioli ) que com um ano de altas
meramente corretivas nas cotações das empresas, não
conseguiram produzir um único “ünderwritting” de novas
ações no estreito e comprimido mercado de capitais
brasileiro. ( que a cegueira de nossos editores
econômicos não conseguiu identificar)

Dito por outras palavras: depois de dizimadas as
corretoras e sob o império dos bancos nacionais e
estrangeiros, sempre famintos e gananciosos, o mercado
de capitais brasileiro soçobrou, deixou de beneficiar
com o instrumento da capitalização em bolsa, as
empresas nacionais. Verificar por exemplo que a
Braskem – ex Copene – foi agora a mercado buscar R$
1,2 bilhões. Ao invés de ações, foi instada a emitir
debêntures simples. Assim agem os bancos de agiotas.
Enquanto isto, o benevolente e interesseiro BNDES, só
alimenta com seus recursos sociais entidades
empresariais nas quais a seu modo, verifica afinidade
e confluência de interesses. Esgotado o limite, e
tornado público o desmando do favorecimento, em cota
extra de favor, por que não converter em ações,
dívidas não pagas de debêntures da NET/Globo Cabo,
AES, Eletropaulo e alguns apanigüados?

O primeiro ato de um governante de valor e digno do
nome de líder desse país, de executivo apto a dirigir
esta grande empresa chamada Brasil e que foi levada a
uma fraudulenta concordata, seria aquele que visasse
quebrar a corrente de felicidade dos juros e “spreads”
bancários.

Já escrevi artigos, teses que dariam livros, sobre a
teoria falaciosa importada do exterior pelo BC, do que
chamei de “Sistema de Metas Esotéricas de Inflação”.
Introduzida e cultuada pelo discípulo de Soros, veio a
ser decorada para declamação pelo médico economista
que estrategicamente saiu do anonimato em Campinas
para fugir dos perigos que afligiam o cargo do
antecessor.



Escrito por SALSFI às 20h55
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   O PAÍS DA INVERSÃO DE VALORES parte3

Há uma recorrente cadeia de inverdades - perpetuada
pelo lobby dos bancos - de não se poder reduzir os
juros. As ameaças de realimentação da inflação
remontam há mais de 40 meses e são documentados e
refutados pelas minhas publicações. Está sem dúvida
faltando um novo paradigma para o país, pautado em
ações práticas, objetivas, éticas, porém e sobretudo,
rígidas e duras. Não se pode quebrar o país para
salvar bancos ou garantir remunerações excrescentes.

Não adianta o jovem e ilustre presidente da poderosa
FIESP, fazer reclamações doces e educadas contra o
comportamento “conservador” do BC.
Não é conservadorismo. E também não é incompetência. A
repetição de fatos, a falsa erudição proclamada nas
atas retardadas na publicação das reuniões
quixotescamente mensais do Copom, sintonizam o pior
dos mundos: a subserviência a interesses exógenos.

O país não pode continuar a contrariar a tese
pascalina dos vasos comunicantes. O sistema econômico
é para ser irrigado através da normalidade dos dutos
receptores de igualitárias contribuições entre os
atores do mercado.
Ao cercear um axioma básico para o crescimento do
produto, este governo, que estelionatariamente
endossou o modelo anterior que em campanha exorcizava,
sepultou a possibilidade de desenvolvimento no país.

Os escândalos só ratificam o engodo a que fomos
submetidos. Não temos messias ou eminências
pardas.Temos fraudes e imposturas. As ligações
perigosas são notórias. As mudanças de rumo de
afogadilho - como no caso da medida provisória para
mudar o curso dos bingos - são a confissão do
subconsciente de espíritos mal preparados. Os cardeais
richelianos se reduzem hoje a meros fantoches
fantasmagóricos de uma ópera esdrúxula, que se
indevidamente avaliada e não precocemente retirada de
cena, poder-se-á nos conduzir a mais uma tragédia no
já combalido gigante extorquido.

Salvador Sícoli Filho

OBS.: Este artigo é republicado a pedidos em virtude de citação do
economista Giuseppe Brandoni



Escrito por SALSFI às 20h50
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   EDUCAÇÃO E BERÇO

Educação e Berço

                                           2ª parte

 

E sem diploma, sem curriculum, sem folha de serviços prestados na especialidade.

a que se pretende candidatar, nem pensar.

Você leitor, jamais contrataria para sua empresa, num posto executivo chave,

alguém que não apresentasse credenciais, boas referências e um curriculum repleto de realizações.

No Brasil, político é sinônimo de picareta, e até os picaretas sabem , falam, e escorregam sobre o tema.

A ignorância e fragilidade da maioria da população é que produz templos de pastores analfabetos,

igrejas de escroques e uma malta de políticos que se aboletam no poder para tirar vantagens pessoais.

E quem não tem berço, formação rígida, não resiste ao deslumbramento  e à corrupção.

 

Devemos deixar de ser presunçosos, arrogantes e auto-suficientes

È preciso resgatar o valor da palavra empenhada.

Com a redução dos analfabetos do Congresso e do Poder Executivo, poderemos restringir

as baboseiras que eternizam nossa sempre adiada volta ao crescimento.

Precisamos de cabeças pensantes férteis, que com imaginação e disciplina, sejam agentes catalizadores de crescimentos compatíveis com o tempo já perdido por esse país do eterno futuro pretérito.

 

Giuseppe Brandoni.

                            o autor é economista e consultor da Salsifi Investments

 



Escrito por SALSFI às 12h13
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   EDUCAÇÃO E BERÇO

 

O autor comenta artigo da editora do JB, Ana Maria Tahan, que em editorial de 4/10/04 faz a apologia dos sem diplomas na política.

 

Antigamente existia uma palavra que qualificava a honesta origem e sobretudo a tradição de boa índole de uma pessoa.

Dizia-se que ela tinha "berço".

Por berço entendia-se uma boa formação cultural, diploma, educação, rígidos princípios éticos.

Só que isto - e é muitíssima coisa - não é saudosismo.

É necessidade fundamental para se lastrear uma boa carreira e em qualquer segmento.

Nos políticos, pela sua visibilidade, pela envergadura do exemplo que devem transmitir aos seus representados,

a exigência, é evidente, deve ser muito maior.

As maiores nações do mundo seguem a risca este postulado inalienável.

 

 Ana Maria Tahan, ilustre editora deste JB, poderia fazer a leitura de 

substancioso artigo do professor Sícoli, editado recentemente no JB On Line,"O País da Inversão de Valores". Todo político deveria prestar concurso, ter atestado de idoneidade moral, e se tivesse sequer em trânsito uma ação que envolvesse sua

honradez, deveria automaticamente ser considerado inelegível.

 

(O artigo continua)

 

Giuseppe Brandoni



Escrito por SALSFI às 12h06
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   A GREVE DOS BANCÁRIOS

A GREVE DOS BANCÁRIOS

 

                                                                                                    Salvador Sícoli Filho                   JB 9/10/04

 

A greve dos bancários poderia em sua essência até ser taxada de justa: uma classe pugnando pelos seus proventos achacados ao longo dos últimos anos.

Uma recôndita contradição remete todavia à repulsa o movimento.

Se o mercado financeiro não parou, se a Bolsa até subiu no período, se o presidente do BC continuou suas tertulias em Nova York, se o ex- sindicalista aproveitou as eleições para justo repouso, se a compensação não parou e se ao poderoso partido dos ex-trabalhadores não faltou dinheiro vivo para irrigar suas faustas campanhas, há, como diria Rousset, algo de estranho nessa alegoria. Penam todos os outros mortais nas filas dos caixas eletrônicos, nos riscos de assalto de um país à matraca, na falta de prática de pensionistas espoliados e à deriva para receberem sua esmola mensal, na triste sina de se correr de banco em banco em busca de terminais não desativados.

A greve, na sua falta de inteligência, utiliza táticas de guerrilheiros de pouca coragem e que só atingem os indefesos.

Conseqüência dramática de um país de comandantes despreparados.



Escrito por SALSFI às 23h00
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