SALSIFI INVESTMENTS
   Petrolão

VEJA A ÍNTEGRA DA DECISÃO DA JUSTIÇA FEDERAL QUE MANDOU PRENDER OS ALVOS DA OPERAÇÃO JUÍZO FINAL

VEJA TAMBÉM
- Cronologia – As etapas da Operação Lava Jato
- PF inclui nome do operador do PMDB na Petrobrás em lista de procurados 

COM A PALAVRA, A DEFESA:

Abaixo, as notas divulgadas pelas empreiteiras sobre as prisões desta sexta, a Galvão Engenharia não retornou os contatos da reportagem

“A OAS informa que foram prestados todos os esclarecimentos solicitados e dado acesso às informações e documentos requeridos pela Polícia Federal, em visita à sua sede em São Paulo. A empresa está à inteira disposição das autoridades e vai continuar colaborando no que for necessário para as investigações.”

“A Queiroz Galvão reitera que todas as suas atividades e contratos seguem rigorosamente a legislação em vigor e está à disposição das autoridades para prestar quaisquer esclarecimentos necessários.”

“A Polícia Federal esteve hoje (14/11) no escritório da Odebrecht no Rio de Janeiro para cumprimento de mandado de busca e apreensão de documentos, expedido no âmbito das investigações sobre supostos crimes cometidos por ex-diretor da Petrobras. A equipe foi recebida na empresa e obteve todo o auxílio para acessar qualquer documento ou informação buscada.

A Odebrecht reafirma que está inteiramente à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos sempre que necessário.”

“A UTC colabora desde o início das investigações e continuará à disposição das autoridades para prestar as informações necessárias.”

O criminalista Fábio Semantob Tofic, que representa a Engevix, chamou de “presunções absurdas e genéricas os fundamentos da ordem de prisão” dos executivos. “Coloca-se todos os investigados na mesma vala comum, sem especificar a situação de cada qual, quando diz que pode haver ameaças à testemunha ou que os investigados podem deixar o país. Estão colocando todos numa mesma situação, mas a situação de um é diferente da situação do outro.”

Para Tofic, “se as empresas quisessem obstruir as investigações teriam feito isso nos últimos seis ou sete meses”.
“É uma investigação pública e não se apresenta um único elemento que tenha contribuído para atrapalhar essa apuração”, observa Tofic.

 

 



Escrito por SALSFI às 22h17
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   Petrolão - continuação da Lista

7. Dalton dos Santos Avancini (empresa Camargo Corrêa), Diretor-Presidente da Camargo Corrêa Construções e Participações S.A., São Paulo, SP

8. OTTO GARRIDO SPARENBERG (empresa IESA), Diretor de Operações da IESA ÓLEO & GÁS S.A., Rio de Janeiro/RJ

9. VALDIR LIMA CARREIRO (empresa IESA), Diretor Presidente da IESA ÓLEO & GÁS S.A., Pinhais/PR

10. JAYME ALVES DE OLIVEIRA FILHO, Rio de Janeiro/RJ,

11. ADARICO NEGROMONTE FILHO, São Paulo/SP,

12. JOSÉ ALDEMÁRIO PINHEIRO FILHO (empresa OAS), presidente da OAS, São Paulo/SP

13. RICARDO RIBEIRO PESSOA (empresa UTC), presidente da UTC Participações S.A., São Paulo/SP

14. WALMIR PINHEIRO SANTANA (empresa UTC), responsável pela UTC Participações S.A., São Paulo/SP

15. CARLOS ALBERTO DA COSTA SILVA, São Paulo/SP (endereço comercial),

16. OTHON ZANOIDE DE MORAES FILHO (empresa Queiroz Galvão), Diretor-geral de desenvolvimento comercial da Vital Engenharia, empresa do Grupo Queiroz Galvão, Rio de Janeiro/RJ,

17. ILDEFONSO COLARES FILHO (empresa Queiroz Galvão), Diretor-Presidente da Construtora Queiroz Galvão S.A, Rio de Janeiro/RJ

18. RENATO DE SOUZA DUQUE, Rio de Janeiro/RJ,

19. FERNANDO ANTONIO FALCÃO SOARES, vulgo ‘Fernando Baiano’, Rio de Janeiro/RJ

16 investigados que sofreram bloqueios bancários:
1) Eduardo Hermelino Leite
2) Dalton dos Santos Avancini
3) João Ricardo Auler
4) José Ricardo Nogueira Breghirolli
5) José Aldemário Pinheiro Filho
6) Agenor Franklin Magalhaes Medeiros
7) Ricardo Ribeiro Pessoa
8) Walmir Pinheiro Santana
9) Sérgio Cunha Mendes
10) Gerson de Mello Almada
11) Othon Zanoide de Moraes Filho
12) Ildefonso Colares Filho
13) Valdir Lima Carreiro
14) Erton Medeiros Fonseca
15) Fernando Antonio Falcão Soares
16) Renato de Souza Duque


Condução coercitiva:
1) Edmundo Trujillo, engenheiro, diretor do Consórcio Nacional Camargo Correa
2) Pedro Morollo Junior, engenheiro civil, OAS
3) Fernando Augusto Stremel Andrade, engenheiro civil, OAS
4) Angelo Alves Mendes, engenheiro civil, diretor vice-presidente da Mendes Júnior Trading e Engenharia S.A
5) Rogério Cunha de Olliveira, engenheiro eletricista, diretor da Área de Óleo e Gás -(ANOG) da Mendes Júnior Trading e Engenharia
6) , Flávio Motta Pinheiro, economista, diretor Administrativo e Financeiro da MENDESPREV – Sociedade Previdenciária
7) Cristiano Kok, presidente da Engevix Engenharia S/A.
8) Marice Correa de Lima, cunhada do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto
9) Luiz Roberto Pereira



Escrito por SALSFI às 22h15
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   Petrolão

São Paulo – Em nova fase da Operação Lava Jato, denominada Juízo Final, a Polícia Federal decretou a prisão nesta sexta-feira, 14, do ex-diretor de Serviços da Petrobrás Renato Duque além de quatro presidentes de grandes empreiteiras do País, dos quais três já estão presos. Ao todo foram decretados seis mandados de prisão preventiva, 19 de prisão temporária e nove de condução coercitiva de pessoas suspeitas de envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro que teria movimentado R$ 10 bilhões.

Deste total, foram cumpridos quatro mandados de prisão preventiva e 14 de prisão temporária. Foram presos os presidentes das empresas OAS,  Queiroz Galvão e UTC. A PF também realizou buscas e apreensão em sete das maiores empreiteiras do País, apontadas como o braço financeiro de um esquema de corrupção na estatal.

A Justiça decretou ainda o bloqueio de cerca de R$ 720 milhões em bens pertencentes a 36 investigados. Três empresas de um dos operadores do esquema tiveram suas contas bloqueadas. Em entrevista coletiva concedida no final desta manhã, a PF informou que os sete grupos investigados mantêm contratos estimados em R$ 59 bilhões com a Petrobrás. Os ativos das empresas não foram bloqueados, apenas os de seus executivos até o limite de R$ 20 milhões por pessoa.

De acordo com as investigações, as empreiteiras repassavam propina a agentes públicos para conseguir contratos na petroleira. Duque seria o interlocutor do PT na Petrobrás. A diretoria de Serviços, comandada por ele entre 2003 e 2012, repassaria porcentuais dos contratos assinados para o partido. Em documento recente elaborado pela própria Petrobrás, a estatal apontou que a diretoria coordenada por Duque foi a responsável pelas 12 licitações da obra da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco.

VEJA A LISTA DE TODOS OS EXECUTIVOS CITADOS NOS MANDADOS DESTA SEXTA-FEIRA

Prisão preventiva: 

1. Eduardo Hermelino Leite (empresa Camargo Correa), alcunha ‘Leitoso’, Diretor Vice-Presidente da Camargo Correa S.A., São Paulo, SP

2. JOSÉ RICARDO NOGUEIRA BREGHIROLLI (empresa OAS), funcionário da Construtora OAS em São Paulo, SP

3. AGENOR FRANKLIN MAGALHAES MEDEIROS (empresa OAS), Diretor-Presidente da Área Internacional da Construtora OAS S.A, São Paulo/SP

4. SERGIO CUNHA MENDES (empresa Mendes Junior), Diretor Vice-Presidente Executivo da Mendes Júnior Trading Engenharia S/A, Brasília-DF

5. GERSON DE MELLO ALMADA (empresa Engevix), Vice-Presidente da Engevix Engenharia S.A., São Paulo/SP

6. ERTON MEDEIROS FONSECA (empresa Galvão), Diretor Presidente da Divisão de Engenharia Industrial da empresa Galvão Engenharia S.A., São Paulo/SP

 



Escrito por SALSFI às 22h11
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   Petrolão

'Tenho vergonha do que está acontecendo na Petrobrás', diz FHC

ELIZABETH LOPES - O ESTADO DE S. PAULO

14 Novembro 2014 | 15h 12

Ex-presidente aproveita sétima etapa da Operação Lava Jato deflagrada nesta sexta para atacar governo durante evento do PSDB

 

 

·        

São Paulo - Os desdobramentos das investigações na Petrobrás foi um dos assuntos principais do encontro que reuniu nesta sexta-feira, 14, em São Paulo a cúpula do PSDB. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso foi um dos que fizeram o discurso mais contundente, dizendo que, como brasileiro, sente vergonha de dizer o que está acontecendo na estatal do petróleo.

"Tenho vergonha como brasileiro de dizer o que está acontecendo na Petrobrás. E olhem, eu fui dos defensores da criação da Petrobrás. Meu pai era general do Petróleo. Eu fui tesoureiro da Associação pró-Petrobrás. Não me venham dizer que a quebra do monopólio era para privatizar a Petrobrás. Não. Era para evitar que a Petrobrás caísse como caiu nas garras dos partidos desonestos e se transformasse no uso do dinheiro do povo para fins político-partidários", disse, emendando: "Temos de resgatar nossa posição patriótica, nacionalista, mas não de cegos."

Para FHC, o povo vai pagar o preço de todos esses rombos nos cofres públicos, porque isso vai acabar virando imposto e pressionar a inflação. "Nós (PSDB) sabemos governar, não vamos jogar contra o Brasil, mas quero ver essa gente (governar) porque até o ministro da Casa Civil (Aloizio Mercadante) diz que a situação é séria e delicada. Não vamos deixar que eles façam gol contra no Congresso. Vamos para as ruas e não vamos sair delas."

As investigações da Lava Jato e os depoimentos do ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa, apontam para a existência de um esquema de desvios de recursos nos contratos da estatal que teria abastecido PP, PMDB, PT e também PSDB e PSB. Nesta sexta foi deflagrada a sétima etapa da operação, com foco, sobretudo, nos executivos das grandes empreiteiras. Ao todo, foram cumpridos 6 mandados de prisão preventiva e 19 de prisão temporária. Dentre os presos está outro ex-diretor da Petrobrás, Renato Duque, suposto operador do esquema para o PT.

'Caras atormentadas'. Nas críticas ao governo da presidente reeleita Dilma Rousseff (PT), Fernando Henrique disse que basta olhar as fotografias do que são supostamente vitoriosos (deste pleito nacional) para ver "as caras atormentadas porque não sabem o que vão fazer ou como irão construir um ministério."

E continuou nos ataques: "Eles (governo Dilma) fazem truques, querem agora derrubar a LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal), derrubaram os dados sobre miséria, não sabem o que fazer, estão atônitos. E a nossa responsabilidade é combater (este governo) com firmeza, mas sempre com responsabilidade constitucional, pois somos depositários da democracia."

 

No discurso, o ex-presidente tucano defendeu o seu legado, destacando que foi o PSDB quem começou a resgatar a miséria dos pobres brasileiros, com o Plano Real que trouxe a estabilidade. "Fizemos mais do que fez a Dilma e vem essa gente dizer que o PSDB não olha para o povo. Chega de mentiras." E disse que no palanque que reuniu lideranças da oposição nesta sexta na Capital, o futuro do Brasil já está sendo construído. "Não somos contra o Brasil, mas contra os desmandos dos que estão governando o País."



Escrito por SALSFI às 22h02
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   Petrolão

Executivos apontaram propina de Duque em 6 obras da Petrobrás

REDAÇÃO

14 Novembro 2014 | 18:20

Julio Gerin Camargo e Augusto Mendonça de Ribeiro Neto da Toyo Setal detalharam a atuação do ex-diretor de Serviços e Engenharia

Por Ricardo Brandt e Fausto Macedo 

Os executivos da Toyo Setal, Julio Gerin Camargo e Augusto Mendonça de Ribeiro Neto, afirmaram em suas delações premiadas nos autos da Operação Lava Jato que o ex-diretor de Serviços e Engenharia Renato Duque – nome ligado ao PT na Petrobrás – recebeu propina referente às obras das refinarias Repav (São José dos Campos), Repar (Paraná) e Replan (Paulínia, SP), no complexo petroquímico Comperj (RJ) e nos gasodutos Cabiúnas e Gasoduto Urucu Manaus.

“Os depoimentos transcritos são bastante detalhados, revelando pagamentos de propinas em diversas obras da Petrobrás, como na Repav, Cabiúnas, Comperj, Repar, Gasoduto Urucu Manaus, Refinaria Paulínea, a Renato Duque”, informa o pedido de prisão.

Os dois executivos apontaram ainda o nome de um gerente da Petrobrás “Pedro Barusco”. As afirmações feitas nas delações tem “detalhes quanto ao modus operandi e as contas no exterior creditadas”, informam os procuradores.

Eles narraram “todo o esquema de cartelização, lavagem e pagamento de vantagens indevidas a agentes públicos, confirmando não só a participação de Alberto Youssef e Paulo Roberto Costa, mas das demais empreiteiras e ainda o envolvimento de Renato Duque, Diretor de Serviços da Petrobras, e Fernando Soares, vulgo Fernando Baiano, outro operador encarregado de lavagem e distribuição de valores a agentes públicos”.


 



Escrito por SALSFI às 22h00
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   VALE

DESEMPENHO DA VALE NO 3T14

Rio de Janeiro, 30 de outubro de 2014 - A Vale S.A. (Vale) apresentou um forte desempenho operacional no 3T14, com a produção de minério de ferro alcançando 85,7 Mt – o melhor desempenho da história da Vale em um trimestre – e com a produção de Carajás atingindo 32,2 Mt, um novo recorde absoluto, devido aos ramp-ups bem-sucedidos da Planta 2 e de Serra Leste.
 
As receitas no 3T14 somaram US$ 9,249 bilhões, representando uma queda de US$ 830 milhões em relação ao 2T14. As receitas foram impactadas negativamente pelo menor preço de commodities (-US$ 1,351 bilhão) e positivamente pelos maiores volumes de venda (US$ 521 milhões). Os benefícios deste recorde de produção de minério de ferro não foram totalmente capturados devido ao acúmulo de 9,3 Mt em estoques ao longo da cadeia, parcialmente em consequência da interrupção da ferrovia de Carajás (Estrada de Ferro Carajás, EFC) em setembro. Uma parte dos estoques estrategicamente acumulados no 3T14 foram vendidos em condições comerciais mais favoráveis durante o trimestre atual.
 
No 3T14, a Vale apresentou um EBITDA ajustado de US$ 3,004 bilhões, com US$ 781 milhões – 26% do EBITDA da Vale no 3T14 – provenientes do segmento de metais básicos, em função do recorde de produção de cobre, bem como a melhor produção de níquel para um terceiro trimestre desde 3T08.
Nos primeiros nove meses de 2014 (9M14) a Vale reduziu seus custos e despesas em US$ 520 milhões[1], comparado aos 9M13, com economia de US$ 271 milhões no 3T14 em relação ao 3T13. Comparando os 9M14 com os 9M13, temos o seguinte resultado: despesas com vendas, gerais e administrativas (SG&A[2]) caíram US$ 192 milhões (23,4%); gastos com pesquisa e desenvolvimento (P&D) diminuíram US$ 30 milhões (5,7%); e despesas pré-operacionais e de parada[3] foram reduzidas em US$ 557 milhões (46,2%).
 
Nos 9M14, os investimentos da Vale totalizaram US$ 8,232 bilhões, representando uma queda de US$ 2,161 bilhões em relação aos 9M13. Os investimentos em execução de projetos totalizaram US$ 5,641 bilhões, representando um decréscimo de US$ 1,560 bilhão, ao mesmo tempo em que o capex de manutenção totalizou US$ 2,591 bilhões, apresentando um decréscimo de US$ 600 milhões nos 9M14 em relação aos 9M13.
O prejuízo líquido foi de US$ 1,437 bilhão contra um um lucro líquido de US$ 1,428 bilhão no trimestre passado, refletindo principalmente o impacto não caixa de variações cambiais e perdas monetárias em dívidas e derivativos de US$ 2,683 bilhões devido à depreciação do real frente ao dólar americano.
A Vale manteve um balanço saudável, com baixa alavancagem, ampla cobertura de juros, longo período de maturidade e baixo custo de dívida. A dívida líquida diminuiu em US$ 2,156 bilhões desde 30 de junho de 2014, alcançando US$ 21,034 bilhões. Em 30 de setembro de 2014, a dívida total da Vale foi de US$ 29,366 bilhões com posição de caixa[4] de US$ 8,332 bilhões, suportado pelo recebimento de R$ 2 bilhões em recursos de caixa no 3T14 pela venda de 26,5% de participação na VLI para Brookfield. A segunda parcela dos dividendos em 2014, no valor de US$ 2,1 bilhões, será paga em 31 de outubro de 2014.
 
Robusta performance operacional apesar da queda nos preços de commodities no segmento de minerais ferrosos

·         O EBITDA ajustado de minério de ferro no 3T14 foi de US$ 1,528 bilhão, representando uma diminuição de US$ 1,151 bilhão dos US$ 2,679 bilhões registrados no 2T14, principalmente devido à redução de US$ 1,031 bilhão nos preços de venda;
·         A produção de minério de ferro alcançou um recorde de 85,7 Mt[5] no 3T14, principalmente devido aos ramp-ups da Planta 2  e de Conceição Itabiritos, enquanto o minério de ferro comprado de terceiros alcançou 2,9 Mt;
·         O volume de vendas de minério de ferro e pelotas foi de 78,1 Mt no 3T14, ficando 1,5% maior do  que no 2T14;
·         Os estoques de minério de ferro cresceram 9,3 Mt no trimestre, parcialmente como resultado da interdição da ferrovia de Carajás (Estrada de Ferro Carajás, EFC);
·        O preço médio realizado de finos de minério de ferro (ex-ROM) caiu para US$ 68/wmt, impactado negativamente por um ajuste de US$ 1,4/t em preços provisionados no final do 2T14 e por um delta de US$ 3,8/t entre os US$ 77,8/t provisionalmente precificados para 30,7% das vendas no final do 3T14 e a média do Platt's IODEX 62% CFR China de US$ 90,2/dmt;
·       Os custos operacionais aumentaram para US$ 24,7/t[6] contra US$ 23,2/t no trimestre passado, principalmente devido aos custos não recorrentes com manutenção em preparação para o aumento de produção e ao pagamento de faturas pendentes em razão do start-up do sistema de ERP.
·       A taxa de câmbio média no trimestre foi de R$ 2,27 / US$, apesar de uma taxa de câmbio no final do 3T14 de R$ 2,45 / US$. Os benefícios no custo de um BRL mais depreciado serão capturados no trimestre seguinte, caso a taxa de câmbio se estabilize nos níveis do final do 3T14.
 
Colhendo os frutos do segmento de metais básicos
 
·         O EBITDA ajustado alcançou US$ 781 milhões no 3T14, totalizando US$ 1,939 bilhão nos 9M14;
·         A produção de níquel alcançou 72.100 t no 3T14, ficando 16,9% acima do 2T14;
·         A produção de cobre chegou ao nível recorde de 104.800 t, ficando 29,3% e 10,8% acima do 2T14 e 3T13, respectivamente;
·         A receita de vendas totalizou US$ 2,129 bilhões, ficando 12,7% acima do 2T14 devido a melhores preços e volume de venda;
·         Os custos[7] foram reduzidos em US$ 103 milhões e as despesas[8] em US$ 334 milhões nos 9M14, representando uma redução de custos e despesas de US$ 437 milhões em relação aos 9M13.

Construindo as bases para lucratividade futura dos segmentos de carvão e fertilizantes

·         A mina de Isaac Plains foi colocada em care and maintenance devido à sua não viabilidade econômica nos níveis de preço esperados no curto e médio prazo;
·         Moatize II alcançou 70% de progresso físico no 3T14 com investimento de capital no valor de US$ 179 milhões no trimestre;
·         As seções greenfield do Corredor Nacala alcançaram 92% de progresso físico enquanto o Porto de Nacala atingiu 85% de progresso físico;
·         EBITDA ajustado para o segmento de fertilizantes aumentou para US$ 96 milhões no 3T14 comparado a US$ 72 milhões no 2T14. Alcançou-se um EBITDA ajustado de US$ 203 milhões nos 9M14 contra US$ 51 milhões nos 9M13.
 
Permanecemos focados na geração de fluxo de caixa, continuando a explorar oportunidades de desinvestimento e reforçando iniciativas que visem à redução de custos e capex para corroborar o fluxo de caixa livre.



Escrito por SALSFI às 22h52
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Definição sobre reajuste do preço da gasolina é adiada para a próxima terça-feira

Fernanda Nunes e Antonio Pita - O Estado de S. Paulo

31 Outubro 2014 | 17h 43

Neste dia, o conselho de administração da Petrobrás voltará a se encontrar para dar continuidade à reunião realizada nesta sexta-feira pela manhã, mas interrompida ainda no primeiro ponto da pauta, sem que o aumento dos preços fosse debatido

 

 

A definição sobre o reajuste dos combustíveis foi adiada para a próxima terça-feira, dia 4. Neste dia, o conselho de administração da Petrobrás voltará a se encontrar para dar continuidade à reunião realizada nesta sexta-feira pela manhã, mas interrompida ainda no primeiro ponto da pauta, sem que o aumento dos preços da gasolina e do óleo diesel fosse debatido. 

 

 

A pauta foi interrompida em meio a discussões sobre a exigência da PwC, auditora das finanças da empresa, de que a estatal contrate duas auditorias externas independentes para investigar denúncias de corrupção envolvendo a petroleira. A PwC se negou a validar os números do terceiro trimestre, enquanto a Petrobras não contratasse as empresas.  

 

Na segunda-feira, a Petrobrás anunciou a contratação de dois escritórios de advocacia para investigar o esquema de corrupção denunciados pelo ex-diretor da empresa Paulo Roberto Costa. São eles o americano Gibson, Dunn & Crutcher LLP e o brasileiro Trench, Rossi e Watanabe Advogados.

 

Fonte ouvida pelo Broadcast - serviço de informações em tempo real da Agência Estado - contou que a expectativa dos conselheiros é decidir sobre o reajuste na terça. Já o resultado financeiro da empresa relativo ao terceiro trimestre deste ano não chegou a entrar na pauta da reunião desta sexta-feira e também não entrará no próximo encontro. 

 

 



Escrito por SALSFI às 22h45
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Petrobrás descarta rever projetos se óleo cair até US$ 60

Fernanda Nunes,Antonio Pita,Vinicius Neder - O Estado de S. Paulo

17 Outubro 2014 | 22h 20

Estatal usa duas cotações para balizar seu plano de investimentos; exploração do pré-sal seria ameaçada com barril abaixo de US$ 45

 

 

Marcos de Paula/EstadãoPlataforma da Petrobras na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro

 

 

 

 

 

Duas cotações do barril do petróleo balizam os investimentos da Petrobrás e vão nortear seu Plano de Negócios de 2015 a 2019, aguardado ainda para este ano. Segundo fontes do alto escalão do governo, enquanto estiver acima de US$ 60 não haverá necessidade de rever projetos e reduzir recursos para áreas menos estratégicas que exploração e produção de óleo e gás. Só se o preço despencar até US$ 45 o barril, hipótese descartada pelo governo, o desenvolvimento do pré-sal não seria viável.

 

Os valores são o limite para cobrir o custo médio do capital. “Cada dólar a mais (em relação aos US$ 45) é lucro para a empresa, porque supera o custo do capital. A empresa está muito bem protegida”, diz uma fonte.

 

A visão diverge das avaliações do mercado. Na última semana, o valor do barril de petróleo tipo Brent oscilou de US$ 80 a US$ 85, depois de, por quase três anos, ter se mantido na faixa de US$ 100, chamando a atenção de analistas, que divulgaram relatórios traçando cenários difíceis para a Petrobrás.

 

No governo, a análise é que a queda apenas reforça o caixa da Petrobrás num primeiro momento. A estatal comemora a redução dos gastos com importação e o fim da defasagem com os preços internos, que esteve em média 17,3% abaixo dos valores internacionais. Além disso, comemora a redução no pagamento de impostos, que considera a cotação no mercado externo. No médio prazo, a perspectiva é de retração dos custos de produtos e serviços, que costumam acompanhar o preço do Brent. “A questão é quanto tempo durará essa fase de redução do preço do petróleo. Em seis meses, se sustenta. Em um ano, é mais difícil. Em dois ou três anos, mais ainda”, diz a fonte.

 

Estrutural. Se o governo não aposta nesse cenário, analistas de mercado já simulam impactos de uma queda mais acentuada e duradoura, embora sem consenso. Para o consultor John Forman, ex-diretor da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), as mudanças nas cotações são estruturais, por causa da oferta de gás e petróleo de folhelho (xisto) nos EUA.

 

“A tecnologia está transformando os EUA em exportador. É um impacto danado”, explica Forman. A agência de classificação de risco Moody’s estima que a cotação chegará a US$ 70, em razão também da conjuntura política no mundo árabe. “A demanda continua forte, e há excesso de oferta mesmo com o baixo crescimento global”, diz a analista Nymia Almeida. “Abaixo disso, alguns projetos ficariam inviáveis”, completa.

 

Países como o Canadá, produtores de um óleo de pior qualidade e custo alto, não conseguiriam produzir com uma cotação a níveis muito baixos. Assim, a oferta cairia, levando a um novo aumento de preços.

 

O momento requer corte de custos entre as empresas. O baixo custo de extração no pré-sal sustenta a rentabilidade mesmo no cenário ruim, embora com retorno mais demorado. O custo médio é de US$ 14,80 por barril. As fontes do governo reiteram a “tranquilidade” de que o pré-sal e os investimentos da Petrobrás estão garantidos. 

 

Nesse ponto, o mercado alerta para a metade vazia do copo. Relatório do Citibank calcula que, com o barril a US$ 90, o fluxo de caixa operacional ficaria pressionado e a Petrobrás poderia ter dificuldades para alcançar a meta atual de investimentos. A previsão apenas na área de exploração e produção é de US$ 35 bilhões anuais até 2020.

 

 



Escrito por SALSFI às 22h36
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16/06/2014 às 05h00

Vale enfrenta dificuldade para venda de ativos

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Por Francisco Góes | De Moatize (Moçambique)

Francisco Góes/Valor / Francisco Góes/ValorEmpresa estuda a entrada de sócios com fatias minoritárias na produção de carvão, área em que tem minas em Moçambique e Austrália, e no corredor ferroviário

As negociações conduzidas pela Vale para venda de uma parte dos ativos da empresa em Moçambique tendem a ficar mais difíceis com a conjuntura existente no país africano para a produção de carvão, na avaliação de especialistas ouvidos pelo Valor. A Vale questiona os altos custos para se produzir carvão em Moçambique, país novo nessa indústria extrativa, no momento em que os preços da commodity estão no patamar mais baixo dos últimos sete anos. "O valor a ser capturado pela Vale [nas negociações] fica mais difícil na situação atual", disse um analista.

A Vale quer vender metade de sua participação no Corredor Nacala, formado por ferrovia de 912 quilômetros e por um porto, ambos em construção. A empresa estuda ainda a entrada de sócios com fatias minoritárias na produção de carvão, segmento em que tem minas em Moçambique e na Austrália. A mineradora vinha trabalhando para fechar as vendas no corredor e no negócio de carvão até o fim deste mês. Mas a venda dessas participações deve demorar mais um pouco. A expectativa é que as transações possam ser fechadas em julho ou agosto, embora não haja garantia de que isso vá ocorrer até essa data. No mercado, a aposta é que entre os potenciais parceiros da Vale estão investidores asiáticos, sobretudo japoneses e chineses, e fundos soberanos.

O interesse dos investidores nos dois ativos (minas e corredor), negociados separadamente, é diferente. A atratividade de cada ativo também é distinta. O investidor que resolver associar-se à Vale na produção de carvão correrá um risco maior. Mas terá a possibilidade de obter ganhos também maiores caso o preço do carvão se recupere. O preço do carvão metalúrgico, usado pelas siderúrgicas, situava-se, na sexta, na faixa de US$ 120 por tonelada tendo por base contratos trimestrais na Austrália, a principal referência do mercado. É uma queda de cerca de 60% em relação aos preços de 2011, que superaram US$ 300 por tonelada.

Ter a garantia de uma participação na produção de carvão interessa, sobretudo, a países que precisam assegurar acesso a recursos naturais, como os asiáticos. No Corredor Nacala, o risco para o investidor é menor, assim como o retorno sobre o investimento também deve ser mais baixo. O atrativo neste caso está no fato de que o corredor terá retorno mínimo garantido por contrato firme de transporte com a mina da Vale em Moatize, no norte do país.

Esse contrato envolve a Vale Moçambique, detentora da concessão de Moatize, e as quatro concessionárias do Corredor Nacala, cada uma responsável por um trecho da ferrovia. A mineradora detém 95% da Vale Moçambique e o governo local os outros 5%. O contrato entre a Vale Moçambique e as quatro concessionárias começará a valer em 2015 e os volumes vão crescer até atingir a capacidade de 18 milhões de toneladas de carvão por ano. Haverá ainda capacidade adicional no corredor para carga geral, grãos e passageiros.

Quando a mina de Moatize estiver duplicada no fim de 2015, terá capacidade de produzir 22 milhões de toneladas de carvão por ano, sendo 55% do tipo metalúrgico e 45% térmico, para geração de energia elétrica. Para escoar essa produção, a Vale pretende utilizar o Corredor Nacala e continuar valendo-se da ferrovia Linha do Sena até o porto da Beira, no centro do país. Nesse trecho, a Vale também tem contrato firme de transporte com a estatal Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) válido até 2017 com capacidade para movimentar 4,5 milhões de toneladas de carvão por ano. Em 2014, a Vale vai produzir acima de 6 milhões de toneladas de carvão em Moatize, mas poderá embarcar somente até 4,5 milhões de toneladas, que é a capacidade no terminal portuário da Beira.

Os novos sócios da Vale no carvão deverão entrar diretamente na holding Vale Emirates, dos Emirados Árabes, holding que consolida as participações da Vale no carvão em Moçambique e também as ações que a mineradora tem nas quatro concessionárias do Corredor Nacala. Na soma das quatro concessionárias, considerando o valor investido em cada trecho, a Vale tem uma participação de 70% no corredor logístico. Os outros 30% pertencem à CFM. Após a venda, os investidores devem ficar com 35% do Corredor Nacala, a Vale com 35% e a CFM com 30%.

 

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16/06/2014 às 05h00

Vale tenta reduzir custos e vender ativos na África

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·         Por Francisco Góes | De Moatize (Moçambique)

Perto de concluir a implantação de projeto integrado por mina, ferrovia e porto, em Moçambique, a Vale passou a questionar com autoridades locais e fornecedores a posição competitiva do país africano na indústria de carvão. A discussão foi motivada pela queda dos preços da commodity, cujas cotações estão nos menores níveis em sete anos. E também pelos custos de produção em relação à Austrália, concorrente e maior exportador mundial de carvão.

A Vale assinou em 2007 os contratos de concessão das minas de Moatize, na província de Tete, e já investiu US$ 4,5 bilhões. Os recursos foram aplicados na produção de carvão, hoje em fase de duplicação, e na construção de uma ferrovia de 912 quilômetros - o chamado Corredor Nacala - e de um porto de águas profundas em Nacala-à-Velha, província de Nampula. Quando a expansão de Moatize for concluída, em 2015, e o corredor logístico estiver pronto, a Vale e seus parceiros terão desembolsado, no total, US$ 8,3 bilhões.

ASSUNTOSRELACIONADOS

1.       Vale coloca projeto de carvão de Moçambique em xeque

A empresa já havia anunciado a intenção de vender parte do corredor logístico em Moçambique e, também, uma fatia minoritária do negócio de carvão, segmento em que tem minas no país africano e na Austrália. Mas, na avaliação de especialistas, a situação do mercado e a conjuntura para produção de carvão em Moçambique tornam mais difíceis as negociações conduzidas para venda de uma parte dos ativos.

A mineradora vinha trabalhando para fechar as vendas no corredor e no negócio de carvão até o fim deste mês. Mas o processo deve demorar mais um pouco. A aposta é que, entre os potenciais parceiros da Vale, estão investidores asiáticos, sobretudo japoneses e chineses, e fundos soberanos.

"Moçambique não reúne as melhores condições para a produção de carvão, em função dos custos dos insumos e da localização logística no atual cenário de preços", disse Pedro Gutemberg, diretor global de carvão da Vale. Há dois meses na África, ele se envolveu em uma cruzada pela redução de custos, essencial para viabilizar o negócio no longo prazo. O executivo tem se reunido com ministros, fornecedores e parceiros, como a CFM, uma estatal de Moçambique. Ele surpreendeu os moçambicanos ao questionar a capacidade competitiva do país no carvão.

 

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16/06/2014 às 05h00

Vale tenta reduzir custos e vender ativos na África

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Por Francisco Góes | De Moatize (Moçambique)

Perto de concluir a implantação de projeto integrado por mina, ferrovia e porto, em Moçambique, a Vale passou a questionar com autoridades locais e fornecedores a posição competitiva do país africano na indústria de carvão. A discussão foi motivada pela queda dos preços da commodity, cujas cotações estão nos menores níveis em sete anos. E também pelos custos de produção em relação à Austrália, concorrente e maior exportador mundial de carvão.

A Vale assinou em 2007 os contratos de concessão das minas de Moatize, na província de Tete, e já investiu US$ 4,5 bilhões. Os recursos foram aplicados na produção de carvão, hoje em fase de duplicação, e na construção de uma ferrovia de 912 quilômetros - o chamado Corredor Nacala - e de um porto de águas profundas em Nacala-à-Velha, província de Nampula. Quando a expansão de Moatize for concluída, em 2015, e o corredor logístico estiver pronto, a Vale e seus parceiros terão desembolsado, no total, US$ 8,3 bilhões.

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1.       Vale coloca projeto de carvão de Moçambique em xeque

A empresa já havia anunciado a intenção de vender parte do corredor logístico em Moçambique e, também, uma fatia minoritária do negócio de carvão, segmento em que tem minas no país africano e na Austrália. Mas, na avaliação de especialistas, a situação do mercado e a conjuntura para produção de carvão em Moçambique tornam mais difíceis as negociações conduzidas para venda de uma parte dos ativos.

A mineradora vinha trabalhando para fechar as vendas no corredor e no negócio de carvão até o fim deste mês. Mas o processo deve demorar mais um pouco. A aposta é que, entre os potenciais parceiros da Vale, estão investidores asiáticos, sobretudo japoneses e chineses, e fundos soberanos.

"Moçambique não reúne as melhores condições para a produção de carvão, em função dos custos dos insumos e da localização logística no atual cenário de preços", disse Pedro Gutemberg, diretor global de carvão da Vale. Há dois meses na África, ele se envolveu em uma cruzada pela redução de custos, essencial para viabilizar o negócio no longo prazo. O executivo tem se reunido com ministros, fornecedores e parceiros, como a CFM, uma estatal de Moçambique. Ele surpreendeu os moçambicanos ao questionar a capacidade competitiva do país no carvão.

 

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Escrito por SALSFI às 23h06
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   Aumento da conta de luz

Tarifas da Cemig e CPFL sobem mais de 16%

Por Claudia Facchini | De São Paulo

Os aportes adicionais do Tesouro na Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), de onde vem os recursos para cobrir as despesas com as usinas térmicas, vão reduzir consideravelmente o aumento previsto para este ano nas tarifas das distribuidoras. Com os novos subsídios, anunciados ontem, o reajuste médio na conta de luz dos brasileiros deve ficar em torno de 14,45% em 2014, afirma Paulo Steele, da TR Soluções, consultoria especializada em calcular os custos da energia elétrica.

Inicialmente, as tarifas das distribuidoras iriam subir em média 19,62% neste ano, mesmo com todos os esforços do governo para postegar ao máximo os reajustes, adiando os repasses para 2015, diz o consultor.

 

Ontem, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou um aumento de 16,33% nas tarifas da Cemig neste ano, que atende 805 cidades em Minas Gerais. A agência reguladora também elevou em 17,05% as tarifas cobradas pela CPFL Paulista, que fornece energia para 234 municípios no interior de São Paulo. Os reajustes das duas distribuidoras entram hoje em vigor.

O aumento foi bem menor que o previsto pela estatal mineira, que projetava um reajuste perto de 30%. Segundo o gerente de tarifas da Cemig, Ronalde Xavier Moreira Júnior, só a mudança na CDE evitou um aumento de seis pontos percentuais na conta de luz dos clientes atendidos pela companhia.

Inicialmente, uma parte dos recursos que abastecem a CDE teria de vir dos consumidores, afirma Steele. Cerca de R$ 5,6 bilhões seriam cobrados na conta de luz ainda neste ano, conforme os planos iniciais do governo. Ontem, no entanto, em uma reunião extraordinária da diretoria, a Aneel diminuiu essa quantia para R$ 1,7 bilhão, evitando assim um aumento de pelo menos três pontos percentuais nas tarifas neste ano, diz o consultor.

Antes das mudanças, a Cemig teria de repassar para as suas tarifas R$ 648 milhões de despesas com a CDE. "Mas esse valor foi rebaixado para R$ 194 milhões", diz Moreira Júnior.

Além do menor custos com a CDE, a Aneel utilizou projeções mais "conservadoras" para o comportamento dos preços no mercado de curto prazo (Preço de Liquidação das Diferenças - PLD) neste ano. Isso também explica, em parte, a grande diferença entre os 30% de reajuste previstos pela empresa e os 16,33% concedidos pela agência reguladora neste ano. Segundo Moreira Júnior, a Cemig prevê que os preços vão continuar nos próximos meses perto do teto de R$ 822 por MWh. Mas a Aneel levou em consideração um preço mais baixo, de R$ 630 por MWh, explicou o executivo da Cemig.

A empresa, segundo ele, utiliza os modelos do Operador Nacional do Sistema (ONS) para fazer suas projeções. Se os preços forem maiores de fato, a diferença vai entrar no reajuste nas tarifas das distribuidoras no ano que vem.

O aumento nas transferências do Tesouro para a CDE foi aprovado ontem em cima da hora, apenas um pouco antes da definição, pela Aneel, do reajuste das Cemig e da CPFL. As novas tarifas das duas companhias vão servir de parâmetro para as demais distribuidoras, cujas tarifas serão reajustadas ao longo do ano.

A Aneel aprovou ontem também o índice final da terceira revisão tarifária da Ampla Energia, que atende 66 cidades do Rio de Janeiro. Os consumidores residenciais da distribuidora terão uma redução de 0,74% na conta de luz. Os clientes de média e alta tensão terão um aumento de 0,48% e 8,11% respectivamente. As distribuidoras passam por revisões tarifárias a cada quatro anos. O objetivo é transferir ganhos de eficiência para os consumidores finais.

Em 2015, afirma Steele, a Aneel dará início ao quarto ciclo de revisão tarifária, processo que não poderia vir em melhor hora para o governo federal. A expectativa é que as revisões amenizem os reajustes nas contas de luz, que tendem a desacelerar para 10,07% no ano que vem, mesmo com os repasses nas contas de luz, diz Steele. Esse cenário, porém, leva em consideração uma normalização do clima. Se não chover novamente, o quadro será diferente.




Escrito por SALSFI às 06h32
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   Preço da Energia dispara

 

Impacto das Térmicas

 

O religamento das termelétricas também impactou diretamente o PDL recorde. Tais usinas garantem, hoje, a oferta de energia no país, uma vez que o Brasil tem dificuldades em aumentar sua capacidade de armazenamento nas hidrelétricas. Contudo, o custeio das térmicas requer gastos altíssimos — especialmente para as que funcionam à base de óleo diesel. “O mercado já está incorporando no PDL o uso das termelétricas mais caras”, afirmou Rego, da Excelência Energética.


Durante todo o ano passado, a geração de energia por usinas térmicas foi 75% maior que em 2012. O custo do acionamento ficou em aproximadamente 9 bilhões de reais. Com as distribuidoras em dificuldades financeiras para arcar com esse rombo – elas só repassam uma vez no ano o aumento de custos ao consumidor – o Tesouro Nacional atuou como 'caixa forte' da conta de luz e cobriu o montante com dinheiro público injetado na Conta de Desenvolvimento Energética (CDE).

Tal valor não foi dado às empresas, mas financiado. Isso significa que em 2018 o contrato vencerá e as distribuidoras terão de repassar integralmente ao consumidor seus gastos com as térmicas. Assim, na melhor das hipóteses, o desconto imposto pela presidente Dilma Rousseff será retirado aos poucos nos anos que virão. Na pior, será retirado de uma só vez, penalizando ainda mais o consumidor e impactando a inflação.



Escrito por SALSFI às 17h38
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   Preço de energia dispara

FALTA DE PLANEJAMENTO do SETOR ELÉTRICO

Essa elevação inédita significa que o mercado está apostando em um quadro nada otimista para o setor elétrico em 2014 — que beira a calamidade, mesmo com os reservatórios de água das usinas hidrelétricas acima dos níveis registrados em janeiro do ano passado. O cálculo do PLD é feito com base em projeções que levam em conta o cenário atual de abastecimento. Tal alta reflete, segundo especialistas ouvidos pelo site de VEJA, fatores climáticos, o aumento da demanda e a falta de planejamento da Empresa de Pesquisa Energética (EPE).

Com as altas temperaturas registradas em dezembro e janeiro, é natural que se gaste mais energia com refrigeradores, ventiladores e aparelhos de ar condicionado — o que impacta diretamente a demanda. Ao mesmo tempo, os reservatórios são penalizados devido à rápida evaporação da água e falta de chuvas. Além disso, as perspectivas climáticas para 2014 não são animadoras – previsões usadas no cálculo da PLD apostam em menos precipitações em relação a anos anteriores. Assim, as usinas terão dificuldades em conseguir preencher o déficit em seus reservatórios e, talvez, nem mesmo compensar os gastos do ano, no cenário mais pessimista. Hoje, o reservatório do Sudeste/Centro Oeste usa 40,57% de sua capacidade de armazenamento, contra 37,46% em janeiro de 2013.

Leia mais: 
Preço da energia de curto prazo atingirá recorde na próxima semana  
Residências impulsionam consumo de energia no Brasil em novembro 

Falta de planejamento - Problemas no planejamento energético do governo também tiveram papel crucial na subida dos preços — e podem fazer com que os consumidores paguem mais caro pela energia em 2015. Ocorre que as distribuidoras vêm tendo de comprar mais energia no mercado livre, justamente onde os valores estão batendo recordes. Tais empresas são abastecidas, geralmente, por leilões públicos de energia organizados pela EPE. Contudo, nas últimas licitações, a estatal fixou preços muito abaixo dos padrões de mercado, o que fez com que muitas geradoras optassem por não comercializar seus megawatts/hora, impactando a oferta energética. “Há um problema muito sério de planejamento e forma como o modelo (do sistema elétrico) está programado”, disse Mariana Amim, diretora jurídica da Associação Nacional dos Consumidores de Energia (Anace).

As distribuidoras são impedidas de negociar livremente com as geradoras, mas, se os pleitos organizados pelo governo não forem suficientes para preencher sua demanda, elas são obrigadas a compensar seu déficit comprando energia no mercado livre e pagando o preço do PDL. Erik Rego, diretor da consultoria Excelência Energética, disse ao site de VEJA que as distribuidoras precisaram contratar 7,5% de toda sua energia ofertada neste mercado neste início de ano, o equivalente a 3,5 mil MWh. Isso significa um impacto aproximado de 1 bilhão de reais em seu caixa, levando em consideração um preço médio de 393 reais/MWh em janeiro. “Elas (distribuidoras) terão de pagar até a segunda semana de fevereiro essa conta. E se o PDL se mantiver em seu preço máximo (822 reais/MWh), essa conta pode passar de 2 bilhões de reais no pagamento de março”, afirma.



Escrito por SALSFI às 17h31
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   Preço da Energia dispara

 

Leia também: 


Governo federal busca saída para caixa da Eletrobras  
Aneel publica aviso do leilão das linhas de Belo Monte

Ao invés de deficitárias, as distribuidoras devem acumular sobras de 3% a 5% de oferta de energia para conseguirem sustentabilidade econômica. Mas, com os últimos leilões frustrados, a conta não fechou e é possível que elas continuem precisando de ajuda do Tesouro para arcar com suas contas. Este cenário piora ao se constatar que 2014 indica dificuldade fiscal e necessidade de corte de gastos. “O Tesouro precisará cobrir o custo das térmicas ligadas e o preço alto no mercado livre. Dificilmente vai repassar para o consumidor porque é ano eleitoral. Mas, depois das eleições, um aumento da conta de luz será inevitável”, comentou Adriano Pires, consultor de energia e diretor do Centro Brasileiro de Infra Estrutura (CBIE). “Tudo isto está acontecendo por um erro de política do governo, que resolveu que tinha de baixar o preço (da energia) e que controlava a lei da oferta e da demanda do setor”, acrescentou. Para ele, o governo "quebrou" a Eletrobras — empresa mais prejudicada pela promessa de desconto da conta de luz.

Impacto das térmicas - O religamento das termelétricas também impactou diretamente o PDL recorde. Tais usinas garantem, hoje, a oferta de energia no país, uma vez que o Brasil tem dificuldades em aumentar sua capacidade de armazenamento nas hidrelétricas. Contudo, o custeio das térmicas requer gastos altíssimos — especialmente para as que funcionam à base de óleo diesel. “O mercado já está incorporando no PDL o uso das termelétricas mais caras”, afirmou Rego, da Excelência Energética.

Durante todo o ano passado, a geração de energia por usinas térmicas foi 75% maior que em 2012. O custo do acionamento ficou em aproximadamente 9 bilhões de reais. Com as distribuidoras em dificuldades financeiras para arcar com esse rombo – elas só repassam uma vez no ano o aumento de custos ao consumidor – o Tesouro Nacional atuou como 'caixa forte' da conta de luz e cobriu o montante com dinheiro público injetado na Conta de Desenvolvimento Energética (CDE). Tal valor não foi dado às empresas, mas financiado. Isso significa que em 2018 o contrato vencerá e as distribuidoras terão de repassar integralmente ao consumidor seus gastos com as térmicas. Assim, na melhor das hipóteses, o desconto imposto pela presidente Dilma Rousseff será retirado aos poucos nos anos que virão. Na pior, será retirado de uma só vez, penalizando ainda mais o consumidor e impactando a inflação



Escrito por SALSFI às 17h28
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